{"id":11318,"date":"2016-06-07T16:47:32","date_gmt":"2016-06-07T19:47:32","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=11318"},"modified":"2016-06-30T16:05:43","modified_gmt":"2016-06-30T19:05:43","slug":"hillary-clinton-a-rainha-do-caos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/11318","title":{"rendered":"HILLARY CLINTON, A RAINHA DO CAOS"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.alesc.sc.gov.br\/fotonoticia\/fotos\/2008\/Foto_02966_2008_M.jpg?w=747\" alt=\"imagem\" \/><b>&#8211; Um LIVRO DE DIANA JOHNSTONE <\/b><\/p>\n<p><i><b>Por Miguel Urbano Rodrigues<\/b><\/i><\/p>\n<p>S\u00e3o poucos os escritores progressistas norte-americanos cujos livros denunciam a estrat\u00e9gia de domina\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria dos EUA como amea\u00e7a \u00e0 Humanidade.<!--more--><\/p>\n<p>Diana Johstone \u00e9 quase uma exce\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 marxista nem revolucion\u00e1ria e acredita nos valores da democracia ocidental. O que critica \u00e9 o funcionamento da engrenagem do poder, a ambi\u00e7\u00e3o, a perversidade, a irresponsabilidade, o belicismo da elite olig\u00e1rquica que no seu pa\u00eds controla o sistema e define a sua rela\u00e7\u00e3o com o mundo.<\/p>\n<p>Ligada aos Verdes, colaboradora de <i>Counterpunch<\/i>, especializada em temas pol\u00edticos europeus, Diana (81anos) reside em Paris e a maioria das suas obras foi escrita em Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>O seu \u00faltimo livro, <i>Hillary Clinton Rainha do Caos* <\/i>tem entre outros o m\u00e9rito de chamar a aten\u00e7\u00e3o para a amea\u00e7a potencial que representa para a Humanidade a candidata \u00e0 Casa Branca que ser\u00e1 provavelmente a pr\u00f3xima presidente dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Diana, apoiando-se numa documenta\u00e7\u00e3o exaustiva, apresenta de Hillary um perfil tao assustador que muitos eleitores nortre-ameruicanos podem concluir que ela \u00e9 mais perigosa do que Donald Trump.<i> <\/i>O multimilion\u00e1rio texano \u00e9 um be\u00f3cio ignorante, xen\u00f3fobo, racista, ultra reacion\u00e1rio. Conta com o apoio da extrema-direita por defender projetos tao monstruosos como a constru\u00e7\u00e3o de um alto muro eletrificado na fronteira com o M\u00e9xico e a expuls\u00e3o massiva dos imigrantes ilegais. \u00c9 uma personalidade megal\u00f3mana, um irrespons\u00e1vel.<\/p>\n<p>Mas, inesperadamente,Trump critica a corrida \u00e0s armas, pretende reduzir o Or\u00e7amento de Defesa, fechar bases militares espalhadas pelo mundo e melhorar as rela\u00e7\u00f5es com a R\u00fassia e a China. Discorda do envolvimento dos EUA em novas guerras. Para ele a sa\u00edda da crise passa pela economia, pela expans\u00e3o do com\u00e9rcio.<\/p>\n<p>O escritor australiano John Pielger afirma que Hillary \u00e9 favor\u00e1vel ao emprego de armas nucleares t\u00e1ticas em algumas \u00abguerras preventivas\u00bb. Seria abrir a porta \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o da Humanidade.<\/p>\n<p>FAVORITA DO COMPLEXO MILITAR INDUSTRIAL<\/p>\n<p>O livro de Diana Johnstone transcende pelo seu conte\u00fado e significado os problemas ligados \u00e0 elei\u00e7\u00e3o presidencial.<\/p>\n<p>Grande parte dos seus sete cap\u00edtulos \u00e9 dedicada a iluminar o funcionamento de um sistema criminoso, montado por uma oligarquia que aspira a modelar o mundo sob a \u00e9gide dos EUA. No v\u00e9rtice dessa engrenagem situa-se o Complexo Militar Industrial. O seu poder nocivo j\u00e1 era tamanho que Eisenhower, h\u00e1 mais de meio seculo, no seu discurso de despedida alertou o povo americano para a sua perigosidade.<br \/>\nO desaparecimento do \u00abinimigo comunista\u00bb estremeceu os alicerces da poderosa ind\u00fastria que produz armas, considerada pelo sistema base da prosperidade nacional.<\/p>\n<p>O governo Truman recusou todas as propostas de desarmamento da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, que aspirava a uma paz duradoura para reconstruir o pa\u00eds, devastado pela guerra.<\/p>\n<p>A elite do poder estado-unidense decidiu que era imprescind\u00edvel inventar novos inimigos e desencadear em cadeia guerras para os destruir.<\/p>\n<p>A estrat\u00e9gia agressiva de domina\u00e7\u00e3o universal foi o complemento da pol\u00edtica imposta pela sobreviv\u00eancia e agigantamento do Complexo Militar Industrial.<\/p>\n<p>Iniciou-se ent\u00e3o um ciclo de agress\u00f5es b\u00e9licas que perdura desde meados do seculo XX: Coreia, Vietnam, Camboja, Laos, Iraque, Afeganist\u00e3o, Som\u00e1lia, I\u00e9men, L\u00edbia. O estado neofascista de Israel foi no M\u00e9dio Oriente o aliado permanente do imperialismo estado-unidense.<\/p>\n<p>Diana Johnstone analisa em pormenor os mecanismos utilizados para anestesiar a consci\u00eancia dos povos de modo a viabilizar essa estrat\u00e9gia.<\/p>\n<p>As agress\u00f5es militares s\u00e3o apresentadas como iniciativas humanit\u00e1rias em defesa da liberdade e da democracia. A f\u00f3rmula tem sido repetida com \u00eaxito, tendo como instrumento um sistema medi\u00e1tico manipulado pelo imperialismo.<\/p>\n<p>Campanhas massacrantes de deforma\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria precedem as agress\u00f5es militares. As \u00abguerras preventivas\u00bb s\u00e3o justificadas pela necessidade de destruir ditaduras e tiranos que oprimem os seus povos e amea\u00e7ariam \u00aba seguran\u00e7a dos EUA\u00bb. A demoniza\u00e7\u00e3o dos comunistas do Vietnam, de Sadan Hussein, de Khadafi foi pr\u00f3logo de interven\u00e7\u00f5es militares que devastaram os pa\u00edses \u00ablibertados\u00bb, matando centenas de milhares de pessoas.<\/p>\n<p>HILLARY FAVORITA DO PENT\u00c1GONO<\/p>\n<p>Hillary aprova o famoso coment\u00e1rio da sua \u00edntima amiga Madeleine Albright sobre o poder das for\u00e7as armadas dos EUA: \u00abPara que ter toda essa for\u00e7a militar se n\u00e3o a usamos?\u00bb<\/p>\n<p>Apoiou, com entusiasmo por vezes, todas \u00abas guerras preventivas\u00bb do seu pa\u00eds<\/p>\n<p>Na juventude foi admiradora do senador Barry Golwater, o ca\u00e7ador de bruxas, ide\u00f3logo da campanha de persegui\u00e7\u00e3o a intelectuais e rtistas acusados de filo comunistas.<\/p>\n<p>Em 1999 foi ela quem convenceu o marido, o presidente Bill Clinton, a iniciar o bombardeamento da S\u00e9rvia pela NATO e a expressar solidariedade com a mafia do Kosovo. O esfacelamento da Jugosl\u00e1via foi ali\u00e1s o laborat\u00f3rio de \u00abguerras preventivas\u00bb posteriores.<\/p>\n<p>Quando senadora, em 2009, deslocou- se \u00e0s Honduras para impedir que Cuba fosse readmitida na OEA. Semanas depois, o presidente Zelaya foi metido em pijama num avi\u00e3o e expulso do pa\u00eds. Hillary, ent\u00e3o secretaria de estado, qualificou o golpe militar de \u00abcrise\u00bb, convidando \u00abtodas as partes\u00bb a resolver o problema \u00absem viol\u00eancia\u00bb. Posteriormente aprovou a fraude eleitoral que \u00ablegitimou\u00bb o golpe. No seu livro de mem\u00f3rias <i>Hard Choices (Escolhas dif\u00edceis) <\/i>define o seu estilo diplom\u00e1tico como \u00abO poder Inteligente\u00bb. Esse poder \u2013 escreve Johnstone- significa para ela recorrer a todos os meios poss\u00edveis para promover a hegemonia mundial dos EUA\u00bb.<\/p>\n<p>Sionista desde a adolesc\u00eancia, afirmou repetidas vezes que \u00e9 inquestion\u00e1vel o direito de Israel a assumir-se como \u00abestado judeu\u00bb.<\/p>\n<p>Hillary defende a tese do \u00abexcecional\u00edssimo americano\u201d. Para ela os EUA s\u00e3o uma na\u00e7\u00e3o predestinada a salvar a humanidade, a \u00abultima esperan\u00e7a da humanidade\u00bb. No cumprimento dessa miss\u00e3o instalaram mais de 600 bases militares em 148 pa\u00edses.<\/p>\n<p>Fiel a essa mundivid\u00eancia qualifica de criminosos os lideres de pequenos pa\u00edses que n\u00e3o se submetem \u00e0s exig\u00eancias de Washinton,. No que toca a Julian Assange, Edward Snowden e o soldado Maning, as suas revela\u00e7\u00f5es s\u00e3o para ela \u00abataques aos Estados Unidos e \u00e0 comunidade internacional\u00bb.<\/p>\n<p>Como secretaria de estado de Obama, intensificou a inger\u00eancia dos EUA nos assuntos internos de 50 pa\u00edses. Hillary Clinton \u2013 escreve Diana- parece estar totalmente convencida de que o progresso do mundo depende de os EUA dizerem a toda a gente como se deve comportar desde a ora\u00e7\u00e3o at\u00e9 ao quarto\u00bb.<\/p>\n<p>\u00c9 uma metodista fervorosa e gosta de rezar em p\u00fablico em grupos de estudo da B\u00edblia no <i>Prayer Breakfast (Pequeno almo\u00e7o de ora\u00e7\u00e3o).A <\/i>participa\u00e7\u00e3o nessas iniciativas, promovidas pela Rede de direita <i>Fraternidade,<\/i> n\u00e3o \u00e9, porem, gratuita: custa 400 d\u00f3lares.<\/p>\n<p>Hillary, com frequ\u00eancia, invocava o genoc\u00eddio de \u00abpovos oprimidos\u00bb para justificar as \u00abinterven\u00e7\u00f5es humanit\u00e1rias\u00bb. Na realidade eram as agress\u00f5es militares imperialistas que assumiam um caracter genocida, provocando aut\u00eanticas hecatombes. Assim aconteceu no Afeganist\u00e3o, no Iraque e na L\u00edbia.<\/p>\n<p>Washington recorreu algumas vezes ao Tribunal Penal Internacional, de cuja jurisdi\u00e7\u00e3o os EUA aliasa se exluiram para obter a condena\u00e7\u00e3o de pol\u00edticos do leste acusando-os de genocidas. Manipulado, esse Tribunal de farsa, criado <i>ad hoc, <\/i>julgou entre outros o ex-presidente da S\u00e9rvia, Mihailoivic, acusado de crimes que n\u00e3o tinha cometido, como sublinha Diana Johnstone.<\/p>\n<p>A OBSESSAO ANTI R\u00daSSIA<\/p>\n<p>Hillary desenvolveu desde a juventude uma obsess\u00e3o anti R\u00fassia. O \u00f3dio que sentia pela Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica sobreviveu \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o do regime socialista. Foi transferido para Putin.<\/p>\n<p>Durante os mandatos do marido como presidente, empenhou-se na defesa de um projeto de reforma da sa\u00fade. Mal concebido e estruturado, fracassou. Ao ser nomeada chefe do Departamento de Estado, esqueceu rapidamente essa frente de luta.<\/p>\n<p>Acarinhada pelos <i>neocons <\/i>e pelos generais e almirantes do Pent\u00e1gono, desempenhou ent\u00e3o um papel importante em todas as campanhas que precederam agress\u00f5es militares desencadeadas pelos EUA em defesa dos \u00abdireitos humanos\u00bb. Ao receber a not\u00edcia de que Kadhafi tinha sido torturado e mutilado, come\u00e7ou-segundo Johnstone- \u00aba rir em gargalhadas felizes\u00bb e exclamou: \u00abViemos, vimos, ele morreu\u00bb.<\/p>\n<p>Apoiou com entusiasmo as provocadoras grupelho russo das Pussy Riot que em frente do altar-mor da Catedral de Cristo Salvador, em Moscovo, bol\u00e7aram obscenidades e, cantando em coro, chamaram \u00abputa\u00bb ao patriarca da Igreja Ortodoxa Russa<\/p>\n<p>Quando as mo\u00e7as foram condenadas pela justi\u00e7a russa, Hillary assumiu a sua defesa e em Nova York publicou no Twitter uma foto sua ao lado das Pussy Riot,de visita \u00e0 cidade, com uma mensagem: \u201c\u00c9 \u00f3timo encontrar-me com as fortes e corajosas jovens das Pussy Riot que recusam que as suas vozes sejam silenciadas na R\u00fassia\u00bb.<\/p>\n<p>Autentica candidata do Pent\u00e1gono, Hillary acompanhou com paix\u00e3o os tr\u00e1gicos acontecimentos da Ucr\u00e2nia.<\/p>\n<p>Ao saber que Victoria Nuland- \u00aba minha querida porta-voz no Departamento de Estado\u00bb, como lhe chamava- fora nomeada para assumir o comando da agressiva pol\u00edtica de Washington na Ucr\u00e2nia, Hillary congratulou-se com a escolha da amiga. Posteriormente manifestou-lhe solidariedade ao explodir o esc\u00e2ndalo da sua conversa telef\u00f3nica com o embaixador dos EUA naquele pa\u00eds, Geoffrey Pyatt. Discutiam quem deveria ser colocado no poder em Kiev e Noland e desabafou: \u201cA Uni\u00e3o Europeia que se foda\u00bb.<\/p>\n<p>A rea\u00e7\u00e3o de Hillary ao referendo em que o povo da Crimeia, por maioria esmagadora, decidiu que a Pen\u00ednsula voltaria a integrar-se na R\u00fassia foi intempestiva e grotesca: qualificou Putin de \u00abnovo Hitler\u00bb.<\/p>\n<p>No conflito que levou \u00e0 secess\u00e3o das prov\u00edncias russ\u00f3fonas do Leste da Ucr\u00e2nia, Hillary Clinton atribui a Vladimir Putin toda a responsabilidade da guerra civil qur assola o pa\u00eds. N\u00e3o surpreende tal atitude vinda de quem n\u00e3o esconde a sua simpatia pelo partido neofascista ucraniano Svoboda.<\/p>\n<p>Na opini\u00e3o de Diana Johnstone, \u00abo desempenho de Hillary Clinton como secretaria de estado somente foi um grande \u00eaxito num especto: tornou-a a candidata favorita do Partido da Guerra\u00bb.<\/p>\n<p>No seu importante livro esbo\u00e7a bem o perfil da mulher que segundo as sondagens pode ser o pr\u00f3ximo presidente dos EUA.<\/p>\n<hr \/>\n<p>*Diana Johnstone,<i> Hillary Clinton Rainha do Caos, Editora P\u00e1gina a P\u00e1gina,123 p\u00e1g.,<\/i> Lisboa <i>2016<\/i> (Queen<i> of caos:The Misadventure s of Hillary Clinton,<\/i>no original ingl\u00eas).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#8211; Um LIVRO DE DIANA JOHNSTONE Por Miguel Urbano Rodrigues S\u00e3o poucos os escritores progressistas norte-americanos cujos livros denunciam a estrat\u00e9gia de domina\u00e7\u00e3o \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/11318\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[165],"tags":[],"class_list":["post-11318","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-eua"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-2Wy","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11318","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11318"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11318\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11318"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11318"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11318"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}