{"id":13786,"date":"2017-03-10T08:00:06","date_gmt":"2017-03-10T11:00:06","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=13786"},"modified":"2017-03-31T13:35:00","modified_gmt":"2017-03-31T16:35:00","slug":"8-de-marco-dia-da-mulher-de-pe-com-as-mulheres-da-palestina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/13786","title":{"rendered":"8 de mar\u00e7o: Dia da Mulher, de p\u00e9 com as mulheres da Palestina"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" height=\"400\" width=\"620\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.resumenlatinoamericano.org\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/63688-620x400.jpg?resize=620%2C400\" alt=\"imagem\" \/><strong>Palestina Libre. Resumen Latinoamericano<\/strong><\/p>\n<p><strong>A marcha de 8 de mar\u00e7o pelo Dia Internacional da Mulher Trabalhadora \u00e9 uma oportunidade sem precedentes para as feministas de se posicionarem contra a islamofobia e o apartheid israelense, al\u00e9m de apoiar a livre determina\u00e7\u00e3o do Povo Palestino.<\/strong><!--more--><\/p>\n<p>A extensa hist\u00f3ria de resist\u00eancia das mulheres na Palestina. Oren Ziv ActiveStills<\/p>\n<p>A marcha de 8 de mar\u00e7o pelo Dia Internacional da Mulher Trabalhadora \u00e9 uma oportunidade sem precedentes para as feministas de se posicionarem contra a islamofobia e o apartheid israelense, al\u00e9m de apoiar a livre determina\u00e7\u00e3o do Povo Palestino.<\/p>\n<p>O chamado \u00e0 marcha por um \u201cfeminismo 99%\u201d inclui reivindica\u00e7\u00f5es expressas de um <strong>\u201cfeminismo antirracista, anticolonial\u201d. <\/strong>Isto \u00e9, a descoloniza\u00e7\u00e3o das terras palestinas e derrubar os muros do apartheid, seja ao longo da fronteira entre o M\u00e9xico e os Estados Unidos ou nos territ\u00f3rios ocupados da Cisjord\u00e2nia.<\/p>\n<p>Entre os que apoiaram o chamado, se encontra a presa pol\u00edtica Rasmea Odeh e Angela Davis, uma conhecida ativista pela justi\u00e7a e uma firme partid\u00e1ria da Causa Palestina e do Boicote, Desinvestimento e San\u00e7\u00f5es (BDS) contra Israel.<\/p>\n<p>A plataforma da marcha \u00e9, portanto, em parte, uma celebra\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria da mulher palestina e seu papel na luta contra a ocupa\u00e7\u00e3o israelense. Essa uma hist\u00f3ria muito extensa.<\/p>\n<p>Este ano completa-se o centen\u00e1rio da Declara\u00e7\u00e3o Balfour. Atrav\u00e9s desse documento, Arthur James Balfour, ent\u00e3o ministro de Assuntos Exteriores da Gr\u00e3-Bretanha se comprometeu a apoiar o estabelecimento de um \u201cLar Nacional Judeu\u201d, um eufemismo para um Estado judeu na Palestina. (NT: Com sua mentalidade e prepot\u00eancia colonialista, dando algo que n\u00e3o lhe pertence a quem n\u00e3o lhe corresponde).<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1920, as mulheres protestaram contra o programa de coloniza\u00e7\u00e3o sionista que Balfour havia respaldado.<\/p>\n<p>Uma conferencia mundial sobre a mulher <u>ocorreu<\/u> em Jerusal\u00e9m, em 1929.<\/p>\n<p>A ra\u00edz disso, uma delega\u00e7\u00e3o de 14 mulheres solicitou ver John Chancellor, Alto Comissionado Brit\u00e2nico para a Palestina, com a finalidade da revoga\u00e7\u00e3o da Declara\u00e7\u00e3o Balfour e se opusera \u00e0 repress\u00e3o dos militares brit\u00e2nicos contra os manifestantes palestinos, os maus tratos aos prisioneiros e o castigo coletivo aos povos levado a cabo pelas autoridades brit\u00e2nicas que naquele tempo \u201cgovernavam\u201d a Palestina.<\/p>\n<p><strong>Papel chave na luta<\/strong><\/p>\n<p>Durante a rebeli\u00e3o \u00e1rabe de 1930 na Palestina, as mulheres <u>arrecadaram<\/u> fundos e distribu\u00edram alimentos para os detidos. Tamb\u00e9m entregaram alimentos, armas e \u00e1gua aos homens implicados na rebeli\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 1948, as mulheres palestinas enfrentaram batalhas armadas contra as for\u00e7as sionistas.<\/p>\n<p>As mulheres em Jaffa formaram o Zahrat al-Uqhuwan (A Margarida) pouco antes da Nakba, a expuls\u00e3o massiva dos palestinos ocorrida em 1948. Esta organiza\u00e7\u00e3o entregou servi\u00e7os m\u00e9dicos, alimentos \u00e1gua e muni\u00e7\u00f5es aos rebeldes palestinos.<\/p>\n<p>Durante o per\u00edodo de 1948-1968, as mulheres palestinas desempenharam um papel chave no al-Ard (A Terra), um movimento de resist\u00eancia finalmente suprimido pelas autoridades israelenses.<\/p>\n<p>Desde 1967, as mulheres palestinas atuaram nas lutas pela liberta\u00e7\u00e3o da Palestina. Mulheres como F\u00e1tima Barnawi participaram da resist\u00eancia armada.<\/p>\n<p>Em janeiro de 1969, as mulheres palestinas levaram a cabo uma greve frente em frente aos c\u00e1rceres israelenses e centros de deten\u00e7\u00e3o, exigindo a liberta\u00e7\u00e3o de familiares presos. T\u00e3o somente em Gaza, 65 mulheres morreram na resist\u00eancia \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o entre 1967 e 1970.<\/p>\n<p><strong>O medo proibido<\/strong><\/p>\n<p>Em tempos mais recentes, as mulheres foram fundamentais para o levante da popula\u00e7\u00e3o na primera Intifada, que come\u00e7ou em 9 de dezembro de 1987, no dia em que o medo foi proibido e as pedras foram atiradas, como definiu o jornalista palestino, Makram Makhoul.<\/p>\n<p>A Intifada come\u00e7ou depois que quatro palestinos morreram em um checkpoint (posto de controle militar israelense) em Gaza, e Hatem Abu Sisi, de 17 anos, foi assassinado por um oficial israelense que disparava contra uma multid\u00e3o de manifestantes palestinos de luto.<\/p>\n<p>Os comit\u00eas de mulheres que existiram antes do levante geraram alguns dos l\u00edderes emergentes dos comit\u00eas populares que tiveram uma fundamental import\u00e2ncia para a Intifada.<\/p>\n<p>Estas dirigentes estavam envolvidas na organiza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de socorro e na arrecada\u00e7\u00e3o de fundos para os presos e suas fam\u00edlias. Tamb\u00e9m organizaram a assist\u00eancia jur\u00eddica para incentivar que mais pessoas se unissem \u00e0 Intifada.<\/p>\n<p>Quando Israel fechou as escolas palestinas, uma t\u00e1tica comum das for\u00e7as de ocupa\u00e7\u00e3o, as mulheres constitu\u00edram escolas alternativas subterr\u00e2neas que surgiram nas casas, mesquitas e igrejas. As mulheres tamb\u00e9m foram fundamentais na organiza\u00e7\u00e3o do boicote massivo aos produtos israelenses.<\/p>\n<p>Em 08 de mar\u00e7o de 1988, os comit\u00eas de mulheres que organizaram as mulheres palestinas trabalhadoras, estudantes e donas de casa fizeram um chamado para um programa conjunto no Dia Internacional da Mulher.<\/p>\n<p>Os comit\u00eas organizaram os servi\u00e7os de cuidados de crian\u00e7as para permitir a participa\u00e7\u00e3o massiva das mulheres nos comit\u00eas populares e nos sindicatos. O programa tamb\u00e9m animou as mulheres a unirem-se \u00e0s greves gerais que ocorreram em toda a Cisjord\u00e2nia e Gaza, e para organizar as defesas contra os ataques dos soldados e colonos israelenses.<\/p>\n<p>Durante a segunda Intifada, que come\u00e7ou no ano 2000, Manal Abu Akhar, que recebeu um disparo no peito quando era crian\u00e7a durante a primeira Intifada, utilizou sua casa em Dheisheh, um acampamento de refugiados da zona de Bel\u00e9m, para albergar os combatentes.<\/p>\n<p>Ela tamb\u00e9m ajudou a \u201cimpedir\u201d o sequestro de palestinos pelos militares israelenses. As mulheres palestinas atiravam seus corpos no ch\u00e3o para tentar criar o caos para que outros pudessem escapar.<\/p>\n<p>Abu Akhar tamb\u00e9m utilizou sua casa como um posto de observa\u00e7\u00e3o para vigiar o movimento dos militares israelenses.<\/p>\n<p><strong>Apoio ao BDS<\/strong><\/p>\n<p>Mais recentemente, as mulheres palestinas foram v\u00edtimas das mortais repress\u00f5es israelenses. Em outubro de 2015, Dania Irsheid, de 17 anos, foi assassinada a tiros em um posto de controle israelense em Hebrom. Soldados israelenses assinalaram que dispararam contra ela porque os amea\u00e7ou com uma faca, o que foi negado pelas testemunhas.<\/p>\n<p>Outra adolescente, Bayan al-Esseili, foi assassinada a tiros nesse mesmo m\u00eas, pr\u00f3ximo ao assentamento ilegal de Kiryat Arba, em Hebrom.<\/p>\n<p>Um grupo chamado Coaliz\u00e3o de Mulheres Jerosolimitas se manifestou contra estas mortes.<\/p>\n<p>Falando como mulheres, m\u00e3es, irm\u00e3s, filhas e jovens, a coaliz\u00e3o pediu a \u201cprote\u00e7\u00e3o de nossa seguran\u00e7a f\u00edsica, de nossos lares, das ruas de nosso bairro, escolas, cl\u00ednicas, poder chegar a salvo a nossos locais de trabalho e de culto\u201d.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s, as mulheres de Jerusal\u00e9m Ocupada, somo \u00f3rf\u00e3s politicamente\u201d, indicaram as respons\u00e1veis pelo grupo. \u201cSomos v\u00edtimas sem prote\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que a Autoridade Palestina n\u00e3o tem direito e n\u00e3o pode nos proteger em nossa cidade, e o Estado de Israel nos trata como terroristas que devem ser humilhadas, atacadas, violadas e controladas\u201d.<\/p>\n<p>Em 8 de mar\u00e7o do ano passado, as mulheres palestinas emitiram um comunicado de solidariedade com as milhares de mulheres palestinas que foram encarceradas por Israel desde 1967.<\/p>\n<p>A declara\u00e7\u00e3o foi escrita por mais de 60 mulheres palestinas que estiveram por tr\u00e1s das grades israelenses. Nela, protestaram contra a cont\u00ednua nega\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres palestinas de assist\u00eancia sanit\u00e1ria e educa\u00e7\u00e3o, e as terr\u00edveis condi\u00e7\u00f5es em que vivem as mulheres palestinas presas por sua resist\u00eancia \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Este ano, a Plataforma 8 de mar\u00e7o insta os participantes a continuar mostrando seu apoio \u00e0 Liberta\u00e7\u00e3o da Palestina depois que a marcha terminar.<\/p>\n<p>A plataforma demanda a abertura das fronteiras, os direitos dos refugiados palestinos que desejam retornar a seus lares e a descoloniza\u00e7\u00e3o da Palestina. Assim, se far\u00e1 um chamado aos manifestantes a apoiarem diretamente o movimento BDS.<\/p>\n<p>O chamado da Palestina e do BDS, exige o fim da ocupa\u00e7\u00e3o israelense das terras palestinas, plena igualdade de direitos para os cidad\u00e3os palestinos em Israel, o desmantelamento do Muro do Apartheid israelense na Cisjord\u00e2nia e a aplica\u00e7\u00e3o da resolu\u00e7\u00e3o 194 da ONU, que apoia o direito dos refugiados palestinos a regressar a seus lares e p\u00e1tria.<\/p>\n<p>Estes objetivos est\u00e3o plenamente consagrados dentro da ess\u00eancia da Plataforma 8 de mar\u00e7o.<\/p>\n<p>Os sindicatos que lutam no Ocidente e apoiam a plataforma, devem respaldar as t\u00e1ticas do BDS como um meio para demonstrar a solidariedade com as mulheres trabalhadoras palestinas, tanto dentro e fora dos sindicatos.<\/p>\n<p>A taxa de desemprego das mulheres palestinas na Cisjord\u00e2nia se situou em 28,5% nos \u00faltimos meses de 2016. Isto foi duas vezes maior que a taxa de desemprego masculino.<\/p>\n<p>Em Gaza, a taxa de desemprego das mulheres foi mais de 64%, segundo Escrit\u00f3rio Central Palestina de Estat\u00edsticas. A taxa correspondente aos homens foi de 33%.<\/p>\n<p>Estes dados demonstram por que todos os sindicatos palestinos apoiam a campanha de BDS contra Israel.<\/p>\n<p><strong>Repudiar o \u201cfeminismo imperialista\u201d<\/strong><\/p>\n<p>O chamado do 8 de mar\u00e7o para o \u201cfim da viol\u00eancia de g\u00eanero\u201d, incluindo a brutalidade policial e as \u201cpol\u00edtica de Estado\u201d que engendram a pobreza, pode trazer manifestantes em solidariedade direta com as feministas palestinas.<\/p>\n<p>Como a acad\u00eamica e ativista Nada Elia assinalou, a infraestrutura de Israel est\u00e1 \u201cprojetada para manter altas taxas de abortos involunt\u00e1rios mediante o bloqueio de recursos b\u00e1sicos, como a \u00e1gua e rem\u00e9dios, obrigando as mulheres em trabalho de parto a esperar nos checkpoint (postos de controle militares) a caminho para o hospital e, em geral, a cria\u00e7\u00e3o de condi\u00e7\u00f5es desumanas e inabit\u00e1veis para os palestinos. Isto tamb\u00e9m aumentou os abortos involunt\u00e1rios, partos prematuros e natimortos. Mulheres et\u00edopes-israelenses, a maioria delas judia, tamb\u00e9m s\u00e3o objeto de inje\u00e7\u00f5es anticoncepcionais obrigat\u00f3rias sem seu consentimento\u201d.<\/p>\n<p>Os manifestantes do 8 de mar\u00e7o podem vincular suas lutas com o trabalho levado a cabo por grupos, como a Uni\u00e3o Geral de Mulheres Palestinas, que se organizou para lutar pela justi\u00e7a e, em especial, pelas mulheres palestinas.<\/p>\n<p>Sob o mandato do presidente Donald Trump, a expans\u00e3o dos assentamentos israelenses ilegais continua em um ritmo acelerado. \u00c9 preciso se prepara para resistir aos planos iminentes para levar a cabo uma nova guerra contra Gaza. Por\u00e9m, n\u00e3o podemos nos dar ao luxo de esperar que as pr\u00f3ximas bombas caiam para saber que a pr\u00f3pria Gaza j\u00e1 est\u00e1 inabit\u00e1vel e que a ONU prognosticou que as condi\u00e7\u00f5es piorar\u00e3o no final desta d\u00e9cada.<\/p>\n<p>Ser uma mulher palestina em Gaza \u00e9 n\u00e3o ter nenhum controle sobre seu pr\u00f3prio corpo e capacidade de viver da apar\u00eancia de uma vida plena. Os EUA financiaram e apoiaram a viol\u00eancia racista infligida contra as mulheres, homens e crian\u00e7as de Gaza.<\/p>\n<p>Por \u00faltimo, os que advogam pelo feminismo mundial em 8 de mar\u00e7o n\u00e3o podem deixar que seu apoio pol\u00edtico \u00e0 Palestina se contamine com suporte para o sionismo ou a ocupa\u00e7\u00e3o israelense. Agora mais do que nunca, uma clara linha deve ser tra\u00e7ada entre os setores de esquerda que proclamam o que Deepa Kumar, uma escritora e acad\u00eamica, chamou de \u201cfeminismo imperialista\u201d e os que lutam pela emancipa\u00e7\u00e3o das mulheres em todas as partes.<\/p>\n<p>Somente um feminismo \u201cdesde o rio at\u00e9 o mar\u201d, e inclusive mais al\u00e9m, pode mudar o curso da viol\u00eancia brutal de g\u00eanero dos EUA e Israel. Somente para um antirracista, o feminismo anti-imperialista pode colocar fim \u00e0 guerra contra as mulheres palestinas, que \u00e9 um componente b\u00e1sico do sionismo, a ocupa\u00e7\u00e3o israelense e o imp\u00e9rio dos Estados Unidos.<\/p>\n<p><strong>Sobre o autor:<\/strong> Sof\u00eda Arias vive na cidade de Nova York e Bill Mullen V. vive em Indiana. Ambas s\u00e3o, h\u00e1 muito tempo, ativistas de solidariedade com a Palestina.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> <a href=\"https:\/\/electronicintifada.net\/content\/8-march-stand-women-palestine\/19766\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=pt-BR&amp;q=https:\/\/electronicintifada.net\/content\/8-march-stand-women-palestine\/19766&amp;source=gmail&amp;ust=1489197858262000&amp;usg=AFQjCNH5tKFkEjhmAJ8fAT8CbQsYMQ_x_w\">On 8 March, stand with women of Palestine<\/a><\/p>\n<p><strong>Copyleft:<\/strong> Toda reprodu\u00e7\u00e3o deste artigo deve contar com o link do original <a href=\"https:\/\/electronicintifada.net\/content\/8-march-stand-women-palestine\/19766\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=pt-BR&amp;q=https:\/\/electronicintifada.net\/content\/8-march-stand-women-palestine\/19766&amp;source=gmail&amp;ust=1489197858262000&amp;usg=AFQjCNH5tKFkEjhmAJ8fAT8CbQsYMQ_x_w\">ingl\u00eas<\/a> e a tradu\u00e7\u00e3o de Palestinalibre.org<\/p>\n<p><em>As opini\u00f5es expressadas neste artigo s\u00e3o pr\u00f3prias do autor e n\u00e3o refletem necessariamente a pol\u00edtica editorial de Al Jazeera.<\/em><\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/www.resumenlatinoamericano.org\/2017\/03\/08\/el-8-de-marzo-dia-de-la-mujer-de-pie-con-las-mujeres-de-palestina\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=pt-BR&amp;q=http:\/\/www.resumenlatinoamericano.org\/2017\/03\/08\/el-8-de-marzo-dia-de-la-mujer-de-pie-con-las-mujeres-de-palestina\/&amp;source=gmail&amp;ust=1489197858262000&amp;usg=AFQjCNFh8TVuOaHFXI6e2YYRp6wlIgP8YQ\"> http:\/\/www.resumenlatinoamericano.org\/2017\/03\/08\/el-8-de-marzo-dia-de-la-mujer-de-pie-con-las-mujeres-de-palestina\/<\/a><\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: Partido Comunista Brasileiro (PCB)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Palestina Libre. 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