{"id":12526,"date":"2016-11-01T22:11:28","date_gmt":"2016-11-02T01:11:28","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=12526"},"modified":"2016-11-26T15:31:40","modified_gmt":"2016-11-26T18:31:40","slug":"entrevista-especial-com-pavel-blanco-primeiro-secretario-do-partido-comunista-de-mexico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/12526","title":{"rendered":"Entrevista especial com Pavel Blanco, Primeiro Secretario do Partido Comunista de M\u00e9xico"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/icp.sol.org.tr\/sites\/default\/files\/mkppavel1.jpg?w=747&#038;ssl=1\" alt=\"imagem\" \/>Entrevista especial com Pavel Blanco, Primeiro Secretario do Partido Comunista de M\u00e9xico, para a Internationalcommunist Press<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 imperialismo menos mau, todos significam explora\u00e7\u00e3o, rapina, saque, guerra, morte<!--more--><\/p>\n<p>Importante entrevista do 1\u00ba Secret\u00e1rio do PCM, em que aborda as dif\u00edceis condi\u00e7\u00f5es de luta no seu pa\u00eds &#8211; incluindo a viol\u00eancia paramilitar &#8211; a situa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores mexicanos nos EUA, o car\u00e1cter insepar\u00e1vel da luta antimonopolista e anti-imperialista, o esfor\u00e7o de, dia a dia, construir o partido revolucion\u00e1rio.<\/p>\n<p>ICP: Nos \u00faltimos anos a viol\u00eancia no M\u00e9xico, seja a relacionada com os grupos narcotraficantes ou seja a que parte da clara actividade paramilitar, contra as for\u00e7as, organiza\u00e7\u00f5es e pessoas progressistas e sobretudo comunistas, vem aumentando de forma \u00f3bvia. O seu Partido, o PCM, sofreu tamb\u00e9m ataques por parte destas for\u00e7as paramilitares; quais s\u00e3o as causas objectivas desta onda de viol\u00eancia e quais s\u00e3o e ser\u00e3o as consequ\u00eancias desta situa\u00e7\u00e3o no quadro da luta de classes na perspectiva da classe oper\u00e1ria? E ainda, qual \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o desta situa\u00e7\u00e3o com o imperialismo estado-unidense, que nunca deixou de marcar presen\u00e7a no M\u00e9xico?<\/p>\n<p>Pavel Blanco: Em primeiro lugar uma sauda\u00e7\u00e3o muito fraterna a este meio informativo do Partido Comunista de Turquia, com o qual estamos irmanados e com quem compartilhamos trincheiras comuns para o reagrupamento revolucion\u00e1rio do movimento comunista internacional. Aproveitamos para reiterar a nossa solidariedade face aos acontecimentos pol\u00edticos que convulsionam a luta de classes nesse pa\u00eds.<br \/>\nNo M\u00e9xico pode demonstrar-se literalmente aquilo que Marx exprimia acerca do capitalismo jorrar lodo e sangue por todos os seus poros. A onda de viol\u00eancia que nos atinge, com mais de 200.000 mortos em 10 anos, n\u00e3o \u00e9 uma falha do sistema mas a consequ\u00eancia l\u00f3gica do capitalismo que \u00e9 barb\u00e1rie, terror, incerteza, fome, morte. A chamada guerra do narcotr\u00e1fico, na qual o Estado mexicano est\u00e1 directamente envolvido, \u00e9 um processo de rearruma\u00e7\u00e3o de mercados, rotas, parceiros, para o controlo desse neg\u00f3cio, que al\u00e9m do mais se branqueia rapidamente com os investimentos financeiros, imobili\u00e1rios e tamb\u00e9m produtivos, e referimo-nos n\u00e3o s\u00f3 \u00e0 agro-ind\u00fastria, mas tamb\u00e9m a ramos como a metalomec\u00e2nica, a siderurgia, e a ind\u00fastria extractiva. \u00c9 pois um processo de amplia\u00e7\u00e3o da acumula\u00e7\u00e3o, um novo ramo da economia que tem rapidamente reflexos na pol\u00edtica, com dinheiros que compram partidos, candidatos, ou funcion\u00e1rios j\u00e1 eleitos, presidentes de munic\u00edpios, deputados, senadores, governadores, e que influem fortemente na Presid\u00eancia da Rep\u00fablica.<\/p>\n<p>E nesta direc\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio semear o terror, desmobilizar, imobilizar, para evitar qualquer possibilidade de protesto e oposi\u00e7\u00e3o ao desapossamento de terras e territ\u00f3rios, evitar a organiza\u00e7\u00e3o sindical ou popular para impedir os processos de sobreexplora\u00e7\u00e3o.<br \/>\nE muito significativo que seja impulsionado um deslocamento de popula\u00e7\u00e3o que dizima cidades como Ciudad Ju\u00e1rez ou deixa desertos povoados e territ\u00f3rios, como em Tamaulipas e, paradoxalmente, depois de os habitantes terem sido expulsos e terem arrematado as suas habita\u00e7\u00f5es e terrenos, nessas zonas terem sido encontrados novos po\u00e7os petrol\u00edferos ou zonas mineiras.<\/p>\n<p>As organiza\u00e7\u00f5es populares sofrem tal terrorismo de Estado, como o sofrem as express\u00f5es classistas dos trabalhadores da educa\u00e7\u00e3o, a Federaci\u00f3n de Estudiantes Campesinos Socialista de M\u00e9xico (\u00e0 qual pertencem os 43 estudantes desaparecidos de Ayotzinapa) e evidentemente o PCM, j\u00e1 que cinco camaradas, entre os quais Raymundo Vel\u00e1zquez que era o Secretario Pol\u00edtico nessa regi\u00e3o, foram assassinados em Guerrero por se oporem \u00e0 presen\u00e7a de mineiras canadianas, ou o camarada Enrique L\u00f3pez, membro do nosso Comit\u00e9 Central, actualmente desaparecido em Tamaulipas; al\u00e9m de v\u00e1rios presos, bem como camaradas sujeitos a processos judiciais. Queremos esclarecer que consideramos isto como consequ\u00eancia de ter uma posi\u00e7\u00e3o espec\u00edfica na luta de classes, ou seja de lutar pela Revolu\u00e7\u00e3o, porque s\u00f3 aqueles que n\u00e3o fazem nada est\u00e3o fora da possibilidade de sofrer golpes.<\/p>\n<p>\u00c9 verdade que o centro imperialista norte-americano tem grandes interesses, e que foi quem promoveu desde finais dos anos 70 as opera\u00e7\u00f5es do narco no M\u00e9xico, em concerta\u00e7\u00e3o com grupos colombianos, para financiar a luta contra a insurg\u00eancia em Nicar\u00e1gua e outros pa\u00edses da Am\u00e9rica Central, isso n\u00e3o \u00e9 segredo, mas tamb\u00e9m h\u00e1 que sublinhar a presen\u00e7a de capitais chineses, que se apropriaram do importante porto de L\u00e1zaro C\u00e1rdenas Michoac\u00e1n, onde \u00e9 conhecido que intercambiam a\u00e7o por qu\u00edmicos necess\u00e1rios para o processamento da mat\u00e9ria-prima em droga.<\/p>\n<p>Queremos deter-nos nesta quest\u00e3o que \u00e9 te\u00f3rica e pr\u00e1tica: no M\u00e9xico, e poder\u00edamos assegurar que em quase toda a Am\u00e9rica Latina, identifica-se o imperialismo com o imperialismo norte-americano, o que gera graves problemas estrat\u00e9gicos e erros pol\u00edticos constantes. No PCM fazemos a avalia\u00e7\u00e3o de que o imperialismo \u00e9 a fase actual do capitalismo e que se caracteriza por ser um capitalismo dos monop\u00f3lios, o que significa que para n\u00f3s o imperialismo n\u00e3o \u00e9 apenas algo exterior, mas tamb\u00e9m interior. Fala-se do imperialismo norte-americano e esquece-se o combate contra o centro imperialista da UE, ou contra o acordo inter-imperialista que R\u00fassia e China articulam, e chega-se a ver com simpatia outros acordos inter-estatais entre economias capitalistas, como o MERCOSUR. Para n\u00f3s a luta anti-imperialista n\u00e3o \u00e9 anti norte americanismo, mas antimonopolismo, e passa por confrontar os monop\u00f3lios do nosso pa\u00eds e qualquer centro imperialista, n\u00e3o h\u00e1 imperialismo menos mau, todos significam explora\u00e7\u00e3o, rapina, saque, guerra, morte.<\/p>\n<p>ICP: H\u00e1 milh\u00f5es de cidad\u00e3os do M\u00e9xico e descendentes de Mexicanos nos Estados unidos, a sua imensa maioria \u00e9 parte da classe trabalhadora do referido pa\u00eds. Os Estados Unidos nunca foram um exemplo de integra\u00e7\u00e3o e aceita\u00e7\u00e3o mas nos \u00faltimos anos a xenofobia aumenta de forma importante nos Estados Unidos, e os Mexicanos como maior grupo imigrante dos Estados Unidos encontram-se sob uma forte repress\u00e3o. Que opini\u00e3o t\u00eam acerca da presen\u00e7a e papel dos trabalhadores Mexicanos na luta da classe oper\u00e1ria nos EUA e do car\u00e1cter de classe da xenofobia nos EUA?<\/p>\n<p>PB: H\u00e1 cerca de 20 milh\u00f5es de trabalhadores mexicanos ou de origem mexicana nos EUA, e aumentam dia ap\u00f3s dia e ano ap\u00f3s ano; \u00e9 nosso dever contribuir para a sua consciencializa\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o; durante o processo da Revolu\u00e7\u00e3o democr\u00e1tico-burguesa do s\u00e9culo anterior os trabalhadores mexicanos nos EUA foram um basti\u00e3o da luta anti ditatorial que apoiava pol\u00edtica e financeiramente as for\u00e7as revolucion\u00e1rias do nosso pa\u00eds; o fen\u00f3meno migrat\u00f3rio disparou com a Segunda Guerra Mundial e, conforme a necessidade de m\u00e3o de obra, a fronteira norte-americana e os mecanismos anti-imigrantes flexibilizam-se ou endurecem; de tempos a tempos recrudesce a xenofobia, o racismo, n\u00e3o s\u00f3 contra os trabalhadores de origem mexicana, mas contra os de todas as nacionalidades que por raz\u00f5es econ\u00f3micas arriscam a sua vida para a\u00ed procurar trabalho.<\/p>\n<p>\u00c9 um dever do PCM, que estamos a cumprir, lutar por organizar os trabalhadores mexicanos para apoiar o processo revolucion\u00e1rio no nosso pa\u00eds e tamb\u00e9m para intervir na luta de classes, pelos seus direitos e reivindica\u00e7\u00f5es juntamente com os trabalhadores norte-americanos e de outras nacionalidades que s\u00e3o explorados nos EUA. Isso passa por contar com estrutura partid\u00e1ria nas fronteiras, o que vamos avan\u00e7ando, e por come\u00e7ar a ter c\u00e9lulas do PCM entre os trabalhadores mexicanos nos EUA.<br \/>\n\u00c9 claro que o car\u00e1cter de classe do racismo \u00e9 um dos pilares ideol\u00f3gicos da domina\u00e7\u00e3o imperialista, que ataca todos os trabalhadores.<\/p>\n<p>ICP: Donald Trump j\u00e1 \u00e9 oficialmente o candidato republicano \u00e0s elei\u00e7\u00f5es presidenciais, \u00e9 conhecido pela sua ret\u00f3rica anti imigra\u00e7\u00e3o, anti oper\u00e1ria e muito claramente racista, em particular em rela\u00e7\u00e3o aos Mexicanos. O que \u00e9 que espera os trabalhadores Mexicanos nos EUA se Donald Trump \u00e9 eleito, e a mesma pergunta tamb\u00e9m para a classe oper\u00e1ria nativa no M\u00e9xico?<\/p>\n<p>PB: Ganhe a senhora Clinton, ou ganhe Trump, perdem os trabalhadores norte-americanos e os de outras nacionalidades que integram a m\u00e3o de obra imigrante. Trump parece um espantalho que est\u00e1 destinado a expressar: \u201cvote pelo mal menor, vote pelos democratas\u201d; o que consideramos uma posi\u00e7\u00e3o muito perigosa; democratas ou republicanos, os partidos burgueses dos EUA praticam uma pol\u00edtica que \u00e9 funcional para o imperialismo. J\u00e1 vimos derrubar-se o mito de que era um sistema s\u00f3 para brancos, e a administra\u00e7\u00e3o Obama revelou-se t\u00e3o belicista, t\u00e3o agressiva, que n\u00e3o tem nada a invejar ao seu predecessor Bush; estamos seguros que veremos derrubar-se o mito de que com uma mulher \u00e0 frente dos EUA o mundo iria melhor: ilus\u00f5es, puras ilus\u00f5es.<br \/>\nNem a Clinton, nem Trump, e lamentamos a equivocada pol\u00edtica do PC dos EUA, que navega com a bandeira oportunista de escolher o mal menor. Qualquer que ganhe ser\u00e1 um inimigo jurado dos trabalhadores dos EUA e dos povos do Mundo.<\/p>\n<p>ICP: A viol\u00eancia e a repress\u00e3o aumentam, mas tamb\u00e9m vemos que a resist\u00eancia das for\u00e7as progressistas e dos comunistas crescem igualmente em n\u00fameros e em for\u00e7a no M\u00e9xico e que h\u00e1 um vis\u00edvel potencial revolucion\u00e1rio na realidade Mexicana. Quais s\u00e3o os desafios, as oportunidades e o potencial da pol\u00edtica revolucion\u00e1ria no M\u00e9xico?<br \/>\nPB: Assim \u00e9, a luta de classes intensifica-se, e o conflito socio classista est\u00e1 presente, \u00e9 evidente. O antagonismo capital\/trabalho marca os ritmos, sobretudo com as chamadas reformas estruturais que o Estado mexicano aplicou, consistindo em medidas para desvalorizar o trabalho e procurar a estabilidade do sistema a meio da crise econ\u00f3mica.<br \/>\nN\u00f3s consideramos maduras as condi\u00e7\u00f5es para um processo revolucion\u00e1rio, que segundo as nossas aprecia\u00e7\u00f5es ter\u00e1 uma natureza anticapitalista, antimonopolista e pelo socialismo-comunismo. Consideramos que \u00e9 de momento um grande obst\u00e1culo o desencontro entre as bases objectivas, os limites do capitalismo e as condi\u00e7\u00f5es subjectivas que est\u00e3o em atraso; por isso desde o V Congresso do PCM estamos a trabalhar em duas direc\u00e7\u00f5es para resolver esta quest\u00e3o: construir um forte movimento oper\u00e1rio e sindical classista e o pr\u00f3prio desenvolvimento partid\u00e1rio nas principais zonas estrat\u00e9gicas da economia.<\/p>\n<p>Estamos conscientes de que sem um partido comunista forte nenhum processo revolucion\u00e1rio ter\u00e1 possibilidades de triunfar.<\/p>\n<p>H\u00e1 outras for\u00e7as revolucion\u00e1rias ou anticapitalistas em M\u00e9xico, mas nenhuma coloca o centro da sua actividade no proletariado; no PCM insistimos em que ser\u00e1 a classe oper\u00e1ria o epicentro da transforma\u00e7\u00e3o revolucionaria, \u00e9 essa a nossa vantagem.<br \/>\nUmas palavras sobre um ingrediente necess\u00e1rio dos processos revolucion\u00e1rios: a unidade. N\u00f3s n\u00e3o a vemos como a simples soma de organiza\u00e7\u00f5es, mas como unidade de classe; para isso trabalhamos, lutando cada dia em cada local de trabalho.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/icp.sol.org.tr\/node\/287\" target=\"_blank\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=pt-BR&amp;q=http:\/\/icp.sol.org.tr\/node\/287&amp;source=gmail&amp;ust=1478134782614000&amp;usg=AFQjCNFG0gK_3s8DbTfzDXgoCbgdHBY5hg\">http:\/\/icp.sol.org.tr\/node\/<wbr \/>287<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Entrevista especial com Pavel Blanco, Primeiro Secretario do Partido Comunista de M\u00e9xico, para a Internationalcommunist Press N\u00e3o h\u00e1 imperialismo menos mau, todos significam \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/12526\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":true,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[37],"tags":[],"class_list":["post-12526","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c42-comunistas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-3g2","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12526","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12526"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12526\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12526"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12526"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12526"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}