{"id":10105,"date":"2015-12-20T16:39:26","date_gmt":"2015-12-20T19:39:26","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=10105"},"modified":"2016-01-18T20:10:46","modified_gmt":"2016-01-18T23:10:46","slug":"o-colapso-da-ordem-financeira-global-comeca-dia-21","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/10105","title":{"rendered":"O colapso da ordem financeira global come\u00e7a dia 21"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/resistir.info\/financas\/imagens\/caos_1.jpg?w=747\" alt=\"imagem\" \/>\u2013 O fim do caos administr\u00e1vel e o in\u00edcio daquele n\u00e3o-administr\u00e1vel<br \/>\n\u2013 O dia 21\/Dez promete ser o mais vergonhoso da hist\u00f3ria do FMI<br \/>\n\u2013 A morte do FMI pode vir a seguir<\/p>\n<p>por Valentin Katasonov*<!--more--><\/p>\n<p>O mundo est\u00e1 a entrar numa fase ca\u00f3tica. Recentemente tem havido afirma\u00e7\u00f5es de que os EUA come\u00e7aram a criar globalmente um &#8220;caos administr\u00e1vel&#8221;. Mas os acontecimentos no M\u00e9dio Oriente afastaram a ilus\u00e3o de que o instigador deste caos seja capaz de administr\u00e1-lo. E o caos n\u00e3o administr\u00e1vel pode muito em breve surpreender o mundo da finan\u00e7a internacional. Os EUA s\u00e3o mais uma vez culpados de terem liderado o caos financeiro n\u00e3o administr\u00e1vel e os US$3 mil milh\u00f5es da d\u00edvida da Ucr\u00e2nia \u00e0 R\u00fassia servir\u00e3o como detonador do processo.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 coincid\u00eancia que os problemas estejam a agravar-se quanto \u00e0quela d\u00edvida. Washington est\u00e1 deliberadamente a explorar esta d\u00edvida a fim de tentar infligir dano \u00e0 R\u00fassia. A destrui\u00e7\u00e3o final da ordem financeira global que foi estabelecida durante a confer\u00eancia internacional de Bretton Woods em 1944 poderia acabar por ser um dano colateral desta pol\u00edtica anti-russa.<\/p>\n<p>Os EUA conceberam o sistema monet\u00e1rio de Bretton Woods, a seguir infligiram-lhe o dano inicial durante a d\u00e9cada de 1970 quando Washington cessou de trocar d\u00f3lares por ouro. O ouro foi desmonetizado, o mundo transitou para o papel-moeda e as taxas de c\u00e2mbio fixas foram eliminadas. Os mercados financeiros, bem como a especula\u00e7\u00e3o financeira, come\u00e7aram a expandir-se a um ritmo fren\u00e9tico, o que reduziu significativamente a estabilidade da economia global e da finan\u00e7a internacional. O caos financeiro j\u00e1 estava \u00e0 m\u00e3o, mas naquele tempo ainda a um n\u00edvel administr\u00e1vel. O Fundo Monet\u00e1rio Internacional, criado em Dezembro de 1945, continuava a ser a ferramenta para administrar a finan\u00e7a internacional.<\/p>\n<p>Mas hoje somos testemunhas oculares da destrui\u00e7\u00e3o do FMI, a qual amea\u00e7a ampliar a instabilidade da finan\u00e7a global em meio ao caos financeiro global. O papel do FMI na manuten\u00e7\u00e3o da relativa ordem financeira no mundo consistia n\u00e3o s\u00f3 em emitir empr\u00e9stimos e cr\u00e9ditos para pa\u00edses espec\u00edficos com tamb\u00e9m no facto de que actuava como a autoridade final, escrevendo as regras do jogo para mercados financeiros globais. Depois de os Estados Unidos \u2013 o principal accionista do FMI (controlando aproximadamente 17% do poder de voto dentro do fundo) \u2013 arrastarem o Fundo para os jogos que fazia na Ucr\u00e2nia, aquela institui\u00e7\u00e3o financeira internacional foi for\u00e7ada a romper as pr\u00f3prias regras que havia desenvolvido e aperfei\u00e7oado ao longo de d\u00e9cadas. As recentes decis\u00f5es do Fundo criaram um precedente para um jogo sem regras e \u00e9 quase imposs\u00edvel calcular as suas consequ\u00eancias para a finan\u00e7a internacional.<\/p>\n<p>A mais recente decis\u00e3o deste tipo foi emitida em 8 de Dezembro. Ela foi cronometrada de modo a corresponder com a data de maturidade final da d\u00edvida de US$3 mil milh\u00f5es da Ucr\u00e2nia \u00e0 R\u00fassia \u2013 20 de Dezembro. Mas se Kiev falhar no reembolso do que deve, isto quase automaticamente levar\u00e1 a um incumprimento soberano em plena escala e portanto o FMI, de acordo com as regras que foram estabelecidas quase desde o nascimento do Fundo, n\u00e3o mais ter\u00e1 o direito de fazer empr\u00e9stimos \u00e0 Ucr\u00e2nia. A fim de continuar a transferir fundos do empr\u00e9stimo do FMI \u00e0 Ucr\u00e2nia (em Abril de 2015 fora assinado um acordo para o empr\u00e9stimo de US$17,5 mil milh\u00f5es), Washington ordenou ao Fundo que reescrevesse as regras de modo a que mesmo se Kiev incumprir o que deve a Moscovo o FMI ainda possa emprestar dinheiro \u00e0 Ucr\u00e2nia. O Fundo \u2013 sempre submisso \u2013 acatou esta ordem de comando aparentemente n\u00e3o acat\u00e1vel.<\/p>\n<p>Aleksei Mozhin, o director do FMI para a Federa\u00e7\u00e3o Russa, informou que em 8 de Dezembro o Conselho de Administra\u00e7\u00e3o do Fundo aprovou reformas que permitiriam emprestar a devedores mesmo no caso de um incumprimento de d\u00edvida soberana. Toda a gente sabe perfeitamente bem que o Fundo tomou uma decis\u00e3o t\u00e3o extraordin\u00e1ria a fim especificamente de sustentar o regime moribundo em Kiev e alfinetar a R\u00fassia. Falando a rep\u00f3rteres, o ministro das Finan\u00e7as russo, Anton Siluanov, declarou : &#8220;A decis\u00e3o de mudar as regras parece apressada e enviesada. Isto foi feito unicamente para prejudicar a R\u00fassia e legitimar a possibilidade de Kiev n\u00e3o pagar suas d\u00edvidas&#8221;.<\/p>\n<p>Tem havido poucas decis\u00f5es de natureza t\u00e3o radical na hist\u00f3ria do FMI. Em 1989, por exemplo, o fundo ganhou o direito de fazer empr\u00e9stimos a pa\u00edses mesmo que os receptores daqueles fundos n\u00e3o houvesse pago d\u00edvidas a bancos comerciais. E em 1998 foi permitido ao Fundo emprestar a pa\u00edses com passivos pendentes sobre t\u00edtulos soberanos mantidos por investidores privados. Contudo, o reembolso de d\u00edvidas de credores soberanos sempre foi um dever sagrado para os clientes do FMI. Os credores soberanos s\u00e3o os salvadores de \u00faltimo recurso, os que v\u00eam em ajuda de estados que s\u00e3o deixados de lado por prestamistas e investidores privados.<\/p>\n<p>Sob as regras do FMI, passivos de um estado para com um credor soberano (isto \u00e9, um outro estado) s\u00e3o simplesmente t\u00e3o &#8220;sagradas&#8221; quanto passivos para com o pr\u00f3prio Fundo. Isto \u00e9, por assim dizer, uma pedra angular da finan\u00e7a internacional. E aqui vemos como, numa reuni\u00e3o ordin\u00e1ria do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o do FMI, esta pedra angular foi precipitadamente retirada do edif\u00edcio da finan\u00e7a internacional. O ministro das Finan\u00e7as russo, Anton Siluanova, chamou aten\u00e7\u00e3o particular a este aspecto da decis\u00e3o do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o: &#8220;As regras para financiar os programas do Fundo existiram durante d\u00e9cadas e n\u00e3o mudaram. Credores soberanos sempre tiveram prioridade sobre credores comerciais. As regras enfatizavam o papel especial de credores oficiais, o que \u00e9 especialmente importante em tempos de crise, quando prestamistas comerciais deixam pa\u00edses de lado, privando-os do acesso a recursos&#8221;.<\/p>\n<p>A postura submissa do Fundo e a aud\u00e1cia do seu principal accionista (os EUA) pode ser vista no modo como a decis\u00e3o de 8 de Dezembro foi rapidamente carimbada, ao passo que durante cinco anos Washington bloqueou esfor\u00e7os para reformar o Fundo (rever as quotas dos estados membros e duplicar o capital do Fundo). De acordo com Siluanov, dada a decis\u00e3o de 8 de Dezembro do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o do FMI, &#8220;a relut\u00e2ncia dos EUA para tratar a quest\u00e3o da ratifica\u00e7\u00e3o do acordo para refor\u00e7ar o capital do FMI parece particularmente chocante, especialmente quando o capital seria muito \u00fatil para resolver problemas de d\u00edvida da Ucr\u00e2nia&#8221;.<\/p>\n<p>Em 10 de Dezembro foi publicado um relat\u00f3rio de 34 p\u00e1ginas contendo pormenores da reforma que fora aprovada em 8 de Dezembro pelo Conselho de Administra\u00e7\u00e3o do FMI. De acordo com esse documento, algumas daquelas mudan\u00e7as aplicam-se \u00e0 d\u00edvida para com credores soberanos que n\u00e3o \u00e9 coberta pelos acordos do Clube de Paris . Contudo, um pa\u00eds devedor deve cumprir um certo n\u00famero de condi\u00e7\u00f5es a fim de manter o seu acesso a fundos do FMI, incluindo &#8220;fazer esfor\u00e7os de boa f\u00e9&#8221; para reestruturar sua d\u00edvida.<\/p>\n<p>A refer\u00eancia a &#8220;esfor\u00e7os de boa f\u00e9&#8221; levanta um ponto muito interessante. At\u00e9 agora Kiev n\u00e3o fez de todo quaisquer esfor\u00e7os enquanto estado devedor. As declara\u00e7\u00f5es do primeiro-ministro ucraniano Arseniy Yatsenyuk n\u00e3o contam. Estas n\u00e3o foram tentativas como &#8220;esfor\u00e7os de boa f\u00e9&#8221; mas, ao inv\u00e9s, ultimatos feitos \u00e0 R\u00fassia, um credor soberano: por outras palavras, ou voc\u00ea se associa a conversa\u00e7\u00f5es de reestrutura\u00e7\u00e3o que estamos a efectuar com nossos credores privados ou ent\u00e3o n\u00e3o lhes pagaremos nada. Tamb\u00e9m \u00e9 t\u00edpico que estas declara\u00e7\u00f5es n\u00e3o tenham sido feitas atrav\u00e9s dos canais oficiais de correspond\u00eancia mas sim apresentadas verbalmente na televis\u00e3o. Encontrei uma declara\u00e7\u00e3o de Yatsenyuk particularmente comovente, quando afirmava que n\u00e3o recebera quaisquer propostas formais respeitantes \u00e0 d\u00edvida da Ucr\u00e2nia.<\/p>\n<p>Isto \u00e9 algo novo nas rela\u00e7\u00f5es intergovernamentais em geral e nas rela\u00e7\u00f5es internacionais monet\u00e1rias e de cr\u00e9dito em particular. Quase desde o nascimento do FMI existiu a regra (e ainda existe) segundo a qual: a) qualquer iniciativa para alterar os termos originais de um empr\u00e9stimo deve vir do devedor, n\u00e3o do credor; e b) aquela iniciativa (pedido) deve ser emitida por escrito e enviada ao credor atrav\u00e9s de canais oficiais.<\/p>\n<p>Se o sr. Yatsenyuk est\u00e1 inconsciente destas regras, talvez os respons\u00e1veis do FMI pudessem explicar-lhe. Contudo, nada disto foi feito.<\/p>\n<p>Vamos retornar \u00e0 decis\u00e3o de 8 de Dezembro. Quer Kiev queira ou n\u00e3o, se \u00e9 para continuar a obter cr\u00e9dito atrav\u00e9s do Fundo a Ucr\u00e2nia deve pelo menos mostrar evid\u00eancia de uma tentativa de negociar com o seu credor, isto \u00e9, com Moscovo. Ela deve apresentar evid\u00eancia de &#8220;um esfor\u00e7o de boa f\u00e9&#8221;, por assim dizer. E no que deveria consistir esta evid\u00eancia? Ela deve ter pelo menos tr\u00eas passos: a) um pedido formal para come\u00e7ar conversa\u00e7\u00f5es para rever os termos do empr\u00e9stimo deve ser minutado e enviado ao credor; b) o devedor deve receber uma resposta oficial do prestamista; e c) se o credor concordar, devem ser efectuadas negocia\u00e7\u00f5es para rever os termos.<\/p>\n<p>Naturalmente as negocia\u00e7\u00f5es de Kiev com os seus credores privados quanto \u00e0 reestrutura\u00e7\u00e3o da sua d\u00edvida come\u00e7aram quase imediatamente depois de ter sido assinado o mais recente acordo de empr\u00e9stimo do FMI, isto \u00e9, elas perduraram de Mar\u00e7o de 2015 at\u00e9 o fim de Agosto de 2015. O processo de negocia\u00e7\u00e3o perdurou at\u00e9 Outubro, o que significa que a reestrutura\u00e7\u00e3o da d\u00edvida arrastou-se durante seis meses.<\/p>\n<p>N\u00e3o esquecer que o prazo final para reembolsar a d\u00edvida \u00e0 R\u00fassia (20\/Dez) cai num domingo. Resta muito pouco tempo a Kiev para demonstrar &#8220;um esfor\u00e7o de boa f\u00e9&#8221; e mesmo na melhor das hip\u00f3teses possivelmente n\u00e3o poderia efectuar mais do que os primeiros dois dos tr\u00eas passos que listei. J\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 tempo para o terceiro passo e o mais importante.<\/p>\n<p>Ser\u00e1 muito interessante ouvir o que o FMI tem a dizer na segunda-feira, 21\/Dez. Ser\u00e1 ele capaz de descobrir evid\u00eancia de &#8220;esfor\u00e7os de boa f\u00e9&#8221; de Kiev? Ou esperar\u00e1 por uma sugest\u00e3o do seu principal accionista? Embora aquele accionista principal n\u00e3o seja famoso pelo seu refinamento mental, ele compensa a sua estupidez com o descaramento absoluto.<\/p>\n<p>O dia 21\/Dez promete ser o mais vergonhoso da hist\u00f3ria do FMI e poderia ser seguido pela morte desta institui\u00e7\u00e3o financeira internacional. Infelizmente, o FMI ainda seria<\/p>\n<p>capaz de explodir o sistema financeiro global antes da sua pr\u00f3pria morte, utilizando a d\u00edvida da Ucr\u00e2nia \u00e0 R\u00fassia como detonador. Naturalmente, \u00e9 Washington que est\u00e1 realmente a jogar o jogo \u2013 o Fundo \u00e9 meramente um brinquedo nas suas m\u00e3os. Mas por que Washington desejaria que isto acontecesse? Falando termos estritos, nem sequer \u00e9 Washington que quer isto, mas os &#8220;mestres do dinheiro&#8221; (os accionistas principais do Federal Reserve) e todos os respons\u00e1veis conectados com a Casa Branca, o Departamento do Tesouro e outras ag\u00eancias do governo que est\u00e3o na sua folha de pagamento. Os mestres do dinheiro t\u00eam sido for\u00e7ados a defender o enfraquecimento do d\u00f3lar utilizando ferramentas bem provadas \u2013 a cria\u00e7\u00e3o do caos fora das fronteiras da Am\u00e9rica. Qualquer esp\u00e9cie de caos funcionar\u00e1 \u2013 pol\u00edtico, militar, econ\u00f3mico ou financeiro.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a decis\u00e3o de 08\/Dez\/2015 do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o do FMI, a qual foi tomada a fim de sustentar o regime em bancarrota de Kiev e unicamente com o prop\u00f3sito de prejudicar a R\u00fassia, alguns peritos financeiros exprimiram cautelosamente a opini\u00e3o de que em breve haver\u00e1 pouca raz\u00e3o para a R\u00fassia permanecer no FMI. S\u00f3 posso endossar esta posi\u00e7\u00e3o, embora a retirada da R\u00fassia do FMI fosse uma pr\u00e9-condi\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria mas insuficiente para refor\u00e7ar a soberania russa. A R\u00fassia ainda deve criar uma defesa confi\u00e1vel contra o caos financeiro global, o qual, depois de 21\/Dez, rapidamente se tornar\u00e1 n\u00e3o administr\u00e1vel.<\/p>\n<p>17\/Dezembro\/2015<\/p>\n<p>*Professor, membro associado da Academia Russa de Ci\u00eancia Econ\u00f3mica e Neg\u00f3cios.<\/p>\n<p>O original encontra-se em <a href=\"http:\/\/www.strategic-culture.org\/news\/2015\/12\/17\/global-financial-order-could-utterly-collapse-on-dec.-21.html\">www.strategic-culture.org\/<\/a>.<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o de JF.<\/p>\n<p>http:\/\/resistir.info\/financas\/caos_17dez15.html<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\u2013 O fim do caos administr\u00e1vel e o in\u00edcio daquele n\u00e3o-administr\u00e1vel \u2013 O dia 21\/Dez promete ser o mais vergonhoso da hist\u00f3ria do \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/10105\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-10105","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s10-internacional"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-2CZ","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10105","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10105"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10105\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10105"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10105"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10105"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}