{"id":1016,"date":"2010-11-26T00:24:48","date_gmt":"2010-11-26T00:24:48","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=1016"},"modified":"2010-11-26T00:24:48","modified_gmt":"2010-11-26T00:24:48","slug":"eu-vou-no-bloco-dessa-mocidade-que-nao-ta-na-saudade-e-constroi-a-manha-desejada-ousar-lutar-ousar-vencer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/1016","title":{"rendered":"EU VOU NO BLOCO DESSA MOCIDADE QUE N\u00c3O T\u00c1 NA SAUDADE E CONSTR\u00d3I A MANH\u00c3 DESEJADA &#8211; OUSAR LUTAR, OUSAR VENCER!"},"content":{"rendered":"\n<p align=\"JUSTIFY\">&#8220;<em>Der Schoss ist frunchtbar noch, aus dem das kroch<\/em>&#8220;<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">(Ainda est\u00e1 fecundo e procriando o ventre de onde isso veio engatinhando)<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Bertolt Brecht<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Quem n\u00e3o assistiu ao debate dos candidatos de esquerda no jornal <em>Brasil de Fato<\/em> perdeu e muito. Foi um grande esfor\u00e7o para romper o bloqueio e a censura &#8220;totalit\u00e1ria&#8221; da m\u00eddia burguesa, que at\u00e9 o fim insistiu em ter somente dois candidatos na disputa eleitoral, com uma regra tr\u00eas e um quarto perif\u00e9rico de esquerda. Ivan Pinheiro, Z\u00e9 Maria e Rui Pimenta puderam explanar suas propostas de governo, as diverg\u00eancias e as converg\u00eancias program\u00e1ticas entre os tr\u00eas Partidos presentes, PCB, PSTU e PCO. A aus\u00eancia lamentada e criticada, como era de se esperar, foi a de Pl\u00ednio de Arruda Sampaio, do P-SOL.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Em meu modo de ver, essa iniciativa inaugurou um novo modo de cobertura eleitoral. Mostrou que \u00e9 poss\u00edvel quebrar monop\u00f3lios midi\u00e1ticos e propor alternativas de comunica\u00e7\u00e3o, num mundo altamente informatizado, onde as informa\u00e7\u00f5es chegam em tempo real para as pessoas. Sem exageros, posso dizer que a cobertura do jornal <em>Brasil de Fato<\/em> fez hist\u00f3ria no debate do dia 21 de setembro de 2010, entre as esquerdas socialistas. Daqui em diante, as coberturas e os debates eleitorais ter\u00e3o um novo formato e ser\u00e1 cada vez mais dif\u00edcil esconder e enganar a popula\u00e7\u00e3o sobre o que realmente ocorre em nossa sociedade.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Foi o ponta p\u00e9 inicial, e muito teremos que fazer para tornar essa modalidade uma forma ampla de veicula\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es. Efetivamente, ficou demonstrado que \u00e9 poss\u00edvel. Valeu o esfor\u00e7o e o protesto. Ironicamente, at\u00e9 a m\u00eddia burguesa foi obrigada a estar presente naquilo que ela tentou esconder! Mas n\u00e3o nos iludamos, esse pequeno grande esfor\u00e7o \u00e9 s\u00f3 uma das muitas e decisivas batalhas que teremos de travar contra a burguesia e sua m\u00eddia. De fato, h\u00e1 uma clara e militante inten\u00e7\u00e3o dessa m\u00eddia nacional de tentar varrer do mapa e da hist\u00f3ria os partidos oper\u00e1rios e populares.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Mas essa n\u00e3o \u00e9 uma opera\u00e7\u00e3o restrita ao Brasil. A ofensiva burguesa contra os trabalhadores \u00e9 geral e n\u00e3o se limita ao campo informativo. A crise org\u00e2nica do capitalismo imp\u00f5e para a burguesia uma agenda de arrochos salariais e de retiradas das conquistas hist\u00f3ricas dos trabalhadores. Privatizar n\u00e3o \u00e9 somente a sanha furiosa de uma burguesia em crise e sedenta por lucros, mas \u00e9 fundamental para a sobrevida de uma forma de sociabilidade em agonia.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Isso explica a crescente bonapartiza\u00e7\u00e3o das democracias burguesas. Um dos elementos componentes dessa recria\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria \u00e9 a restri\u00e7\u00e3o \u00e0s participa\u00e7\u00f5es institucionais dos partidos comunistas e socialistas revolucion\u00e1rios e a tend\u00eancia de bipartidarizar as representa\u00e7\u00f5es pol\u00edticas.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">N\u00e3o temos espa\u00e7o aqui para discorrer sobre os processos hist\u00f3ricos de cerceamento das lutas oper\u00e1rias no mundo. Mas \u00e9 relevante que levemos em conta a sucess\u00e3o ininterrupta das restri\u00e7\u00f5es \u00e0s participa\u00e7\u00f5es institucionais dos trabalhadores. Alguns cientistas pol\u00edticos chamam de hegemonia do &#8220;modelo&#8221; anglosax\u00e3o, criado na Inglaterra como a primeira forma pol\u00edtica para diluir a participa\u00e7\u00e3o popular, dividindo o poder n\u00e3o somente em duas c\u00e2maras, a dos lordes e a dos comuns, como restringindo gradativamente, a partir do s\u00e9culo XIX, a participa\u00e7\u00e3o de outras organiza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas. O bicameralismo elitista \u00e9 seguido por um bipartidarismo bonapartizante que limita a participa\u00e7\u00e3o dos partidos oper\u00e1rios e populares, atrav\u00e9s de restri\u00e7\u00f5es eleitorais nos processos pol\u00edticos.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Os Estados Unidos da Am\u00e9rica tamb\u00e9m possuem uma sistema pol\u00edtico extremamente restritivo. Desde a independ\u00eancia, a preocupa\u00e7\u00e3o das elites estadunidenses foi a de n\u00e3o possibilitar que a maioria do povo pudesse escolher seus governantes mais importantes. Criaram, a partir da pr\u00f3pria experi\u00eancia inglesa e liberal, mecanismos mesclados de vota\u00e7\u00f5es diretas e indiretas que garantiram o poder aos grupos econ\u00f4micos hegem\u00f4nicos. Desde meados do s\u00e9culo XIX, alteram-se no poder dois partidos pol\u00edticos olig\u00e1rquicos, surgidos da luta pela divis\u00e3o do poder entre abolicionistas e escravistas. O Partido Democrata, um dos mais antigos do mundo, organiza-se em 1833, no sul estadunidense, por plantadores e donos de escravos, enquanto que o Partido Republicano, de 1854, \u00e9 fundado para combater a escravid\u00e3o e incentivar o desenvolvimento de for\u00e7as produtivas modernas em franca oposi\u00e7\u00e3o \u00e0s elites retr\u00f3gradas, latifundi\u00e1rias e escravistas do sul. Quando chega ao poder, pela primeira vez, com Abraham Lincoln, provocam uma cis\u00e3o no bloco burgu\u00eas que causar\u00e1 a Guerra de Secess\u00e3o, 1861-1865, e a hegemonia da burguesia industrial, com a vit\u00f3ria das for\u00e7as da Uni\u00e3o contra os Confederados.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">O PD moderniza-se e ganha sua face atual, a partir da d\u00e9cada de 1930, com a lideran\u00e7a de Franklin Delano Roosevelt . Nos EUA, n\u00e3o h\u00e1 voto direto para presidente da rep\u00fablica, mas vota\u00e7\u00e3o em um col\u00e9gio eleitoral que elege o presidente, com legisla\u00e7\u00e3o confusa, sem muitas regula\u00e7\u00f5es. Mas se para ser delegado (e votar no col\u00e9gio eleitoral) o membro n\u00e3o pode ter cargo eletivo, por outro lado, esse membro n\u00e3o pode ter nenhum envolvimento com revoltas sociais ou a\u00e7\u00f5es anti-governo!<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Esse sumar\u00edssimo recorte hist\u00f3rico nos demonstra quanto o movimento oper\u00e1rio e dos trabalhadores lutou para garantir a participa\u00e7\u00e3o das massas populares nos processos decis\u00f3rios e, principalmente, como a Revolu\u00e7\u00e3o Russa ampliou esses horizontes de conquistas. Mesmo assim, as burguesias nunca deixaram suas perspectivas de hegemonia autocr\u00e1tica. Pouco mais de duas d\u00e9cadas ap\u00f3s a tomada do poder pelos comunistas na R\u00fassia, as burguesias de todo mundo movimentaram-se para reprimir e cercear os movimentos prolet\u00e1rios de cunho socialista e comunista.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Fala-se muito da ascens\u00e3o do nazi-fascismo, na It\u00e1lia, Alemanha e Jap\u00e3o. Mas cala-se sobre a repress\u00e3o e coopta\u00e7\u00e3o do movimento oper\u00e1rio nos Estados Unidos da Am\u00e9rica. As ascens\u00f5es dos nazi-fascistas europeus e dos autocratas estadunidenses s\u00e3o resultados diretos da aventura burguesa para conter o avan\u00e7o do socialismo no mundo. Se nos pa\u00edses fascistas a repress\u00e3o sangrenta aos movimentos populares \u00e9 bastante conhecida, as pr\u00f3prias guerras imperialistas, I\u00aa e II\u00aa, com a vit\u00f3ria das for\u00e7as &#8220;aliadas&#8221; contra a Alemanha e depois, contra o &#8220;eixo&#8221;, proporcionaram a manipula\u00e7\u00e3o do que realmente ocorreu no cen\u00e1rio internacional da luta de classes. Entre as d\u00e9cadas de 1920 e 1930, a crise econ\u00f4mica mundial e a pen\u00faria na Europa possibilita a chegada de partidos de extrema direita ao poder, fascistas na It\u00e1lia e os nazistas na Alemanha, com apoio de suas burguesias e contra as organiza\u00e7\u00f5es prolet\u00e1rias desses pa\u00edses. Mas tamb\u00e9m em outros pa\u00edses, a ultradireita chega ao poder. Franco na Espanha, atrav\u00e9s de uma sangrenta guerra civil, Oliveira Salazar em Portugal, Hiroito no Jap\u00e3o, afogando o movimento oper\u00e1rio japon\u00eas em sangue, e Vargas no Brasil.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Roosevelt nos EUA ter\u00e1 o papel do desmonte gradativo do movimento oper\u00e1rio estadunidense. Juntamente com a implanta\u00e7\u00e3o do <em>New Deal,<\/em> atua em duas frentes: de um lado, legaliza os sindicatos, tendo por base de apoio setores da aristocracia oper\u00e1ria, cooptados para o projeto burgu\u00eas de reconstru\u00e7\u00e3o da economia. De outro, reprime os segmentos prolet\u00e1rios de vi\u00e9s socialista ou comunista, fazendo um acordo com a m\u00e1fia italo-estadunidense para a elimina\u00e7\u00e3o f\u00edsica dos militantes classistas.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Roosevelt implanta um tipo de corporativismo que facilita organiza\u00e7\u00f5es sindicais amarelas (pel\u00eagas) controlar o movimento em associa\u00e7\u00e3o com os empres\u00e1rios. Enfrentando per\u00edodos de crise, inclusive a II\u00aa Guerra Mundial, teve facilitada suas 4 reelei\u00e7\u00f5es para presidente, falecendo no seu 4\u00ba mandato. Convenhamos que quatro mandatos em um pa\u00eds bipartid\u00e1rio \u00e9 mais do que autocracia burguesa, \u00e9 bonapartismo expl\u00edcito. No Brasil, Get\u00falio, que chega ao poder com um golpe de Estado apoiado pela burguesia modernizadora, far\u00e1 o mesmo com o sindicalismo, mas n\u00e3o ter\u00e1 a compet\u00eancia de Roosevelt para por o pa\u00eds nos trilhos de uma economia sa\u00edda da guerra.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">A exist\u00eancia da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, com todos seus problemas internos, garantiu no \u00e2mbito internacional que o movimento oper\u00e1rio e popular mantivesse suas conquistas e, mais do que isso, propiciou a vig\u00eancia de campos pol\u00edticos progressistas em pa\u00edses capitalistas, centrais e at\u00e9 nos pa\u00edses perif\u00e9ricos, ainda que com mais dificuldades. De qualquer modo, a presen\u00e7a da URSS freiou e moderou as ofensivas do capital sobre as rela\u00e7\u00f5es de trabalho e garantiu conquistas democr\u00e1ticas aos movimentos dos trabalhadores. Somente ap\u00f3s a fal\u00eancia das primeiras experi\u00eancias socialistas, inclusive da URSS, a ofensiva burguesa tornou-se mais virulenta e, como diria Marx, <em>sans phrase<\/em>, (sem v\u00e9us). Assistimos um grande ataque aos trabalhadores em todo o mundo.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">No Brasil, dado o agravamento da crise sist\u00eamica do capitalismo, tudo indica, o governo Dilma dever\u00e1 ser mais conservador no plano econ\u00f4mico e, consequentemente, no plano social. A necessidade de ajustes para enfrentar a crise colocar\u00e1 demandas do capital que dever\u00e3o incidir na situa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores. Flexibiliza\u00e7\u00f5es, perdas de ganhos e at\u00e9 de conquistas legais dever\u00e3o nortear a pol\u00edtica governamental, sem contar com o aprofundamento das privatiza\u00e7\u00f5es, come\u00e7ando com as reformas da previd\u00eancia (a 2\u00aa, j\u00e1 que a primeira realizou Lula, sobre os funcion\u00e1rios p\u00fablicos) e a tribut\u00e1ria, que tem por objetivo desonerar a produ\u00e7\u00e3o, quer dizer, precarizar direitos e arrochar sal\u00e1rios, isso tudo, com apoio da CUT e For\u00e7a Sindical em conson\u00e2ncia com o governo, aos moldes da pol\u00edtica de Roosevelt ou, como diz a m\u00fasica, &#8220;<em>no es lo mismo, pero es igual<\/em>&#8220;.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Mas essas medidas, em contrapartida, por\u00e3o na ordem do dia a luta dos trabalhadores, reacendendo o movimento sindical. Ali\u00e1s, a esquerda antagonista brasileira est\u00e1 convencida disso. N\u00e3o nos esque\u00e7amos que a Conlutas e a Intersindical j\u00e1 possuem agendas de lutas ampliadas e de resist\u00eancia. Outra das reformas agendadas ser\u00e1 a pol\u00edtica, que propor\u00e1 a exclus\u00e3o dos chamados &#8220;partidos pequenos&#8221;, ou dizendo de outro modo, prolet\u00e1rios e populares da vida nacional.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">O ventre autocr\u00e1tico burgu\u00eas, mesmo velho e decadente, ainda gesta seus monstros ferozes contra os trabalhadores. A ofensiva em curso, por\u00e9m, est\u00e1 encontrando resist\u00eancias em todo mundo, na Gr\u00e9cia, na It\u00e1lia, na Espanha e na Fran\u00e7a, p\u00e1tria emblem\u00e1tica das lutas prolet\u00e1rias. No Brasil, n\u00e3o ser\u00e1 diferente. Estamos nos preparando. No debate do dia 21 de setembro pudemos ver quantas converg\u00eancias a esquerda antagonista est\u00e1 construindo. Apostamos na unidade das esquerdas, apostamos na constru\u00e7\u00e3o do Campo Socialista, anticapitalista e antiimperialista. Venceremos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\nCr\u00e9dito: PCB\n\n\n\n\n\n\n\n\npor Antonio Carlos Mazzeo, membro do CC do PCB\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/1016\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-1016","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c43-imperialismo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-go","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1016","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1016"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1016\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1016"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1016"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1016"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}