{"id":1073,"date":"2010-12-20T02:28:48","date_gmt":"2010-12-20T02:28:48","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=1073"},"modified":"2010-12-20T02:28:48","modified_gmt":"2010-12-20T02:28:48","slug":"grecia-mobilizacao-macica-na-greve-geral-de-15-de-dezembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/1073","title":{"rendered":"Gr\u00e9cia: Mobiliza\u00e7\u00e3o maci\u00e7a na greve geral de 15 de Dezembro"},"content":{"rendered":"\n<p>No dia 15 de Dezembro verificou-se a 14\u00aa greve geral no espa\u00e7o de um ano (desde 17\/Dez\/2009) contra as b\u00e1rbaras medidas anti-povo do governo social-democrata, com o apoio da UE e do FMI.<\/p>\n<p>A mobiliza\u00e7\u00e3o nesta greve de 24 horas, convocada pela Frente Militante de Todos os Trabalhadores (PAME), abrangeu todas as esferas da vida econ\u00f3mica e social do pa\u00eds: Produ\u00e7\u00e3o suspensa nas f\u00e1bricas, transportes p\u00fablicos parados, aeroportos e portos que cessaram de funcionar, escolas e universidades fechadas e hospitais a trabalharem s\u00f3 nas emerg\u00eancias.<\/p>\n<p>Milhares de comunistas, membros do KKE e da KNE, juntamente com outros militantes, estavam na linhas de piquete desde o amanhecer de 15 de Dezembro a defenderem a greve nos port\u00f5es das f\u00e1bricas, nas rampas dos navios e em todo o local de trabalho onde fosse necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>Em 15\/Dez o PAME organizou manifesta\u00e7\u00f5es em 63 cidades, nas quais participou a grande maioria dos trabalhadores grevistas, mostrando deste modo que cada vez mais trabalhadores est\u00e3o a virar as costas \u00e0s lideran\u00e7as sindicais comprometidas das federa\u00e7\u00f5es no sector p\u00fablico e privado (GSEE e ADEDY), as quais participaram tanto abertamente como em segredo nos di\u00e1logos sociais que decidiram estas medidas selvagens contra ostrabalhadores.<\/p>\n<p>Os auto-empregados e os agricultores pobres e m\u00e9dios manifestaram-se junto com os trabalhadores e empregados, enquanto era evidente por toda a parte a maci\u00e7a participa\u00e7\u00e3o da juventude (estudantes e trabalhadores) nas mobiliza\u00e7\u00f5es da greve.<\/p>\n<p><strong>Nas v\u00e9speras da greve nacional <\/strong><\/p>\n<p>Deve-se notar que nas v\u00e9speras da greve a maioria governamental aprovou no Parlamento legisla\u00e7\u00e3o que aboliu acordos de negocia\u00e7\u00e3o colectiva, cortou sal\u00e1rios, aumentou a tributa\u00e7\u00e3o indirecta para os estratos populares e reduziu a tributa\u00e7\u00e3o sobre o grande capital.<\/p>\n<p>Especificamente a legisla\u00e7\u00e3o estabelece:<\/p>\n<ul>\n<li>A redu\u00e7\u00e3o geral de sal\u00e1rios (de 10 a 25%) de trabalhadores nas antigas ind\u00fastrias estatais e nas companhias de servi\u00e7os p\u00fablicos <\/li>\n<li>Aboli\u00e7\u00e3o de acordos de negocia\u00e7\u00e3o colectiva a n\u00edvel de ind\u00fastria no sector privado e sua substitui\u00e7\u00e3o por &#8220;acordos especiais a n\u00edvel de companhia&#8221;, sem quaisquer restri\u00e7\u00f5es e com cortes nos sal\u00e1rios acima de 30 e 40% <\/li>\n<li>Generaliza\u00e7\u00e3o de demiss\u00f5es, todas as formas de rela\u00e7\u00f5es de trabalho flex\u00edveis (emprego em tempo parcial, emprego por rota\u00e7\u00e3o, despedimentos colectivos tempor\u00e1rios, etc), mudan\u00e7as dr\u00e1sticas em turnos, f\u00e9rias, licen\u00e7as, b\u00f3nus ficar\u00e3o ao arb\u00edtrio do patronato. <\/li>\n<li>A redu\u00e7\u00e3o de horas extras em 10% <\/li>\n<li>O per\u00edodo de experi\u00eancia para um novo empregado ser\u00e1 aumentado de 2 meses para 12 meses, de modo a que os empregadores possam empregar trabalho barato atrav\u00e9s desta forma de &#8220;reciclagem&#8221; <\/li>\n<li>O aviso pr\u00e9vio para demiss\u00e3o \u00e9 reduzido a um m\u00eas <\/li>\n<li>Al\u00edvio fiscal maci\u00e7o para o capital<\/li>\n<\/ul>\n<p>O KKE combateu no parlamento esta legisla\u00e7\u00e3o anti-povo, ao mesmo tempo que os comunistas e as for\u00e7as sindicais com orienta\u00e7\u00e3o de classe que est\u00e3o reunidas no PAME desempenharam um papel importante nas greves em uma s\u00e9rie de sectores, os quais tem avan\u00e7ado desde o princ\u00edpio da semana.<\/p>\n<p>Na ter\u00e7a-feira 14\/Dez, foi efectuada uma reuni\u00e3o entre a secret\u00e1ria-geral do CC do KK, Aleka Papariga, com o primeiro-ministro do pa\u00eds, G. Papandreu, a pedido deste \u00faltimo. &#8220;N\u00e3o houve consenso com nada. Nossa avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 que a guerra real est\u00e1 a come\u00e7ar agora&#8221;. Isto \u00e9 uma posi\u00e7\u00e3o clara e n\u00e3o negoci\u00e1vel do KKE em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s pol\u00edticas do governo e dos seus aliados e tamb\u00e9m em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s tentativas de promover um clima de consenso em rela\u00e7\u00e3o ao exterm\u00ednio do povo. Foi o que reiterou a secret\u00e1ria-geral do CC do Partido, nas declara\u00e7\u00f5es imediatamente ap\u00f3s a reuni\u00e3o, a qual fora solicitada pelo primeiro-ministro para tratar das quest\u00f5es que ser\u00e3o discutidas na pr\u00f3xima cimeira da UE.<\/p>\n<p><strong>No com\u00edcio em Atenas <\/strong><\/p>\n<p>Dezenas de milhares de trabalhadores e jovens participaram na manifesta\u00e7\u00e3o de massa organizada pelo PAME na Pra\u00e7a Omonoia, no centro da cidade. Dali seguiu-se uma marcha maci\u00e7a atrav\u00e9s das ruas de Atenas que passou pelo Parlamento na Pra\u00e7a da Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No entanto, os media internacional mais uma vez concentraram-se sobre os incidentes isolados dos mecanismo de provoca\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia e n\u00e3o sobre as centenas de milhares de trabalhadores que se manifestaram em d\u00fazias de cidades gregas.<\/p>\n<p>Aleka Papariga, chefe da delega\u00e7\u00e3o do KKE que participou no com\u00edcio central do PAME em Atenas e na marcha maci\u00e7a que se seguiu, fez as seguintes declara\u00e7\u00f5es aos jornalistas: &#8220;N\u00e3o ao consentimento. N\u00e3o ao cessar fogo. Medidas secretas e oficiais foram programadas para serem executadas at\u00e9 2014.<\/p>\n<p>&#8220;Ou o povo ser\u00e1 levado \u00e0 bancarrota ou o sistema pol\u00edtico, n\u00f3s combateremos contra isso, lutaremos e finalmente os derrubaremos. N\u00e3o h\u00e1 outra op\u00e7\u00e3o. Vinte anos atr\u00e1s os trabalhadores podiam obter algumas vit\u00f3rias atrav\u00e9s das suas lutas, mas hoje precisamos de mudan\u00e7a radical e s\u00f3 o povo pode produzi-la&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Pontos b\u00e1sicos do principal discurso do com\u00edcio <\/strong><\/p>\n<p>O orador central do com\u00edcio, Giorgios Perros, membro do secretariado do PAME, saudou em nome do PAME, PASEBE, PASY, MAS e OGE os milhares de trabalhadores, jovens, desempregados, empregados, auto-empregados, que hoje unem os seus punhos, a sua for\u00e7a, a sua luta conjunta e tamb\u00e9m a sua necessidade de refor\u00e7ar a luta contra o inimigo comum \u2013 o governo, os monop\u00f3lios, seus representantes pol\u00edticos, a UE, os quais em conjunto de um modo unificado golpeiam a vida da nossa classe e que tamb\u00e9m arru\u00ednam os auto-empregados e liquidam os agricultores pobres.<\/p>\n<p>E acrescentou: &#8220;A responsabilidade do movimento orientado de classe aumenta dia a dia. As grandes lutas, os conflitos duros com as transnacionais est\u00e3o diante de n\u00f3. N\u00f3s nos prepararemos e cumpriremos.<\/p>\n<p>Ningu\u00e9m deve assentir e aceitar as novas medidas b\u00e1rbaras que condenam a n\u00f3s e aos nossos filhos \u00e0 pobreza, desemprego, inseguran\u00e7a. Ningu\u00e9m deve acreditar mais nas mentiras e na chantagem do governo PASOK e ND. O novo crime anti-trabalhadores que ataca sal\u00e1rios e direitos trabalhistas n\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o com o d\u00e9fice a d\u00edvida.<\/p>\n<p>Eles condenam fam\u00edlias da classe trabalhadora \u00e0 pobreza de modo a que os grandes homens de neg\u00f3cios que ontem fizeram uma fortuna fa\u00e7am agora ainda mais lucros.<\/p>\n<p>O com\u00edcio e a greve de hoje s\u00e3o especialmente importantes. Eles n\u00e3o s\u00e3o apenas mais uma greve e manifesta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<ul>\n<li>Eles s\u00e3o especiais n\u00e3o s\u00f3 por causa da sua dimens\u00e3o e milit\u00e2ncia <\/li>\n<li>Eles s\u00e3o especiais n\u00e3o s\u00f3 porque exprimem a rejei\u00e7\u00e3o total e a condena\u00e7\u00e3o destas medidas b\u00e1rbaras e opressivas do governo, da associa\u00e7\u00e3o de industriais e da Troika. N\u00f3s o rejeitamos e devolvemos ao governo, ao primeiro-ministro, seus ministros, os deputados do governo e tamb\u00e9m os do ND e LAOS com as suas falsas e hip\u00f3critas l\u00e1grimas quanto aos tormentos dos trabalhadores. Eles n\u00e3o est\u00e3o simplesmente a atacar direitos mas a salvaguardar e fortalecer a ditadura dos monop\u00f3lios. <\/li>\n<li>Eles s\u00e3o especiais, porque este com\u00edcio, esta greve, pode tornar-se o ponto de partida para desenvolvimentos e mudan\u00e7as no movimento trabalhista e sindical.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Apelamos a que concordem com uma linha unificada de luta:<\/p>\n<p>1) Devemos resistir em toda f\u00e1brica e empresa contra contratos a n\u00edvel de companhia ditados pelos empregadores<\/p>\n<p>2) Devemos criar em toda f\u00e1brica e vizinhan\u00e7a um movimento de solidariedade<\/p>\n<p>3) Assumamos hoje a responsabilidade para que a luta pelos sindicatos adquira um car\u00e1cter de massa.<\/p>\n<p>Apelamos a que concordem sobre uma quest\u00e3o crucial para o futuro do movimento e das lutas.<\/p>\n<p>Fortalecimento do PAME por toda a parte:<\/p>\n<ul>\n<li>Devemos mudar e reverter a correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as <\/li>\n<li>Isso tem de ser algo que preocupe todos n\u00f3s <\/li>\n<li>Devemos livrar o movimento sindical do veneno do governo e do sindicalismo a reboque do patronato.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Neste ponto do discurso Giorgios Perros sublinhou que:<\/p>\n<p>\u00c9 uma mentir que a redu\u00e7\u00e3o dr\u00e1stica dos sal\u00e1rios j\u00e1 inaceit\u00e1veis, o esmagamento dos nossos direitos trabalhistas, estejam a ser executados a fim de impedir demiss\u00f5es e tratar do desemprego. A verdade \u00e9 que o desemprego aumentar\u00e1 e trabalhadores ser\u00e3o demitidos sob este regime de trabalho sem direitos e sal\u00e1rios de fome. A crise capitalista, a competi\u00e7\u00e3o capitalista e o fortalecimento dos monop\u00f3lios d\u00e3o origem ao desemprego e aumentam-no. Ningu\u00e9m deve esperar um salvar de parte alguma.<\/p>\n<p>A mensagem de desobedi\u00eancia e desafio n\u00e3o se restringe ao nosso pa\u00eds. Ela tem percorrido a Europa. Ela ajudou e contribuiu para a organiza\u00e7\u00e3o de lutas, para o contra-ataque contra as pol\u00edticas anti-povo. De modo a que novas for\u00e7as possam ser libertadas das engrenagens do governo e do sindicalismo ao servi\u00e7o do patronato, dos partidos da plutocracia e da rua de m\u00e3o \u00fanica da UE.<\/p>\n<p>Tem-se tornado cada vez mais claro que dois mundos est\u00e3o a participar neste conflito, duas estrat\u00e9gias. Por um lado o mundo dos monop\u00f3lios, com todos os seus sustent\u00e1culos, e por outro o mundo do trabalho, com os seus sindicatos, o movimento com orienta\u00e7\u00e3o de classe, com solidariedade, com o esp\u00edrito de auto-sacrif\u00edcio que as luta de classe exige.<\/p>\n<p>N\u00e3o tenhamos ilus\u00f5es. Naturalmente a pol\u00edtica anti-povo n\u00e3o foi derrubada. Temos um grande benef\u00edcio que \u00e9 bastante significativo e devemos utiliz\u00e1-lo. Est\u00e1 a ser formada uma corrente de for\u00e7as que tem um melhor entendimento do que em qualquer outra \u00e9poca da esp\u00e9cie de movimento que \u00e9 necess\u00e1ria, e que um movimento com as caracter\u00edsticas que desejamos n\u00e3o se desenvolve sem obst\u00e1culos. A necessidade de uma confronta\u00e7\u00e3o em plena escala com o patronato e o sindicalismo pr\u00f3-governamental e uma mudan\u00e7a no equil\u00edbrio de for\u00e7as \u00e9 melhor compreendida. Assim como a necessidade de afastar os partidos da plutocracia, e aqueles que pretendem branquear as pol\u00edticas da UE&#8230;<\/p>\n<p>N\u00e3o deve haver a ilus\u00e3o de que uma greve seja suficiente para responder \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o da vida da classe trabalhadora. A luta \u00e9 dif\u00edcil e exige muito esfor\u00e7os, sacrif\u00edcio, paci\u00eancia, boa prepara\u00e7\u00e3o, planeamento, controle, actividade e trabalho de propaganda. Precisamos de for\u00e7as bem preparadas e determinadas para impor rupturas na correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as.<\/p>\n<p>Nenhum compromisso ou recuo face \u00e0s dificuldades, eles devem ser lidados e ultrapassados atrav\u00e9s da actividade.<\/p>\n<p>N\u00e3o basta condenar as pol\u00edticas anti-povo. Os resultados das mobiliza\u00e7\u00f5es e greves n\u00e3o podem ser julgados em um dia. As greves e manifesta\u00e7\u00f5es continuar\u00e3o depois de a legisla\u00e7\u00e3o ser votada. Elas devem ser uma etapa de prepara\u00e7\u00e3o para a classe trabalhadora, os auto-empregados, os agricultores pobres, efectuarem um contra-ataque em escala total.<\/p>\n<p>Existem hoje as pr\u00e9-condi\u00e7\u00f5es objectivas para uma outra forma de organiza\u00e7\u00e3o da nossa sociedade a qual ter\u00e1 como caracter\u00edstica b\u00e1sica a decis\u00e3o dos trabalhadores e dos estratos populares para transformar a propriedade dos monop\u00f3lios em propriedade social popular. Energia, telecomunica\u00e7\u00f5es, transportes, riqueza mineral, ind\u00fastrias manufactureiras, a terra e outras ferramentas do desenvolvimento devem tornar-se propriedade do povo.<\/p>\n<p>Isto deve ser desenvolvimento de um modo cient\u00edfico, atrav\u00e9s do planeamento central, levando em conta as necessidades das v\u00e1rias ind\u00fastrias e regi\u00f5es. O controle social dos trabalhadores ser\u00e1 salvaguardado neste caminho de desenvolvimento e o nosso pa\u00eds deixar\u00e1 a UE e a NATO. S\u00f3 ent\u00e3o o povo viver\u00e1 bem.<\/p>\n<p>N\u00e3o podemos dar um passo atr\u00e1s. N\u00e3o temos medo da plutocracia. Temos f\u00e9 na classe trabalhadora. Estamos certos de que a classe trabalhadora marchar\u00e1 em frente a passos firme, fortalecer\u00e1 o movimento com orienta\u00e7\u00e3o de classe e libertar-se-\u00e1 dos parasitas da plutocracia, dos seus representantes pol\u00edticos e sindicais.<\/p>\n<p>Mudan\u00e7as radicais est\u00e3o na ordem do dia. O poder nas m\u00e3os do povo e a organiza\u00e7\u00e3o da economia tendo como crit\u00e9rio a satisfa\u00e7\u00e3o das necessidades do povo. A viol\u00eancia dos monop\u00f3lios deve e pode ser derrotada.<\/p>\n<p>16\/Dezembro\/2010<\/p>\n<p><strong>O original encontra-se em <a href=\"http:\/\/inter.kke.gr\/News\/2010news\/2010-12-16-strike\" target=\"_blank\">http:\/\/inter.kke.gr\/News\/2010news\/2010-12-16-strike<\/a> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Este artigo encontra-se em <a href=\"http:\/\/resistir.info\/grecia\/kke_15dez10.html\" target=\"_blank\">http:\/\/resistir.info\/<\/a> .<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\nCr\u00e9dito: KKE\n\n\n\n\n\n\n\n\npor KKE\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/1073\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[71],"tags":[],"class_list":["post-1073","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c84-solidariedade"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-hj","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1073","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1073"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1073\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1073"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1073"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1073"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}