{"id":14410,"date":"2017-05-15T13:33:58","date_gmt":"2017-05-15T16:33:58","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=14410"},"modified":"2017-05-29T16:00:33","modified_gmt":"2017-05-29T19:00:33","slug":"olhar-comunista-15052017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/14410","title":{"rendered":"OLHAR COMUNISTA \u2013 15\/05\/2017"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/PGjisQLWPS_rm0KMK7UDuyqG_6t2KqoKpPUuTH5ne48VosknjlpzVpoa4XXdSLdhM6J3FB9itEHrBf7TNDOpQxrl0eDqnUSJuTMIryvTkMPyyPmrOOaRdKnoLP6Ji1sxrqxRLOmXTvmW1mMUb5PYFc5wcqmfznAdcFsr8oY8sfpPxn-QtwMk1kzV2YQrtdQw3rvtnGSscz4YNZGpBdnRCPyqe4bjj72yOlhLEHjjeq8lYcA42O0G8nhysRoFspbGolYQoq3mTi-g7kOOqTdbBEGMB5lBWd3Wu7cJIbYhRTD2sj1rZLbCrlFoNI3nRezTi3olC3e9Ljbiyz8L_-9I2p-tIPogbSa-CFNaUfMaCzFg_ONaCpovLqKWtVMxHeOc-4H7aHlQb77DnyFRsZKtsMQwX8QqpvFp2osTqEPmd2p4So3pUSZ4Nsdtd_f0cAjo48jCUqBa25f-jVD0LGip8aN_zMjd1wHlfuQvKWFxSPxYB4HGorCwtr2uUpVK_HkPrUUbKHHgKB8aAS_eeK42H797mjbD73w0qfDtzxKaRG3NAQx7R5xlR-N8qQycw0BTDMH2Dq9pX79CgDzfOQo5-izJxfrfpg7uJrs9BpsbfPCC6Eoxyk0v=w600-h453-no\" alt=\"imagem\" \/><strong>Imposto sindical sob amea\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>O fim do imposto sindical, inclu\u00eddo no projeto de reforma trabalhista em curso no Congresso, se aprovado, ser\u00e1 mais uma medida voltada a enfraquecer as organiza\u00e7\u00f5es dos <!--more-->trabalhadores no enfrentamento ao patronato. A contribui\u00e7\u00e3o sindical, cobrada de todos os trabalhadores uma vez por ano, foi criada pelo governo Get\u00falio Vargas e at\u00e9 hoje viabiliza a exist\u00eancia dos sindicatos, principalmente daqueles que representam os trabalhadores da iniciativa privada e nos setores de menor express\u00e3o econ\u00f4mica, onde a sindicaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 mais dif\u00edcil, podendo resultar em demiss\u00f5es de quem se associa ao sindicato. Assim como outros pontos contidos nos projetos de reforma trabalhista e previdenci\u00e1ria, a proposta de extin\u00e7\u00e3o do imposto sindical foi considerada \u201cum avan\u00e7o\u201d pelo empresariado.<\/p>\n<p>\u00c9 hora de denunciar a quem realmente interessa essa proposta e de mobilizar ainda mais a classe trabalhadora no enfrentamento aos ataques promovidos pelo governo Temer e pelos capitalistas aos direitos hist\u00f3ricos da classe trabalhadora.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Novo presidente da Cor\u00e9ia do Sul quer afastar-se dos EUA e aproximar-se da Coreia do Norte<\/strong><\/p>\n<p>O novo presidente da Cor\u00e9ia do Sul, Moon Jae-in, do Partido Democrata, defende a \u201cPol\u00edtica do Sol\u201d, que busca uma reaproxima\u00e7\u00e3o entre as duas Coreias e um afastamento do alinhamento com os Estados Unidos, que vem caracterizando a pol\u00edtica externa do pa\u00eds h\u00e1 d\u00e9cadas.\u00a0 A vit\u00f3ria de Moon, dois meses ap\u00f3s o impeachment da presidente Park Jeun-hye, por corrup\u00e7\u00e3o, p\u00f5e fim a 12 anos de dom\u00ednio dos conservadores.<\/p>\n<p>Moon declarou que n\u00e3o se reunir\u00e1 com o l\u00edder norte-coreano Kim John-un at\u00e9 que este abra m\u00e3o de seu programa militar-nuclear. No entanto, declarou tamb\u00e9m que pretende reabrir o complexo industrial de Kaesong, um projeto comum aos dois pa\u00edses, situado na Coreia do Norte, e quer um pa\u00eds &#8220;justo e unido&#8221;.<\/p>\n<p>A elei\u00e7\u00e3o de Moon pode significar um passo importante na conten\u00e7\u00e3o das pretens\u00f5es hegemonistas dos EUA no mundo e de suas pr\u00e1ticas belicistas. Ao buscar uma posi\u00e7\u00e3o mais independente da Coreia do Sul para \u201ctomar as r\u00e9deas\u201d do processo pol\u00edtico na pen\u00ednsula coreana, marchando, no rumo da paz com Pyong-Yang, pelo caminho da integra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e cultural, o novo governo tamb\u00e9m atende aos interesses das grandes empresas transnacionais de base sulcoreana.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Congresso argentino barra concess\u00e3o de benef\u00edcio a agentes da repress\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O Congresso da Rep\u00fablica Argentina aprovou, na quarta-feira dia 10 de maio, uma lei que anula resolu\u00e7\u00e3o da Suprema Corte que permitiu a aplica\u00e7\u00e3o de outra lei, j\u00e1 extinta, para beneficiar um agente da ditadura (1976 a 1983) que havia sido condenado, em 2011, a 13 anos de reclus\u00e3o pelo sequestro de 20 pessoas em 1976. A lei que havia sido resgatada pela Suprema Corte apontava para a redu\u00e7\u00e3o de penas por conta da superlota\u00e7\u00e3o do sistema carcer\u00e1rio. Conforme a decis\u00e3o do Congresso, essa lei n\u00e3o se aplicava a casos de lesa-humanidade, como os de tortura e de assassinatos ocorridos durante a ditadura.<\/p>\n<p>A vota\u00e7\u00e3o no Congresso uniu todos os partidos e motivou uma grande manifesta\u00e7\u00e3o em Buenos Aires, que contou com a presen\u00e7a de movimentos sociais, ONGs e organiza\u00e7\u00f5es de esquerda. Foi uma vit\u00f3ria contra as tentativas de apagar o passado e anular os crimes da ditadura, resgatando as intensas lutas pela retomada das liberdades democr\u00e1ticas na Argentina, onde ao menos uma parte dos torturadores e chefes da repress\u00e3o foi a julgamento e levada \u00e0 pris\u00e3o.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Governo enfraquece o controle de armas<\/strong><\/p>\n<p>Conforme mat\u00e9ria de O Globo, de 8 de maio de 2017, o governo Temer emitiu uma s\u00e9rie de decretos e portarias que alteram regras de controle de armas em vigor, atendendo aos interesses da chamada &#8220;bancada da bala&#8221;, defensora dos interesses dos fabricantes de armas, os quais atuam num mercado que movimenta muitos milh\u00f5es de reais. \u00a0O aumento da permiss\u00e3o para a posse de armas, de 3 para 5 anos, da renova\u00e7\u00e3o do teste de uso, de 3 para 10 anos, da avalia\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica, de 3 para 10 anos e\u00a0 a permiss\u00e3o para o transporte de armas carregadas em autom\u00f3veis est\u00e3o entre as principais mudan\u00e7as.<\/p>\n<p>O fortalecimento do controle de armas foi aprovado em plebiscito realizado nos anos 1990. A maior permissividade do porte de armas beneficia um setor que representa uma das mais cru\u00e9is formas de enriquecimento privado, pois se d\u00e1 \u00e0s custas do incentivo \u00e0 viol\u00eancia em geral, do maior risco de uso indevido de armas por pessoas desequilibradas e pelo crime.<\/p>\n<p>As medidas n\u00e3o interessam aos trabalhadores, aos que mais sofrem com o crime e a viol\u00eancia. Representam o desprezo dos atuais governantes \u00e0s opini\u00f5es e decis\u00f5es da maioria da popula\u00e7\u00e3o e s\u00e3o um retrocesso nas pol\u00edticas p\u00fablicas resultantes da press\u00e3o exercida por movimentos que lutam em favor de uma sociedade justa e sem desigualdades.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Imposto sindical sob amea\u00e7a O fim do imposto sindical, inclu\u00eddo no projeto de reforma trabalhista em curso no Congresso, se aprovado, ser\u00e1 mais \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/14410\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[100],"tags":[],"class_list":["post-14410","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c113-a-semana-no-olhar-comunista"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-3Kq","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14410","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14410"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14410\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14410"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14410"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14410"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}