{"id":12679,"date":"2016-11-22T21:26:15","date_gmt":"2016-11-23T00:26:15","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=12679"},"modified":"2016-12-02T21:42:00","modified_gmt":"2016-12-03T00:42:00","slug":"o-inevitavel-fracasso-da-atual-politica-economica-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/12679","title":{"rendered":"O Inevit\u00e1vel Fracasso da Atual Pol\u00edtica Econ\u00f4mica Brasileira"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.criticadaeconomia.com.br\/public\/uploads\/noticias\/o-inevitavel-fracasso-da-atual-politica-economica-brasileira.jpg?w=747\" alt=\"imagem\" \/>Por Fernando Grossman e Jos\u00e9 Martins, da reda\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A atual pol\u00edtica econ\u00f4mica da burguesia brasileira padece de um claro defeito gen\u00e9tico. \u00c9 tecnicamente equivocada na forma de combater os desequil\u00edbrios das contas p\u00fablicas que ela mesma se<!--more--> prop\u00f5e a resolver. N\u00e3o se trata aqui de lam\u00farias morais de se condenar os ataques sobre os mais pobres, aumento da mis\u00e9ria, etc. \u2013 essas coisas perfeitamente rotineiras no regime capitalista. Esses ataques de pauperiza\u00e7\u00e3o absoluta da popula\u00e7\u00e3o s\u00e3o permanentes em qualquer pa\u00eds do atual mundo capitalista. E o problema que queremos tratar n\u00e3o diz respeito \u00e0s desigualdades sociais e nem \u00e0 mera reparti\u00e7\u00e3o do produto.<\/p>\n<p>Acontece que a \u00eanfase do governo brasileiro em cortar apenas despesas correntes \u2013 sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o e outras \u00e1reas sociais \u2013 al\u00e9m de direitos de aposentados e assalariados, etc., s\u00e3o quantitativamente insignificantes, em termos macroecon\u00f4micos, capitalistas, para o ajuste fiscal que os t\u00e9cnicos da protoburguesia brasileira procuram implementar. Apenas matar mais pobres do que eles est\u00e3o acostumados n\u00e3o vai reequilibrar suas contas p\u00fablicas. S\u00f3 vai agravar.<\/p>\n<p><strong>A \u00fanica pol\u00edtica econ\u00f4mica capaz<\/strong>de promover quantidades significativas e suficientes de economias para a recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o e, consequentemente, o reequil\u00edbrio das contas p\u00fablicas brasileiras em curto per\u00edodo de tempo (isso \u00e9 importante) \u00e9 uma decidida eutan\u00e1sia dos rentistas. Quase metade dos gastos p\u00fablicos destina-se ao pagamento de juros e amortiza\u00e7\u00e3o da d\u00edvida bruta da Uni\u00e3o. Como esse danoso parasitismo poderia ser cortado? Em primeir\u00edssimo lugar, concentrar os cortes sobre as despesas financeiras, via profundo corte da taxa b\u00e1sica de juros (Selic). Cada corte de 2 pontos percentuais nesta \u00faltima equivaleria anualmente, em termos relativos, a um ano das economias geradas pela PEC 55. Essa soma relativa de economias geradas pela simples redu\u00e7\u00e3o de 2% da Selic leva em conta a soma de recursos gerada diretamente pela diminui\u00e7\u00e3o do gasto com juros e, indiretamente, pelo aumento das receitas fiscais da decorrente e imediata eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel de atividade da economia. Outra vantagem da redu\u00e7\u00e3o dos juros em lugar do teto de gastos sociais \u00e9 que a primeira economizar\u00e1 recursos fiscais imediatamente e o congelamento dos gastos de despesas sociais correntes s\u00f3 far\u00e1 efeito (se fizer, o que \u00e9 altamente imprevis\u00edvel) no m\u00e9dio e longo prazo. A redu\u00e7\u00e3o dos juros n\u00e3o precisa nem passar pela vol\u00favel e cada vez mais cara \u201cbase aliada\u201d do Congresso.<\/p>\n<p>\u00c9 esse tipo de pol\u00edtica econ\u00f4mica ativa de redu\u00e7\u00e3o das taxas de juro \u2013 e concomitante aumento das despesas p\u00fablicas com investimentos em obras de infraestrutura, etc. \u2013 que ocorre atualmente no resto do mundo, principalmente nas economias centrais. Sem desiquilibrar as contas p\u00fablicas e, muito menos, provocar infla\u00e7\u00e3o.\u00a0 Importante: n\u00e3o h\u00e1 nenhuma justificativa t\u00e9cnica \u2013 a n\u00e3o ser pol\u00edtica, claro \u2013 para essa modalidade inteligente de pol\u00edtica monet\u00e1ria n\u00e3o ser aplicada tamb\u00e9m no Brasil. Essa profilaxia financeira do setor p\u00fablico, que verificamos com a hip\u00f3tese acima de redu\u00e7\u00e3o da Selic, destravaria no pa\u00eds os circuitos de cr\u00e9dito e levaria a uma recupera\u00e7\u00e3o, mesmo que pequena, mas positiva, da produ\u00e7\u00e3o industrial e do produto nacional (PIB). \u00c9 a expans\u00e3o da economia que, aumentando as receitas fiscais, possibilita a redu\u00e7\u00e3o do d\u00e9ficit p\u00fablico. E n\u00e3o o contr\u00e1rio. Travar o crescimento econ\u00f4mico \u2013 via elevada taxa b\u00e1sica de juro \u2013 para reduzir o d\u00e9ficit p\u00fablico provoca inevitavelmente a sua eleva\u00e7\u00e3o. \u00c9 isso que ocorre com a atual pol\u00edtica econ\u00f4mica brasileira, iniciada com Levy e Barbosa (governo Dilma) e meramente continuada com Meireles (governo Temer). Mudam as moscas mas a moeda continua a mesma.<\/p>\n<p>As taxas b\u00e1sicas pr\u00f3ximas de zero, ou mesmo abaixo, em termos reais, nos EUA, Europa, Jap\u00e3o e demais economias com moeda convers\u00edvel (moeda forte) ocorrem devido \u00e0 profunda defla\u00e7\u00e3o que toma conta do mercado mundial. Essa defla\u00e7\u00e3o mundial dos pre\u00e7os enfraquece a produ\u00e7\u00e3o industrial das diversas economias nacionais e reduz como nunca, nos \u00faltimos setenta anos, valor e volume de mercadorias trocadas no com\u00e9rcio internacional.<\/p>\n<p><strong>Essa defla\u00e7\u00e3o global<\/strong>j\u00e1 aparece concretamente tamb\u00e9m no Brasil. N\u00e3o apenas nos pre\u00e7os de exporta\u00e7\u00e3o e de importa\u00e7\u00e3o, como tamb\u00e9m, de maneira mais do que vis\u00edvel, nos \u00edndices de pre\u00e7os de produ\u00e7\u00e3o (ou de atacado). \u00c9 esse movimento que impacta tamb\u00e9m nos \u00edndices de pre\u00e7os ao consumidor (IPCA). \u00c9 por isso que este \u00faltimo est\u00e1 em r\u00e1pida queda neste ano. Deve fechar o ano pr\u00f3ximo de 7% e cair para as proximidades de 4% no pr\u00f3ximo ano. A Cr\u00edtica da Economia foi a primeira a antecipar essa forte tend\u00eancia de queda da infla\u00e7\u00e3o no Brasil. Vide, dentre outras nossas publica\u00e7\u00f5es a respeito, <a href=\"http:\/\/www.criticadaeconomia.com.br\/public\/uploads\/noticias\/deflacao-a-estranha-doenca-desembarca-na-economia-brasileira-e-a-protoburguesia-festeja.pdf\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=pt-BR&amp;q=http:\/\/www.criticadaeconomia.com.br\/public\/uploads\/noticias\/deflacao-a-estranha-doenca-desembarca-na-economia-brasileira-e-a-protoburguesia-festeja.pdf&amp;source=gmail&amp;ust=1479946448762000&amp;usg=AFQjCNFOnPzJJRUGVnBdozX33mUVRN0Efw\">nosso boletim semanal<\/a> de Maio deste ano que justifica te\u00f3rica e praticamente aquela nossa previs\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 exatamente neste forte movimento de queda da infla\u00e7\u00e3o no Brasil que nos defrontamos agora com um dos maiores crimes da pol\u00edtica macroecon\u00f4mica brasileira. Enquanto o Banco Central do Brasil mant\u00e9m a <strong>taxa nominal de juros<\/strong> de 14% praticamente congelada nos \u00faltimos 24 meses \u2013 a taxa mais elevada do mundo \u2013\u2013 a taxa de infla\u00e7\u00e3o j\u00e1 caiu mais de 3% em 2016. Isso quer dizer que a <strong>taxa real de juros<\/strong> (taxa nominal menos taxa de infla\u00e7\u00e3o) subiu absurdos 3% neste ano. No final do ano passado essa taxa era de aproximadamente 4%, neste final de 2016 j\u00e1 alcan\u00e7a 7%. Isso \u00e9 inimagin\u00e1vel em qualquer lugar do mundo. Uma imensa jabuticaba, s\u00f3 d\u00e1 no Brasil. \u00c9 um disparate econ\u00f4mico (te\u00f3rico e pr\u00e1tico) principalmente no atual quadro deflacion\u00e1rio global.<\/p>\n<p><strong>O atual presidente do Banco Central do Brasil<\/strong>, Sr. Ilan Goldfajn, respons\u00e1vel pela defini\u00e7\u00e3o do n\u00edvel da Selic \u00e9 um dos donos do Banco Ita\u00fa. Foi nomeado para este cargo para defender n\u00e3o s\u00f3 os interesses do seu banco, mas os de todos os parasitas do pa\u00eds. O faz da maneira mais dissimulada poss\u00edvel. Ao mesmo tempo em que, com a maior cara de pau do mundo, se vangloria da r\u00e1pida queda da infla\u00e7\u00e3o \u2013 como se isso fosse obra da sua eficient\u00edssima pol\u00edtica monet\u00e1ria, afirmando que no pr\u00f3ximo ano ela deve convergir para a meta da infla\u00e7\u00e3o do governo de 4.5% \u2013 o Sr. Goldfajn n\u00e3o d\u00e1 nenhuma indica\u00e7\u00e3o de quando vai rebaixar significativamente a super lucrativa taxa b\u00e1sica de juros real com a qual seu banco e os demais trinta milh\u00f5es de parasitas da na\u00e7\u00e3o pa\u00eds (e de outros tantos do exterior, <em>off course<\/em>) extorquem diariamente da d\u00edvida p\u00fablica e entesouram em seus cofres privados.<\/p>\n<p>Afinal, as maiores taxas de juros do mundo (nominais e reais) s\u00f3 poderiam ser justificadas em uma conjuntura de forte eleva\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o, grave crise cambial, etc. Como vimos, nada disso est\u00e1 ocorrendo. Muito pelo contr\u00e1rio. Mas o diretor do Banco Ita\u00fa, quer dizer, do Banco Central, diz em repetidas entrevistas coletivas que s\u00f3 vai pensar nesta possibilidade de reduzir mais intensamente a Selic depois que o Congresso nacional aprovar a PEC 55 (tamb\u00e9m conhecida como a PEC da morte) de congelamento real das despesas correntes por vinte anos, a reforma da Previd\u00eancia de redu\u00e7\u00e3o dos direitos e congelamento radical dos benef\u00edcios correntes e, pasme-se, a reforma trabalhista de enxugamento geral dos direitos trabalhistas \u2013 jornada legal de trabalho, acordo coletivo, indeniza\u00e7\u00f5es, f\u00e9rias, 13\u00ba sal\u00e1rio, FGTS, etc.<\/p>\n<p>Quer dizer: o Sr. Goldfajn se utiliza da sua suja pol\u00edtica monet\u00e1ria para chantagear a na\u00e7\u00e3o a aceitar as criminosas \u201creformas necess\u00e1rias\u201d. Ao mesmo tempo, sempre mui dissimuladamente, ganha mais tempo para garantir os crescentes lucros extraordin\u00e1rios da taxa real de juros para sua in\u00fatil empresa privada e toda a sua classe burguesa de trinta milh\u00f5es de parasitas que vivem dos rendimentos dos t\u00edtulos do Tesouro.<\/p>\n<p><strong>Resumo da trag\u00e9dia<\/strong>: o problema desta insana pol\u00edtica econ\u00f4mica brasileira n\u00e3o \u00e9 apenas o fato que ela \u00e9 tecnicamente impotente para reequilibrar as contas p\u00fablicas. Na verdade ela \u00e9 o pr\u00f3prio motivo para torn\u00e1-las ainda mais desiquilibradas, na medida em que, via Banco Central, ela comete o crime lesa p\u00e1tria de manter congelada por mais de dois anos a maior taxa b\u00e1sica de juros do mundo enquanto a taxa de infla\u00e7\u00e3o cai com enorme rapidez. Essa criminosa pol\u00edtica econ\u00f4mica \u2013 iniciada, em janeiro de 2015, pelo deposto governo Dilma Rousseff, e continuada ipsis litteris pelo atual governo Michel Temer \u2013 \u00e9 o principal determinante de outro ingl\u00f3rio t\u00edtulo mundial da protoburguesia brasileira: ter criado desnecessariamente a maior crise econ\u00f4mica (produ\u00e7\u00e3o) no mundo nos dois \u00faltimos anos. Pelo menos no G-20, que re\u00fane as 20 maiores economias do mundo.<\/p>\n<p><strong>O resto do mundo ainda est\u00e1 se segurando<\/strong>. Aqui n\u00e3o para de afundar. Na Am\u00e9rica do Sul o Brasil n\u00e3o est\u00e1 sozinho. A mesma pol\u00edtica econ\u00f4mica e a mesma depress\u00e3o econ\u00f4mica ocorre tamb\u00e9m na Argentina de Macri, at\u00e9 recentemente a grande esperan\u00e7a de sucesso do diktat imperialista na Am\u00e9rica Latina. Em sua posse no governo argentino, h\u00e1 um ano, era apresentado e louvado pela m\u00eddia global imperialista e brasileira como o mago da administra\u00e7\u00e3o empresarial \u2013 de t\u00e9cnicos, n\u00e3o de pol\u00edticos populistas, dizem eles \u2013 que mostraria como funciona bem o milagre da austeridade e das \u201creformas necess\u00e1rias\u201d para reequilibrar as contas p\u00fablicas, recuperar a confian\u00e7a dos capitalistas, os investimentos, e retomar altas taxas de crescimento da economia. Menos de um ano depois ningu\u00e9m mais acredita, nem na Argentina nem no exterior, que a milagrosa administra\u00e7\u00e3o empresarial de Macri produza algum resultado positivo realmente importante. At\u00e9 a banda de m\u00fasica da m\u00eddia global j\u00e1 recolheu seus instrumentos. A brasileira, ent\u00e3o, nem se fala.<\/p>\n<p><strong>Os capitalistas argentinos<\/strong> olham para a fracassada austeridade imperialista de Macri com a mesma preocupa\u00e7\u00e3o com que seus colegas brasileiros olham para os mais recentes indicadores da economia de Temer. Terr\u00edveis indicadores. Do mesmo modo que na Argentina de Macri, todas as promessas de recupera\u00e7\u00e3o da economia do atual governo brasileiro tamb\u00e9m est\u00e3o sendo desmentidas pelos fatos. Os \u00faltimos n\u00fameros oficialmente divulgados demonstram que no pr\u00f3ximo ano a situa\u00e7\u00e3o da economia brasileira estar\u00e1 pior que o inferno atual. Essa perspectiva aumenta brutalmente a ingovernabilidade burguesa.<\/p>\n<p>A mais importante reflex\u00e3o frente ao atual quadro econ\u00f4mico e pol\u00edtico de Brasil e Argentina \u00e9 que nenhum governo no mundo jamais se sustentou por muito tempo s\u00f3 com parasitismo econ\u00f4mico e repress\u00e3o policial para impor aos trabalhadores desemprego, redu\u00e7\u00e3o dos sal\u00e1rios, perdas de direitos e destrui\u00e7\u00e3o do sonho de conhecimento e liberdade da juventude prolet\u00e1ria. Muito menos na Argentina e no Brasil ser\u00e1 poss\u00edvel mais essa agress\u00e3o sem que ela irrompa imediatamente em ingovernabilidade e guerra civil. Diferentemente de pa\u00edses da periferia europeia (Portugal, Gr\u00e9cia, Espanha, etc.), que ainda sofrem com os resultados de processos liberais de austeridade econ\u00f4mica, nas duas maiores economias da Am\u00e9rica do Sul as popula\u00e7\u00f5es j\u00e1 se encontram h\u00e1 muito tempo esgotadas pela fome e o desespero social e n\u00e3o t\u00eam mais nenhuma \u201cgordura\u201d para queimar. Vide as explos\u00f5es sociais no Rio de Janeiro nesta semana. Mas esse \u00e9 um assunto que merece ser continuado com cuidado especial, o que faremos em um pr\u00f3ximo post.<\/p>\n<p>http:\/\/www.criticadaeconomia.com.br\/resumo\/351<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Por Fernando Grossman e Jos\u00e9 Martins, da reda\u00e7\u00e3o A atual pol\u00edtica econ\u00f4mica da burguesia brasileira padece de um claro defeito gen\u00e9tico. \u00c9 tecnicamente \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/12679\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":true,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[190],"tags":[],"class_list":["post-12679","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-fora-temer"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-3iv","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12679","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12679"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12679\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12679"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12679"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12679"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}