{"id":13101,"date":"2017-01-03T09:36:18","date_gmt":"2017-01-03T12:36:18","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=13101"},"modified":"2017-01-16T11:33:53","modified_gmt":"2017-01-16T14:33:53","slug":"a-proposito-da-alegria-de-santos-com-a-otan","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/13101","title":{"rendered":"A prop\u00f3sito da alegria de Santos com a OTAN"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/ci6.googleusercontent.com\/proxy\/rY87UuViIKhKFpBS9q185YRbrzSOBWqh1AJ01VMDNDG590kkY1PSgxhKBUIR3VvvO9A3Qmq4b7JjJr0mmxf-fApoNHDJIr4p7ZAravxAHMW1gUsWleLqZDEh_BVx05RN1A9_pEgoVf7w5LtkAKiWhozVzG8sv9qBffkw4ToRJmeQ4l9-SjVxsk8A=s0-d-e1-ft#http:\/\/www.resumenlatinoamericano.org\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/15781431_1055516681242564_4657030662411505187_n.jpg\" alt=\"imagem\" \/><strong>Por Timole\u00f3n Jim\u00e9nez<\/strong><\/p>\n<p>Resumen latinoamericano\/ 28 de dezembro de 2016<\/p>\n<p><strong><em>\u00c9 claro que a oligarquia aspira converter o fim do confronto armado no cen\u00e1rio ideal para a entroniza\u00e7\u00e3o absoluta do neoliberalismo<\/em><\/strong><!--more--><\/p>\n<p>Zbignenw Brzezinski, ex-conselheiro de seguran\u00e7a nacional do Presidente Jimmy Carter, qualificado como um dos mais duros falc\u00f5es de Washington em seu interesse de impor e defender a hegemonia global dos Estados Unidos sobre qualquer outra considera\u00e7\u00e3o, professor de pol\u00edtica exterior estadunidense na Escola Superior de Estudos Superiores Avan\u00e7ados, \u00e9 um erudito no Centro de Estudos Estrat\u00e9gicos e Internacionais da Universidade John Hopkins, al\u00e9m de participar como membro de v\u00e1rias juntas e conselhos relacionados \u00e0 estrat\u00e9gia de domina\u00e7\u00e3o mundial. Portanto, n\u00e3o deve se tratar de um charlat\u00e3o cujas abordagens podem ser minimizadas, por mais que nos desgostem.<\/p>\n<p>A seguir, alguns breves extratos de sua obra O Tabuleiro Mundial, publicada em fins do s\u00e9culo XX:<\/p>\n<p><em>\u00c0 medida que a imita\u00e7\u00e3o dos modos de atuar estadunidenses v\u00e3o se estendendo no mundo, criam condi\u00e7\u00f5es mais apropriadas para o exerc\u00edcio da hegemonia indireta e aparentemente consensual dos Estados Unidos. Igualmente ocorre no sistema dom\u00e9stico estadunidense. Essa hegemonia envolve uma complexa estrutura de institui\u00e7\u00f5es e procedimentos interrelacionados que foram elaborados para gerar um consenso e para obscurecer as assimetrias em termos de poder e influ\u00eancia. Portanto, a supremacia global estadunidense est\u00e1 escorada por um elaborado sistema de alian\u00e7as e de coaliz\u00f5es que atravessam \u2013 literalmente \u2013 o globo.<\/em><\/p>\n<p><em>A Alian\u00e7a Atl\u00e2ntica, encarnada institucionalmente na OTAN, vincula a Am\u00e9rica aos Estados mais influentes da Europa, fazendo dos Estados Unidos um participante chave inclusive nos assuntos intraeuropeus. Os v\u00ednculos pol\u00edticos e militares com o Jap\u00e3o ligam a mais poderosa economia asi\u00e1tica aos Estados Unidos, sendo o Jap\u00e3o (ao menos por agora) basicamente um protetorado estadunidense. Os Estados Unidos participam, tamb\u00e9m, das nascentes organiza\u00e7\u00f5es multilaterais transpac\u00edficas, como o F\u00f3rum de Coopera\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica \u00c1sia-Pac\u00edfico (APEC), o que faz deles um participante chave nos assuntos da regi\u00e3o. O continente americano geralmente \u00e9 protegido das influ\u00eancias exteriores, o que permite que os Estados Unidos desempenhem o papel central nas organiza\u00e7\u00f5es multilaterais existentes. Os acordos especiais sobre seguran\u00e7a no Golfo P\u00e9rsico, especialmente depois da breve miss\u00e3o punitiva contra o Iraque, converteram essa regi\u00e3o \u2013 vital do ponto de vista econ\u00f4mico \u2013 em uma \u00e1rea restrita militar estadunidense. Inclusive o espa\u00e7o ex-sovi\u00e9tico est\u00e1 penetrado por diversos acordos patrocinados pelos Estados Unidos para uma coopera\u00e7\u00e3o mais estreita com a OTAN, tais como a Associa\u00e7\u00e3o pela Paz.<\/em><\/p>\n<p><em>Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m deve incluir-se como parte do sistema estadunidense a rede global de organiza\u00e7\u00f5es especializadas, particularmente as institui\u00e7\u00f5es financeiras \u201cinternacionais\u201d. O Fundo Monet\u00e1rio (FMI) e o Banco Mundial se consideram representantes dos interesses \u201cglobais\u201d e de circunscri\u00e7\u00e3o global. Na realidade, por\u00e9m, s\u00e3o institui\u00e7\u00f5es fortemente dominadas pelos Estados Unidos e suas origens remontam a iniciativas estadunidenses, particularmente a Confer\u00eancia de Bretton Woods, de 1944.<\/em><\/p>\n<p><em>Diferentemente do que ocorria com os imp\u00e9rios anteriores, este vasto e complexo sistema global n\u00e3o \u00e9 uma pir\u00e2mide hier\u00e1rquica. Os Estados Unidos est\u00e3o situados bem mais no centro de um universo interconectado, um universo no qual o poder se exerce atrav\u00e9s da negocia\u00e7\u00e3o constante, do di\u00e1logo, da difus\u00e3o e da busca do consenso formal, apesar de que o poder, no fundo, se origina em uma \u00fanica fonte: em Washington D.C. E \u00e9 ali onde deve jogar-se o jogo do poder, e jogar-se segundo as regras estadunidenses.<\/em><\/p>\n<p>Em que pese a apar\u00eancia complexa da terminologia acad\u00eamica, \u00e9 evidente que o senhor Brzezinski exp\u00f5e sem o menor pudor uma situa\u00e7\u00e3o objetiva, que em seu parecer obedece de maneira exclusiva as virtudes naturais dos Estados Unidos, destinados por sua supremacia econ\u00f4mica, militar, tecnol\u00f3gica e cultural a serem os guardi\u00e3es do mundo moderno, impondo sua vontade de um ou outro modo a qualquer outro poder que tente operar de maneira distinta ou aut\u00f4noma.<\/p>\n<p>O anterior vem de encontro \u00e0 raiz das declara\u00e7\u00f5es do Presidente colombiano Juan Manuel Santos, com as quais celebrou o an\u00fancio do in\u00edcio das conversa\u00e7\u00f5es com a OTAN, objetivando celebrar um tratado que permita o interc\u00e2mbio de informa\u00e7\u00e3o, ao inv\u00e9s de aumentar a luta contra o crime transnacional, o terrorismo e o narcotr\u00e1fico. Supostamente todos os colombianos deveriam se emocionar com a not\u00edcia, por\u00e9m a verdade \u00e9 que n\u00e3o vemos por qu\u00ea.<\/p>\n<p>O que salta \u00e0 vista com a declara\u00e7\u00e3o presidencial \u00e9 que nosso pa\u00eds d\u00e1 outro passo para tr\u00e1s em mat\u00e9ria de soberania e independ\u00eancia. J\u00e1 nos tempos em que ocupava o Minist\u00e9rio de Defesa, de ingrata recorda\u00e7\u00e3o, foi o Presidente Uribe que viveu emocionado com o acordo que permitia a opera\u00e7\u00e3o de sete bases norte-americanas em nosso territ\u00f3rio. Se a Corte Constitucional considerou oportuno derrubar semelhante absurdo, agora se trata de abrir de novo outro espa\u00e7o \u00e0 interven\u00e7\u00e3o direta do poder global e \u00e0 submiss\u00e3o a ele das for\u00e7as armadas nacionais.<\/p>\n<p>A OTAN n\u00e3o foi nada diferente do aparato de domina\u00e7\u00e3o europeia dos Estados Unidos, algo semelhante ao que pretendeu essa na\u00e7\u00e3o com a cria\u00e7\u00e3o da OEA no continente americano. Embora esta \u00faltima n\u00e3o tenha contado com a estrutura militar daquela, certamente como consequ\u00eancia de seu car\u00e1ter abertamente intervencionista e pr\u00f3-norte-americano, sim, contou com outras formas de acordo, como o TIAR, e de coopera\u00e7\u00e3o militar, que asseguraram a sujei\u00e7\u00e3o de nossos pa\u00edses \u00e0 vontade de Washington, indignamente aplaudida pelas oligarquias nacionais que, como no caso da Col\u00f4mbia aplaudiram estupidamente o envio de milhares dos nossos soldados para morrer na Coreia, em uma guerra que nenhuma rela\u00e7\u00e3o tinha conosco, por\u00e9m de onde trouxeram pr\u00e1ticas de contrainsurg\u00eancia e terror que tanto sangue fizeram derramar em nossa hist\u00f3ria recente.<\/p>\n<p>O s\u00e9culo XXI trouxe algumas realidades que os Estados Unidos, apesar de toda sua arrog\u00e2ncia e brutalidade, n\u00e3o conseguiram evitar. A extinta Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, que os estrategistas norte-americanos rapidamente se encarregaram de desprezar a fim de evitar a reedi\u00e7\u00e3o de alguma alian\u00e7a russa com seus antigos aliados, lentamente se v\u00ea substitu\u00edda pela R\u00fassia, que na era de Putin se negou a ser mais um pe\u00e3o dos interesses das transnacionais estadunidenses, conseguindo uma sobreviv\u00eancia econ\u00f4mica em ascens\u00e3o e uma reedi\u00e7\u00e3o de seu poderio militar. Isso ao mesmo tempo em que a China come\u00e7a a disputar com a Am\u00e9rica do Norte o primeiro lugar da economia mundial, enquanto nos campos da ci\u00eancia e da tecnologia avan\u00e7a a passos largos. \u00c9 poss\u00edvel ter a certeza, e isso o corrobora o senhor Brzezinski no livro comentado, que nenhum dos conflitos de import\u00e2ncia no mundo atual \u00e9 alheio \u00e0 luta dos Estados Unidos por impedir uma mudan\u00e7a em sua hegemonia.<\/p>\n<p>Na Am\u00e9rica Latina e no Caribe tamb\u00e9m ocorreram surpresas. Ch\u00e1vez, Lula, Kirchner, Evo, Correa, Ortega, os Castro, independente de seus avan\u00e7os e retrocessos, se encarregaram de provar que os tempos da abje\u00e7\u00e3o dos governos de seus pa\u00edses \u00e0 Casa Branca eram coisa do passado. A OEA perdeu sua influ\u00eancia continental, a par que surgiram mecanismos distantes de Washington, como a UNASUL, a CELAC, a ALBA. O contragolpe do poder estadunidense estava em andamento. E tomou corpo nos golpes, desestabiliza\u00e7\u00f5es ou viradas \u00e0 direita levados a cabo em Honduras, Paraguai, Brasil, Argentina, Venezuela, Equador e Bol\u00edvia. Nada est\u00e1 definido, a luta segue, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 complexa, por\u00e9m tamb\u00e9m \u00e9 certo que torna-se apressado cantar vit\u00f3ria.<\/p>\n<p>Na Col\u00f4mbia, a luta adotou a firmeza da solu\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, obtida ap\u00f3s uma longa luta de seis anos de discuss\u00f5es em Havana. Por\u00e9m, \u00e9 claro que a oligarquia aspira converter o fim do conflito armado no cen\u00e1rio ideal para a entroniza\u00e7\u00e3o absoluta do neoliberalismo, a entrega do Estado e de nossas riquezas naturais ao grande capital financeiro transnacional e nacional, inclu\u00edda aqui a m\u00e3o de obra colombiana. Para isso, solicitar\u00e1 o emprego de um aparato militar e policial de enorme signific\u00e2ncia, o que julga relegitimado com os Acordos de Havana. Por sua parte, as FARC aspiram converterem-se no grande detonador da luta e da mobiliza\u00e7\u00e3o popular contra os des\u00edgnios do grande capital e do poder hegem\u00f4nico.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, adquire todo seu sentido o esfor\u00e7o da classe dominante colombiana por vincular de maneira direta a interven\u00e7\u00e3o de poderes estrangeiros na Col\u00f4mbia. A desculpa da luta contra o terrorismo, o crime internacional e o narcotr\u00e1fico toma simplesmente o lugar que antes ocupou a seguran\u00e7a nacional contra a expans\u00e3o comunista. A OTAN mostrou o que \u00e9 realmente em suas interven\u00e7\u00f5es no Afeganist\u00e3o, Iugosl\u00e1via, L\u00edbia, Iraque e agora na S\u00edria. S\u00e3o suas tropas que levantam muros e alambrados para impedir que os povos superexplorados da \u00c1frica busquem um destino melhor na Europa. S\u00e3o elas que querem conduzir as tropas colombianas para combaterem em distantes lugares do mundo, para assegurar os lucros dos grandes cons\u00f3rcios internacionais que decidem sobre as ocupa\u00e7\u00f5es militares de outras na\u00e7\u00f5es com qualquer pretexto.<\/p>\n<p>E s\u00e3o elas que, na linguagem da coopera\u00e7\u00e3o, ter\u00e3o cada vez mais poder de inger\u00eancia nos assuntos nacionais e nossos americanos. O af\u00e3 para assegurar a presen\u00e7a de bases norte-americanas no pa\u00eds, ou de permitir em nosso territ\u00f3rio a atua\u00e7\u00e3o da OTAN a qualquer custo, para assim garantir um modelo econ\u00f4mico criminoso que se mostra indolente ante o genoc\u00eddio wayuu enquanto insiste em desviar rios para a proveitosa extra\u00e7\u00e3o do carv\u00e3o, tamb\u00e9m aponta desempenhar seu papel no tabuleiro continental. A oligarquia colombiana deu suficientes mostras de animosidade ante a experi\u00eancia da revolu\u00e7\u00e3o bolivariana na Venezuela, da revolu\u00e7\u00e3o cidad\u00e3 no Equador e da resist\u00eancia ind\u00edgena boliviana, se negando a fazer parte de um projeto transnacional que a derrubaria. Em definitivo, existem for\u00e7as que lutam para colocar fim ao mundo desigual e injusto em que habitamos, por\u00e9m o fazem contra poderes muito ricos que se alimentam do empobrecimento e da mis\u00e9ria de milhares de milh\u00f5es de seres humanos. A luta ser\u00e1 longa e dif\u00edcil, por\u00e9m n\u00e3o temos a menor duvida de que um dia venceremos.<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/www.resumenlatinoamericano.org\/2016\/12\/28\/colombia-a-proposito-del-jubilo-de-santos-con-la-otan-por-timoleon-jimenez\/\">http:\/\/www.resumenlatinoamericano.org\/2016\/12\/28\/colombia-a-proposito-del-jubilo-de-santos-con-la-otan-por-timoleon-jimenez\/<\/a><\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: Partido Comunista Brasileiro (PCB)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Por Timole\u00f3n Jim\u00e9nez Resumen latinoamericano\/ 28 de dezembro de 2016 \u00c9 claro que a oligarquia aspira converter o fim do confronto armado no \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/13101\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":true,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-13101","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c39-colombia"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-3pj","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13101","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13101"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13101\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13101"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13101"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13101"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}