{"id":13596,"date":"2017-02-18T12:27:51","date_gmt":"2017-02-18T15:27:51","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=13596"},"modified":"2017-03-02T18:25:18","modified_gmt":"2017-03-02T21:25:18","slug":"contra-o-muro-contra-o-imperialismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/13596","title":{"rendered":"Contra o muro, contra o imperialismo"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/lh3.googleusercontent.com\/-nZPLRLXnV00\/VTKeR6eAttI\/AAAAAAAAF6E\/a6Z_8305mu0\/s512\/11139392_812106852188713_3035414930060315167_n.jpg?w=747&#038;ssl=1\" alt=\"imagem\" \/><strong>Comiss\u00e3o Pol\u00edtica do Partido Comunista do M\u00e9xico (PCM)<\/strong><\/p>\n<p>\u00abN\u00e3o queremos o muro fronteiri\u00e7o, nem o muro de Israel contra o povo palestino, nem os campos de concentra\u00e7\u00e3o contra os migrantes africanos e \u00e1rabes na UE, nem as abusivas medidas racistas da pol\u00edcia migrat\u00f3ria mexicana contra os nossos irm\u00e3os trabalhadores hondurenhos, salvadorenhos, guatemaltecos, haitianos.\u00bb<!--more--><\/p>\n<p>Tal como anunciou na sua campanha, o Presidente dos EUA, Donald Trump, assinou uma ordem executiva para a constru\u00e7\u00e3o do muro fronteiri\u00e7o entre o seu pa\u00eds e o nosso, com o prop\u00f3sito expresso de conter a migra\u00e7\u00e3o de trabalhadores mexicanos e de outras nacionalidades que alimentam a for\u00e7a de trabalho nos diferentes ramos de produ\u00e7\u00e3o e servi\u00e7os daquela na\u00e7\u00e3o norte-americana.<\/p>\n<p>Sem media\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas, Trump assegurou, al\u00e9m disso, que a constru\u00e7\u00e3o do muro \u2013 ao longo dos 3.185 quil\u00f3metros da fronteira \u2013 ser\u00e1 pago pelo M\u00e9xico, um custo que se avalia entre os 15.000 e os 20.000 milh\u00f5es de d\u00f3lares. Condicionou a anunciada reuni\u00e3o com Enrique Pe\u00f1a Nieto, Presidente do M\u00e9xico, ao compromisso deste com o pagamento. Adicionalmente, o presidente norte-americano toma a medida de impor um imposto de 20% sobre os produtos mexicanos que entrarem nos EUA para financiar a constru\u00e7\u00e3o do muro, com o que termina de fato com os acordos alfandeg\u00e1rios inclu\u00eddos no TLCAN [Tratado de Livre Com\u00e9rcio da Am\u00e9rica do Norte], que pretende rever na procura de condi\u00e7\u00f5es ainda mais favor\u00e1veis para os monop\u00f3lios que representa.<\/p>\n<p>O Partido Comunista do M\u00e9xico condena a constru\u00e7\u00e3o do muro fronteiri\u00e7o e apresenta os seus pontos de vista sobre forma como os trabalhadores devem enfrentar a agressividade imperialista, anti-oper\u00e1ria, anti-imigrante e racista.<\/p>\n<p>Em primeiro lugar, \u00e9 falso que os trabalhadores migrantes mexicanos, centro-americanos e latino-americanos, haitianos ou de qualquer outra nacionalidade sejam respons\u00e1veis pela mis\u00e9ria e as condi\u00e7\u00f5es de vida paup\u00e9rrimas da classe trabalhadora norte-americana. Este argumento demag\u00f3gico foi proferido j\u00e1 na Alemanha dos anos 30, contra os trabalhadores de origem judaica e do Este europeu e, atualmente, ouvem-se na Uni\u00e3o Europeia contra os trabalhadores migrantes de origem \u00e1rabe e africana. O desemprego e a desvaloriza\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho fazem parte da natureza do capitalismo como modo de produ\u00e7\u00e3o. Com o racismo e os discursos reacion\u00e1rios, pretende-se distrair os trabalhadores dos EUA das principais causas na base dos seus problemas, entre as quais se destaca a crise de sobreprodu\u00e7\u00e3o e sobre-acumula\u00e7\u00e3o iniciada em 2009, e com o seu centro nos EUA que, no seu oitavo ano, continua a desvalorizar a for\u00e7a de trabalho, em ataque aos direitos sociais e laborais. Al\u00e9m disso, a classe oper\u00e1ria multinacional, que comp\u00f5e o proletariado norte-americano, t\u00e3o explorada como a classe oper\u00e1ria de outros pa\u00edses, com o objetivo de acumular os superlucros dos monop\u00f3lios, tal como a relocaliza\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria, que devasta as outrora importantes cidades como Detroit, Cleveland, Pittsburgh, Minne\u00e1polis, tem como principal motivo a maximiza\u00e7\u00e3o do lucro dos monop\u00f3lios dos diferentes ramos da ind\u00fastria.<\/p>\n<p>\u00c9 igualmente falso que o ataque aos trabalhadores migrantes e as medidas protecionistas promovidas por Trump ponham em risco o fim da crise da economia capitalista. O aprofundamento da crise est\u00e1 em curso e tem como consequ\u00eancia um maior ataque contra o conjunto da classe oper\u00e1ria e de todos os trabalhadores dos EUA, o que, no imediato, significar\u00e1 cortes brutais nos servi\u00e7os de sa\u00fade e no chamado bem-estar social, maiores cortes nos or\u00e7amentos p\u00fablicos, tudo para sustentar os lucros do capital e o resgate de empresas a caminho da fal\u00eancia.<\/p>\n<p>O ataque racista aos trabalhadores, intr\u00ednseco \u00e0 domina\u00e7\u00e3o burguesa, aumenta em tempos de crise, e por isso tamb\u00e9m deve ser incrementada a resposta de classe. A \u00fanica resposta \u00e0 crise capitalista \u2013 que j\u00e1 evidencia os limites hist\u00f3ricos da propriedade privada dos meios de produ\u00e7\u00e3o e de troca \u2013 \u00e9 lutar pela unidade da classe oper\u00e1ria e as suas reivindica\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, em primeiro lugar o poder oper\u00e1rio e o socialismo-comunismo; n\u00e3o h\u00e1 meio termo, nem etapas interm\u00e9dias, e quem tal afirmar est\u00e1, na realidade, procurando prolongar a agonia e as calamidades diariamente sofridas pela classe oper\u00e1ria e a fam\u00edlia trabalhadora, bem como setores populares e povos do mundo.<\/p>\n<p>N\u00e3o queremos o muro fronteiri\u00e7o, nem o muro de Israel contra o povo palestino, nem os campos de concentra\u00e7\u00e3o contra os migrantes africanos e \u00e1rabes na UE, nem as abusivas medidas racistas da pol\u00edcia migrat\u00f3ria mexicana contra os nossos irm\u00e3os trabalhadores hondurenhos, salvadorenhos, guatemaltecos, haitianos. O sofrimento do proletariado, que em muitos casos encontra a morte em mares e desertos, leva-nos a colocar que n\u00e3o \u00e9 com nacionalismos nem com ret\u00f3rica populista sobre a soberania nacional que se enfrenta o imperialismo, \u00e9 com o internacionalismo prolet\u00e1rio.<\/p>\n<p>Os comunistas, porque sabem que n\u00e3o \u00e9 uma tarefa simples, f\u00e1cil, nem instant\u00e2nea, trabalhar\u00e3o pela unidade da classe oper\u00e1ria do M\u00e9xico e dos EUA, mas tamb\u00e9m pela unidade dos trabalhadores migrantes de outras nacionalidades, contra os monop\u00f3lios que nos exploram e oprimem mancomunadamente.<\/p>\n<p>A m\u00e3o-de-obra imigrante \u00e9, e foi sempre, uma componente essencial da acumula\u00e7\u00e3o, pois a sobreexplora\u00e7\u00e3o \u00e9 tanto maior quanto maior for a extra\u00e7\u00e3o de mais-valia dela derivada. Propalando o racismo contra os trabalhadores migrantes, a burguesia procura antagonizar e criar conflitos entre os diversos setores da classe oper\u00e1ria para poder reduzir o valor da for\u00e7a de trabalho. S\u00f3 a unidade dos trabalhadores, reiteramos, abrir\u00e1 um caminho certo, sem chauvinismos nem nacionalismos.<\/p>\n<p>A luta contra Trump e o imperialismo norte-americano est\u00e1 entrela\u00e7ada com a luta contra os monop\u00f3lios e o capitalismo no M\u00e9xico, por isso \u00e9 falsa a velha f\u00f3rmula burguesa proclamada com veem\u00eancia nos \u00faltimos dias: a \u00abunidade nacional\u00bb.<\/p>\n<p>A soberania nacional n\u00e3o est\u00e1 no interesse dos monop\u00f3lios, pois a sua \u00fanica p\u00e1tria \u00e9 a gan\u00e2ncia. S\u00f3 quando o capitalismo for derrotado e se encontre triunfante o poder oper\u00e1rio, os interesses soberanos sobre os produtos energ\u00e9ticos, terras, ind\u00fastria, recursos naturais, mares e fronteiras estar\u00e3o garantidos. Isto \u00e9 poss\u00edvel no contexto da constru\u00e7\u00e3o do socialismo-comunismo no nosso pa\u00eds. H\u00e1 condi\u00e7\u00f5es que amadurecem para que essa obra frutifique.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria ensina-nos como, ao longo do s\u00e9culo XX, sempre que a classe oper\u00e1ria adotou a \u00abunidade nacional\u00bb, hipotecou a sua independ\u00eancia como classe e se subordinou aos interesses da burguesia, que aproveitou para maximizar os seus lucros e afirmar a sua domina\u00e7\u00e3o. Com a \u00abunidade nacional\u00bb afirmaram-se uma e outra vez os pactos oper\u00e1rio-patronais em que se desvalorizou a for\u00e7a de trabalho, se aceitaram sem contrapartidas medidas de austeridade, se restringiram liberdades e direitos democr\u00e1ticos laborais. Os pactos entre as classes sempre se fizeram em preju\u00edzo dos trabalhadores; no M\u00e9xico, garantiram gest\u00f5es populistas que avan\u00e7aram na concentra\u00e7\u00e3o e centraliza\u00e7\u00e3o do capital e produziram um per\u00edodo de estabiliza\u00e7\u00e3o que favoreceu a classe dominante.<\/p>\n<p>A ret\u00f3rica \u00abanti-imperialista\u00bb, pejada de um discurso anti norte-americano, disfar\u00e7a os la\u00e7os de interdepend\u00eancia que se tecem entre os monop\u00f3lios de ambas as na\u00e7\u00f5es, e que se fortaleceram com o TLCAN em 1994, enquanto a ideologia da \u00abunidade nacional\u00bb era arquivada at\u00e9 outros tempos.<\/p>\n<p>Hoje, a classe dominante achou \u00fatil desempoeirar essa pol\u00edtica de \u00abunidade nacional\u00bb, com v\u00e1rios objetivos: em primeiro lugar conseguir a unidade da pr\u00f3pria burguesia e das suas express\u00f5es pol\u00edticas, desde a direita e o liberalismo at\u00e9 a social-democracia e a nova social-democracia.<\/p>\n<p>No seu discurso em Cidade Acu\u00f1a, Coahuila, L\u00f3pez Obrador apela sem corar a cerrar fileiras com Pe\u00f1a Nieto, esquecendo que o considerava um presidente ileg\u00edtimo, enquanto ele era, naturalmente, o presidente leg\u00edtimo do M\u00e9xico. Apresentou uma s\u00e9rie de medidas que poucos dias depois foram naturalmente aprovadas por Enrique Pe\u00f1a Nieto. Nesse mesmo sentido se perfilaram rapidamente as organiza\u00e7\u00f5es patronais, os partidos da ordem, os meios de comunica\u00e7\u00e3o, os intelectuais org\u00e2nicos do sistema. Em toda a classe dominante h\u00e1 consenso sobre a \u00abunidade nacional\u00bb, e o seu maior porta-voz \u00e9 Carlos Slim, cabe\u00e7a de um dos monop\u00f3lios que mais lucros apresenta.<\/p>\n<p>As medidas que defendem s\u00e3o falsas sa\u00eddas, s\u00e3o placebos, palavreado, demagogia. Numa palavra: enganos.<\/p>\n<p>No meio dessa febre chauvinista, os monop\u00f3lios encontrar\u00e3o a forma de negociar com Trump e o imperialismo novas regras que os favore\u00e7am, acordos que se podem prever ter\u00e3o um car\u00e1ter secreto e \u00e0 custa de ambos os povos. Al\u00e9m disso, est\u00e3o aplanando o caminho para que a gest\u00e3o da nova social-democracia de MORENA e L\u00f3pez Obrador, a quem por estes dias se juntou o monop\u00f3lio da TV Azteca e o ex-secret\u00e1rio de Governa\u00e7\u00e3o Esteban Moctezuma, conquistem a Presid\u00eancia da Rep\u00fablica em 2018.<\/p>\n<p>Mas acima de tudo isto est\u00e1, sobretudo, o objetivo de adormecer a luta de classes no nosso pa\u00eds \u2013 que se acentuou no come\u00e7o de 2017, depois dos efeitos da crise capitalista que se reabastece na economia popular, nos bolsos dos trabalhadores, o aumento dos combust\u00edveis, a carestia da vida, os transportes, os servi\u00e7os \u2013, e as ondas de protesto que expressam, ainda que por agora sejam espont\u00e2neas, todo o potencial de luta da classe oper\u00e1ria e dos setores populares contra o poder dos monop\u00f3lios.<\/p>\n<p>O Partido Comunista do M\u00e9xico apela a que os trabalhadores n\u00e3o caiam na armadilha da \u00abunidade nacional\u00bb nem na l\u00f3gica dos acordos interclasses ou na concilia\u00e7\u00e3o de classes, e intensifiquem a luta consequente contra o imperialismo que \u00e9, em primeiro lugar, lutar contra os monop\u00f3lios no M\u00e9xico. O Partido Comunista do M\u00e9xico apela \u00e0 luta pelo rompimento dos acordos interestatais como o TLCAN, e as novas formas que este venha a adquirir depois das previs\u00edveis modifica\u00e7\u00f5es na sua arquitetura.<\/p>\n<p>O Partido Comunista do M\u00e9xico apela \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o dos trabalhadores migrantes na fronteira norte, nas barreiras nas grandes cidades norte-americanas e tamb\u00e9m na fronteira Sul do nosso pa\u00eds, onde os nossos irm\u00e3os prolet\u00e1rios centro-americanos sofrem da Pol\u00edcia Migrat\u00f3ria vexamos id\u00eanticos aos que se sofrem por parte da US Border Patrol.<\/p>\n<p>N\u00f3s apelamos ao internacionalismo, n\u00e3o ao nacionalismo; o nosso apelo \u00e9 \u00e0s posi\u00e7\u00f5es de classe, n\u00e3o \u00e0 \u00abunidade nacional\u00bb. O nosso apelo \u00e9 \u00e0 unidade com os trabalhadores norte-americanos e n\u00e3o com os nossos verdugos, os nossos exploradores que s\u00e3o a classe dos burgueses, cujas pol\u00edticas de fome e mis\u00e9ria for\u00e7am milh\u00f5es de trabalhadores do nosso pa\u00eds a procurar na emigra\u00e7\u00e3o laboral melhores condi\u00e7\u00f5es de vida; esses burgueses que constroem muros de exclus\u00e3o e injusti\u00e7a social nas nossas cidades e povoa\u00e7\u00f5es e \u00e0 volta das suas luxuosas zonas residenciais e centros comerciais, enquanto a imensa maioria mal tem para o indispens\u00e1vel.<\/p>\n<p>Prolet\u00e1rios de todos os pa\u00edses, uni-vos!<\/p>\n<p>A Comiss\u00e3o Pol\u00edtica do Comit\u00ea Central do Partido Comunista do M\u00e9xico<\/p>\n<p>Este texto foi publicado em:<\/p>\n<p>http:\/\/www.comunistas-mexicanos.org\/index.php\/partido-comunista-de-mexico\/2145-contra-el-muro-contra-el-imperialismo<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Paulo Gasc\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Comiss\u00e3o Pol\u00edtica do Partido Comunista do M\u00e9xico (PCM) \u00abN\u00e3o queremos o muro fronteiri\u00e7o, nem o muro de Israel contra o povo palestino, nem \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/13596\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":true,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[90],"tags":[],"class_list":["post-13596","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c103-mexico"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-3xi","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13596","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13596"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13596\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13596"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13596"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13596"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}