{"id":12763,"date":"2016-11-29T20:11:55","date_gmt":"2016-11-29T23:11:55","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=12763"},"modified":"2017-08-24T18:19:54","modified_gmt":"2017-08-24T21:19:54","slug":"trabalhadores-e-movimentos-em-defesa-do-sus-apontam-greve-geral-como-estrategia-para-barrar-retrocessos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/12763","title":{"rendered":"Trabalhadores e movimentos em defesa do SUS apontam greve geral como estrat\u00e9gia para barrar retrocessos"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.epsjv.fiocruz.br\/sites\/default\/files\/styles\/destaque_noticias\/public\/foto_1.jpg\" alt=\"imagem\" \/>Durante Semin\u00e1rio Nacional da Frente Contra a Privatiza\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade representa\u00e7\u00f5es dos estados e diversas entidades refor\u00e7am a necessidade de unidade para barrar a PEC 55 e as iniciativas de desmonte dos direitos assegurados pela Constitui\u00e7\u00e3o<!--more--><\/p>\n<p>Raquel J\u00fania &#8211; EPSJV\/Fiocruz<\/p>\n<p>A urg\u00eancia de articula\u00e7\u00e3o e unidade de a\u00e7\u00e3o entre os diversos movimentos sociais, trabalhadores e entidades n\u00e3o apenas em defesa do SUS, mas para barrar diversos retrocessos nas conquistas trazidas pela Constitui\u00e7\u00e3o de 1988 pode ser uma s\u00edntese do VI Semin\u00e1rio Nacional da Frente Contra a Privatiza\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade. Reunidos em Goi\u00e2nia, um dos estados que mais avan\u00e7aram no desmonte do SUS constitucional com a entrega de quase a totalidade dos servi\u00e7os de sa\u00fade para as Organiza\u00e7\u00f5es Sociais (OS\u2019s), representantes de 15 estados discutiram em tr\u00eas dias formas de ampliar a mobiliza\u00e7\u00e3o. A luta para barrar a PEC do teto dos gastos p\u00fablicos (PEC 55) no Senado, cuja vota\u00e7\u00e3o est\u00e1 prevista para iniciar nesta semana, foi encarada como prioridade. \u201cN\u00f3s estamos construindo uma caravana \u00e0 Bras\u00edlia no dia 29, data da vota\u00e7\u00e3o no primeiro turno da PEC no Senado. Ainda que neste dia v\u00e1 haver uma grande mobiliza\u00e7\u00e3o em Bras\u00edlia, que vai expressar uma unidade grande e certamente gerar um grau de impacto, tudo indica que vai ser insuficiente\u201d, afirmou Gibran Jord\u00e3o, membro da coordena\u00e7\u00e3o geral da Federa\u00e7\u00e3o de Sindicatos de Trabalhadores T\u00e9cnico Administrativos em Institui\u00e7\u00f5es de Ensino Superior P\u00fablicas do Brasil (Fasubra) e da secretaria executiva da central CSP Conlutas. O sindicalista, que participou de uma das mesas do evento, apontou a necessidade de os trabalhadores radicalizarem a resist\u00eancia. \u201cPelo grau de ataque que a classe trabalhadora vem recebendo e pelo grau de unidade com o qual os tr\u00eas poderes v\u00eam agindo no que \u00e9 estrat\u00e9gico para a burguesia, o ideal \u00e9 que tiv\u00e9ssemos hoje uma unidade ampla que possibilitasse a constru\u00e7\u00e3o de uma greve geral no pais\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p>A greve dos funcion\u00e1rios das universidades p\u00fablicas federais, que j\u00e1 completou um m\u00eas e agora ganhou o refor\u00e7o dos professores ap\u00f3s a deflagra\u00e7\u00e3o do movimento de paralisa\u00e7\u00e3o pelo Andes Nacional \u2013 sindicato que representa os docentes \u2013 foi apontada como elemento importante no ac\u00famulo de for\u00e7as. Tamb\u00e9m participante do Semin\u00e1rio, o 1\u00ba vice-presidente do Andes, Luis Acosta, falou sobre a necessidade de reverter o processo que ele chamou de \u201capassivamento da classe trabalhadora\u201d, como resultado dos governos de pacto social capitaneados pelo Partido dos Trabalhadores.\u00a0 \u201cIsso passa por uma constru\u00e7\u00e3o da unidade de luta. A greve da educa\u00e7\u00e3o que estamos construindo n\u00e3o \u00e9 um substituto da greve geral, n\u00e3o podemos ficar satisfeitos, \u00e9 uma greve necess\u00e1ria, mas insuficiente. Devemos manter em nossa pauta a luta pela greve geral\u201d, refor\u00e7ou. Segundo Acosta, a CSP Conlutas aprovou em seu congresso nacional realizado neste ano a convoca\u00e7\u00e3o de outras centrais e movimentos sociais para a constru\u00e7\u00e3o em 2017 de um encontro nacional da classe trabalhadora.\u00a0 \u201cEm 2017, ao comemorarmos os 100 anos do in\u00edcio de uma experi\u00eancia de poder popular, como foi o caso da revolu\u00e7\u00e3o socialista na R\u00fassia, com todas as suas luzes e sombras, e os 50 anos do assassinato de Che Guevara, temos que fazer um esfor\u00e7o para superar a fragmenta\u00e7\u00e3o dos movimentos sindicais e avan\u00e7ar no encontro nacional da classe trabalhadora. Acreditamos que esse pode ser um instrumento para a constru\u00e7\u00e3o de uma greve geral\u201d, apontou Acosta.<\/p>\n<p>A necessidade de unidade foi ressaltada tamb\u00e9m pela presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Sa\u00fade P\u00fablica Estadual e Privado de Florian\u00f3polis e Regi\u00e3o (Sindsa\u00fade SC) Edileuza Fortuna. \u201cNosso papel enquanto militantes \u00e9 continuar mobilizando os trabalhadores. N\u00f3s, movimentos sociais e sindicais, estamos perdendo para os estudantes, e precisamos apoi\u00e1-los, tomar esse g\u00e1s novo pra gente. O movimento sindical n\u00e3o pode cair na t\u00e1tica de chamar uma manifesta\u00e7\u00e3o duas vezes por m\u00eas, temos que unificar de verdade, n\u00e3o podemos unificar s\u00f3 na reuni\u00e3o e depois sair da reuni\u00e3o chamando dois atos em dias diferentes. Assim seremos derrotados\u201d, alertou. Edileuza chamou aten\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m para a conjuntura de maior criminaliza\u00e7\u00e3o dos movimentos, o que refor\u00e7a a necessidade de unidade. \u201cSe sairmos chamando elei\u00e7\u00f5es gerais nesse momento seremos derrotados e a direita reacion\u00e1ria \u00e9 que pode assumir, como vimos nas elei\u00e7\u00f5es municipais. A lei antiterror vai ser usada contra estudantes, contra os pobres, contra os trabalhadores, a invas\u00e3o da Escola Nacional Florestan Fernandes do MST foi um exemplo disso \u201d.<\/p>\n<p><strong>Crise do capitalismo<\/strong><\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.epsjv.fiocruz.br\/sites\/default\/files\/images\/DSC_5936.JPG?w=747\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>Apesar de algumas particularidades, os participantes do semin\u00e1rio apontaram que a situa\u00e7\u00e3o do Brasil n\u00e3o \u00e9 isolada, j\u00e1 que a conjuntura \u00e9 de crise do capitalismo a n\u00edvel mundial. \u201cNesse sentido \u00e9 evidente a situa\u00e7\u00e3o de ataques aos trabalhadores, do surgimento de movimentos neofacistas, ataques a imigrantes em v\u00e1rios pa\u00edses. \u00c9 uma situa\u00e7\u00e3o dif\u00edcil e perigosa, e no caso da Am\u00e9rica Latina tamb\u00e9m est\u00e1 acompanhada de um refluxo dos movimentos sociais, a situa\u00e7\u00e3o venezuelana \u00e9 a mais preocupante e dram\u00e1tica, mas tamb\u00e9m \u00e9 o caso da Argentina e do Brasil\u201d, analisou Luis Acosta.\u00a0 O professor ressaltou tamb\u00e9m que o impeachment de Dilma Roussef, que rompeu com a pol\u00edtica de pacto social colocada em pr\u00e1tica durante os governos do PT, desencandeou ainda mais fortemente um ataque aos direitos dos trabalhadores, com um elemento novo: a milit\u00e2ncia do poder judici\u00e1rio na defesa dos interesses burgueses. \u201cRecentemente foi aprovado o ataque ao direito de greve dos servidores p\u00fablicos e v\u00e1rias outras medidas est\u00e3o em curso no poder judici\u00e1rio. O estado est\u00e1 atuando como um bloco\u201d, pontuou.Para o secret\u00e1rio geral do Partido Comunista Brasileiro (PCB), Edmilson Costa, o mundo passa por uma das grandes crises sist\u00eamicas do capitalismo, nas quais tenta-se fazer com que os trabalhadores paguem os \u00f4nus do esgotamento das for\u00e7as produtivas. \u201cH\u00e1 mais de dez anos o capitalismo vem sofrendo uma crise sist\u00eamica e os gestores do capital n\u00e3o encontraram at\u00e9 agora nenhuma f\u00f3rmula para estabilizar a economia e retomar o crescimento econ\u00f4mico. Portanto, a crise que estamos vivendo \u00e9 muito diferente das crises c\u00edclicas do capitalismo. As crises normais, c\u00edclicas, de tanto ocorrerem, j\u00e1 passaram a ser administradas pelo capital\u201d, analisou.Segundo Edmilson, essa \u00e9 a terceira grande crise do capitalismo e as duas anteriores resultaram em mudan\u00e7as profundas na gest\u00e3o do sistema. Na primeira grande crise \u2013 de 1873 a 1896 \u2013 o resultado foi a passagem do capitalismo concorrencial para o capitalismo monopolista. Na segunda crise \u2013 de 1929 e 1945 \u2013 com a ocorr\u00eancia da segunda guerra mundial, deu-se a divis\u00e3o do mundo entre os sistemas capitalista e socialista e o sistema capitalista respondeu com a constru\u00e7\u00e3o do estado de bem estar social, agora em cheque. \u201cEssa crise que estamos vivendo desde 2008 n\u00e3o tem tempo para acabar, ela s\u00f3 vai acabar quando todos os problemas forem resolvidos e isso tem deixado profundamente desesperados e irritados os capitalistas. Exatamente pela impossibilidade de sair da crise pelas vias <em>keynesianas<\/em>, pelas vias da interven\u00e7\u00e3o do estado na economia, \u00e9 que eles est\u00e3o buscando a via da ofensiva contra direitos e garantias dos trabalhadores\u201d, sintetizou.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do secret\u00e1rio geral do PCB, a crise no Brasil tem tamb\u00e9m elementos \u00e9ticos, sociais e pol\u00edticos, que se expressaram no processo de impeachment. \u201cA crise aqui foi t\u00e3o profunda que para a burguesia era necess\u00e1rio um ajuste brutal e r\u00e1pido, mas o governo de coaliz\u00e3o tinha que fazer mudan\u00e7as lentas por conta da sua base social, portanto, para a burguesia n\u00e3o interessava\u201d, afirmou, refletindo ainda que as manifesta\u00e7\u00f5es de 2013, nas quais centenas de milhares foram \u00e0s ruas por fora da institucionalidade e dos espa\u00e7os tradicionais de milit\u00e2ncia foram interpretados com clareza pela burguesia, que viu a necessidade de um governo puro sangue para implementar com mais agilidade os ajustes. Diante desse quadro, Edmilson alertou para a necessidade da reconstru\u00e7\u00e3o das organiza\u00e7\u00f5es dos trabalhadores. \u201cA crise vai for\u00e7ar uma reorganiza\u00e7\u00e3o da esquerda, por isso temos que apoiar todas as frentes e movimentos porque isso consolida um processo de unidade de quem quer efetivamente o caminho para as transforma\u00e7\u00f5es. N\u00f3s n\u00e3o devemos ter medo da crise, ela \u00e9 dif\u00edcil, nos causa preju\u00edzos, mas todas as grandes mudan\u00e7as da hist\u00f3ria da humanidade n\u00e3o foram feitas na calmaria. As crises sempre foram as grandes parteiras da humanidade\u201d.<\/p>\n<p><b>\u201cAgora querem os an\u00e9is de volta\u201d<\/b><\/p>\n<p>Gibran Jord\u00e3o refor\u00e7ou que um governo de concilia\u00e7\u00e3o de classes, em tempos de crise, n\u00e3o consegue garantir ganhos para a burguesia e para os trabalhadores ao mesmo tempo, o que explica a destrui\u00e7\u00e3o do estado de bem estar social nos pa\u00edses europeus, conquistado ap\u00f3s os processos revolucion\u00e1rios do s\u00e9culo XX. \u201cA burguesia concedeu os an\u00e9is para n\u00e3o perder os dedos. Agora a burguesia olha para os trabalhadores e diz: \u2018devolvam os an\u00e9is, n\u00f3s queremos tudo de volta, existe uma crise econ\u00f4mica e voc\u00eas v\u00e3o ter que fazer um sacrif\u00edcio\u201d, apontou. Na Am\u00e9rica Latina, segundo ele, a crise vem tamb\u00e9m com o aprofundamento do processo de coloniza\u00e7\u00e3o, com a superexplora\u00e7\u00e3o dos recursos naturais, por exemplo. Para aprofundar esse processo, a estrat\u00e9gia da burguesia, foi, segundo Gibran, passar por cima das regras da democracia burguesa que eles pr\u00f3prios criaram, da\u00ed o processo de impeachment. \u201c\u00c9 por isso que o Henrique Meirelles [Ministro da Fazenda] volta no governo Temer e diz que \u00e9 necess\u00e1rio fazer um ajuste de 20 anos, e que n\u00e3o pode ser um projeto de lei, n\u00e3o pode ser uma medida provis\u00f3ria e n\u00e3o pode ser um decreto presidencial. Tem que ser um projeto de emenda constitucional [PEC 55] que mude a estrutura do arcabou\u00e7o legislativo do pa\u00eds, constru\u00eddo h\u00e1 quase 30 anos, porque a burguesia n\u00e3o sabe se esse governo termina esse mandato. Ent\u00e3o qual seja o governo que assumir, temos uma mudan\u00e7a na Constitui\u00e7\u00e3o e esse governo ter\u00e1 que cumprir\u201d, detalhou.<\/p>\n<p>Com esse mesmo esp\u00edrito, segundo Gibran, a tentativa ser\u00e1 de aprovar com agilidade as reformas estruturais que o capital precisa para ganhar um f\u00f4lego, como a trabalhista e a previdenci\u00e1ria. O sindicalista lembrou tamb\u00e9m que a burguesia aprendeu com as recentes experi\u00eancias no continente europeu, onde a retirada de direitos n\u00e3o foi implementada sem resist\u00eancia por parte dos trabalhadores, por isso, pressiona tamb\u00e9m pela reforma pol\u00edtica. Para ele, a conjuntura refor\u00e7a ainda mais a necessidade de unidade de a\u00e7\u00e3o, inclusive diante do crescimento da direita. \u201cA conjuntura de 2016 n\u00e3o \u00e9 mais a mesma de 2013, \u00e9 uma conjuntura mais defensiva, se n\u00e3o entendermos isso vamos sofrer profundamente. Isso exige mais unidade, mais toler\u00e2ncia, mais disposi\u00e7\u00e3o de luta unit\u00e1ria e para aceitar as diferen\u00e7as dentro da esquerda. Exige de n\u00f3s fazermos n\u00e3o s\u00f3 unidade sindical, mas unidade pol\u00edtica\u201d, disse. E concluiu: \u201cIsso significa fazer autocr\u00edtica, fazer frentes de esquerda que apontem um projeto estrat\u00e9gico que n\u00e3o pode ser um projeto de concilia\u00e7\u00e3o de classes. Tem que ser um processo de ruptura com o capitalismo e o \u00fanico processo de ruptura hist\u00f3rico que a humanidade conseguiu vislumbrar \u00e9 o projeto socialista, n\u00e3o existe outro\u201d.<\/p>\n<p><b>Articula\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>Na mesa de abertura do Semin\u00e1rio, diversas organiza\u00e7\u00f5es e movimentos expressaram a defesa do SUS e a disposi\u00e7\u00e3o para unidade em torno de pautas que afetam o conjunto dos trabalhadores como a resist\u00eancia \u00e0 PEC 55 e a reforma trabalhista e previdenci\u00e1ria. Participaram da abertura representantes de entidades representativas e movimentos sociais de Goi\u00e1s, como o Conselho Municipal de Sa\u00fade de Goi\u00e2nia, o Sindicato dos Trabalhadores do Sistema \u00danico de Sa\u00fade de Goi\u00e1s (Sindsa\u00fade GO), o Diret\u00f3rio Central dos Estudantes da Universidade Federal de Goi\u00e1s, \u00a0a associa\u00e7\u00e3o dos professores da UFG em Catal\u00e3o, e tamb\u00e9m nacionais, como o Conselho Federal de Servi\u00e7o Social, a Executiva Nacional dos Estudantes de Enfermagem, a Intersindical, o Polo Comunista Luis Carlos Prestes, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). A reitora da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Maria Val\u00e9ria Correia, tamb\u00e9m participou da abertura. Outras organiza\u00e7\u00f5es e movimentos estiveram presentes durante os tr\u00eas dias de semin\u00e1rio como a Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (Denem).O evento, realizado na Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da UFG, contou com a presen\u00e7a de 16 frentes e f\u00f3runs estaduais em defesa do SUS e contra a privatiza\u00e7\u00e3o da sa\u00fade dos estados de Goi\u00e1s, Tocantins, Para\u00edba, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Esp\u00edrito Santo, Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo (capital e Campinas),Paran\u00e1, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e Rio Grande do Sul. No dia 25, primeiro dia do semin\u00e1rio, os participantes se somaram a outros movimentos e entidades de Goi\u00e1s em uma manifesta\u00e7\u00e3o contra a PEC 55. O protesto fez parte da jornada nacional de lutas contra as pol\u00edticas regressivas colocadas em pr\u00e1tica pelo governo Temer.<\/p>\n<p><em>Ilustra\u00e7\u00e3o: Abertura do VI Semin\u00e1rio Nacional da Frente contra a Privatiza\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade Foto: Raquel J\u00fania<\/em><\/p>\n<p>http:\/\/www.epsjv.fiocruz.br\/noticias\/reportagem\/trabalhadores-e-movimentos-em-defesa-do-sus-apontam-greve-geral-como-estrategia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Durante Semin\u00e1rio Nacional da Frente Contra a Privatiza\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade representa\u00e7\u00f5es dos estados e diversas entidades refor\u00e7am a necessidade de unidade para barrar \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/12763\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":true,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[197],"tags":[],"class_list":["post-12763","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-saude"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-3jR","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12763","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12763"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12763\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12763"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12763"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12763"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}