{"id":13296,"date":"2017-01-21T11:02:07","date_gmt":"2017-01-21T14:02:07","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=13296"},"modified":"2017-02-03T14:08:29","modified_gmt":"2017-02-03T17:08:29","slug":"quem-sao-os-pos-modernos-e-por-quais-motivos-lutam-contra-eles-os-marxistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/13296","title":{"rendered":"Quem s\u00e3o os p\u00f3s-modernos e por quais motivos lutam contra eles os marxistas"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/ci4.googleusercontent.com\/proxy\/fvVrh5jU_az0B8rw1_m-uV457UbIlgkpPzXty-VkAz6pU7_plZaYHYrokL0wLrJxa7ibgV7VSkfDUn_pkI-6JK5BHZOXGyo8c_RBtZzUDSwPLdYtCzKhkEc0_gIbS9hT6WdI1hk-koPdLHCytGsqtA=s0-d-e1-ft#https:\/\/gz.diarioliberdade.org\/media\/k2\/items\/cache\/b3a17de4faa8c8849e7b264bb620ed9c_L.jpg\" alt=\"imagem\" \/>Diego Grossi<\/p>\n<p>Veja dez considera\u00e7\u00f5es introdut\u00f3rias sobre o que \u00e9 o p\u00f3s-modernismo.<\/p>\n<p>A partir do processo em que as jornadas de junho de 2013 foram a express\u00e3o mais not\u00f3ria o Brasil vem vivendo um momento de acirramento da mobiliza\u00e7\u00e3o das massas em torno dos conflitos <!--more-->pol\u00edticos. Um importante segmento social a se destacar nessa cena vem sendo aquele oriundo das camadas m\u00e9dias, que v\u00eam oxigenando tanto for\u00e7as \u00e0 direita (a partir de forte inclina\u00e7\u00e3o ao fascismo) quanto \u00e0 esquerda, em que uma das express\u00f5es, com base especialmente entre os meios estudantis, est\u00e1 na forma\u00e7\u00e3o de coletivos identit\u00e1rios influenciados pelo p\u00f3s-modernismo. Com forte car\u00e1ter anticomunista, latente ou declarado, estes segmentos p\u00f3s-modernos v\u00eam disputando espa\u00e7o com militantes marxistas. Todavia, \u00e9 frequente por parte de pessoas influenciadas pelo p\u00f3s-modernismo a fuga das cr\u00edticas, alegando uma suposta banaliza\u00e7\u00e3o do conceito de &#8220;p\u00f3s-modernismo&#8221; ou se ancorando num alegado dogmatismo por parte dos cr\u00edticos que, dizem, chamariam de &#8220;p\u00f3s-modernismo&#8221; qualquer coisa que fugisse da sua &#8220;ortodoxia sobre luta de classes&#8221; (sic). Ent\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio n\u00e3o s\u00f3 desmontar esse espantalho como ainda apontar, resumidamente, as principais cr\u00edticas do marxismo ao p\u00f3s-modernismo hoje.<\/p>\n<p>1 &#8211; De fato o termo &#8220;p\u00f3s-modernismo&#8221; \u00e9 amplo por si mesmo, afinal, n\u00e3o designa uma escola de pensamento em espec\u00edfico e muito menos um movimento conscientemente organizado (nem h\u00e1 consenso entre seus cr\u00edticos, mesmo no campo do marxismo). Existem v\u00e1rios autores sob seu guarda-chuva, assim como diverg\u00eancias entre estes, al\u00e9m do fato de poucos aceitarem o r\u00f3tulo de &#8220;p\u00f3s-moderno&#8221; (ou, o que \u00e9 linguisticamente mais preciso, &#8220;p\u00f3s-modernista&#8221;). Por isso, de in\u00edcio, vale considerar o p\u00f3s-modernismo como um &#8220;fen\u00f4meno&#8221;; algo que se d\u00e1 a partir de determinadas condi\u00e7\u00f5es objetivas e que, apesar dos seus agentes reprodutores nem sempre terem consci\u00eancia do fato de estarem inseridos no mesmo, possui uma s\u00e9rie de caracter\u00edsticas que, relacionadas entre si, permitem identificar uma manifesta\u00e7\u00e3o de tal fen\u00f4meno e assim classific\u00e1-lo.<\/p>\n<p>2 &#8211; Mas por qual motivo classificar esse fen\u00f4meno como &#8220;p\u00f3s-modernismo&#8221;? Grosso modo pelo fato de partir de uma premissa cara aos seus primeiros formuladores: a suposta supera\u00e7\u00e3o do que chamam de &#8220;modernidade&#8221;. Para os p\u00f3s-modernistas &#8220;puro sangue\u201d a sociedade &#8220;moderna&#8221;, do capitalismo industrial e baseada nos valores oriundos do iluminismo, teria sofrido profundas mudan\u00e7as qualitativas e quantitativas que teriam levado a modernidade \u00e0 supera\u00e7\u00e3o &#8211; logo, viver\u00edamos numa &#8220;era p\u00f3s-moderna&#8221;. Assim, quando se aponta que algu\u00e9m \u00e9 &#8220;p\u00f3s-moderno&#8221; (e, talvez fosse mais correto cham\u00e1-lo de &#8220;p\u00f3s-modernista&#8221;) est\u00e1 se falando em algo como &#8220;apologista do p\u00f3s-modernismo&#8221;; ou seja, de algu\u00e9m que, conscientemente ou n\u00e3o, abra\u00e7a a ideia de supera\u00e7\u00e3o da &#8220;modernidade&#8221; por essa tal nova sociedade &#8220;p\u00f3s-moderna&#8221; e projeta-se politicamente com base nesse princ\u00edpio. Discordarmos dessa premissa &#8211; pois, ainda que com importantes mudan\u00e7as, o modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista continua a manter suas principais caracter\u00edsicas, inclusive o conflito entre capital e trabalho como centro das contradi\u00e7\u00f5es &#8211; e por isso acusamos sua exist\u00eancia, mesmo que impl\u00edcita.<\/p>\n<p>3 &#8211; Todavia, \u00e9 importante destacar que n\u00e3o \u00e9 uma pol\u00eamica meramente nominalista. N\u00e3o seria t\u00e3o problem\u00e1tico (ainda que, dependendo da abordagem, continuasse a ser problema) dizer que as mudan\u00e7as existentes no capitalismo marcariam uma transi\u00e7\u00e3o profunda para &#8220;novos tempos&#8221;. O problema maior \u00e9 a conclus\u00e3o derivada: se a sociedade &#8220;moderna&#8221; estaria superada, os projetos pol\u00edticos e ideol\u00f3gicos fundamentados na mesma tamb\u00e9m! Tais projetos seriam, basicamente, aqueles oriundos do iluminismo, baseados em no\u00e7\u00f5es como o uso da raz\u00e3o e da ci\u00eancia como instrumento de compreens\u00e3o da realidade, a busca por valores (como liberdade e igualdade) universalmente v\u00e1lidos, entre outros. No campo de &#8220;ideologias modernas&#8221; supostamente superadas por se basearem numa &#8220;modernidade&#8221; n\u00e3o mais existente (alegam) estaria o marxismo. Portanto, os p\u00f3s-modernos (ou p\u00f3s-modernistas) incorrem em um anticomunismo distinto daquele conservador ou reacion\u00e1rio. Para eles a &#8220;modernidade&#8221; estaria superada &#8211; como se algo tivesse passado da validade. N\u00e3o seria quest\u00e3o de negar sua edifica\u00e7\u00e3o em prol de conservar algo antigo, mas de constatar sua supera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>4 &#8211; Apesar das primeiras grandes manifesta\u00e7\u00f5es p\u00f3s-modernistas serem, grosso modo, vistas massivamente nos anos 1960 e 1970, \u00e9 com a queda da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica em 1991 que o p\u00f3s-modernismo tem grande difus\u00e3o. Segundo os aspirantes a coveiros da Hist\u00f3ria, a queda da URSS demonstraria que os projetos &#8220;modernos&#8221; estariam superados. A \u00faltima esperan\u00e7a oriunda do iluminismo, o socialismo, teria, a\u00ed, uma pretensa prova da sua fal\u00eancia.<\/p>\n<p>5 &#8211; Assim, a humanidade n\u00e3o teria mais nenhum projeto capaz de ser universal e respons\u00e1vel por unificar as mais diversas demandas sob um programa geral (como a luta de classes contra o capitalismo pelo socialismo faria ao interligar a quest\u00e3o colonial, negra, de g\u00eanero, etc. \u00e0 luta anticapitalista). Caberia, portanto (segundo os &#8220;p\u00f3s-modernistas&#8221;), a cada &#8220;minoria&#8221; lutar por si mesma de acordo com suas pr\u00f3prias necessidades sem se preocupar com as demais quest\u00f5es.<\/p>\n<p>6 &#8211; O p\u00f3s-modernismo sustenta, dessa forma, uma esp\u00e9cie de &#8220;ego\u00edsmo coletivo&#8221;: solidariedade exclusiva com os que compartilham das mesmas opress\u00f5es. Vem sendo frequente nos meios militantes influenciados pelo p\u00f3s-modernismo express\u00f5es como &#8220;n\u00e3o me silencie&#8221; ou &#8220;n\u00e3o roube meu protagonismo&#8221;, por exemplo; que, apesar de parecerem exigir uma solidariedade inquebrant\u00e1vel, n\u00e3o passa de apologia do ego\u00edsmo &#8211; j\u00e1 que qualquer interven\u00e7\u00e3o \u201cexterna\u201d divergente, ainda que positiva e propositiva, incorreria, necessariamente, em reprodu\u00e7\u00e3o de interesses de opress\u00e3o.<\/p>\n<p>7 &#8211; Portanto, \u00e9 importante notar que o que separa marxistas-leninistas e p\u00f3s-modernistas n\u00e3o \u00e9 o apoio ou n\u00e3o \u00e0s lutas das chamadas (frequentemente de forma errada) &#8220;minorias&#8221;. O marxismo luta por &#8220;minorias&#8221; desde muitas d\u00e9cadas antes do p\u00f3s-modernismo existir. Enquanto liberais como Locke, Montesquieu e at\u00e9 mesmo Stuart Mill justificavam, em maior ou menor escala, a escravid\u00e3o, Marx foi um grande cr\u00edtico dessa institui\u00e7\u00e3o. Engels, numa das obras mais seminais do marxismo, &#8220;A origem da fam\u00edlia, da propriedade privada e do Estado&#8221;, inspirado nos socialistas ut\u00f3picos, deu papel de destaque \u00e0 quest\u00e3o da mulher ao notar que na origem da propriedade privada estaria tamb\u00e9m o &#8220;pecado original&#8221; que estabelecia o dom\u00ednio dos homens sobre as mulheres. O Dia Internacional da Mulher foi obra da II Internacional a partir da proposta da comunista Clara Zetkyn. Um dos grandes mecanismos que permitiu o sucesso do socialismo no s\u00e9culo XX foi a capacidade da III Internacional (Internacional Comunista) dar resposta \u00e0 luta dos povos oprimidos contra o neocolonialismo. Gra\u00e7as \u00e0 postura dos comunistas, era comum que qualquer militante do movimento negro dos EUA fosse chamado de &#8220;bolchevique&#8221;. Apesar da quest\u00e3o LGBT ter recebido tratamento inadequado por parte consider\u00e1vel dos marxistas (inclusive na obra de Engels citada), hoje pa\u00edses como Cuba v\u00eam corrigindo essas falhas. Os marxistas sempre lutaram e continuar\u00e3o a lutar por qualquer bandeira que se mostre justa.<\/p>\n<p>8 &#8211; Por\u00e9m, mesmo com contradi\u00e7\u00f5es profundas entre as perspectivas de tipo marxista e as p\u00f3s-modernas n\u00e3o raro as cr\u00edticas sobre p\u00f3s-modernismo recaem tamb\u00e9m em cima de alegados militantes socialistas. Sobre isso \u00e9 importante notar o que foi dito no primeiro ponto: p\u00f3s-modernismo enquanto fen\u00f4meno pass\u00edvel de ser identificado por determinadas caracter\u00edsticas. O Brasil historicamente recebeu e produziu express\u00f5es liberais bem conservadoras. Aqui qualquer bandeira progressista tende a ser relegada \u00e0 esquerda socialista (ou que se alega como tal). Pessoas que defendem tais bandeiras geralmente n\u00e3o encontram espa\u00e7o fora da esquerda e, assim, acabam fazendo uma mixp\u00f3rdia de ideologias na sua pr\u00f3pria cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>9 &#8211; Algumas caracter\u00edsticas que permitem identificar a manifesta\u00e7\u00e3o do fen\u00f4meno p\u00f3s-modernista nos meios militantes aparecem &#8220;originalmente&#8221; como fundamenta\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas e ideol\u00f3gicas que d\u00e3o sustenta\u00e7\u00e3o \u00e0 premissa principal sobre uma suposta supera\u00e7\u00e3o da modernidade, como: a) nega\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia (n\u00edtida na acusa\u00e7\u00e3o de que a ci\u00eancia seria &#8220;uma inven\u00e7\u00e3o da sociedade ocidental patriarcal opressora&#8221; ou no apontamento de que qualquer debate te\u00f3rico seria &#8220;academicista&#8221;); b) a contesta\u00e7\u00e3o sobre a exist\u00eancia de verdades universalmente v\u00e1lidas (muito presente, de forma impl\u00edcita, na sacralidade da &#8220;viv\u00eancia&#8221;, em que cada um teria a &#8220;sua verdade&#8221;, que n\u00e3o poderia ser cientificamente constatada ou refutada enquanto uma &#8220;verdade \u00fanica&#8221;); c) o culturalismo, mecanismo excelente de nega\u00e7\u00e3o da realidade objetiva em prol das quest\u00f5es subjetivas; d) a redu\u00e7\u00e3o na realidade aos discursos produzidos sobre a mesma (assim, por exemplo, buscaram combater uma opress\u00e3o estrutural mudando os discursos ao pretenderem apagar o g\u00eanero das palavras usando uma letra \u201cneutra\u201d, o &#8220;x\u201d, no lugar de vogais tidas como masculinas e femininas &#8211; de alunos\/alunas para \u201calunxs\u201d); e) a dilui\u00e7\u00e3o de no\u00e7\u00f5es de &#8220;poder&#8221; e &#8220;pol\u00edtica&#8221; (enquanto para o marxismo nenhum dos dois pode ser descolado do conceito de Estado, para p\u00f3s-modernos, talvez a partir de Foucault e suas ideias sobre &#8220;micro-poderes&#8221;, pautas como \u201cempoderamento individual\u201d aparecem em detrimento do controle do poder em torno do Estado); f) o j\u00e1 comentado ego\u00edsmo coletivo, no qual as lutas contra as opress\u00f5es sobre &#8220;minorias&#8221; n\u00e3o s\u00e3o dadas a partir de uma constata\u00e7\u00e3o objetiva da realidade concreta julgada por valores universais, mas sim como quest\u00f5es de ordem moral; e g) o multiculturalismo e a tosca ideia de que um elemento cultural \u00e9 propriedade privada de um povo e que se n\u00e3o for assim h\u00e1 &#8220;apropria\u00e7\u00e3o cultural&#8221; (o que tem muito a ver com os j\u00e1 comentados multiculturalismo e nega\u00e7\u00e3o da universalidade).<\/p>\n<p>10 &#8211; Por conta da dificuldade encontrada pelos p\u00f3s-modernos no que concerne \u00e0 defesa de seus absurdos, \u00e9 cotidiano que se esquivem do debate ao bradarem acusa\u00e7\u00f5es de que todos os cr\u00edticos seriam conservadores ou pessoas interessadas na manuten\u00e7\u00e3o de \u201copress\u00f5es\u201d &#8211; o que vem gerando, inclusive, epis\u00f3dios de agress\u00e3o (aberta ou n\u00e3o &#8211; como campanhas caluniosas contra mulheres e homens comunistas). Entretanto, basta uma breve consulta bibliogr\u00e1fica para constatar o contr\u00e1rio. Grandes nomes progressistas das ci\u00eancias humanas e sociais, brasileiras e internacionais, como Ellen Wood e Ciro Flamarion Cardoso, possuem vasta obra de cr\u00edticas que v\u00e3o dos fundamentos epistemol\u00f3gicos at\u00e9 os movimentos sociais\/seitas p\u00f3s-modernistas. Logo, combater o p\u00f3s-modernismo \u00e9 tarefa de qualquer um que acredite que existe uma realidade objetiva que n\u00e3o s\u00f3 pode ser compreendida atrav\u00e9s da raz\u00e3o e da ci\u00eancia, como tamb\u00e9m transformada e melhorada a partir dos resultados dessa compreens\u00e3o &#8211; especialmente da parte da milit\u00e2ncia marxista. Afinal, o p\u00f3s-modernismo \u00e9, como foi comentado, inerentemente anticomunista nos fundamentos epistemol\u00f3gicos e nas a\u00e7\u00f5es propostas. O que est\u00e1 em jogo n\u00e3o \u00e9 a defesa ou n\u00e3o das lutas e dos movimentos de \u201cminorias\u201d, mas sim a forma de faz\u00ea-la. Enquanto marxistas prop\u00f5e, de um lado, faz\u00ea-la a partir da integra\u00e7\u00e3o dos setores progressistas da sociedade sob um programa de car\u00e1ter emancipat\u00f3rio universal baseado no ac\u00famulo do conhecimento geral de toda a humanidade e na an\u00e1lise cient\u00edfica da sociedade; p\u00f3s-modernos reduzem-na a seitas identit\u00e1rias que tomam como dever apenas a luta da pr\u00f3pria \u201cminoria\u201d (e que frequentemente entram em contendas entre si para disputar o lugar de \u201coprimido por excel\u00eancia\u201d), abrindo m\u00e3o do conhecimento humano acumulado e da ci\u00eancia em prol da abordagem apenas moral da opress\u00e3o, incorrendo, por vezes, na pr\u00f3pria oxigena\u00e7\u00e3o com base na manuten\u00e7\u00e3o do mero \u00f3dio contra aqueles que n\u00e3o compartilham diretamente da mesma opress\u00e3o, levando a um modus operandi que n\u00e3o raro flerta com as pr\u00e1ticas do fascismo cl\u00e1ssico.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Sugest\u00f5es bibliogr\u00e1ficas introdut\u00f3rias para quem estiver buscando ter uma vis\u00e3o dos diversos aspectos do fen\u00f4meno e entender tal conceito, desde seus fundamentos te\u00f3ricos at\u00e9 os motivos de diverg\u00eancia com os marxistas:<\/p>\n<p>&#8211; CARDOSO, Ciro Flamarion. <b>Epistemologia p\u00f3s-moderna, texto e conhecimento: a vis\u00e3o de um historiador.<\/b> Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"http:\/\/www.uem.br\/dialogos\/index.php?journal=ojs&amp;page=article&amp;op=viewArticle&amp;path\" target=\"_blank\">http:\/\/www.uem.br\/dialogos\/<wbr \/>index.php?journal=ojs&amp;page=<wbr \/>article&amp;op=viewArticle&amp;path<\/a>[]=<wbr \/>290&gt;. Acesso em 10 jan. 2017.<\/p>\n<p>&#8211; CARDOSO, Ciro Flamarion. <b>Hist\u00f3ria e paradigmas rivais <\/b>(parte do livro &#8220;Dom\u00ednios da Hist\u00f3ria&#8221;). Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"https:\/\/www.dropbox.com\/s\/8fwntn9be13vv0o\/HIST%C3%93RIA%20E%20PARADIGMAS%20RIVAIS%20Ciro%20Flamarion%20Cardoso.pdf?dl=0%3E.\" target=\"_blank\">https:\/\/www.dropbox.com\/s\/<wbr \/>8fwntn9be13vv0o\/HIST%C3%93RIA%<wbr \/>20E%20PARADIGMAS%20RIVAIS%<wbr \/>20Ciro%20Flamarion%20Cardoso.<wbr \/>pdf?dl=0&gt;.<\/a> Acesso em 10 jan. 2017.<\/p>\n<p>&#8211; WOOD, Ellen. <b>Em defesa da Hist\u00f3ria: o marxismo e a agenda p\u00f3s-moderna<\/b>. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"http:\/\/www.ifch.unicamp.br\/criticamarxista\/arquivos_biblioteca\/artigo262Art1.8.pdf\" target=\"_blank\">www.ifch.unicamp.br\/<wbr \/>criticamarxista\/arquivos_<wbr \/>biblioteca\/artigo262Art1.8.pdf<\/a><wbr \/>&gt;. Acesso em 10 jan. 2017.<\/p>\n<p>Sobre o marxismo-leninismo e as lutas contra as diversas opress\u00f5es vale consultar:<\/p>\n<p>LOSURDO, Domenico. <b>Revolu\u00e7\u00e3o Russa e democracia no mundo.<\/b> Dispon\u00edvel em: &lt; <a href=\"https:\/\/periodicos.ufsc.br\/index.php\/interthesis\/article\/viewFile\/1807-1384.2015v12n1p361\/29669.%3E.\" target=\"_blank\">https:\/\/periodicos.ufsc.br\/<wbr \/>index.php\/interthesis\/article\/<wbr \/>viewFile\/1807-1384.<wbr \/>2015v12n1p361\/29669.&gt;.<\/a> Acesso em 10 jan. 2017.<\/p>\n<p>*Diego Grossi \u00e9 mestre em Hist\u00f3ria pela UFRJ.<\/p>\n<p>Ilustra\u00e7\u00e3o: <span class=\"m_6759069996443580739itemImage\">Biblioteca da UFJF durante ocupa\u00e7\u00e3o estudantil (2016)<\/span><\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/gz.diarioliberdade.org\/\" target=\"_blank\">Di\u00e1rio Liberdade<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Diego Grossi Veja dez considera\u00e7\u00f5es introdut\u00f3rias sobre o que \u00e9 o p\u00f3s-modernismo. 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