{"id":10153,"date":"2015-12-30T19:28:53","date_gmt":"2015-12-30T22:28:53","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=10153"},"modified":"2016-01-18T20:13:49","modified_gmt":"2016-01-18T23:13:49","slug":"rancores-siameses","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/10153","title":{"rendered":"Rancores siameses"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.diariodopoder.com.br\/style\/images\/images\/Antonio%20Cruz%20ABr%20-%20Eduardo%20Cunha%20e%20Dilma.jpg?w=747\" alt=\"imagem\" \/><em>Escrito por Justino de Sousa Junior &#8211; <\/em><em>Quarta, 09 de Dezembro de 2015 \u2013 publicado em <a href=\"http:\/\/correiocidadania.com.br\/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=11281\" target=\"_blank\">http:\/\/correiocidadania.com.br\/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=11281<\/a><\/em><!--more--><\/p>\n<p>Antes que nos acusem de contribuir com as movimenta\u00e7\u00f5es da direita por insistir em an\u00e1lises cr\u00edticas aos governos petistas, explicamos que a quest\u00e3o que mais importa na quadra iniciada em 2002 \u00e9 justamente a an\u00e1lise do projeto sociopol\u00edtico adotado pelos governos petistas e dos desafios para a constru\u00e7\u00e3o de alternativas anticapitalistas. E, neste sentido, nosso entendimento \u00e9 de que, em \u00faltima an\u00e1lise, aqueles governos trabalharam contra os sujeitos e os projetos anticapitalistas. Por isso, ou seja, por entender que os governos petistas n\u00e3o se posicionaram em nenhuma causa fundamental ao lado dos explorados, muito ao contr\u00e1rio, trabalharam para negar os antagonismos sociais e posicionaram-se sempre a favor da ordem burguesa, n\u00e3o encontramos raz\u00e3o para sair \u00e0s ruas em defesa desses governos.<\/p>\n<p>Isto posto, contudo, afirmamos o posicionamento contr\u00e1rio ao pedido de <em>impeachment<\/em> da presidente Dilma Rousseff, simplesmente porque n\u00e3o h\u00e1 consist\u00eancia nele. E n\u00e3o o fazemos em nome da ordem, da legalidade, das institui\u00e7\u00f5es, valores que na hist\u00f3ria brasileira quase sempre serviram para legitimar a domina\u00e7\u00e3o e as profundas desigualdades sociais; acreditamos que governos corruptos podem e devem ser derrubados pelo poder popular.<\/p>\n<p>N\u00e3o endossamos esse processo porque no caso atual trata-se apenas de uma manobra de setores conservadores, t\u00e3o corruptos quanto todos os demais partidos da ordem e que n\u00e3o conseguiram comprovar a liga\u00e7\u00e3o direta, factual entre a presidente e os esc\u00e2ndalos realmente existentes em v\u00e1rios setores da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica federal. Defendemos ainda que as investiga\u00e7\u00f5es sejam levadas a cabo contra todos e que a press\u00e3o popular ponha na berlinda todos os corruptos e corruptores \u2013 pol\u00edticos e grande burguesia \u2013 e seu sistema pol\u00edtico.<\/p>\n<p>Este texto, ent\u00e3o, recusa-se ao mero debate entre o sim e o n\u00e3o ao <em>impeachment<\/em> da presidente Dilma Rousseff que \u00e9 <em>como se a opini\u00e3o tivesse apenas que optar entre o inseto e o inseticida (1)<\/em> ou a simplesmente ter que defender um governo que se reclama de esquerda, mas que implementa o mesmo programa exacerbadamente conservador de \u201cajustes\u201d econ\u00f4micos antipopulares que seus opositores implementam quando ocupam postos de comando.<\/p>\n<p>* * *<\/p>\n<p>Um Cunha \u00e9 um Cunha sem mais, sem menos. Cunhas de ontem, Cunhas de hoje, desde a Primeira Missa s\u00e3o exatamente isto que est\u00e1 a\u00ed. Os Cunhas entram e saem, comandam, revezam-se fazendo aquilo que se destinou como of\u00edcio aos Cunhas. Todos sabemos o que pensa, como age, a quem representa um Cunha. PSDB, PMDB, Democratas e que tais, agremia\u00e7\u00f5es que abrigam tantos Cunhas, partidos que s\u00e3o as casas dos Cunhas tamb\u00e9m s\u00e3o velhos conhecidos. Suas perip\u00e9cias e presepadas n\u00f3s j\u00e1 cansamos de assistir, de tudo j\u00e1 fizeram, menos beijar na boca \u2013 s\u00e3o profissionais! As impress\u00f5es digitais dos Cunhas est\u00e3o por toda parte: no Congresso, nas Assembleias Legislativas, nas C\u00e2maras Municipais, nos governos federal, municipais, estaduais, nas estatais, nos tribunais. Enfim, assim como nos falam os compositores populares uma ma\u00e7\u00e3 \u00e9 uma ma\u00e7\u00e3 \u00e9 uma ma\u00e7\u00e3 \u00e9 uma ma\u00e7\u00e3 (2), um velhaco \u00e9 um velhaco, \u00e9 um velhaco \u00e9 um velhaco.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, se aquela personagem \u00e9 a express\u00e3o fiel da t\u00e3o conhecida alma Paragua\u00e7u do pol\u00edtico brasileiro da gema, o que ainda n\u00e3o pudemos digerir e aceitar, embora venhamos criticando o processo desde sua gesta\u00e7\u00e3o, \u00e9 o modo como a esquerda do governo incorporou n\u00e3o s\u00f3 os ternos, mas tamb\u00e9m os termos da pol\u00edtica dos Cunhas, tornando-se parceira, c\u00famplice, conivente, formando com eles associa\u00e7\u00f5es e conluios e tomando parte nos esquemas usuais da pol\u00edtica brasileira. A corrup\u00e7\u00e3o, o toma l\u00e1 d\u00e1 c\u00e1, o conchavo, a mentira, a hipocrisia, a falcatrua, a maracutaia (quem lembra dessa palavra?) pe\u00e7as manjadas do <em>menu<\/em> pol\u00edtico, outrora combatido, viraram ingredientes corriqueiros no card\u00e1pio dos governos de esquerda.<\/p>\n<p>O que uma minoria de analistas vem apontando h\u00e1 algum tempo est\u00e1 cada vez mais evidente e consolidado: tudo o que a pol\u00edtica n\u00e3o \u00e9 mais para a esquerda governista \u00e9 uma pr\u00e1tica educativa \u00e9tica e politicamente transformadora que compreende as classes trabalhadoras como sujeito do processo. Para aquela esquerda, assim como para os partidos da ordem, essas classes n\u00e3o s\u00e3o sujeito da transforma\u00e7\u00e3o social, at\u00e9 porque n\u00e3o se prop\u00f5em mais a transformar coisa alguma, mas apenas a acomodar as quest\u00f5es. Quando muito, seu prop\u00f3sito chega ao combate \u00e0 pobreza, diminui\u00e7\u00e3o dos \u00edndices das desigualdades e desenvolvimento da economia nos velhos termos destrutivos, sem nenhum questionamento.<\/p>\n<p>Desse modo, o papel das classes trabalhadoras se resumiu a referendar comparecendo \u00e0s urnas de tempos em tempos a pr\u00e1tica pol\u00edtica dos seus representantes de esquerda. Por isso, o Congresso virou o palco \u00fanico da pol\u00edtica e os partidos e pol\u00edticos que l\u00e1 est\u00e3o os \u00fanicos interlocutores da esquerda, porque para esta \u00e9 l\u00e1, e somente l\u00e1, que as coisas se resolvem. Disso resulta que acordos e conchavos feitos pelo alto entre lideran\u00e7as parlamentares passaram a ser tidos como coisas normais e inevit\u00e1veis. Por isso, fazer pol\u00edtica para a esquerda governista virou uma pr\u00e1tica id\u00eantica ao fazer pol\u00edtico das classes dominantes, com todos os v\u00edcios e degenera\u00e7\u00e3o que lhes s\u00e3o pr\u00f3prios.<\/p>\n<p>A consequ\u00eancia de tudo, e tamb\u00e9m a nossa grande derrota ideol\u00f3gica, \u00e9 o abandono total de duas verdades b\u00e1sicas: a primeira \u00e9 a no\u00e7\u00e3o de que sociedades como a brasileira n\u00e3o melhorar\u00e3o significativamente, n\u00e3o avan\u00e7ar\u00e3o, n\u00e3o conseguir\u00e3o resolver seus problemas b\u00e1sicos sem um processo radical de transforma\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, pol\u00edtica e social; a segunda \u00e9 a ideia de que essa transforma\u00e7\u00e3o social jamais acontecer\u00e1 sem a participa\u00e7\u00e3o efetiva das massas como sujeito pol\u00edtico e para isso \u00e9 necess\u00e1rio que se desenvolva um gigantesco trabalho pol\u00edtico-educativo junto \u00e0s classes trabalhadoras, de constru\u00e7\u00e3o s\u00f3lida de consci\u00eancias e pr\u00e1ticas transformadoras, \u00e9tica e politicamente renovadas.<\/p>\n<p><strong>E a esquerda que se acerta com Cunha?<\/strong><\/p>\n<p>Mas, voltando ao ponto, se os Cunhas s\u00e3o os velhos inimigos de classe dos quais conhecemos o pensamento, as armas, as artimanhas, os v\u00edcios, o temperamento etc., quem \u00e9 a esquerda que implementa o projeto conservador e, acuada e sob a amea\u00e7a de <em>impeachment,<\/em> apela em defesa da ordem, da legalidade, da democracia, da institucionalidade, do Direito, da Na\u00e7\u00e3o, da Rep\u00fablica, valores t\u00e3o caros quanto desconhecidos?<\/p>\n<p>Pois bem, n\u00e3o \u00e9 a primeira vez nem por certo ser\u00e1 a \u00faltima que governos petistas enredam-se em estranhas tramas. Parafraseando o velho Marx, a hist\u00f3ria se deu uma vez como anedota, depois se repetiu como tiro no p\u00e9. Recordemos como o ent\u00e3o presidente Lula da Silva com sua popularidade em alta ofereceu-se como escudo para o famigerado ent\u00e3o presidente do Senado, <em>dominus dominium<\/em> do Maranh\u00e3o, senhor Jos\u00e9 Sarney, para proteg\u00ea-lo das graves den\u00fancias de irregularidades feitas nos idos de 2009.<\/p>\n<p>Para Lula da Silva e o PT n\u00e3o importava o conte\u00fado das acusa\u00e7\u00f5es nem o efeito positivo que uma investiga\u00e7\u00e3o acompanhada das puni\u00e7\u00f5es cab\u00edveis poderia gerar nas consci\u00eancias \u2013 assim como para Lula da Silva e o PT n\u00e3o interessou desde 2002 apagar as impress\u00f5es digitais dos Cunhas impregnadas por toda parte e que estavam recentes nas privatiza\u00e7\u00f5es e contrarreformas pol\u00edticas e sociais, porque isso seria criar embara\u00e7os para a estabilidade de seu governo.<\/p>\n<p>O caminho aparentemente mais simples e adotado desde o in\u00edcio foi o da acomoda\u00e7\u00e3o junto a organismos internacionais, setores da burguesia, ve\u00edculos da grande m\u00eddia e interlocutores pol\u00edticos do Congresso. Por isso, Lula n\u00e3o promoveu nenhuma \u201cdesarruma\u00e7\u00e3o\u201d da ordem, muito ao contr\u00e1rio, tratou logo de anunciar que seu governo n\u00e3o promoveria rupturas, que seria \u201cpara todos os brasileiros\u201d, por isso entendeu de dar assento em seu governo \u00e0s for\u00e7as mais atrasadas da pol\u00edtica nacional, compondo seu primeiro minist\u00e9rio at\u00e9 com ex-advers\u00e1rios pol\u00edticos e representantes do capital.<\/p>\n<p>O governo de Lula da Silva pretendia-se como uma grande e fraterna coaliz\u00e3o em prol do bem da Na\u00e7\u00e3o, pelo desenvolvimento econ\u00f4mico com gera\u00e7\u00e3o de empregos, aumento do sal\u00e1rio m\u00ednimo e pol\u00edticas pouco onerosas de gera\u00e7\u00e3o de renda. Dessa maneira, Lula da Silva agradava seus novos senhores, garantindo-lhes generosas margens de lucro, aquietava os movimentos sociais e atendia minimamente os setores mais pauperizados da popula\u00e7\u00e3o com a chamada renda m\u00ednima. Por fim, neste jogo, considerando as regras dadas, os jogadores e as metas estabelecidas, o que ao governo petista importava, naquele caso espec\u00edfico, era apenas que Sarney (e outros esp\u00e9cimes do g\u00eanero), mesmo sendo quem era, valia muito como aliado.<\/p>\n<p>\u00c0 \u00e9poca, ent\u00e3o, j\u00e1 atolado no pragmatismo pol\u00edtico e livre de qualquer ambi\u00e7\u00e3o transformadora, o presidente Lula da Silva costurou um acordo em troca de apoio pontual, desprezando qualquer avalia\u00e7\u00e3o \u00e9tica e pol\u00edtica que representasse a tentativa da constru\u00e7\u00e3o de uma cultura pol\u00edtica renovada capaz de expressar os anseios de transforma\u00e7\u00e3o. H\u00e1 quem ainda se pergunte sobre a real utilidade dessas alian\u00e7as. De nossa parte, n\u00e3o temos d\u00favida nenhuma de que elas s\u00f3 servem para preservar as velhas estruturas e cultura de domina\u00e7\u00e3o, para desmoralizar a esquerda, para queimar seus projetos na fogueira insana da cretinice democr\u00e1tica burguesa; n\u00e3o duvidamos de que servem para nos derrotar e desacreditar qualquer aspira\u00e7\u00e3o de mudan\u00e7a real.<\/p>\n<p><strong>Construir o novo, urgentemente <\/strong><\/p>\n<p>Mas a roda gira e as manobras geniais, espertalhonas dos articuladores petistas como Lula da Silva, que costuravam os acordos mais indecentes com figuras pol\u00edticas de putrefata reputa\u00e7\u00e3o, a fim de garantir estabilidade para seu governo, cavavam um buraco profundo bem embaixo do seu p\u00falpito. As alian\u00e7as e acordos costurados n\u00e3o serviram para sustentar nenhuma transforma\u00e7\u00e3o s\u00f3lida, muito ao contr\u00e1rio, fortaleceram figuras ign\u00f3beis e as for\u00e7as atrasadas que representam e serviram, sobretudo, para minar o trabalho de constru\u00e7\u00e3o de alternativas ideol\u00f3gicas, pol\u00edticas e sociais que se fazia desde o final dos anos 1970, para n\u00e3o irmos mais longe.<\/p>\n<p>Chegamos ao momento em que a hist\u00f3ria se repete, agora como tiro no p\u00e9. O escorpi\u00e3o ferroou o sapo. Petistas e Cunha, ambos sobre o fio da navalha, fizeram acordo de m\u00fatua prote\u00e7\u00e3o, os petistas n\u00e3o endossavam processos de cassa\u00e7\u00e3o de Cunha e Cunha n\u00e3o dava segmento aos anseios oposicionistas de <em>impeachment<\/em> de Dilma Rousseff. Isto \u00e9 de not\u00f3rio conhecimento.<\/p>\n<p>Foi s\u00f3 o PT rachar em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 prote\u00e7\u00e3o ao deputado que este imediatamente resolveu baixar o escudo que mantinha em torno da presidente. Mas, em seu pronunciamento, a presidente negou que houvesse proposto \u201cbarganha&#8221; a Cunha e seus aliados. Cunha, por sua vez, acusou-a de mentir e, neste ponto em particular, por incr\u00edvel que pare\u00e7a, o governo petista conseguiu ser menos verdadeiro que Cunha. Este epis\u00f3dio deixa uma d\u00favida atroz: o que ser\u00e1 que queima mais o filme j\u00e1 torrado do PT: assumir que selou acordo de m\u00fatua prote\u00e7\u00e3o com Cunha, o que ali\u00e1s \u00e9 um fato, por sua vez, justificado pelos petistas sob o argumento de que este tipo de jogada \u00e9 imposi\u00e7\u00e3o do mundo da pol\u00edtica; ou, na medida em que nega o acordo, assentir que trabalhou a favor de Cunha, protegendo-o do processo de cassa\u00e7\u00e3o proposto pelo PSOL por alguma afinidade eletiva?<\/p>\n<p>\u00c9 neste tipo de intriga e picuinha que o debate atual pretende enredar a todos. Temos que arbitrar sobre os altos e baixos da rela\u00e7\u00e3o entre Dilma e Cunha que entre si selam acordos, quebram acordos, atraem-se, repelem-se, acusam-se mutuamente. Recusamo-nos a este tipo quest\u00e3o. Nossa <em>alucina\u00e7\u00e3o<\/em> \u00e9 superar o capital e para isto estas briguinhas de comadres e compadres pelo posto de chofer do carro do patr\u00e3o n\u00e3o contribuem em nada, muito ao contr\u00e1rio, nos atrasam e desviam da quest\u00e3o fundamental.<\/p>\n<p>\u00c9 hora de retomar o trabalho junto \u00e0s massas na perspectiva da constru\u00e7\u00e3o de alternativas anticapitalistas no conte\u00fado e na forma; \u00e9 hora de negar os projetos que ora est\u00e3o em pauta no cen\u00e1rio pol\u00edtico brasileiro, pois envolvem apenas disputas entre os partidos da ordem e estes est\u00e3o todos de acordo em um ponto essencial: preservar a ordem do capital e seu correspondente sistema pol\u00edtico viciado e degenerado.<\/p>\n<p><strong>Justino de Sousa Junior \u00e9 professor do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Educa\u00e7\u00e3o da UFC.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Escrito por Justino de Sousa Junior &#8211; Quarta, 09 de Dezembro de 2015 \u2013 publicado em http:\/\/correiocidadania.com.br\/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=11281\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/10153\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-10153","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s8-brasil"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-2DL","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10153","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10153"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10153\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10153"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10153"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10153"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}