MAIS UM GOLPE CONTRA A CLASSE TRABALHADORA!

imagemExecutiva Nacional da Unidade Classista

Desde 2016 a classe trabalhadora vem sofrendo mais e constantes ataques promovidos pelos governos a serviço dos capitalistas. Em poucos anos foram extintos diversos direitos básicos dos trabalhadores. Foram retirados direitos trabalhistas, previdenciários, tributários, sociais. Todos com base em promessas vazias, comparações absurdas e com resultados previsíveis: aumento da miséria, mais desemprego, precariedade, barbárie.

Dentre estes brutais ataques está a Medida Provisória (MP) 1045, repleta de emendas que podem cortar proteções trabalhistas, reduzir a renda dos trabalhadores, criar categorias de subempregados, além de atrapalhar a fiscalização sobre o trabalho escravo (ou trabalho análogo à escravidão).

O relatório final do deputado Christino Áureo (PP-RJ) transforma a MP 1045 em uma minirreforma trabalhista. Apresenta mais uma vez a persistência do governo em avançar em seu projeto de terra arrasada, destruindo e fragilizando ainda mais os direitos trabalhistas e favorecendo o grande capital.

Os principais ataques são: deixar o trabalhador sem contrato e sem direitos; redução do pagamento de horas extras; FGTS menor para quem for demitido; dificultar a fiscalização e isentar de multas o trabalho análogo a escravidão; instituir comissão com integrantes empresariais para julgar infrações; aposentadoria pode demorar mais tempo; dificultar o acesso à Justiça gratuita.

A Unidade Classista rechaça essa tentativa de ampliação da política de terra arrasada do governo genocida. É preciso apresentar à classe trabalhadora o real objetivo do governo, mobilizando os trabalhadores e as trabalhadoras do setor público e do privado para derrubar esse governo e enfrentar os ataques do capital.

Conclamamos os trabalhadores dos diversos setores e categorias a participar, no dia 18 de agosto, da GREVE NACIONAL DO FUNCIONALISMO PÚBLICO CONTRA A PEC 32 – “REFORMA ADMINISTRATIVA”.

Será necessário um grande esforço coletivo para dar enfrentamento a todos os ataques que esse governo e os capitalistas vêm promovendo contra os trabalhos.

É preciso reorganizar a classe, participar ativamente do FÓRUM SINDICAL POPULAR E DAS JUVENTUDES POR LIBERDADES E DIREITOS DEMOCRÁTICOS e construir o Encontro Nacional da Classe Trabalhadora (ENCLAT), para avançar na construção do Poder Popular e do Socialismo.

GREVE GERAL JÁ!

UNIDADE CLASSISTA, FUTURO SOCIALISTA!