{"id":1222,"date":"2011-02-18T16:06:11","date_gmt":"2011-02-18T16:06:11","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=1222"},"modified":"2011-02-18T16:06:11","modified_gmt":"2011-02-18T16:06:11","slug":"a-producao-politico-cultural-do-pcb-dos-anos-30-aos-60","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/1222","title":{"rendered":"A produ\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-cultural do PCB dos anos 30 aos 60"},"content":{"rendered":"<p> em sua p\u00e1gina (na Se\u00e7\u00e3o de Cultura) o link ao arquivo do site <a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/capas.htm\" target=\"_blank\">marxists.org<\/a>, que abriga v\u00e1rias edi\u00e7\u00f5es da Revista Problemas, publicadas pelo nosso Partido entre os anos de 1947 e 1956, no auge da Guerra Fria, per\u00edodo marcado pela persegui\u00e7\u00e3o implac\u00e1vel aos comunistas em todo o mundo. A exist\u00eancia da Revista Problemas no per\u00edodo comprova que, apesar da repress\u00e3o, o PCB continuou cultivando uma pr\u00e1tica nascida com sua funda\u00e7\u00e3o e que cresceu, evidentemente, ap\u00f3s a queda do Estado Novo: a difus\u00e3o das suas ideias e resolu\u00e7\u00f5es por interm\u00e9dio de um razo\u00e1vel aparato pol\u00edtico-cultural e de uma imprensa partid\u00e1ria sempre atuante, mesmo que, em diversos momentos, clandestina. Para conhecermos um pouco mais da produ\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-cultural dos comunistas brasileiros em grande parte do s\u00e9culo passado, segue o texto abaixo:<\/strong><\/p>\n<hr size=\"1\" \/>\n<p><strong>A produ\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-cultural do PCB dos anos 30 aos 60<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Ricardo Costa \u2013 Secret\u00e1rio Nacional de Forma\u00e7\u00e3o Pol\u00edtica<\/strong><\/p>\n<p>O aparato pol\u00edtico-cultural do PCB funcionou, ao longo de sua hist\u00f3ria, como importante polo gravitacional do mundo da cultura, com um grau de ades\u00e3o mais ou menos permanente, a depender sempre das circunst\u00e2ncias pol\u00edticas e dos debates internos. Para um partido que viveu a maior parte de sua hist\u00f3ria na clandestinidade, o fato de o seu aparato pol\u00edtico-cultural ter se constitu\u00eddo de maneira expressiva de tempos em tempos, como em 1935, nos anos 1945\/47, 1948\/52 e 1963\/64, comprova o peso da sua inser\u00e7\u00e3o no campo cultural e a capacidade de fazer circular na sociedade os bens simb\u00f3licos produzidos internamente, os quais eram difundidos, principalmente, pela imprensa partid\u00e1ria.<\/p>\n<p>Nos primeiros anos de sua exist\u00eancia, o Partido Comunista teve como seus principais dirigentes os intelectuais Astrojildo Pereira e Oct\u00e1vio Brand\u00e3o, autores de obras difusoras do pensamento marxista e das opini\u00f5es dos comunistas acerca da conjuntura nacional e internacional, al\u00e9m de in\u00fameros artigos publicados nas revistas e jornais mantidos pelo partido ou abertos \u00e0 colabora\u00e7\u00e3o de seus militantes. A linha adotada pelo III Congresso, em favor da proletariza\u00e7\u00e3o do partido, com a estrita subordina\u00e7\u00e3o \u00e0s diretrizes da Internacional Comunista, promoveu a exclus\u00e3o dos intelectuais da dire\u00e7\u00e3o e sua marginaliza\u00e7\u00e3o da vida partid\u00e1ria. O per\u00edodo posterior \u00e0 \u201cRevolu\u00e7\u00e3o de 1930\u201d foi tamb\u00e9m acompanhado por uma forte onda repressiva do Estado contra os movimentos organizados dos trabalhadores, seguissem eles a orienta\u00e7\u00e3o anarco-sindicalista ou a comunista. Paradoxalmente, o PCB conseguiu republicar o jornal <em>A Classe Oper\u00e1ria<\/em>, ao mesmo tempo em que estendia sua influ\u00eancia a parcelas significativas das camadas m\u00e9dias, como estudantes, militares e intelectuais.<\/p>\n<p>Os modernistas Oswald de Andrade e Patr\u00edcia Galv\u00e3o (Pagu) entraram para o partido, e publica\u00e7\u00f5es editadas entre 1931 e 1934, tais como a revista mensal <em>Boletim de Ariel<\/em> (destinada \u00e0 divulga\u00e7\u00e3o e discuss\u00e3o de livros, na qual se travaram debates sobre o socialismo sovi\u00e9tico e a literatura prolet\u00e1ria) e a revista de literatura, arte, economia e ci\u00eancia <em>Esp\u00edrito Novo<\/em> contavam com a colabora\u00e7\u00e3o de nomes vinculados ou pr\u00f3ximos ao partido, como Jorge Amado, Alberto Passos Guimar\u00e3es, Aderbal Jurema, C\u00e2ndido Portinari, An\u00edbal Machado, Raquel de Queiroz, Caio Prado J\u00fanior, Carlos Lacerda, Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral e o j\u00e1 citado Oswald de Andrade, dentre outros.<\/p>\n<p>O auge da influ\u00eancia do PCB na d\u00e9cada em quest\u00e3o se deu em 1935, com a expans\u00e3o das a\u00e7\u00f5es dos comunistas na sociedade, gra\u00e7as, centralmente, \u00e0 sua atua\u00e7\u00e3o no interior da Alian\u00e7a Nacional Libertadora. O partido conseguia acesso a publica\u00e7\u00f5es para militares, in\u00fameros jornais e boletins sindicais e estudantis, al\u00e9m de ter participa\u00e7\u00e3o em v\u00e1rias revistas culturais e de manter tr\u00eas jornais di\u00e1rios (<em>A Manh\u00e3<\/em>, no Rio; <em>A Plateia<\/em>, em S\u00e3o Paulo e <em>Folha do Povo<\/em>, em Recife), nos quais colaboravam o humorista Apar\u00edcio Torelli (o Bar\u00e3o de Itarar\u00e9), o pedagogo An\u00edsio Teixeira, o professor Hermes Lima, o soci\u00f3logo Arthur Ramos, o poeta Jorge de Lima, Rubem Braga, Raquel de Queiroz, Jos\u00e9 Lins do R\u00eago, Oswald de Andrade, Paulo Werneck e Portinari, entre muitos outros.<\/p>\n<p>A repress\u00e3o desencadeada sobre o movimento de 1935 desbaratou a imprensa identificada com os comunistas, mas, em 1937, mesmo sob a ditadura do Estado Novo, era editada a revista <em><strong>Problemas<\/strong><\/em>, de orienta\u00e7\u00e3o nacionalista e antifascista, tratando de temas relativos a economia, pol\u00edtica, literatura, hist\u00f3ria e reunindo diversos intelectuais de esquerda, comunistas ou n\u00e3o: Moacir Werneck de Castro, Fl\u00e1vio de Carvalho, Edison Carneiro, Jo\u00e3o Mangabeira, Proc\u00f3pio Ferreira, Arruda C\u00e2mara, Joel Silveira, Rubem Braga, Oswald de Andrade, etc. Outras publica\u00e7\u00f5es estiveram subordinadas \u00e0 orienta\u00e7\u00e3o do PCB, ainda durante o Estado Novo: a revista <em>Cultura<\/em>, contando com a presen\u00e7a de S\u00e9rgio Milliet, Graciliano Ramos, Monteiro Lobato, al\u00e9m dos nomes j\u00e1 elencados acima; a <em>Revista Prolet\u00e1ria<\/em>, \u00f3rg\u00e3o te\u00f3rico de orienta\u00e7\u00e3o marxista-leninista e de combate ideol\u00f3gico ao trotskismo e ao fascismo; <em>Diretrizes<\/em>; <em>Dom Casmurro<\/em> e a baiana <em>Seiva<\/em>. No plano mais cultural, destacavam-se as revistas <em>Leitura<\/em>, <em>Esfera <\/em>(com a participa\u00e7\u00e3o de Dias da Costa, Jorge Amado, Graciliano e outros) e <em>Continental<\/em>, de car\u00e1ter informativo e voltada a analisar o contexto internacional, al\u00e9m de pregar a linha partid\u00e1ria de defesa da uni\u00e3o nacional. Era comandada pelo dirigente Arm\u00eanio Guedes e tinha, como colaboradores, os tamb\u00e9m comunistas M\u00e1rio Alves, Maur\u00edcio Grabois, Rui Fac\u00f3, \u00c1lvaro Moreyra, dentre outros.<\/p>\n<p>Mas foi no per\u00edodo da redemocratiza\u00e7\u00e3o, a partir de 1945, que o aparato cultural dos comunistas cresceu de forma consider\u00e1vel, por meio de uma ampla cadeia de informa\u00e7\u00e3o que contava com diversos seman\u00e1rios e oito jornais di\u00e1rios distribu\u00eddos propositalmente pelas principais cidades do pa\u00eds (<em>Tribuna Popular<\/em>, depois <em>Imprensa Popular<\/em>, no Rio; <em>Hoje<\/em>, em S\u00e3o Paulo; <em>O Momento<\/em>, Salvador; <em>Tribuna Ga\u00facha<\/em>, Porto Alegre; <em>Folha do Povo<\/em>, Recife; <em>Jornal do Povo<\/em>, Jo\u00e3o Pessoa; <em>Folha Popular<\/em>, Natal, entre muitos outros.), tendo se constitu\u00eddo numa das maiores redes de comunica\u00e7\u00e3o da \u00e9poca, talvez apenas suplantada pelos Di\u00e1rios Associados, do empres\u00e1rio Assis Chateaubriand. A tiragem do <em>Tribuna Popular<\/em>, por exemplo, chegou a atingir entre 30 e 50 mil exemplares nos anos de 1945 e 1946, quando a maior gazeta do Rio alcan\u00e7ava exatamente o n\u00famero de 50 mil jornais impressos.<\/p>\n<p>Era republicada, como \u00f3rg\u00e3o central do partido, <em>A Classe Oper\u00e1ria<\/em>, depois transformada em <em>Voz Oper\u00e1ria<\/em>. O PCB crescia a olhos vistos, reunindo mais de trezentos mil filiados e consolidando-se no meio cultural, fazendo com que in\u00fameros intelectuais passassem a fazer parte de seus quadros ou, no m\u00ednimo, se tornassem simpatizantes: Carlos Drummond de Andrade, Monteiro Lobato, Oscar Niemeyer, Villanova Artigas, An\u00edbel Machado, Dorival Caymmi, N\u00e9lson Pereira dos Santos, Proc\u00f3pio Ferreira, Carlos Scliar, Dalc\u00eddio Jurandir, Jacob Gorender, etc.<\/p>\n<p>Diversas outras publica\u00e7\u00f5es sofreram, na \u00e9poca, a influ\u00eancia dos comunistas, tais como os jornais <em>Momento Feminino<\/em>, <em>Terra Livre<\/em>, <em>Emancipa\u00e7\u00e3o<\/em> (de vi\u00e9s nacionalista) e as revistas <em>Psyke<\/em>, <em>Joaquim<\/em>, <em>Divulga\u00e7\u00e3o Marxista<\/em>, <em>Revista do Povo<\/em> (de conte\u00fado pol\u00edtico, cultural e de variedades) e <em>Literatura<\/em>, esta \u00faltima editada por iniciativa de Astrojildo Pereira, com seu conselho de reda\u00e7\u00e3o composto por \u00c1lvaro Moreyra, An\u00edbal Machado, Arthur Ramos, Graciliano, Manuel Bandeira e Or\u00edgenes Lessa. Para manter todo este aparato, al\u00e9m da venda dos jornais, os militantes organizavam diferentes atividades de finan\u00e7as, traduzidas em campanhas nacionais de arrecada\u00e7\u00e3o de fundos para a chamada imprensa popular: festivais, bailes, exposi\u00e7\u00f5es art\u00edsticas, leil\u00f5es, etc.<\/p>\n<p>Com a cassa\u00e7\u00e3o do PCB em 1947, a repress\u00e3o desferida pelo governo Dutra sobre os comunistas foi respons\u00e1vel pela pris\u00e3o de jornalistas, o empastelamento de diversos jornais partid\u00e1rios e a apreens\u00e3o de muitas das suas tiragens, for\u00e7ando o partido a trocar os nomes de v\u00e1rias das suas publica\u00e7\u00f5es para driblar a persegui\u00e7\u00e3o. O expediente n\u00e3o seria suficiente para evitar a crise vivida pelos comunistas no campo cultural, exacerbada ainda pela linha pol\u00edtica sect\u00e1ria ent\u00e3o abra\u00e7ada como resposta \u00e0 repress\u00e3o, \u00e0 ilegalidade e ao clima hostil da Guerra Fria.<\/p>\n<p>Neste per\u00edodo, passaram a pontificar na imprensa partid\u00e1ria as diretrizes do realismo socialista formuladas pelo dirigente sovi\u00e9tico Zdhanov, como na revista <em><strong>Problemas<\/strong><\/em>, \u00f3rg\u00e3o te\u00f3rico controlado pelo Comit\u00ea Central, sob a dire\u00e7\u00e3o inicial de Carlos Marighella e, depois, de Di\u00f3genes Arruda. Com tiragem m\u00e9dia de oito mil exemplares, a publica\u00e7\u00e3o mensal, que circulou de 1947 a 1956, tinha como objetivo maior a divulga\u00e7\u00e3o do pensamento marxista-leninista, tendo provocado, no \u00faltimo ano de sua exist\u00eancia, a rea\u00e7\u00e3o cr\u00edtica de Astrojildo Pereira, segundo o qual a revista dedicara-se apenas a publicar tradu\u00e7\u00f5es, quase sempre de autores sovi\u00e9ticos, sem jamais ter-se caracterizado como um ve\u00edculo de discuss\u00e3o te\u00f3rica dos problemas brasileiros. Outras publica\u00e7\u00f5es foram igualmente conduzidas a reproduzir a linha do realismo socialista no per\u00edodo, como <em>Para Todos<\/em>, no Rio; <em>Seiva<\/em>, que reaparecia em Salvador; <em>Horizonte<\/em>, em Porto Alegre e <em>Orienta\u00e7\u00e3o<\/em>, em Recife. Dentro da mesma linha editorial, circulou em S\u00e3o Paulo, entre 1948 e 1955, a revista <em>Fundamentos<\/em>, sob responsabilidade de Arm\u00eanio Guedes, Villanova Artigas, Monteiro Lobato, Caio Prado J\u00fanior, entre outros.<\/p>\n<p>Ao final da d\u00e9cada de 1950, em meio \u00e0s discuss\u00f5es internas provocadas pelo processo de \u201cdesestaliniza\u00e7\u00e3o\u201d, artistas e intelectuais ligados ao PCB, com atua\u00e7\u00e3o destacada nos movimentos sociais, formularam, na pr\u00e1tica, as novas diretrizes da pol\u00edtica cultural do partido, num clima de significativa liberdade de a\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de ideias. O Comit\u00ea Cultural foi, no per\u00edodo, o \u00f3rg\u00e3o do PCB respons\u00e1vel por organizar a pr\u00e1tica e as propostas dos militantes comunistas junto ao setor intelectual, art\u00edstico e cultural. No movimento de massas, atuou sobretudo no interior do CPC da UNE, cuja luta por uma cultura nacional-popular casava-se com a estrat\u00e9gia da revolu\u00e7\u00e3o democr\u00e1tico-burguesa. Do CPC fizeram parte nomes que, mais tarde, despontariam como figuras de grande express\u00e3o na cultura brasileira: Oduvaldo Vianna Filho, Ferreira Gullar, Gianfrancesco Guarnieri, Paulo Pontes, Arnaldo Jabor, Carlos Diegues, Carlos N\u00e9lson Coutinho, Leon Hirszman, Carlos Estevam Martins, Jos\u00e9 Carlos Capinam, dentre os quais Vianinha, destacava-se como o principal formulador pol\u00edtico e organizador do grupo.<\/p>\n<p>O PCB tamb\u00e9m exerceu forte influ\u00eancia sobre o Comando dos Trabalhadores Intelectuais (CTI), fundado em outubro de 1963 com o objetivo maior de coordenar os v\u00e1rios campos em que se articulavam lutas pela emancipa\u00e7\u00e3o cultural do pa\u00eds, associadas \u00e0 luta geral pela forma\u00e7\u00e3o de uma frente \u00fanica nacionalista e democr\u00e1tica com as demais for\u00e7as populares. Alex Viany, \u00c1lvaro Vieira Pinto, Barbosa Lima Sobrinho, Dias Gomes, \u00canio Silveira, Jorge Amado, Moacyr F\u00e9lix, N\u00e9lson Werneck Sodr\u00e9, Oscar Niemeyer, Osny Duarte Pereira, dentre outros, integraram a comiss\u00e3o diretora do CTI, em que destacavam-se as figuras de Moacyr F\u00e9lix, eleito seu secret\u00e1rio-geral, e de \u00canio Silveira, cuja editora Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira foi transformada no quartel-general da entidade e no principal ponto de encontro da intelectualidade de esquerda. Quase quatrocentas pessoas, dentre escritores, atores, diretores teatrais, pintores, cineastas, artistas do r\u00e1dio e da TV, arquitetos, cantores e compositores, assinaram a lista de ades\u00e3o ao CTI, que passou a ser visto como um sindicato dos intelectuais, devido \u00e0 proposta de organiza\u00e7\u00e3o do meio cultural e \u00e0 atua\u00e7\u00e3o pol\u00edtica por interm\u00e9dio de manifestos em prol das reformas e mudan\u00e7as sociais.<\/p>\n<p>Antes mesmo que o processo de desestaliniza\u00e7\u00e3o tomasse corpo no interior do PCB, surgiram duas importantes publica\u00e7\u00f5es coordenadas por comunistas, sem que a dire\u00e7\u00e3o nacional do partido tomasse muita participa\u00e7\u00e3o na defini\u00e7\u00e3o das suas linhas editoriais. A revista <em>Brasiliense<\/em>, articulada por Caio Prado J\u00fanior e Elias Chaves Neto, apresentava-se como uma publica\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-cultural de inspira\u00e7\u00e3o marxista e nacionalista, mas independente e cr\u00edtica em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s teses do partido. Tamb\u00e9m com autonomia frente ao aparato partid\u00e1rio, ressurgia <em>Para Todos<\/em>, publicado entre 1956 e 1958 sob a forma de um jornal quinzenal dedicado aos temas culturais e aberto \u00e0 intelectualidade. No seu primeiro ano de exist\u00eancia, cerca de setecentos nomes j\u00e1 haviam escrito para o ve\u00edculo criado por iniciativa de Oscar Niemeyer, Jorge Amado, Alberto Passos Guimar\u00e3es, Moacir Werneck de Castro e James Amado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 0cm 0cm 6pt;\">Por sua vez, a revista <em>Estudos Sociais<\/em> foi criada pela dire\u00e7\u00e3o nacional do PCB em maio-junho de 1958, como uma das delibera\u00e7\u00f5es tomadas com o intuito de redimensionar o papel da imprensa partid\u00e1ria, em meio \u00e0s mudan\u00e7as consolidadas com a Declara\u00e7\u00e3o de mar\u00e7o daquele ano. Com tiragem m\u00e9dia de dois a tr\u00eas mil exemplares at\u00e9 o seu fechamento em 1964, foi, no per\u00edodo indicado, a principal publica\u00e7\u00e3o mantida pelo Comit\u00ea Central voltada a estimular o debate te\u00f3rico acerca dos problemas brasileiros e a incrementar a educa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da milit\u00e2ncia comunista. Teve como diretores respons\u00e1veis Astrojildo Pereira, Arm\u00eanio Guedes e o soci\u00f3logo Jorge Miglioli, que formaram o conselho de reda\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo junto com os jornalistas Fausto Cupertino, Jacob Gorender, M\u00e1rio Alves, Rui Fac\u00f3, o fil\u00f3sofo Leandro Konder e, nas \u00faltimas edi\u00e7\u00f5es, o historiador N\u00e9lson Werneck Sodr\u00e9. Em seus quase seis anos de vida, acolheu a contribui\u00e7\u00e3o de cerca de setenta intelectuais das mais diversas \u00e1reas do conhecimento, totalizando perto de duzentos textos publicados, dentre ensaios, cap\u00edtulos de livros in\u00e9ditos, resenhas, cr\u00edticas de livros e revistas e documentos hist\u00f3ricos. Al\u00e9m dos membros da dire\u00e7\u00e3o partid\u00e1ria e dos intelectuais comunistas mais influentes, como Alberto Passos Guimar\u00e3es e Nelson Werneck Sodr\u00e9, escreveram para a revista importantes figuras do pensamento nacional, como: o autor de <em>Geografia da Fome<\/em>, Josu\u00e9 de Castro, cientista brasileiro que presidiu a FAO (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o); Herm\u00ednio Linhares, pesquisador do movimento oper\u00e1rio; o antrop\u00f3logo baiano Edison Carneiro, pioneiro dos estudos sobre o negro no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 0cm 0cm 6pt;\">No ano seguinte surgia, como \u00f3rg\u00e3o oficial do partido, por conseguinte com um car\u00e1ter mais informativo e propagand\u00edstico do que a revista <em>Estudos Sociais<\/em>, o seman\u00e1rio <em>Novos Rumos<\/em>, encarregado de difundir a interpreta\u00e7\u00e3o da realidade brasileira conforme as formula\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas dominantes entre os comunistas, com vistas a embasar as estrat\u00e9gias de luta pelo poder numa sociedade de capitalismo perif\u00e9rico como a brasileira. Comandado por M\u00e1rio Alves (diretor), Orlando Bonfim Jr. (redator-chefe), Fragmon Carlos Borges (secret\u00e1rio) e contando com Almir Matos, Rui Fac\u00f3, Josu\u00e9 Almeida, Paulo Mota Lima e Maria da Gra\u00e7a Dutra como redatores, o jornal trazia o d\u00edstico \u201cNacionalismo, democracia e socialismo\u201d e propunha-se a integrar a frente nacionalista e democr\u00e1tica, defendendo os interesses do proletariado e baseando-se no marxismo-leninismo. Tamb\u00e9m em 1959, passava a circular a revista <em>Problemas da Paz e do Socialismo<\/em>, praticamente a edi\u00e7\u00e3o nacional de uma publica\u00e7\u00e3o internacional dos partidos comunistas subordinados \u00e0s orienta\u00e7\u00f5es do PC da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica.<\/p>\n<hr size=\"1\" \/>\n<p style=\"text-align: center;\" align=\"center;\"><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/capas.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/titulo_problemas.jpg?resize=619%2C53\" border=\"0\" alt=\"titulo\" width=\"619\" height=\"53\" \/><\/a><\/p>\n<table border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/01\/index.htm\" target=\"_blank\"> <\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_01.jpg?resize=131%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 1\" width=\"131\" height=\"200\" \/><\/p>\n<p> <\/a> <\/p>\n<\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/02\/index.htm\" target=\"_blank\"> <\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_02.jpg?resize=136%2C200\" border=\"0\" alt=\"Capa n\u00ba 2\" width=\"136\" height=\"200\" \/><\/p>\n<p> <\/a> <\/p>\n<\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/03\/index.htm\" target=\"_blank\"> <\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_03.jpg?resize=136%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 3\" width=\"136\" height=\"200\" \/><\/p>\n<p> <\/a> <\/p>\n<\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/04\/index.htm\" target=\"_blank\"> <\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_04.jpg?resize=148%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 4\" width=\"148\" height=\"200\" \/><\/p>\n<p> <\/a> <\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: center;\">\n<td>N\u00ba. 1<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/01\/index.htm\" target=\"_blank\">Agosto 1947<\/a><\/p>\n<\/td>\n<td>N\u00ba. 2<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/02\/index.htm\" target=\"_blank\">Setembro 1947<\/a><\/td>\n<td>N\u00ba. 3<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/03\/index.htm\" target=\"_blank\">Outubro 1947<\/a><\/p>\n<\/td>\n<td>N\u00ba. 4 <\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/04\/index.htm\" target=\"_blank\">Novembro 1947<\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: center;\">\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/05\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_05.jpg?resize=140%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 5\" width=\"140\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/06\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_06.jpg?resize=132%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 6\" width=\"132\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/07\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_07.jpg?resize=137%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 7\" width=\"137\" height=\"200\" \/><\/a> <\/p>\n<\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/12\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_12.jpg?resize=141%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 12\" width=\"141\" height=\"200\" \/><\/a> <\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: center;\">\n<td>N\u00ba. 5<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/05\/index.htm\" target=\"_blank\">Dezembro 1947 <\/a><\/td>\n<td>N\u00ba. 6<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/06\/index.htm\" target=\"_blank\">Janeiro 1948<\/a> <\/p>\n<\/td>\n<td>N\u00ba. 7<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/07\/index.htm\" target=\"_blank\">Fevereiro 1948<\/a> <\/p>\n<\/td>\n<td>N\u00ba. 12<\/p>\n<p> <a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/12\/index.htm\" target=\"_blank\">Julho 1948 <\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: center;\">\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/13\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_13.jpg?resize=136%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 13\" width=\"136\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/14\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_14.jpg?resize=141%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 14\" width=\"141\" height=\"200\" \/><\/a> <\/p>\n<\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/17\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_17.jpg?resize=141%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 17\" width=\"141\" height=\"200\" \/><\/a> <\/p>\n<\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/18\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_18.jpg?resize=137%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 18\" width=\"137\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: center;\">\n<td>N\u00ba. 13<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/13\/index.htm\" target=\"_blank\">Agosto-Setembro 1948<\/a><\/td>\n<td>N\u00ba. 14<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/14\/index.htm\" target=\"_blank\">Outubro 1948<\/a> <\/p>\n<\/td>\n<td>N\u00ba. 17<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/17\/index.htm\" target=\"_blank\">Fevereiro-Mar\u00e7o 1949<\/a><\/td>\n<td>N\u00ba. 18<\/p>\n<p> <a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/18\/index.htm\" target=\"_blank\">Abril-Maio 1949<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: center;\">\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/20\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_20.jpg?resize=146%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 20\" width=\"146\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/21\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_21.jpg?resize=140%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 21\" width=\"140\" height=\"200\" \/><\/a> <\/p>\n<\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/23\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_23.jpg?resize=139%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 23\" width=\"139\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/25\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_25.jpg?resize=139%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 25\" width=\"139\" height=\"200\" \/><\/a> <\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: center;\">\n<td>N\u00ba. 20<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/20\/index.htm\" target=\"_blank\">Agosto-Setembro 1949<\/a><\/p>\n<\/td>\n<td>N\u00ba. 21<\/p>\n<p> <a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/21\/index.htm\" target=\"_blank\">Outubro 1949<\/a><\/td>\n<td>N\u00ba. 23<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/23\/index.htm\" target=\"_blank\">Dezembro 1949<\/a><\/p>\n<\/td>\n<td>N\u00ba. 25<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/25\/index.htm\" target=\"_blank\">Mar\u00e7o-Abril 1950<\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: center;\">\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/26\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_26.jpg?resize=148%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 26\" width=\"148\" height=\"200\" \/><\/a> <\/p>\n<\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/27\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_27.jpg?resize=139%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 27\" width=\"139\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/28\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_28.jpg?resize=140%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 28\" width=\"140\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/29\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_29.jpg?resize=146%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 29\" width=\"146\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: center;\">\n<td>N\u00ba. 26<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/26\/index.htm\" target=\"_blank\">Maio 1950<\/a><\/p>\n<\/td>\n<td>N\u00ba. 27<\/p>\n<p> <a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/27\/index.htm\" target=\"_blank\">Junho 1950<\/a><\/td>\n<td>N\u00ba. 28<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/28\/index.htm\" target=\"_blank\">Julho 1950<\/a><\/p>\n<\/td>\n<td>N\u00ba. 29<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/29\/index.htm\" target=\"_blank\">Ago-Set 1950<\/a> <\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: center;\">\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/30\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_30.jpg?resize=143%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 30\" width=\"143\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/32\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_32.jpg?resize=138%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 32\" width=\"138\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/36\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_36.jpg?resize=148%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 36\" width=\"148\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/37\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_37.jpg?resize=143%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 37\" width=\"143\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: center;\">\n<td>N\u00ba. 30<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/30\/index.htm\" target=\"_blank\">Out 1950<\/a><\/td>\n<td>N\u00ba. 32<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/32\/index.htm\" target=\"_blank\">Jan-Fev 1951<\/a><\/td>\n<td>N\u00ba. 36<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/36\/index.htm\" target=\"_blank\">Set-Out 1951<\/a><\/p>\n<\/td>\n<td>N\u00ba. 37<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/37\/index.htm\" target=\"_blank\">Nov-Dez 1951<\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: center;\">\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/38\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_38.jpg?resize=141%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 38\" width=\"141\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/39\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_39.jpg?resize=139%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 39\" width=\"139\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/40\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_40.jpg?resize=136%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 40\" width=\"136\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/45\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_45.jpg?resize=139%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa\" width=\"139\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: center;\">\n<td>N\u00ba. 38<\/p>\n<p> <a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/38\/index.htm\" target=\"_blank\">Jan-Fev 1952<\/a><\/td>\n<td>N\u00ba. 39<\/p>\n<p> <a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/39\/index.htm\" target=\"_blank\">Mar-Abr 1952<\/a><\/td>\n<td>N\u00ba. 40<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/40\/index.htm\" target=\"_blank\">Mai-Jun 1952<\/a><\/td>\n<td>N\u00ba. 45<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/45\/index.htm\" target=\"_blank\">Mar-Abr 1953<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: center;\">\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/46\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_46.jpg?resize=150%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 46\" width=\"150\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/47\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_47.jpg?resize=144%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 47\" width=\"144\" height=\"200\" \/><\/a> <\/p>\n<\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/48\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_48.jpg?resize=142%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 48\" width=\"142\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/49\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_49.jpg?resize=140%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 29\" width=\"140\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: center;\">\n<td>N\u00ba. 46<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/46\/index.htm\" target=\"_blank\">Mai-Jun 1953<\/a><\/td>\n<td>N\u00ba. 47<\/p>\n<p> <a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/47\/index.htm\" target=\"_blank\">Julho 1953<\/a><\/td>\n<td>N\u00ba. 48<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/48\/index.htm\" target=\"_blank\">Agosto 1953<\/a> <\/p>\n<\/td>\n<td>N\u00ba. 49<\/p>\n<p> <a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/49\/index.htm\" target=\"_blank\">Setembro 1953<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: center;\">\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/50\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_50.jpg?resize=137%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 50\" width=\"137\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/52\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_52.jpg?resize=141%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 52\" width=\"141\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/57\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_57.jpg?resize=142%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 57\" width=\"142\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/58\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_58.jpg?resize=140%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 58\" width=\"140\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: center;\">\n<td>N\u00ba. 50<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/50\/index.htm\" target=\"_blank\">Outubro 1953<\/a><\/td>\n<td>N\u00ba. 52<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/52\/index.htm\" target=\"_blank\">Dezembro 1953<\/a><\/td>\n<td>N\u00ba. 57<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/57\/index.htm\" target=\"_blank\">Maio 1954<\/a><\/td>\n<td>N\u00ba. 58<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/58\/index.htm\" target=\"_blank\">Jun 1954<\/a> <\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: center;\">\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/63\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_63.jpg?resize=140%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 63\" width=\"140\" height=\"200\" \/><\/a> <\/p>\n<\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/64\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_64.jpg?resize=140%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 64\" width=\"140\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/68\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_68.jpg?resize=145%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa n\u00ba 68\" width=\"145\" height=\"200\" \/><\/a><\/td>\n<td><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/73\/index.htm\" target=\"_blank\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/img\/tn_capa_73.jpg?resize=143%2C200\" border=\"0\" alt=\"capa_73\" width=\"143\" height=\"200\" \/><\/a> <\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: center;\">\n<td>N\u00ba. 63<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/63\/index.htm\" target=\"_blank\">Novembro 1954<\/a><\/td>\n<td>N\u00ba. 64<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/64\/index.htm\" target=\"_blank\">Dez 1954 a Fev 1955<\/a><\/td>\n<td>N\u00ba. 68<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/68\/index.htm\" target=\"_blank\">Julho 1955<\/a> <\/p>\n<\/td>\n<td>N\u00ba. 73<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marxists.org\/portugues\/tematica\/rev_prob\/73\/index.htm\">Mar a Jun 1956<\/a> <\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\nCr\u00e9dito: Marxists.org\n\n\n\n\n\n\n\n\nO PCB passa a disponibilizar \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/1222\"> 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