História do PCB

O PCB e a Guerra Civil Espanhola

altO PCB e a Guerra Civil Espanhola

por Paulo Schueler

Considerada uma batalha ideológica entre adeptos do fascismo e do socialismo de todo o mundo, a Guerra Civil Espanhola teve início em 1936 com a revolta de líderes do Exército contra as crescentes tendências socialistas e anticlericais do governo da Frente Popular Republicana do presidente Manuel Azaña. Os insurgentes - monarquistas, católicos e membros da Falange Fascista - foram apoiados pela Alemanha e a Itália, que reconheceram o governo instalado por Francisco Franco em 1º de outubro de 1936, quando a guerra civil estava ainda em andamento. O Partido Comunista Brasileiro (PCB) comprovou seu internacionalismo à época, enviando alguns de seus melhores quadros para a Espanha. Infelizmente, Franco venceria a disputa e derrotaria o processo de avanços vivido pelo país.

Atualizado em 18.01.17

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XIV, já virou história

Às vésperas de PCB realizar seu XV Congresso, a Fundação Dinarco Reis relembra Outubro de 2009. Naquele mês, quatro anos após ter rompido com o governo Lula, o PCB buscava a clareza de uma linha estratégica revolucionária, que colocasse o Partido claramente como uma força anticapitalista e anti-imperialista a serviço de todos os militantes que desejassem construir esse operador político da revolução socialista no Brasil. Aliás, reconstruir... Foi sob o lema da Reconstrução Revolucionária que o Partido realizou seu XIV Congresso naqueles dias. Um Congresso que já virou história. Desjando um XV Congresso também vitorioso, os editores desse site convidam todos a relembrar o acerto da linha política aprovada pelo PCB naquele evento, que pode ser traduzido na declaração política Outros outubros virão.

Atualizado em 18.01.17

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A fundação do PCB retratada em 'Novos Rumos' de 1960

O PCB, nascido em 25 de março de 192, completa 92 anos e, para celebrar a data, publicamos matéria divulgada no jornal Novos Rumos de 1960 com ilustrações da fachada da primeira sede do Partido - e também de seu local de fundação. Na publicação, retrata-se ainda os passos que antecederam a criação do PCB, inclusive o Partido Comunista surgido em 1919.

Atualizado em 18.01.17

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A relação entre o ‘Manifesto de Agosto’ e a ‘Declaração de Março’ na visão de Anita Prestes

Em “Duas táticas e uma mesma estratégia – Do ‘Manifesto de Agosto de 1950’ à ‘Declaração de Março de 1958’ ”, Anita Leocadia Prestes avalia a relação entre dois documentos marcantes da história do PCB, o “Manifesto de Agosto de 1950” e a “Declaração de Março de 1958”, frequentemente caracterizados como antagônicos, mostrando que a verdade passa ao largo desse senso comum.

Atualizado em 18.01.17

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'Carta aos comunistas', de Luiz Carlos Prestes

O PCB entrava na década de 1980 com significativo prestígio junto aos setores democráticos e populares, em decorrência da heroica resistência de seus militantes durante o período mais violento da ditadura implantada em 1964 e por ter se dedicado à tática de construção de uma ampla frente antiditatorial, a qual havia conquistado, naquele exato momento, o retorno ao país de líderes da oposição ao regime, como Luiz Carlos Prestes, Gregório Bezerra, Leonel Brizola, Miguel Arraes, dentre outros, além da libertação de presos políticos no Brasil.

Mas a Lei de Anistia, na contramão de toda a campanha promovida pelos movimentos populares e democráticos, que desejavam uma “anistia ampla, geral e irrestrita” para os que haviam sido perseguidos pela ditadura, criou a figura da “anistia recíproca”, uma excrescência jurídica e política, pois os torturadores e carrascos do regime, sem terem sido julgados nem condenados a nada, estavam livres de qualquer possibilidade de punição a seus atos. A luta tinha de prosseguir.

Crise interna e saída de Prestes

Atualizado em 18.01.17

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