{"id":11403,"date":"2016-06-25T20:21:28","date_gmt":"2016-06-25T23:21:28","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=11403"},"modified":"2016-07-18T18:09:21","modified_gmt":"2016-07-18T21:09:21","slug":"que-este-seja-o-ultimo-dia-da-guerra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/11403","title":{"rendered":"Que este seja o \u00faltimo dia da guerra"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.pazfarc-ep.org\/media\/k2\/items\/cache\/16268da44f149e859e5069f5fcdbf9fb_L.jpg?w=747\" alt=\"imagem\" \/>Secretariado Nacional das FARC-EP<\/p>\n<p>Sexta-feira, 24 de junho de 2016<\/p>\n<p>Algu\u00e9m afirmou uma vez que os \u00fanicos sonhos que se consegue alcan\u00e7ar s\u00e3o aqueles que pelos quais se luta. Hoje mais que nunca sentimos que essa senten\u00e7a cont\u00e9m uma verdade indiscut\u00edvel. No ano de 1964,<!--more--> em meio ao fragor da luta armada desigual, a assembleia dos guerrilheiros de Marquetalia produziu seu programa agr\u00e1rio, em cuja parte introdut\u00f3ria deixou sentada a seguinte declara\u00e7\u00e3o que agora recordamos:<\/p>\n<p>\u201c<i>N\u00f3s somos revolucion\u00e1rios que lutamos por uma mudan\u00e7a de regime. Por\u00e9m, quer\u00edamos e lut\u00e1vamos por essa mudan\u00e7a usando a via menos dolorosa para nosso povo: a via pac\u00edfica, a via democr\u00e1tica de massas. Essa via nos foi fechada violentamente com o pretexto fascista oficial de combater supostas \u201cRep\u00fablicas Independentes\u201d, e como somos revolucion\u00e1rios que de uma ou outra maneira jogaremos o papel hist\u00f3rico que nos corresponde, nos tocou buscar outra via: a via revolucion\u00e1ria armada para a luta pelo poder\u201d<\/i>.<\/p>\n<p>Hoje, 52 anos depois, n\u00f3s guerrilheiros das FARC-EP estamos selando com o governo Juan Manuel Santos um cessar-fogo e de hostilidades bilateral e definitivo, um acordo sobre garantias de seguran\u00e7a e combate ao paramilitarismo e outro sobre o abandono das armas, que nos deixam \u00e0s portas de concretizar em um prazo relativamente breve o Acordo Final, que nos permitir\u00e1, por fim, retornar ao exerc\u00edcio pol\u00edtico legal mediante as vias pac\u00edfica e democr\u00e1tica.<\/p>\n<p>Prop\u00f4-lo antes da Opera\u00e7\u00e3o Marquetalia resultou absurdo para os poderes e partidos dominantes da \u00e9poca, que decidiram apelar \u00e0 for\u00e7a e ao exterm\u00ednio, animados pela convic\u00e7\u00e3o de que mediante as bombas e os fuzis podiam calar os clamores populares. Eram, tamb\u00e9m, os tempos de apogeu da Guerra Fria e da filosofia do inimigo interno, que convertiam a for\u00e7a p\u00fablica em ex\u00e9rcito de ocupa\u00e7\u00e3o de seu pr\u00f3prio pa\u00eds e contra seu pr\u00f3prio povo.<\/p>\n<p>Os mortos, o sangue, a devasta\u00e7\u00e3o e o horror que teriam sido evitados \u00e0 Col\u00f4mbia, se no lugar de atender as vozes fan\u00e1ticas que chamavam irresponsavelmente a guerra, com apela\u00e7\u00e3o aos mais absurdos argumentos, tivessem escutado \u00e0queles que chamavam ao di\u00e1logo, \u00e0 solu\u00e7\u00e3o que propunha acordos de presen\u00e7a econ\u00f4mica e social do Estado, ao tempo que democratizar o cen\u00e1rio pol\u00edtico em um ambiente de toler\u00e2ncia e respeito pela diferen\u00e7a.<\/p>\n<p>Os quarenta e oito campesinos marquetalianos se converteram com as d\u00e9cadas em milhares de mulheres e homens al\u00e7ados em armas que chegaram a colocar em s\u00e9rios apertos o Estado colombiano, mas que simultaneamente nunca deixaram de falar de um acordo de paz pela via das conversa\u00e7\u00f5es civilizadas. Foram v\u00e1rias e dolorosamente frustradas as tentativas de consegui-lo. Por\u00e9m, continuaram tentando sempre e hoje vemos os frutos de sua persist\u00eancia.<\/p>\n<p>Porque sobre algo d\u00e3o f\u00e9 os Presidentes dos pa\u00edses acompanhantes e garantidores hoje aqui presentes, assim como o conjunto das altas personalidades internacionais imersas no processo de paz em curso e que nos acompanham aqui, \u00e9 que o que est\u00e1 a ponto de selar-se n\u00e3o \u00e9 uma capitula\u00e7\u00e3o da insurg\u00eancia, como queriam alguns obtusos, mas o produto de um di\u00e1logo s\u00e9rio entre duas for\u00e7as que se enfrentaram por mais de meio s\u00e9culo, sem que nenhuma pudesse derrotar a outra.<\/p>\n<p>Nem as FARC nem o Estado s\u00e3o for\u00e7as vencidas e, portanto, o pactuado n\u00e3o pode ser interpretado por ningu\u00e9m como o produto de alguma imposi\u00e7\u00e3o de uma parte \u00e0 outra. Discutimos longamente, chegando inclusive a becos que pareciam sem sa\u00edda, que somente puderam ser superados gra\u00e7as \u00e0 desinteressada e eficaz interven\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses garantidores, Cuba e Noruega, e \u00e0s oportunas e s\u00e1bias f\u00f3rmulas sugeridas pela criatividade dos porta-vozes de ambas as partes ou seus diligentes assessores.<\/p>\n<p>Mais al\u00e9m de um pobre favor, causam um dano imenso \u00e0 Col\u00f4mbia, \u00e0 vida e \u00e0 esperan\u00e7a de seu povo, aqueles que insistem em negar a transcendental import\u00e2ncia do acordado, que somente por seu conte\u00fado identifica as partes sentadas \u00e0 Mesa, sem t\u00ea-las fundido ou entregue uma \u00e0 outra. Estamos certos de que a na\u00e7\u00e3o colombiana, que sofreu a guerra e suas consequ\u00eancias, dar\u00e1 as costas \u00e0queles que continuam convidando-a ao holocausto, sabe-se l\u00e1 com qual obscuro prop\u00f3sito.<\/p>\n<p>Estamos muito pr\u00f3ximos da assinatura do Acordo Final que colocar\u00e1 fim ao conflito e iniciar\u00e1 a constru\u00e7\u00e3o de uma paz est\u00e1vel e duradoura. Desde o princ\u00edpio, defendemos que a assinatura deste acordo \u00e9 a melhor oportunidade que ter\u00e1 nosso pa\u00eds para rumar \u00e0 justi\u00e7a social e ao progresso, sobre a base de que ser\u00e3o abertas as compotas da democracia verdadeira, para que os movimentos sociais e pol\u00edticos de oposi\u00e7\u00e3o gozem de plenas garantias.<\/p>\n<p>E para que a voz das comunidades nos escal\u00f5es local, regional e nacional adquira toda sua import\u00e2ncia e possa desempenhar um papel determinante nas decis\u00f5es p\u00fablicas relacionadas com seu futuro. Estamos certos de que essa ser\u00e1 uma realidade que abrir\u00e1 caminho, pondo fim \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o de impor a partir de cima, fazendo abstra\u00e7\u00e3o dos interesses populares, as pol\u00edticas que governantes eleitos com votos duvidosos consideram mais conveniente para eles.<\/p>\n<p>Existem acordos selados sobre essa mat\u00e9ria e est\u00e3o pr\u00f3ximos de serem definidos alguns pontos pendentes. Como tamb\u00e9m em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Reforma Rural e Integral e cultivos de uso il\u00edcito. Sobre este \u00faltimo, recentemente se colocou em pr\u00e1tica um projeto-piloto de substitui\u00e7\u00e3o em Brice\u00f1o, Antioquia, que necessariamente ter\u00e1 que replicar em outras \u00e1reas que padecem o problema. N\u00e3o ser\u00e1 tudo cor de rosa e, certamente, ser\u00e1 preciso lutar para que se cumpra integralmente o firmado.<\/p>\n<p>Porque como dizia no t\u00edtulo de uma de suas novelas o escritor colombiano \u00c1lvaro Salom Becerra, ao povo nunca lhe toca. O Acordo Final ser\u00e1 a chave para dar a volta a essa fechadura, por\u00e9m depender\u00e1 da organiza\u00e7\u00e3o e mobiliza\u00e7\u00e3o constante das pessoas o seu cumprimento.<\/p>\n<p>O acordo sobre garantias de seguran\u00e7a e combate ao paramilitarismo tem que ser uma realidade com rela\u00e7\u00e3o aos fatos, sob pena de conduzir o resultado final do processo ao fracasso hist\u00f3rico. D\u00f3i profundamente e j\u00e1 resulta intoler\u00e1vel que a esta altura tais estruturas continuem assassinando com plena liberdade, como ocorreu entre os dias 11 e 13 deste m\u00eas em Barrancabermeja com quatro jovens, que o ESMAD siga triturando colombianos que saem para protestar por justi\u00e7a e que o aparato judicial continue ordenando priva\u00e7\u00f5es abusivas da liberdade como a do companheiro Carlos Arturo Velandia.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m se chegou ao acordo sobre o Abandono de Armas, que coloca em evid\u00eancia a soma de inven\u00e7\u00f5es com as quais se pretende enganar o povo de nosso pa\u00eds, quando se afirma que ap\u00f3s os acordos, as FARC pretendem continuar armadas e fazendo pol\u00edtica. O pa\u00eds poder\u00e1 conhec\u00ea-lo a partir de hoje. Claro que as FARC far\u00e3o pol\u00edtica, se essa \u00e9 nossa raz\u00e3o de ser, por\u00e9m por meios legais e pac\u00edficos, com os mesmos direitos e garantias dos demais partidos.<\/p>\n<p>O Estado colombiano ter\u00e1 que tornar efetivo que nenhum colombiano o perseguir\u00e1 por raz\u00e3o de suas ideias ou pr\u00e1ticas pol\u00edticas, que o perverso costume de incluir nas ordens de batalha das for\u00e7as armadas os nomes dos dirigentes de movimentos sociais e pol\u00edticos de oposi\u00e7\u00e3o, ter\u00e1 que desaparecer definitivamente do solo p\u00e1trio. Que uma vez assinado o acordo final, desaparecer\u00e3o o dispositivo militar de guerra e sua antiquada doutrina de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>As for\u00e7as armadas colombianas, agigantadas no transcurso da guerra, especialmente em contrainsurg\u00eancia e a\u00e7\u00f5es especiais, s\u00e3o convocadas de hoje em diante a desempenhar um importante papel no interesse da paz, da reconcilia\u00e7\u00e3o e do desenvolvimento do pa\u00eds. Foram nossas advers\u00e1rias, por\u00e9m a partir de agora temos que ser for\u00e7as aliadas pelo bem da Col\u00f4mbia. Sua infraestrutura e recursos podem ser colocados a servi\u00e7o das comunidades e suas necessidades, sem desmerecimento de suas capacidades para cumprir a fun\u00e7\u00e3o constitucional de guarnecer as fronteiras.<\/p>\n<p>Por outro lado, o protagonismo das comunidades deve representar tamb\u00e9m a oportunidade para come\u00e7ar a solucionar o grave conflito que se vive nas cidades. Desocupa\u00e7\u00e3o, inseguran\u00e7a, falta de servi\u00e7os p\u00fablicos, escravid\u00f5es como o pagamento di\u00e1rio e a explora\u00e7\u00e3o sexual, microtr\u00e1fico, crimes e grupos associados \u00e0 m\u00e1fia e o paramilitarismo, requerem aten\u00e7\u00e3o imediata. A paz rural deve significar uma transforma\u00e7\u00e3o participativa das urbes.<\/p>\n<p>Necessitamos que em nosso pa\u00eds se produza efetivamente uma definitiva reconcilia\u00e7\u00e3o. J\u00e1 basta de viol\u00eancia e dos del\u00edrios por ela. Ela requer um paciente e intenso trabalho de difus\u00e3o, educa\u00e7\u00e3o e conscientiza\u00e7\u00e3o do pactuado em Havana, para que ao povo da Col\u00f4mbia fique claro seu valioso e positivo conte\u00fado. E para que saiba o que pode e deve reclamar do Estado. Para que se una e organize para consegui-lo. S\u00f3 assim faremos uma Nova Col\u00f4mbia.<\/p>\n<p>As FARC-EP completaram no dia 27 de maio passado 52 anos de resist\u00eancia guerrilheira e hoje vemos o sonho da paz muito mais pr\u00f3ximo que nunca. Pensamos trabalhar pela unidade do movimento democr\u00e1tico e popular em nosso pa\u00eds, sem sectarismos nem posi\u00e7\u00f5es hegem\u00f4nicas, na procura da conflu\u00eancia de toda a inconformidade com o modelo atual das coisas, com o objetivo de gerar profundas mudan\u00e7as na vida colombiana, pensando sempre no interesse das maiorias.<\/p>\n<p>A guerra custou centenas de milhares de milh\u00f5es de d\u00f3lares a nosso pa\u00eds. De fato, a exagerada quantia do or\u00e7amento militar teve como justifica\u00e7\u00e3o permanente a exist\u00eancia do conflito armado. Um pa\u00eds em paz j\u00e1 n\u00e3o precisar\u00e1 de tais argumentos e poder\u00e1 destinar uma boa parte desses recursos a atividades mais saud\u00e1veis e produtivas. N\u00e3o \u00e9 certo que n\u00e3o exista dinheiro para a paz, nem que tudo tenha que ser ajuda internacional. Chega de mudar prioridades.<\/p>\n<p>Sabemos que nada ser\u00e1 conseguido de forma f\u00e1cil ou rapidamente. Entendemos que os principais benefici\u00e1rios de nosso esfor\u00e7o ser\u00e3o as gera\u00e7\u00f5es futuras. Por isso, estendemos nossa m\u00e3o \u00e0 juventude. Ela \u00e9 chamada a construir o novo pa\u00eds e, portando, conclamada \u00e0 defesa da paz e da reconcilia\u00e7\u00e3o, \u00e0 promo\u00e7\u00e3o de um novo tipo de atividade pol\u00edtica, \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o da civilidade e da mais ampla democracia.<\/p>\n<p>As FARC sempre foram otimistas. Ainda nos momentos mais dif\u00edceis, sempre acreditamos que a paz era poss\u00edvel. E decidimos tentar quantas vezes fosse necess\u00e1rio. E tivemos raz\u00e3o. O acordo de cessar-fogo e de hostilidades bilateral e definitivo \u00e9 lido por todo o mundo como o fim da confronta\u00e7\u00e3o armada na Col\u00f4mbia. Assim seja. Confiamos em celebrar em um prazo prudencial outro ato solene, a assinatura do Acordo Final. Que este seja o \u00faltimo dia da guerra.<\/p>\n<p>Secretariado do Estado Maior Central das FARC-EP<\/p>\n<p>Havana, 23 de junho de 2016.<\/p>\n<p>Fonte: http:\/\/www.pazfarc-ep.org\/comunicadosestadomayorfarc\/item\/3473-que-este-sea-el-ultimo-dia-de-la-guerra.html<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: Partido Comunista Brasileiro (PCB)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Secretariado Nacional das FARC-EP Sexta-feira, 24 de junho de 2016 Algu\u00e9m afirmou uma vez que os \u00fanicos sonhos que se consegue alcan\u00e7ar s\u00e3o \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/11403\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-11403","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c39-colombia"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-2XV","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11403","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11403"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11403\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11403"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11403"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11403"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}