{"id":14718,"date":"2017-06-09T19:32:40","date_gmt":"2017-06-09T22:32:40","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=14718"},"modified":"2017-06-20T21:14:02","modified_gmt":"2017-06-21T00:14:02","slug":"para-os-atropelos-da-burguesia-as-devidas-barricadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/14718","title":{"rendered":"Para os atropelos da burguesia, as devidas barricadas!"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/LiWQwN5PH_VAFpDTOFO8fHEqyGRmNnHnqnIsnkYWo1EOFJO1NSeKG3aqpY5Jf5g-KnVegSKSYiYhqlae7QkWPlDUeyTbCU9WfyDMymDqzSTaXCSZeMz_M-Xb9OT9Rin1svTWM1LM7ibjbQvuJf8fpUY5jzMlrr8XZqWPR_YL4wj3rpNDevhaK0_E_e1OpXNwEuBsQHCkQ6nd--giKNE2EiE3yyGbFqOk-41Zg_5TWnkRvqkgmNu7gabSAqt7S1tpRAVCeBoejgdE8CFOj6J1_t2UcOZJt6Ma3Z_5wU5zcNcStBpXlaD8b96jk2_BPQFYTsx7lHG7C0FnboX7aMimJq4myz4SnPLYhmVtPdEtNXUWh8m17ocAhMtKfixYieLvr69HC7zqXW2BdiE_gkToMbrHLRzJxWTL4PT-F3EackSKB9a4uCX0Ptu_L_WuiV2I7UGrteo15Yntm9nBRpJweUSSGsFsqfTecGoECMCfRagQ9VlikUaUaXOVqV4V_4xUaiRIgGsbXgo7ewaBBT5-qXVdoDxUhDIe_D17xtMpR_a-u29yGbbYDHEMTEj2y-IhRaGvB4_62sZha6HaLd9hk5QndayhU5fcJe1McpPzz9L_AWCHxokaCmynhwy73W5pqu5xRg7gWfN-p51Y750sbyIBxYr_YsPX0eynqqEFDw=w684-h351-no\" alt=\"imagem\" \/>Era manh\u00e3 de 25 de outubro de 1917 e quase toda Petrogrado, na R\u00fassia, se encontrava nas m\u00e3os dos revolucion\u00e1rios bolcheviques. O dia seguinte foi marcado pelo II Congresso dos Sovietes de Toda a R\u00fassia, quando o Poder foi passado para os Sovietes de Deputados Oper\u00e1rios, Soldados e Camponeses. O dia 27 foi marcado pelo Decreto que abolia a propriedade privada sobre a terra. L\u00eanin foi, no mesmo dia, <!--more-->eleito presidente do Conselho de Comiss\u00e1rios do Povo. Tr\u00eas dias ap\u00f3s a consolida\u00e7\u00e3o da Revolu\u00e7\u00e3o Bolchevique, as mulheres t\u00eam o direito de voto reconhecido, al\u00e9m dos direitos ao div\u00f3rcio, de sal\u00e1rio igual aos homens, do acesso \u00e0 terra. S\u00e3o igualizados os direitos entre homens e mulheres e ampliadas as conquistas espec\u00edficas das mulheres.<\/p>\n<p>A Revolu\u00e7\u00e3o Socialista na R\u00fassia foi, sen\u00e3o o mais, um dos mais importantes eventos do s\u00e9culo XX. Os avan\u00e7os pol\u00edticos, econ\u00f4micos e sociais adquiridos pela sociedade no processo p\u00f3s-revolucion\u00e1rio foram fundamentais no sentido de impulsionar os processos revolucion\u00e1rios em pa\u00edses de outros continentes. Al\u00e9m disso, todos os avan\u00e7os foram respons\u00e1veis pelas ebuli\u00e7\u00f5es sociais que aconteceram nos pa\u00edses centrais da economia capitalista e que obrigaram os setores da classe dominante a cederem os direitos requisitados pela classe trabalhadora, temerosos de verem a derrocada do Capital frente ao Socialismo.<\/p>\n<p>Com a queda do muro de Berlim e posterior fim da URSS, os capitalistas de todo mundo j\u00e1 n\u00e3o se viram nos mesmos entraves de antes, quando dividiam o poder material e simb\u00f3lico com uma outra pot\u00eancia mundial que apresentava uma proposta nova de sociedade, livre de explora\u00e7\u00e3o e opress\u00e3o. Dessa forma, puderam investir contra a classe trabalhadora as medidas mais nefastas de intensifica\u00e7\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho, retirada de direitos conquistados com muita luta pelas trabalhadoras e trabalhadores. No Brasil, essas medidas, entre outras, foram apresentadas como solu\u00e7\u00f5es para as crises imanentes ao capitalismo, da mesma forma como se apresentam na atual conjuntura pol\u00edtica, que tem o ileg\u00edtimo governo de Michel Temer como representante pol\u00edtico oficial da burguesia no governo e, portanto, agente de ataques como as Reformas da Previd\u00eancia e Trabalhista, o recente PL da terceiriza\u00e7\u00e3o, bem como a j\u00e1 aprovada PEC da morte, que ainda em 2016 foi respons\u00e1vel pelo estabelecimento de um teto de gastos nos investimentos prim\u00e1rios da Uni\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>A burguesia se recupera de suas crises \u00e0s custas do suor e sangue da classe trabalhadora!<\/strong><\/p>\n<p>Tal como Marx apontou n\u2019O Capital, o modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista \u00e9 acometido, em sua din\u00e2mica de funcionamento, por sucessivas crises econ\u00f4micas, sejam elas causadas pela queda tendencial da taxa de lucro, pela superprodu\u00e7\u00e3o ou pelo conjunto da din\u00e2mica capitalista e suas contradi\u00e7\u00f5es entre capital e trabalho. Entretanto, a caracter\u00edstica essencial est\u00e1 no fato de que a classe penalizada pelas contradi\u00e7\u00f5es do modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista \u00e9 a classe trabalhadora, i.e. os produtores da riqueza social.<\/p>\n<p>A caracter\u00edstica fundamental de uma economia dependente como a brasileira e demais pa\u00edses latino americanos, \u00e9 a superexplora\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho. Como Ruy Mauro Marini, cientista social brasileiro, identificou, as economias perif\u00e9ricas precisam, necessariamente, remunerar a for\u00e7a de trabalho a um n\u00edvel inferior a sua pr\u00f3pria reprodu\u00e7\u00e3o. Isso se constata facilmente porque, segundo o Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (DIEESE), o sal\u00e1rio m\u00ednimo necess\u00e1rio para janeiro de 2017 deveria ser de R$ 3.811,29 em contraste com os R$ 937,00 em vigor, atualmente. Essa \u00e9 a regra de ouro do capitalismo dependente, seja qual for o governo que estiver no poder.<\/p>\n<p>Com o aprofundamento da crise econ\u00f4mica internacional, a queda dos pre\u00e7os das commodities (uns dos principais pilares da economia brasileira), a crise pol\u00edtica nacional e a aplica\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas econ\u00f4micas exclusivamente para beneficiar a classe dominante, o Estado e os economistas apologistas do capital buscam a deteriora\u00e7\u00e3o dos direitos sociais da classe trabalhadora como meio de garantir a supera\u00e7\u00e3o da crise.<\/p>\n<p>A Reforma Trabalhista tem o intuito ampliar o processo de explora\u00e7\u00e3o e precariza\u00e7\u00e3o do trabalho e minar toda e qualquer organiza\u00e7\u00e3o dos trabalhadores para reivindica\u00e7\u00f5es. Aprovado quarta-feira (22), o Projeto de Lei (PL) 4.302 tem por fundamento a terceiriza\u00e7\u00e3o irrestrita de todas as atividades. Vejamos alguns dados que permitem elucidar melhor a amplia\u00e7\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o do trabalho.<\/p>\n<p>Segundo o Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (DIEESE), um trabalhador terceirizado trabalha 3 horas a mais por semana; recebe at\u00e9 25% menos; permanece apenas 2,6 anos nos empregos; 90% dos trabalhadores resgatados de labores an\u00e1logos \u00e0 escravid\u00e3o eram terceirizados e s\u00e3o v\u00edtimas de 80% dos acidentes fatais. Ou seja, est\u00e3o dentre os mais explorados dos explorados do capitalismo brasileiro.<\/p>\n<p>Soma-se a isso uma grande massa de desempregados que vigora no pa\u00eds, massa essa que tende a aumentar. De 2015 para 2016, houve s\u00fabito aumento do desemprego, alcan\u00e7ando quase as cifras de 13 milh\u00f5es. Contudo, esses dados s\u00e3o referentes aos empregados formalmente. \u00c9, contudo, muito mais preocupante que isso. Mais da metade dos trabalhadores brasileiros est\u00e1 na informalidade. Dessa forma, as cifras verdadeiras est\u00e3o muito acima das divulgadas pelos \u00f3rg\u00e3os oficiais.<\/p>\n<p>Esses mecanismos de oferta e procura de trabalho a fim de rebaixar os sal\u00e1rios n\u00e3o s\u00e3o um fen\u00f4meno dos tr\u00f3picos. Marx, n\u2019O Capital, j\u00e1 havia compreendido tal mecanismo. No cap\u00edtulo XXIII, \u201cA Lei Geral de Acumula\u00e7\u00e3o Capitalista\u201d, Marx demonstra que o desemprego no modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista \u00e9 estrutural. Uma grande massa de desempregados \u00e9 necess\u00e1ria para garantir a predomin\u00e2ncia do capital sobre o trabalho: o ex\u00e9rcito industrial de reserva.<\/p>\n<p>Vejamos agora alguns pontos da reforma da previd\u00eancia. O discurso dominante \u00e9 de que a previd\u00eancia social possui um rombo or\u00e7ament\u00e1rio. Dessa forma, para que n\u00e3o haja complica\u00e7\u00f5es futuras nacionais, \u00e9 necess\u00e1rio um reforma para estancar esse \u201crombo\u201d. Se nos atentarmos aos dados perceberemos que a previd\u00eancia social, na verdade, possui super\u00e1vit desde 2006 (R$ 59,9 bilh\u00f5es) at\u00e9 2015 (R$ 11,2 bi, em 2015). Segundo dados da Anfip (Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil), durante esse per\u00edodo houve ac\u00famulo de R$ 658 bilh\u00f5es de super\u00e1vit.<\/p>\n<p>Parte consider\u00e1vel do super\u00e1vit da previd\u00eancia \u00e9 destinado ao pagamento de outros setores, inclusive no desvio para o pagamento da d\u00edvida p\u00fablica, que por sua vez consome quase metade do or\u00e7amento da Uni\u00e3o (47%) e que contempla apenas alguns milhares de especuladores. Por outro lado, o valor do \u201crombo\u201d na previd\u00eancia alegado pelo governo \u00e9 de R$ 149 bilh\u00f5es. Doravante, \u00e9 n\u00edtido o car\u00e1ter de classe do Estado brasileiro e suas pol\u00edticas econ\u00f4micas burguesas.<\/p>\n<p>Quais os impactos da reforma da previd\u00eancia na qualidade de vida da classe trabalhadora? Segundo a reforma, a idade m\u00ednima para a aposentadoria, independente do sexo, \u00e9 de 65 anos, ou, tamb\u00e9m, 49 anos de contribui\u00e7\u00e3o para se ter o valor integral do benef\u00edcio. Entretanto, a expectativa de vida do Brasil \u00e9 muito distinta entre as regi\u00f5es.<\/p>\n<p>Por exemplo, segundo o IBGE, a expectativa de vida do sul do Brasil \u00e9 de 77,8 anos. Em contraste, o Norte e Nordeste t\u00eam, em m\u00e9dia, 72,5 anos. S\u00e3o dados assustadores se pensarmos na qualidade de vida de um aposentado, que passou a maior parte da sua vida tendo a sua for\u00e7a de trabalho, bem como os produtos que dela surgem, expropriada. Esses indiv\u00edduos se aposentar\u00e3o apenas no limite de sua expectativa de vida. O aspecto mais calamitoso dessa reforma \u00e9 perceber que h\u00e1 munic\u00edpios brasileiros em que a expectativa de vida nem sequer alcan\u00e7a aos 65 anos. Ou seja, o trabalhador ter\u00e1 de vender sua for\u00e7a de trabalho at\u00e9 o dia de sua morte! \u00c9 disso que estamos falando.<\/p>\n<p><strong>Para al\u00e9m das barricadas, construir trincheiras que permitam atingir o inimigo!<\/strong><\/p>\n<p>A classe trabalhadora deve dar uma resposta \u00e0 altura a essa situa\u00e7\u00e3o extrema. Parar a produ\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s da constru\u00e7\u00e3o da greve geral, \u00e9 um caminho que os trabalhadores devem ter como prioridade no momento pol\u00edtico. Compreender que o Estado \u00e9 o comit\u00ea executivo da classe dominante, como lembra Karl Marx, tamb\u00e9m \u00e9 de extrema import\u00e2ncia para que n\u00e3o caiamos nos devaneios da humaniza\u00e7\u00e3o do capital &#8211; marca tipicamente social-liberal -, cujos nocivos resultados experimentamos recentemente.<\/p>\n<p>Em tempos de crise econ\u00f4mica, todos os esfor\u00e7os da burguesia ser\u00e3o direcionados ao aumento da explora\u00e7\u00e3o do trabalho e \u00e0 retirada de direitos sociais. \u00c9 de extrema import\u00e2ncia entender as engrenagens que regem o modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista e compreender que n\u00e3o h\u00e1 solu\u00e7\u00e3o reformista poss\u00edvel. Sem os trabalhadores decidindo o que, onde, quando e de que modo produzir, nenhum antagonismo existente na sociedade de classe, que tem o capital, valor em busca de expans\u00e3o, como media\u00e7\u00e3o do metabolismo social, desaparecer\u00e1.<\/p>\n<p>\u00c9 fundamental a constru\u00e7\u00e3o de um bloco anticapitalista e anti imperialista organizado que re\u00fana os mais diversos setores da classe trabalhadora capaz de barrar as retiradas de direitos e caminhar no sentido de novas conquistas.<\/p>\n<p>\u201cPara n\u00e3o ter protestos v\u00e3os,<br \/>\nPara sair desse antro estreito,<br \/>\nFa\u00e7amos n\u00f3s por nossas m\u00e3os<br \/>\nTudo o que a n\u00f3s diz respeito!\u201d<\/p>\n<p>CONSTRUIR A GREVE GERAL PELO PODER POPULAR!<br \/>\nOUSAR LUTAR, OUSAR VENCER!<\/p>\n<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<p><script>(function(d, s, id) {  var js, fjs = d.getElementsByTagName(s)[0];  if (d.getElementById(id)) return;  js = d.createElement(s); js.id = id;  js.src = \"\/\/connect.facebook.net\/pt_BR\/sdk.js#xfbml=1&version=v2.10\";  fjs.parentNode.insertBefore(js, fjs);}(document, 'script', 'facebook-jssdk'));<\/script><\/p>\n<div class=\"fb-post\" data-href=\"https:\/\/www.facebook.com\/notes\/ujc-santa-maria\/para-os-atropelos-da-burguesia-as-devidas-barricadas\/1670060493296247\/\" data-width=\"747\">\n<blockquote cite=\"https:\/\/www.facebook.com\/notes\/ujc-santa-maria\/para-os-atropelos-da-burguesia-as-devidas-barricadas\/1670060493296247\/\" class=\"fb-xfbml-parse-ignore\"><p>Publicado por <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/ujcsantamaria\/\">UJC &#8211; Santa Maria<\/a> em&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/notes\/ujc-santa-maria\/para-os-atropelos-da-burguesia-as-devidas-barricadas\/1670060493296247\/\">Sexta, 24 de mar\u00e7o de 2017<\/a><\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Era manh\u00e3 de 25 de outubro de 1917 e quase toda Petrogrado, na R\u00fassia, se encontrava nas m\u00e3os dos revolucion\u00e1rios bolcheviques. 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