{"id":12080,"date":"2016-09-15T23:11:37","date_gmt":"2016-09-16T02:11:37","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=12080"},"modified":"2016-10-06T15:49:25","modified_gmt":"2016-10-06T18:49:25","slug":"sobre-a-resistencia-no-hawai-em-1969-de-militares-americanos-que-se-opunham-a-guerra-do-vietna","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/12080","title":{"rendered":"Sobre a resist\u00eancia no Hawai em 1969 de militares americanos que se opunham \u00e0 guerra do Vietn\u00e3"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.odiario.info\/b2-img\/vietnam.jpg?w=747\" alt=\"imagem\" \/>John Catalinotto<\/p>\n<p>O texto que publicamos \u00e9 um excerto de um cap\u00edtulo do pr\u00f3ximo livro do nosso amigo John Catalinotto: Voltem os canh\u00f5es: motins, revoltas de soldados, e Revolu\u00e7\u00f5es. Nesse trabalho o autor evoca a tenaz e corajosa resist\u00eancia \u00e0 guerra do Vietname de militares americanos aquartelados em 1969 em Waikiki, no Hawai.<!--more--><\/p>\n<p>Milhares de pessoas correram quando o aviador de 1.a classe Lu\u00eds \u00abBuffy\u00bb Perry anunciou o seu cato de consci\u00eancia. Ia terminar a sua cumplicidade com as for\u00e7as dos Estados Unidos e os seus crimes contra a humanidade, na guerra do Vietname, ent\u00e3o no seu m\u00e1ximo, e ficar em asilo na Igreja de Crossroads de Honolulu.<\/p>\n<p>Era 10 de Agosto de 1969, domingo. Perry e eu \u00e9ramos os oradores principais no dia contra a guerra em mem\u00f3ria de Nagasaki no Parque da Praia de Waikiki em Honolulu.<\/p>\n<p>Mesmo que fosse um cato individual a posi\u00e7\u00e3o de Perry era poderosa. Mas depois das apresenta\u00e7\u00f5es na praia de Waikiki, mais sete oficiais abandonaram as For\u00e7as Armadas para o santu\u00e1rio. Tornava-se uma a\u00e7\u00e3o de massas.<\/p>\n<p>Nos dois anos anteriores estive a trabalhar no movimento antiguerra GI. O r\u00e1pido crescimento do protesto de Honolulu apresentava uma oportunidade de combater o Pent\u00e1gono.<\/p>\n<p>A uma milha de dist\u00e2ncia do Parque da Praia de Waikiki estava o monumento de Diamond Head, uma cratera vulc\u00e2nica e s\u00edmbolo de Honolulu de onde se via toda a ilha de Oahu. Erup\u00e7\u00f5es vulc\u00e2nicas deram lugar a todas as ilhas.<\/p>\n<p>O parque estava cheio de palmeiras e grandes \u00e1rvores Banian, cujos largos troncos se entrela\u00e7avam como serpentes \u00e0 volta de uma coluna central, e suportavam os ramos e as folhas de uma \u00e1rvore. Os civis contra a guerra e os GI procuravam apoio m\u00fatuo.<\/p>\n<p>March\u00e1vamos em paralelo com as praias do Pacifico ao longo de Waikiki Ala Moana, e depois mais duas milhas pelo centro da cidade de Honolulu, sossegada no domingo, para a igreja de Crossroads. Nessa tarde contamos oito membros de servi\u00e7o no santu\u00e1rio. Dormimos todos na igreja.<\/p>\n<p>No dia seguinte soubemos que os Marines negros do Corpo de Marinha pr\u00f3ximo de Kanehoe tinham destru\u00eddo a messe em protesto contra nomea\u00e7\u00f5es privilegiadas e ass\u00e9dio racista. Esta revolta deu outra dimens\u00e3o aos movimentos vulc\u00e2nicos que agitavam as For\u00e7as Armadas.<\/p>\n<p>Um incidente de hor\u00e1rio colocou-me em Oahu. O movimento antiguerra no Havai, iniciado por um estudante na Universidade do Hawai, convidara Andy Stapp, o presidente da Uni\u00e3o de Servidores americanos para falar. A mulher de Stapp, Dreide Grishold, estava prestes a dar \u00e0 luz, e ele enviou-me de Nova Iorque em seu lugar.<\/p>\n<p>A ASU era uma organiza\u00e7\u00e3o antiguerra e antirracista de GIs de baixa gradua\u00e7\u00e3o. Nos meados de 1969 havia cerca de oito mil membros ativos. Dezenas de milhares de GIs liam o seu jornal mensal The Bond.<\/p>\n<p>Eu n\u00e3o tinha o carisma de Stapp para segurar uma audi\u00eancia, nem a sua per\u00edcia com a media. O meu fim era a uni\u00e3o, escrever cartas aos GIs numa m\u00e1quina de escrever manual. Fazendo trabalho de log\u00edstica e circula\u00e7\u00e3o para The Bond. Agora de repente estava nas primeiras linhas e \u00fanico organizador da ASU em servi\u00e7o.<\/p>\n<p>A Resist\u00eancia do Havai e os membros mais velhos da igreja agarravam um tigre pela cauda. O tigre rosnava. O meu trabalho como organizador da ASU era fazer o tigre crescer.<\/p>\n<p>Para os oficiais dos marines em Kaneohe, MCAS, o que as tropas negras faziam era um motim. Para a ASU era um levante correto. A rebeli\u00e3o apresentava um desafio para o movimento anti guerra.<\/p>\n<p>Solidariedade com os marines negros<\/p>\n<p>Poder\u00edamos unir a resist\u00eancia militar na igreja das encruzilhadas com este levante da luta de liberta\u00e7\u00e3o negra que estava percorrer os Estados Unidos em 1969, neste caso junto da base dos marines?<\/p>\n<p>Depois de uma noite a dormir no ch\u00e3o da igreja com uns 50 anti guerra que se sentiriam em casa no concerto de Woodstock uma semana mais tarde, propus que fiz\u00e9ssemos uma demonstra\u00e7\u00e3o de piquete \u00e0s portas de Kanoehe em solidariedade com os marines negros.<\/p>\n<p>Na noite a seguir a este cato simb\u00f3lico, um grupo de marines de Kaneohe trouxe comida que haviam retirado da messe para a igreja para ajudar a alimentar os que estavam em asilo.<\/p>\n<p>Esses marines ainda n\u00e3o queriam arriscar resist\u00eancia aberta e desobedi\u00eancia, mas traziam a ocultas algo que pod\u00edamos p\u00f4r na mesa na igreja.<\/p>\n<p>Talvez a minha vis\u00e3o fosse muito otimista, mas as sementes de uma rebeli\u00e3o alastrada estavam ali, Ao pensar nisso mesmo agora, 47 anos depois, temos de recrear o ambiente de 1969. E temos de saber o que era o centro militar de Oahu.<\/p>\n<p>A FRENTE DE LUTA<\/p>\n<p>J\u00e1 em Janeiro de 1968, a ofensiva da Frente Nacional Vietnamita infundia grandes baixas \u00e0s tropas americanas, desmoralizava os l\u00edderes do governo e come\u00e7ava a virar a popula\u00e7\u00e3o americana contra a guerra. O presidente democrata Lyndon Johnson, identificado com a guerra, foi for\u00e7ado a sair da elei\u00e7\u00e3o de 1968.<\/p>\n<p>Richard Nixon, o novo presidente republicano, prometeu acabar com a guerra. Mas aumentou o n\u00famero de tropas no Vietname at\u00e9 chagar a 543 400 em 30 de Abril de 1969. At\u00e9 essa altura tinham morrido no Vietname 33 641 americanos.<\/p>\n<p>Em Junho de 1969, Nixon anunciou planos para retirar gradualmente as tropas americanas. As for\u00e7as americanas seriam substitu\u00eddas pelo ex\u00e9rcito fantoche do Vietname do Sul num plano conhecido como vietnamiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Entretanto a maioria da popula\u00e7\u00e3o americana virara-se contra a guerra e o movimento antib\u00e9lico tornara-se cada vez maior e mais combativo. Para o movimento anti guerra e os GIs, os passos de Nixon eram lentos demais, curtos demais, e inoperantes demais.<\/p>\n<p>A resist\u00eancia anti guerra crescia tamb\u00e9m nas for\u00e7as armadas. Para os GIs a guerra era um caso de vida ou morte. A hostilidade das tropas crescia de ano a ano. Alguns oficiais do Pent\u00e1gono receavam que a m\u00e1quina de guerra se desmantelasse.<\/p>\n<p>O marine Coronel. Robert Heinl Jr. um historiador militar descreve o caso \u00abJ\u00e1 nos meados de 1969, uma companhia inteira de Brigada de Infantaria Leve sentou-se publicamente no campo de batalha. Mais tarde, outra companhia, da famosa 1.a Divis\u00e3o de Cavalaria do Ar recusou \u2014 na CBS \u2014 seguir um trilho perigoso. (O Colapso das For\u00e7as Armadas, Jornal das For\u00e7as Armadas, Junho 7, 1971]<\/p>\n<p>HAWAI : O PENT\u00c1GONO NO POACIFICO<\/p>\n<p>Desde que em 1893 um levante de plantadores levou \u00e0 anexa\u00e7\u00e3o ilegal da na\u00e7\u00e3o havaiana em 1898, as ilhas e principalmente Oahu t\u00eam sido um centro militar americano no Pacifico.<\/p>\n<p>S\u00e3o 30 milhas de Haleiwa na costa norte de Oahu \u00e0 igreja de Crossroads. Na ilha de floresta tropical densa e praias maravilhosas, est\u00e3o cinco bases americanas do ex\u00e9rcito, marinha, for\u00e7a a\u00e9rea e marines.<\/p>\n<p>Na nossa ida de 30 milhas de Haleiwa para apanhar folhetos, o meu hospedeiro mostrou-me os navios de guerra em Pearl Harbor, que tinham 60 000 marinheiros e pr\u00f3ximo a base a\u00e9rea de Hichkam. Mostrou-me a fenda nas montanhas onde os avi\u00f5es japoneses apareceram atr\u00e1s de um cerrado de nuvens antes de bombardear Peral Harbor em Dezembro de 1941 na batalha das duas pot\u00eancias imperialistas pelo Pacifico.<\/p>\n<p>Seguimos ao longo do auto estrada Kamehameha para o campo de avia\u00e7\u00e3o Wheeler e os quart\u00e9is de Schofield que tinham 15 000 tropas. E depois a leste de Honolulu na costa ventosa de Oahu, estava a base de marines de Kaneohe.<\/p>\n<p>Em 1969, dezenas de milhares de tropas americanas, em que mais de meio milh\u00e3o a fazer servi\u00e7o de um ano no Vietname, estacionavam \u00abem descanso e recrea\u00e7\u00e3o\u00bb no Havai. Se algu\u00e9m quisesse chegar \u00e0s tropas americanas, incluindo as do Vietname, o local para o fazer era Oahu, no Havai.<\/p>\n<p>A Uni\u00e3o de Servidores Americanos tinha la\u00e7os amig\u00e1veis de trabalho com o movimento anti guerra em Honolulu, conhecido com a resist\u00eancia do Havai e enviava-lhes centenas de exemplares do The Bond para distribuir pelas tropas.<\/p>\n<p>A igreja da congrega\u00e7\u00e3o de Crossroads decidiu \u00abfornecer apoio moral e assist\u00eancia a pessoas cuja consci\u00eancia estivesse em conflito com as exig\u00eancias do estado\u00bb, incluindo direito de asilo para os que entrassem em formas n\u00e3o violentas de resist\u00eancia como problema de consci\u00eancia.<\/p>\n<p>QUEBREM-SE AS CADEIAS DA INJUSTI\u00c7A MILITAR<\/p>\n<p>Foi com esse pano de fundo que a resist\u00eancia do Havai anunciou e promoveu a passeata GI-Civis pela paz para Domingo, 10 de Agosto, 1969, para comemorar os massacres at\u00f3micos de Hiroshima e Nagasaki. A Uni\u00e3o americana de Servidores apoiou a a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00abFolhetos a convidar a quebrar as cadeias da injusti\u00e7a militar foram distribu\u00eddos nas bases e em Waikiki e sublinhavam os pedidos da ASU, exigiam uma lei para os GIs, especialmente o direito de recusar ordens de participar na guerra ilegal do Vietname [fontes de notas, \u00e9 o relat\u00f3rio da resist\u00eancia, 1969].<\/p>\n<p>Enquanto o movimento do direito de asilo a aproxima\u00e7\u00e3o da ASU era definir a reuni\u00e3o de GIs na igreja como uma uni\u00e3o. Na vis\u00e3o dos organizadores da ASU nenhuma das a\u00e7\u00f5es do GIs revoltados devia ser considerada ilegal, inconstitucional, nunca tinha sido declarada, e a sua persegui\u00e7\u00e3o significava mais crimes de guerra do Pent\u00e1gono contra o povo vietnamita.<\/p>\n<p>Os GIs eram como quaisquer outros trabalhadores. Que tinham o direito de ir \u00e0 igreja de Crossroads simplesmente como um ato de formar a sua pr\u00f3pria organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Baseada no meu relat\u00f3rio dos primeiros dias a ASU em Nova Iorque, com o apoio do Partido Internacional dos Trabalhadores, enviou uma delega\u00e7\u00e3o de quatro organizadores a Honolulu, incluindo dois soldados da AWOL que se juntaram aos GIs. Eu regressei com relut\u00e2ncia para tarefas de um apoio menos dram\u00e1tico ao The Bond.<\/p>\n<p>Na manha de domingo Agosto 17, os 18 GIs que estavam na igreja receberam uma ova\u00e7\u00e3o estrondosa das 350 pessoas da igreja. Mas os respons\u00e1veis da igreja pareciam chocados por o ato de consci\u00eancia de Parry se ter transformado num confronto aberto com as for\u00e7as armadas americanas.<\/p>\n<p>Os respons\u00e1veis ambivalentes criaram uma morat\u00f3ria contra novos membros para o direito de asilo. Mas o n\u00famero de GIs em asilo cresceu para 35 nas semanas seguintes.<\/p>\n<p>Entretanto, os militares cercaram a igreja com unidades da pol\u00edcia normal e secreta que impediam a entrada dos GIs e prendiam os que deixavam a igreja. A menos que o movimento crescesse seria enfraquecido pelo confinamento constante e tens\u00e3o entre os GIs e os seus apoiantes civis.<\/p>\n<p>Finalmente, em 12 de Setembro, cerca de 40 pol\u00edcias militares irromperam pelos terrenos da igreja, derrubando as portas a pontap\u00e9, incluindo as da igreja. Muitos GIs j\u00e1 tinham escapado. Os pol\u00edcias s\u00f3 encontraram e prenderam oito, mas a a\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia acabou com o direito de asilo.<\/p>\n<p>Nas cinco semanas seguintes, o fim da delega\u00e7\u00e3o da ASU era: Como podemos continuar a expandir este movimento at\u00e9 atingir o total das For\u00e7as Armadas da Europa ocidental ao Vietname? Para seguir nesta dire\u00e7\u00e3o era preciso ter a atitude e a ideologia que provocassem o colapso do ex\u00e9rcito imperialista dos Estados Unidos de um modo positivo e poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Crossroads era outro cap\u00edtulo na luta, mesmo que parecesse ter pouco potencial.<\/p>\n<p>A resist\u00eancia do Havai continuou o seu trabalho com os GIs anti guerra nos seis anos seguintes. John Lewis e Greg Laxer evitaram ser enviados para o Vietname e continuaram a organizar em Fort Dix. Os dois tornaram-se l\u00edderes na ASU.<\/p>\n<p>Susan Steinman, uma aluna da Universidade do Havai, que respondera ao convite da ASU, tornou-se organizadora da ASU havaiana e mais tarde organizadora oficial em Nova Iorque. Depois, tornou-se l\u00edder dos Trabalhadores da Comunica\u00e7\u00e3o, o seu trabalho deu origem \u00e0 uni\u00e3o de 18 000 telefonistas.<\/p>\n<p>Enquanto continuava a bombardear o Vietnam, o Laos e o Camboja nos seis anos seguintes a Administra\u00e7\u00e3o Nixon continuou a retirar as tropas americanas. Em 30 de Abril de 1975, os vietnamitas libertaram o seu pa\u00eds.<\/p>\n<p>http:\/\/www.odiario.info\/sobre-a-resistencia-no-hawai-em\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"John Catalinotto O texto que publicamos \u00e9 um excerto de um cap\u00edtulo do pr\u00f3ximo livro do nosso amigo John Catalinotto: Voltem os canh\u00f5es: \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/12080\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-12080","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c43-imperialismo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-38Q","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12080","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12080"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12080\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12080"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12080"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12080"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}