{"id":11915,"date":"2016-08-24T01:41:38","date_gmt":"2016-08-24T04:41:38","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=11915"},"modified":"2016-09-27T15:25:59","modified_gmt":"2016-09-27T18:25:59","slug":"residentes-de-11-paises-avaliam-vida-antes-e-depois-do-colapso-da-urss","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/11915","title":{"rendered":"Residentes de 11 pa\u00edses avaliam vida antes e depois do colapso da URSS"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i2.wp.com\/cdn2.img.br.sputniknews.com\/images\/606\/42\/6064225.jpg\" alt=\"imagem\" \/><strong>Conforme os dados da pesquisa Sputnik-Opini\u00e3o, em 9 dos 11 pa\u00edses da antiga Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica a maioria dos residentes com idade superior a 35 anos pensam que a vida na URSS era melhor, comparada a vida depois do colapso.<\/strong><\/p>\n<p>Na R\u00fassia, 64% dos participantes da pesquisa, que viveram na \u00e9poca da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, avaliaram a qualidade de vida na URSS como sendo melhor do que depois da desintegra\u00e7\u00e3o do Estado socialista. Na Ucr\u00e2nia esta opini\u00e3o foi ecoada por 60%<!--more--> dos entrevistados. A percentagem mais alta foi destacada na Arm\u00eania (71%) e no Azerbaij\u00e3o (69%). Os entrevistados que nasceram depois do colapso da URSS, com idade entre 18 e 24 anos, consideram que a vida melhorou depois de 1991 (ano da desintegra\u00e7\u00e3o da URSS). Esta opini\u00e3o foi expressa por 63% dos jovens entrevistados. Os dados foram recolhidos pelas empresas VTsIOM, M-Vector, Ipsos, Expert Fikri e Qafqaz em 11 pa\u00edses da antiga URSS a pedidos da ag\u00eancia de informa\u00e7\u00f5es e r\u00e1dio Sputnik.<\/p>\n<p>Praticamente em todos os pa\u00edses, a popula\u00e7\u00e3o com idade superior a 35 anos considera que a vida na URSS era melhor se comparada a vida depois do colapso. Na Arm\u00eania, 71% contra 23%; no Azerbaij\u00e3o, 69% contra 29%; no Cazaquist\u00e3o, 61% contra 27%; na Ucr\u00e2nia, 60% contra 23%; na Mold\u00e1via, 60% contra 32%; no Quirguist\u00e3o, 60% contra 30%; na Bielorr\u00fassia, 53% contra 28%; na Ge\u00f3rgia, 51% contra 46%. Somente os entrevistados do Tajiquist\u00e3o (39% contra 55%) e Uzbequist\u00e3o (4% contra 91%), com idade superior a 35 anos, consideram que a vida tornou-se melhor depois do colapso da URSS.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem100\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cdn2.img.br.sputniknews.com\/images\/606\/40\/6064073.png\" alt=\"imagem\" \/><\/p>\n<p>Os participantes da pesquisa com menos de 25 anos de idade e que nasceram depois ou pouco antes da desintegra\u00e7\u00e3o da URSS acreditam que agora a vida \u00e9 melhor. Na Arm\u00eania, foram 48% contra 47%; na Ucr\u00e2nia, 39% contra 18%; na R\u00fassia, 63% contra 25%; no Azerbaij\u00e3o, 68% contra 14%; no Tajiquist\u00e3o, 84% contra 13%; no Uzbequist\u00e3o, 89% contra 5%. Somente os jovens da Mold\u00e1via t\u00eam uma opini\u00e3o diferente: 69% consideram que a vida na URSS era melhor que agora (17%).<\/p>\n<p>A pesquisa foi realizada pela empresa VTSiOM na R\u00fassia, M-Vector no Quirguist\u00e3o e Tajiquist\u00e3o, bem como Ipsos, Expert Fikri, Qafqaz em 11 pa\u00edses da antiga Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica. Os dados foram coletados entre 4 de julho e 15 de agosto de 2016. A pesquisa contou com a participa\u00e7\u00e3o de 12.645 pessoas: Arm\u00eania, Azerbaij\u00e3o, Bielorr\u00fassia, Mold\u00e1via, Ge\u00f3rgia, Cazaquist\u00e3o, Quirguist\u00e3o e Tajiquist\u00e3o contaram com a participa\u00e7\u00e3o de 1.000 pessoas em cada pa\u00eds, 1.045 pessoas do Uzbequist\u00e3o, 2.000 da Ucr\u00e2nia e 1.600 da R\u00fassia. Os dados da pesquisa levaram em considera\u00e7\u00e3o sexo, idade e geografia dos entrevistados. A margem de erro n\u00e3o supera os 3,1% e a probabilidade de acerto \u00e9 de 95%.<\/p>\n<hr \/>\n<p>O que \u00e9 o Sputnik-Opini\u00e3o?<\/p>\n<p>Este projeto internacional de estudo da opini\u00e3o p\u00fablica come\u00e7ou em janeiro de 2015. As conhecidas empresas Populus e IFop s\u00e3o parceiras do projeto. No quadro da Sputnik-Opini\u00e3o (Sputnik.Polls) s\u00e3o realizadas regularmente pesquisas em v\u00e1rios pa\u00edses da Europa e dos EUA sobre os temas sociais e pol\u00edticos de maior atualidade.<\/p>\n<p>A\u00a0Sputnik\u00a0\u00e9 uma ag\u00eancia de not\u00edcias e r\u00e1dio com representa\u00e7\u00f5es e reda\u00e7\u00f5es multim\u00eddia em dezenas de pa\u00edses. A Sputnik inclui sites (34 ao todo), emiss\u00f5es r\u00e1dio anal\u00f3gicas e digitais, aplicativos para celular e p\u00e1ginas nas redes sociais. As feeds de not\u00edcias da Sputnik aparecem 24 horas em ingl\u00eas, \u00e1rabe, espanhol e chin\u00eas.<\/p>\n<p>http:\/\/br.sputniknews.com\/sociedade\/20160817\/6064276\/opiniao-residentes-vida-urss.html<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Conforme os dados da pesquisa Sputnik-Opini\u00e3o, em 9 dos 11 pa\u00edses da antiga Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica a maioria dos residentes com idade superior a \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/11915\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[74],"tags":[],"class_list":["post-11915","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c87-revolucao-russa"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-36b","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11915","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11915"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11915\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11915"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11915"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11915"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}