{"id":1010,"date":"2010-11-24T22:32:10","date_gmt":"2010-11-24T22:32:10","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=1010"},"modified":"2010-11-24T22:32:10","modified_gmt":"2010-11-24T22:32:10","slug":"44-milhoes-nos-eua-vivem-na-pobreza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/1010","title":{"rendered":"44 milh\u00f5es nos EUA vivem na pobreza"},"content":{"rendered":"\n<p align=\"JUSTIFY\">A quantidade de habitantes nos Estados Unidos que vivem na pobreza aumentou 43,6 milh\u00f5es em 2009, segundo um informe emitido pela Oficina do Censo na quinta-feira passada. Esta \u00e9 a maior cifra desde que a ag\u00eancia come\u00e7ou a publicar semelhantes c\u00e1lculos h\u00e1 50 anos. A cifra em si representa um aumento de 3.8 milh\u00f5es pessoas comparado com o de 2008.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Em 2009, um em cada sete estadunidenses era pobre, segundo o governo define a pobreza. A taxa oficial da pobreza \u00e9 14,3%, a mais alta desde 1994. A taxa de pobreza, que havia sido 13,2% em 2008, aumentou mais 1%. Em 2009 apresentou 8,8 milh\u00f5es de pessoas vivendo na pobreza, inclusive uma crian\u00e7a a cada cinco. Isso representa a mesma taxa de pobreza infantil que existia h\u00e1 50 anos, quando o presidente Lyndon B. Johnson anunciou seu programa \u201cA Guerra contra a pobreza\u201d.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">O informe do censo d\u00e1 uma dimens\u00e3o hist\u00f3rica das flutua\u00e7\u00f5es da taxa da pobreza nos EUA. O total de 43,3 milh\u00f5es em 2009 \u00e9 a cifra mais alta desde que o Departamento do Censo come\u00e7ou a reunir estat\u00edsticas sobre a pobreza em 1959, quando o total de pobres foi de 40 milh\u00f5es. Para 1965, a quantidade de pobres havia diminu\u00eddo a 30 milh\u00f5es devido a que as condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas haviam melhorado depois da recupera\u00e7\u00e3o que tomou lugar depois da Segunda Guerra Mundial. \u201cA guerra contra a pobreza\u201d que Lyndon Johnson lan\u00e7ou esse ano alcan\u00e7ou certo \u00eaxito, pois a quantidade de pobres abaixou 23 milh\u00f5es justamente antes da recess\u00e3o de 1974-1975. Mas a quantidade de pobres aumentou marcadamente durante a d\u00e9cada de 1980, chegando a 40 milh\u00f5es em 1993. Mas para 1999, esta cifra havia diminu\u00eddo a 31 milh\u00f5es. Desde ent\u00e3o tem aumentado a passo certo, processo que acelerou dramaticamente quando come\u00e7ou a recess\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">O aumento da pobreza &#8211; que reflete o impacto da recess\u00e3o econ\u00f4mica, as numerosas demiss\u00f5es e as redu\u00e7\u00f5es dos sal\u00e1rios \u2013 concentrou-se nos adultos e crian\u00e7as. Na realidade, a taxa de pobreza para crian\u00e7as aumentou de 19,4 a 20,7%, a taxa de pobreza para adultos que podem trabalhar teve um incremento de 11,9 a 12,7%. A pobreza aumentou para todos os grupos raciais e \u00e9tnicos, mas provou ser muito mais alta para os afro-americanos e hisp\u00e2nicos. Os primeiros sofrem uma taxa de pobreza em 25,8%, os hisp\u00e2nicos em 25,3%. Enquanto os brancos, a mesma est\u00e1 em 9,4%, o que representa um aumento de 8,6% em 2008.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Todo um setor do informe estava consagrado \u00e0 cobertura do seguro m\u00e9dico. A enorme perda de empregos durante os \u00faltimos anos vem causando um efeito devastador para o seguro m\u00e9dico, o qual nos EUA principalmente depende do trabalho pr\u00f3prio.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">A quantidade de pessoas sem seguro m\u00e9dico ultrapassou os 50 milh\u00f5es em 2009, cifra alcan\u00e7ada pela primeira vez desde que come\u00e7aram a manter-se as cifras em 1987. A cifra representa um salto de 46,3 milh\u00f5es em 2008.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Aproximadamente 16,7% da popula\u00e7\u00e3o carecem de seguro m\u00e9dico; em 2008 a quantidade havia sido de 15,4%. Mas esta cifra n\u00e3o reflete uma realidade completa, visto que indiv\u00edduos tenham que estar sem seguro durante todo um ano antes que os levem em conta para fins de estat\u00edsticas.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">A quantidade de pessoas com seguro m\u00e9dico pelo governo aumentou de 87,4 a 93,2 milh\u00f5es devido \u00e0 matricula nos programas Medicaid, Medicare e o Programa de Seguro M\u00e9dico para Crian\u00e7as. Mas esta cifra levou \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o de gente com seguro m\u00e9dico privado, as quais baixaram de 201 para 194,5 milh\u00f5es. Somente 55,8% da popula\u00e7\u00e3o tem seguro m\u00e9dico \u00e0 base do emprego.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">O documento do Departamento do Censo reporta outras cifras que mostram a crise social que se aprofunda nos EUA.<\/p>\n<ul>\n<li>\n<p align=\"JUSTIFY\">O ingresso dos lares se estancou em 2009, diminuindo ligeiramente a $49,777 de $50,112 em 2008.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"JUSTIFY\">As mulheres que trabalham jornadas de tempo completo ganham 77% do sal\u00e1rio que os homens com horas similares ganham.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"JUSTIFY\">Para os lares afro-americanos o ingresso m\u00e9dio entre 2008 e 2009 declinou em 4,4% e em 1,6% para os lares de fam\u00edlias hispanas e brancas.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"JUSTIFY\">Enquanto as diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds, o ingresso m\u00e9dio no <em>Midwest<\/em>, que sofreu os golpes mais duros devido ao colapso industrial, declinou em 2,1% e no Oeste, centro do colapso da moradia, em 1,9%. N\u00e3o houve mudan\u00e7as nem no Sul nem no Nordeste.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"JUSTIFY\">Comparado com o per\u00edodo antes da recess\u00e3o em 1999, o ingresso meio dos lares diminuiu em 11,8% para os afro-americanos, 7,9% para os hispanos, 5,7% para os asi\u00e1ticos, e 4,2% para os brancos.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"JUSTIFY\">A desigualdade de ingressos continua intensificando-se em 2009, os 20% mais ricos recebeu 50,3% de todos os ingressos e os 5% recebeu 21,7%.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"JUSTIFY\">Ainda antes de come\u00e7ar a recess\u00e3o, a pobreza j\u00e1 era uma experi\u00eancia muito familiar para um ter\u00e7o de todos os estadunidenses. De 2004 a 2007, aproximadamente 31,6% da popula\u00e7\u00e3o vivia na pobreza pelo menos durante dois meses ou mais.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"JUSTIFY\">A recess\u00e3o de agora j\u00e1 empurrou a taxa de pobreza a uma porcentagem de 1,9 pontos e a quantidade total dos que vivem na pobreza subiu 6,3 milh\u00f5es, incluindo a 2,1 milh\u00f5es de crian\u00e7as. Esta cifra \u00e9 maior que todas as outras recess\u00f5es desde a Segunda Guerra Mundial, com exce\u00e7\u00e3o das recess\u00f5es de 1980-1981 e 1981-1982 em conjunto, quando a quantidade dos que vivem na pobreza subiu 10 milh\u00f5es.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">De igual significado \u00e9 a grande quantidade de estadunidenses que vivem apenas acima da linha da pobreza e quem subsistem de ingressos completamente inadequados para uma vida aceit\u00e1vel. A prolonga\u00e7\u00e3o dos benef\u00edcios de desemprego, por exemplo, manteve a tr\u00eas milh\u00f5es de fam\u00edlias acima da linha da pobreza no ano passado. Estes benef\u00edcios j\u00e1 foram prolongados tr\u00eas vezes este ano, e o mais prov\u00e1vel \u00e9 que termine em absoluto depois das elei\u00e7\u00f5es de novembro, o que significa que milh\u00f5es de trabalhadores ser\u00e3o arrojados \u00e0 indig\u00eancia.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Referindo-se a estas cifras acerca da pobreza, Isabel Sawhill, da Institui\u00e7\u00e3o Brookings (grupo intelectual liberal), notou que \u201cIsso inclui 6,3 milh\u00f5es de gente nova \u00e1s filas dos pobres desde 2007, antes de come\u00e7ar a recess\u00e3o. O problema se tornar\u00e1 muito pior muito antes que a situa\u00e7\u00e3o melhore\u201d.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Sawhill acrescentou que suas investiga\u00e7\u00f5es sugerem que para meados desta d\u00e9cada, a recess\u00e3o agregar\u00e1 mais 10 milh\u00f5es de pessoas \u00e0s listas de desempregados, inclusive seis milh\u00f5es de crian\u00e7as.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">H\u00e1 raz\u00f5es suficientes para crer que o verdadeiro n\u00edvel de pobreza \u00e9 muito pior que o que o Departamento do Censo reportou. A linha que marca o in\u00edcio da linha da pobreza \u00e9 t\u00e3o baixa como para ser rid\u00edcula: $22,050 para uma fam\u00edlia de quatro ou $10,830 para somente um adulto. N\u00e3o tem sido ajustada para levar em conta a regi\u00e3o geogr\u00e1fica, e por tanto despreza enormemente o n\u00edvel de pobreza em regi\u00f5es de custo elevado, tal como a cidade de Nova Iorque, Boston, Washington, D.C., e Calif\u00f3rnia.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">A pesquisa do Censo exclui setores muito significantes da popula\u00e7\u00e3o: mais de dois milh\u00f5es de prisioneiros; anci\u00e3os em resid\u00eancias e com prolongada estadia nos hospitais; e estudantes que vivem nos dormit\u00f3rios das universidades. A maioria destes grupos poderia ser classificada como pobres, se n\u00e3o estivessem em institui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">A linha que demarca a pobreza tamb\u00e9m \u00e9 extremadamente antiquada, posto que \u00e9 baseada em uma formula de 50 anos que se deriva de uma \u00e9poca quando os alimentos constitu\u00edam o maior gasto dos pressupostos familiares, as mulheres n\u00e3o trabalhavam fora de seus lares, a maioria da juventude n\u00e3o assistia \u00e0 universidade, e a t\u00edpica fam\u00edlia tinha somente um carro. Por tanto, n\u00e3o toma em conta o impacto dos pre\u00e7os na \u00e1rea da aten\u00e7\u00e3o m\u00e9dica, do cuidado das crian\u00e7as, do transporte e outras necessidades.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Ademais, como o mesmo informe do Censo notou, tem havido um grande aumento na quantidade de indiv\u00edduos e fam\u00edlias que dividem a mesma moradia devido principalmente \u00e0s dificuldades econ\u00f4micas. A combina\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias fam\u00edlias ou indiv\u00edduos que n\u00e3o s\u00e3o parentes em uma mesma moradia tem o efeito de reduzir a taxa de pobreza oficial, a qual se calcula de acordo com a unidade familiar.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Como expressou David Johnson, chefe da Divis\u00e3o de Estat\u00edsticas Acerca da Moradia e dos Asilos, que forma parte do Departamento do Censo, ao jornal Wall Street: \u201cSe determina-se a pobreza de acordo com os recursos de membros de cada moradia em que s\u00e3o parentes, esta chegaria a 17%\u201d.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">A quantidade de moradias com fam\u00edlias m\u00faltiples aumentou 11,6% de 2008 a 2010, e a propor\u00e7\u00e3o de adultos entre as idades dos 25 e 34 anos que com seus pais aumentou de 12,7% em 2008 a 13,4% em 2010. A taxa de pobreza para estes jovens adultos era 8,5% quando se considerava como parte da moradia de seus pais, mas esta subia a 43% se fossem independentes.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Estas estat\u00edsticas acerca da pobreza mostram o fracasso do capitalismo estadunidense e do governo de Obama. A Casa Branca recebeu as cifras com grande indiferen\u00e7a.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Obama lan\u00e7ou uma declara\u00e7\u00e3o de cinco par\u00e1grafos na qual assentiu que as estat\u00edsticas do censo \u201cmostram o dif\u00edcil que foi 2009\u201d, mas jactou-se de que o plano de est\u00edmulo que havia sido adotado no ano anterior havia previsto uma situa\u00e7\u00e3o pior.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Arg\u00fciu que \u201cuma recess\u00e3o hist\u00f3rica n\u00e3o tem que converter-se em aumentos hist\u00f3ricos da inseguran\u00e7a econ\u00f4mica da fam\u00edlia\u201d. Acrescentou que \u201cdevido \u00e0 Lei de Recupera\u00e7\u00e3o e muitos outros programas ofereceram redu\u00e7\u00f5es fiscais e ajuda aos ingressos da maioria das fam\u00edlias trabalhadoras \u2013 e especialmente aos mais necessitados &#8211; milh\u00f5es de estadunidenses escaparam-se da pobreza no ano passado\u201d.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\u00c0 medida que Obama se dirige \u00e0s elei\u00e7\u00f5es de outono, a \u00fanica justificativa que o governo de Obama pode oferecer \u00e9 que \u201ca situa\u00e7\u00e3o poderia ter sido pior\u201d. Mas \u00e9 duvidoso que os milh\u00f5es de trabalhadores que perderam seus empregos, seus seguros m\u00e9dicos e suas casas nos \u00faltimos anos possam conformar-se com essas palavras.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">A declara\u00e7\u00e3o de Obama combina o menosprezo da crise com uma declara\u00e7\u00e3o que termina da seguinte maneira: \u201cApesar de todas as nossas dificuldades, sigo inspirado pela dedica\u00e7\u00e3o e otimismo dos trabalhadores dos estados Unidos. Tenho a confian\u00e7a de que sairemos desta tormenta com uma economia revitalizada.\u201d.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Essa ret\u00f3rica fanfarrona pode traduzir-se assim: \u201cComo o representante m\u00e1ximo do capitalismo ianque, me assombra que ainda n\u00e3o tenha havido rebeli\u00f5es de massas por parte dos trabalhadores dos Estados Unidos tanto contra meu governo como contra a aristocracia bancaria que sirvo. Espero poder enganar ao povo trabalhador com minha ret\u00f3rica acerca da \u201cesperan\u00e7a\u201d e da \u201cmudan\u00e7a\u201d pelo menos durante uns poucos anos mais\u201d.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Ao menosprezar arrogantemente o sofrimento de dezenas de milh\u00f5es de estadunidenses que ficaram empobrecidos com uma breve declara\u00e7\u00e3o por escrito, Obama consagrou seu dia laboral reunindo-se com um grupo de executivos empresariais: o Conselho de Exporta\u00e7\u00f5es que ele mesmo dirige e que trata de fomentar a competitividade das ind\u00fastrias estadunidenses reduzindo os custos, inclusive os custos salariais; e dirigentes das 100 maiores empresas do pa\u00eds, que se reuniram para assegurar que o programa educativo de seu governo est\u00e1 alinhado com os requisitos empresariais do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/www.wsws.org\/es\/articles\/2010\/sep2010\/span-s21_prn.shtml\" target=\"_blank\">http:\/\/www.wsws.org\/es\/articles\/2010\/sep2010\/span-s21_prn.shtml<\/a><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Traduzido do Espanhol por Coletivo Paulo Petry, n\u00facleo do PCB\/UJC em Cub<\/p>\n<p align=\"justify\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\nCr\u00e9dito: tiberiogeo.com.br\n\n\n\n\n\n\n\n\nPor Patrick Martin\n21 Setembro 2010\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/1010\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-1010","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c43-imperialismo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-gi","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1010","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1010"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1010\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1010"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1010"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1010"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}