{"id":11945,"date":"2016-08-26T22:38:43","date_gmt":"2016-08-27T01:38:43","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=11945"},"modified":"2016-09-27T15:13:07","modified_gmt":"2016-09-27T18:13:07","slug":"o-euro-e-as-mentiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/11945","title":{"rendered":"O euro e as mentiras"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/resistir.info\/europa\/imagens\/euro_sapir_capa.jpg?w=747\" alt=\"imagem\" \/><b>por Jacques Sapir<\/b><\/p>\n<p><b>Este texto \u00e9 retirado do livro, <a href=\"http:\/\/www.librairie-renaissance.fr\/listeliv.php?RECHERCHE=appro&amp;DISPOCHE=&amp;PARUTIONBAS=&amp;PARUTIONHAUT=&amp;PRIXBAS=0&amp;PRIXHAUT=0&amp;TITRE=L%27Euro+contre+la+France&amp;AUTEUR=Jacques+Sapir&amp;EDITEUR=Cerf&amp;COLL=&amp;LIVREANCIEN=2\" target=\"_blank\"><i>L&#8217;Euro contre la France, l&#8217;Euro contre l&#8217;Europe,<\/i><\/a> que ser\u00e1 publicado em meados de setembro nas edi\u00e7\u00f5es CERF.<\/b><!--more--><\/p>\n<p>\u00c9 preciso voltar \u00e0s origens do Euro. O Euro foi apresentado como uma grande promessa que se transformou numa grande mentira. O discurso a favor do Euro fundamentava-se alegadamente em bases cient\u00edficas. Vamos ent\u00e3o verificar o que na realidade ele \u00e9.<\/p>\n<p><b>Os falsos profetas <\/b><\/p>\n<p>Tal como os reis magos dos Evangelhos, as tr\u00eas principais contribui\u00e7\u00f5es, as de Robert Mundell, R. McKinnon e Peter Kennen, vieram trazer a &#8216;boa nova\u201d da Uni\u00e3o Monet\u00e1ria. Os seus trabalhos tiveram uma influ\u00eancia consider\u00e1vel sobre outros economistas convencendo-os que a flexibilidade da taxa de c\u00e2mbio passava a ser sup\u00e9rflua. Os estudos recentes mostram claramente o oposto.<\/p>\n<p>A teoria das zonas monet\u00e1rias \u00f3timas foi enunciada pelo economista Robert Mundell em 1961 [1] . Ele pretendia estabelecer raz\u00f5es te\u00f3ricas para a exist\u00eancia de \u00e1reas onde seria vantajoso ter uma moeda \u00fanica. Allan Robert McKinnon trouxe os fundamentos a este edif\u00edcio [2] , explicando que quanto mais importante for a abertura de uma economia ao exterior, mais se reduz a import\u00e2ncia da taxa de c\u00e2mbio. Peter Kennen [3] , mostrava que, se a economia de um pa\u00eds era diversificada, essa diversifica\u00e7\u00e3o reduzia amplitude do que os economistas chamam &#8220;choques ex\u00f3genos&#8221; permitindo que esse pa\u00eds estivesse ligado a outros por uma taxa de c\u00e2mbio fixa. Destes trabalhos, poderia ent\u00e3o deduzir-se que um pa\u00eds tem interesse ligar-se a outros atrav\u00e9s de uma moeda \u00fanica desde que capital e trabalho fossem perfeitamente flex\u00edveis (o que mostrava Mundell), que o pa\u00eds estivesse bastante aberto ao com\u00e9rcio internacional (McKinnon) e que a sua economia fosse amplamente diversificaram (Kennen).<\/p>\n<p>Outros economistas pretenderam demonstrar que os pa\u00edses tirariam vantagens econ\u00f3micas significativas de uma moeda \u00fanica, que supostamente faria crescer a produ\u00e7\u00e3o, como pretendia demonstrar Andrew K. Rose [4] Os seus trabalhos deram origem a uma literatura extremamente favor\u00e1vel a uni\u00f5es monet\u00e1rias, descrevendo as moedas nacionais como &#8220;barreiras&#8221; para o com\u00e9rcio [5] A integra\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria conduziria a um aumento acentuado da produ\u00e7\u00e3o e do potencial de trocas comerciais internacionais [6] . Assim a Uni\u00e3o Monet\u00e1ria Europeia iria criar condi\u00e7\u00f5es para o sucesso de uma &#8220;zona monet\u00e1ria \u00f3tima\u201d [7] num movimento que parecia dever ser end\u00f3geno [8] . Donde as famosas e imprudentes declara\u00e7\u00f5es de diversos pol\u00edticos, alegando que o Euro iria conduzir, pela sua pr\u00f3pria exist\u00eancia, a um forte crescimento. Assim, Jacques Delors e Romano Prodi, disseram que o Euro faria aumentar o crescimento europeu em mais 1% a 1,5% ao ano durante v\u00e1rios anos [9] . Foram muito maus profetas.<\/p>\n<p><b>As armas da cr\u00edtica <\/b><\/p>\n<p>Outras pesquisas, baseadas em dados mais completos e mais rigorosos, reduziram drasticamente os efeitos positivos da uni\u00e3o monet\u00e1ria [10] . Os trabalhos de Rose e parceiros foram fortemente criticados devido ao m\u00e9todo econom\u00e9trico utilizado [11] . Uma cr\u00edtica fundamental era que estes modelos n\u00e3o levavam em conta a resili\u00eancia do com\u00e9rcio internacional [12] . Harry Kelejian retomou as estimativas dos efeitos da uni\u00e3o monet\u00e1ria sobre o com\u00e9rcio dos Estados-membros [13] . Os resultados s\u00e3o devastadores. O impacto econ\u00f4mico da uni\u00e3o econ\u00f3mica e monet\u00e1ria no crescimento de com\u00e9rcio \u00e9 estimado entre 4,7% e 6,3%, ou seja muito longe das estimativas mais pessimistas de trabalhos anteriores que colocavam estes efeitos em 20%, e isto sem mesmo mencionar as primeiras an\u00e1lises de Rose que os situavam entre 200% e 300%. Em dez anos, o efeito foi reduzido de 10 para 1 (de 200% para 20%) [14]e, em seguida, uma nova redu\u00e7\u00e3o trouxe esses efeitos para uma m\u00e9dia de 5% (um fator de 4 para 1) [15] . Os efeitos positivos de uma uni\u00e3o monet\u00e1ria foram, portanto, amplamente exagerados, obviamente por raz\u00f5es pol\u00edticas. Os mais extravagantes an\u00fancios sobre os efeitos positivos da uni\u00e3o econ\u00f3mica e monet\u00e1ria foram feitos precisamente no momento da introdu\u00e7\u00e3o do Euro. A mentira era efetivamente enorme.<\/p>\n<p><b>A import\u00e2ncia da taxa de c\u00e2mbio <\/b><\/p>\n<p>No entanto, os mesmos argumentos s\u00e3o agora usados para difundir a ideia de que uma dissolu\u00e7\u00e3o do Euro seria uma cat\u00e1strofe, porque utilizam para fins de propaganda, os mesmos n\u00fameros, mas desta vez de forma inversa para &#8220;prever&#8221; um colapso do com\u00e9rcio internacional dos pa\u00edses em causa e, portanto, uma queda do PIB no caso de uma sa\u00edda do Euro. Ora, se o efeito sobre o com\u00e9rcio internacional, produzido por uma zona monet\u00e1ria \u00e9 baixo, \u00e9 necess\u00e1rio deduzir-se que inversamente o efeito dos pre\u00e7os (o chamado &#8220;custo competitividade&#8221;) \u00e9 muito mais importante do que diz o discurso dominante [16] . O que volta a dar toda a import\u00e2ncia \u00e0s desvaloriza\u00e7\u00f5es para restabelecer a competitividade de certos pa\u00edses.<\/p>\n<p>O impacto da taxa de c\u00e2mbio sobre os saldos comerciais era conhecido. A velocidade da &#8216;recupera\u00e7\u00e3o&#8217; na R\u00fassia em 1999 e 2000 em particular, como resultado de uma desvaloriza\u00e7\u00e3o maci\u00e7a, foi um dos principais argumentos neste sentido. Os economistas do FMI realizaram um estudo bastante sistem\u00e1tico em mais de 50 pa\u00edses [17] n\u00e3o encontrando nenhum sinal da t\u00e3o citada famosa &#8220;desconex\u00e3o&#8221; entre os fluxos de com\u00e9rcio internacional e taxas de c\u00e2mbio. O estudo mostra que, em m\u00e9dia, para uma deprecia\u00e7\u00e3o da taxa de c\u00e2mbio de 10%, podemos obter um ganho de 1,5% do PIB. A internacionaliza\u00e7\u00e3o das &#8220;cadeias de valor&#8221; tem certamente um efeito moderador sobre estes ganhos [18] , mas o desenvolvimento destes \u00e9 progressivo e n\u00e3o pode de nenhuma maneira contrariar os efeitos positivos de uma forte deprecia\u00e7\u00e3o da taxa de c\u00e2mbio [19] , o que \u00e9 refor\u00e7ado por um estudo recente do FMI[20] .<\/p>\n<p>O Euro foi portanto vendido \u00e0s popula\u00e7\u00f5es (e aos eleitores) com base em repetidas mentiras, mentiras revestidas de um discurso que se pretendia cient\u00edfico, mas que de forma alguma o era. Os economistas, que apoiam o Euro raciocinam como se estivessem necessariamente reunidas as condi\u00e7\u00f5es para a materializa\u00e7\u00e3o dos potenciais benef\u00edcios que proclamavam e como se as vantagens potenciais do Euro devessem sempre superar as desvantagens. \u00c9 a\u00ed que se situa a sua responsabilidade. Nisso eles foram portadores de uma &#8216;boa nova&#8217;, que demonstrou ser, para os povos, um verdadeiro pesadelo.<\/p>\n<p>The American Economic Review , Vol. 53, No. 4 (Sep., 1963), pp. 717-725<\/p>\n<p>[3] Kenen, P.B. (1969). &#8220;The Theory of Optimum Currency Areas: An Eclectic View&#8221; Mundell R.A. et A.K. Swoboda (edits) <i>Monetary Problems of the International Economy <\/i>, Chicago, Ill., Chicago University Press.<\/p>\n<p>[4] Rose, A.K. (2000), &#8221; One money, one market: the effect of common currencies on trade &#8220;, <i>Economic Policy <\/i>Vol. 30, pp.7-45 et Rose, Andrew K., (2001), &#8220;Currency unions and trade: the effect is large,&#8221; <i>Economic Policy <\/i>Vol. 33, 449-461.<\/p>\n<p>[5] Rose, A.K., Wincoop, E. van (2001), &#8221; National money as a barrier to international trade: the real case for currency union &#8220;, <i>American Economic Review <\/i>, Vol. 91, n\u00b02\/2001, pp. 386-390.<\/p>\n<p>[6] De Grauwe, P. (2003), <i>Economics of Monetary Union, <\/i>New York: Oxford University Press. Frankel, J.A., Rose A.K. (2002), &#8221; An estimate of the effect of currency unions on trade and output &#8220;, <i>Quarterly Journal of Economics <\/i>, Vol. 108, n\u00b0441, pp. 1009-25.<\/p>\n<p>[7] Consultar sobre este assunto Master 2 , Laurentjoye T., (2013), <i>La th\u00e9orie des zones mon\u00e9taires optimales \u00e0 l&#8217;\u00e9preuve de la crise de la zone euro <\/i>, Formation &#8221; \u00c9conomie des Institutions &#8220;, EHESS, Paris, septembre 2013.<\/p>\n<p>[8] Frankel, J.A., Rose A.K. (1998), &#8221; The endogeneity of the optimum currency area criteria &#8220;, <i>Economic Journal, <\/i>Vol.108, 449, pp.1009-1025. De Grauwe, P., Mongelli, F.P. (2005), &#8220;Endogeneities of optimum currency areas. What brings countries sharing a single currency closer together? &#8220;, <i>Working Paper Series, <\/i>468, European Central Bank, Francfort.<\/p>\n<p>[9] Sapir J. (2012), <i>Faut-il sortir de l&#8217;Euro? <\/i>, Le Seuil, Paris.<\/p>\n<p>[10] Bun, M., Klaasen, F. (2007), &#8220;The euro effect on trade is not as large as commonly thought&#8221;, <i>Oxford bulletin of economics and statistics <\/i>, Vol. 69: 473-496. Berger, H., Nitsch, V. (2008), &#8221; Zooming out: the trade effect of the euro in historical perspective &#8220;, <i>Journal of International money and finance <\/i>, Vol. 27 (8): 1244-1260.<br \/>\nFlash-\u00c9conomie , Natixis, n\u00b0596, 30 ao\u00fbt 2013.<\/p>\n<p>[11] Persson T. (2001), &#8221; Currency Unions and Trade : How Large is the Treatment Effect ? &#8221; in Economic Policy , n\u00b033, pp. 435-448 ; Nitsch V. (2002), &#8221; Honey I Shrunk the Currency Union Effect on Trade &#8220;, World Economy , Vol. 25, n\u00b0 4, pp. 457-474.<\/p>\n<p>[12] Greenaway, D., Kneller, R. (2007), &#8221; Firm hetrogeneity, exporting and foreign direct investment &#8220;, Economic Journal , 117, pp.134-161.<\/p>\n<p>[13] Kelejian, H. &amp; al. (2011), &#8221; In the neighbourhood : the trade effects of the euro in a spatial framework &#8220;, Bank of Greece Working Papers , 136<\/p>\n<p>[14] Do trabalho incial de A.K. Rose datanto de 2000 mas realizado entre 1997 e 1999 &#8221; One money, one market: the effect of common currencies on trade &#8220;,Economic Policy 30, op.cit., au travail de R. Glick et A.K. Rose, datant de 2002, &#8221; Does a Currency Union Affects Trade ? The Time Series Evidence &#8220;, op. cit..<\/p>\n<p>[15] Bun, M., Klaasen, F. (2007), &#8221; The euro effect on trade is not as large as commonly thought&#8221;, Oxford bulletin of economics and statistics , op.cit., estiment l&#8217;effet &#8221; positif &#8221; de l&#8217;UEM \u00e0 3%, o que o coloca largamente no interval de erros deste g\u00e9nero de estimativas<\/p>\n<p>[16] \u00c9 al\u00e9m disso o sentido de uma nota redigida por P. Artus, &#8221; C&#8217;est la comp\u00e9titivit\u00e9-co\u00fbt qui devient la variable essentielle &#8220;, Flash-\u00c9conomie , Natixis, n\u00b0596, 30 ao\u00fbt 2013.<\/p>\n<p>[17] Leigh, D, W Lian, M Poplawski-Ribeiro et V Tsyrennikov (2015), &#8220;Exchange rates and trade flows: disconnected?&#8221;, Chapitre 3 in <i>World Economic Outlook<\/i>, IMF, Octobre 2015.<\/p>\n<p>[18] Ahmed, S, M Appendino, and M Ruta, &#8220;Depreciations without Exports? Global Value Chains and the Exchange Rate Elasticity of Exports,&#8221; <i>World Bank Policy Research Working Paper <\/i>7390, World Bank, Washington DC, 2015.<\/p>\n<p>[19] Ver Johnson, R C, and G Noguera, &#8220;Fragmentation and Trade in Value Added over Four Decades.&#8221; <i>NBER Working Paper <\/i>n\u00b018186, Harvard, NBER, 2012 et Duval, R, K Cheng, K. Hwa Oh, R. Saraf, and D. Seneviratne, &#8220;Trade Integration and Business Cycle Synchronization: A Reappraisal with Focus on Asia,&#8221; <i>IMF Working Paper <\/i>n\u00b0 14\/52, International Monetary Fund, Washington DC, 2014.<\/p>\n<p>[20] IMF\/FMI, 2016 External Sector Report, Wahington D.C., 27 julho de 2016 , <a href=\"http:\/\/www.imf.org\/external\/pp\/ppindex.aspx\" target=\"_blank\">www.imf.org\/external\/pp\/ppin<wbr \/>dex.aspx<\/a> .<\/p>\n<p><b>O original encontra-se em <a href=\"http:\/\/russeurope.hypotheses.org\/5157\" target=\"_blank\">russeurope.hypotheses.org\/5<wbr \/>157<\/a><\/b><\/p>\n<p><b>Este artigo encontra-se em <a href=\"http:\/\/resistir.info\/\" target=\"_blank\">http:\/\/resistir.info\/<\/a> .<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Jacques Sapir Este texto \u00e9 retirado do livro, L&#8217;Euro contre la France, l&#8217;Euro contre l&#8217;Europe, que ser\u00e1 publicado em meados de setembro \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/11945\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[18],"tags":[],"class_list":["post-11945","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s22-europa"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-36F","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11945","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11945"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11945\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11945"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11945"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11945"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}