{"id":157,"date":"2007-09-11T07:22:03","date_gmt":"2007-09-11T07:22:03","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=157"},"modified":"2007-09-11T07:22:03","modified_gmt":"2007-09-11T07:22:03","slug":"o-pcb-e-a-conjuntura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/157","title":{"rendered":"O PCB e a Conjuntura"},"content":{"rendered":"\n<p>Entre as muitas rea\u00e7\u00f5es e resist\u00eancias a esta tend\u00eancia recente, surgida a partir deste s\u00e9culo, merecem destaque, entre outros elementos, o recrudescimento do apoio dos EUA a Israel e a pa\u00edses \u00e1rabes aliados, as agress\u00f5es ao Iraque e Afeganist\u00e3o, as amea\u00e7as \u00e0 S\u00edria e ao Ir\u00e3, a ofensiva para dividir a Palestina, a manuten\u00e7\u00e3o de alian\u00e7as de pa\u00edses europeus com os norteamericanos, como no caso da Inglaterra, a busca de alian\u00e7as na Am\u00e9rica Latina pelos EUA.<\/p>\n<p>No plano econ\u00f4mico, a conjuntura registra os efeitos, na economia mundial, da crise de inadimpl\u00eancia do setor imobili\u00e1rio dos EUA. Esta crise, gerada pelo ac\u00famulo, no mercado americano, de empr\u00e9stimos e financiamentos n\u00e3o pagos para a compra de im\u00f3veis, vem levando \u00e0 amea\u00e7a de fal\u00eancia bancos e empresas construtoras, o que, por sua vez, causa escassez de moeda e queda no volume de neg\u00f3cios, provocando recess\u00e3o. A crise na economia americana se reflete nas bolsas de valores de todo o mundo, levando \u00e0 baixa no valor das a\u00e7\u00f5es, no primeiro momento, e a uma queda na atividade econ\u00f4mica, no curto prazo, que pode vir a tomar grande propor\u00e7\u00e3o..<\/p>\n<p>A resposta \u00e0 crise, por parte dos governos, tem sido a inje\u00e7\u00e3o de volumosos recursos nas economias, por parte dos Bancos Centrais, e a queda nas taxas de juros cobrados pelos BCs estas institui\u00e7\u00f5es ao sistema banc\u00e1rio. A crise ainda n\u00e3o afetou diretamente a produ\u00e7\u00e3o, mas, ao que tudo indica, neste momento, haver\u00e1 impacto de m\u00e9dio prazo na atividade econ\u00f4mica, ainda que suavizado pela a\u00e7\u00e3o dos bancos centrais.<\/p>\n<p>Dado o atual padr\u00e3o de desenvolvimento do capitalismo, com a internacionaliza\u00e7\u00e3o do capital, a introdu\u00e7\u00e3o constante de novas tecnologias na produ\u00e7\u00e3o &#8211; com a conseq\u00fcente destrui\u00e7\u00e3o de postos de trabalho -, e \u00e0 perman\u00eancia, nas \u00faltimas d\u00e9cadas, na maioria dos pa\u00edses, de forma hegem\u00f4nica, das pol\u00edticas neoliberais que defendem, entre outros elementos, a precariza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es de trabalho, a redu\u00e7\u00e3o do Estado e o desmonte das redes de garantias sociais, acirra-se, em todo o mundo, a luta de classes, o conflito entre capital e trabalho.<\/p>\n<p>Por um lado, a burguesia, integrada mundialmente, com o capital mais concentrado em grandes conglomerados internacionais, mant\u00e9m agressiva ofensiva ideol\u00f3gica e pol\u00edtica, buscando garantir todas as condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o apenas para a livre circula\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o do capital, como tamb\u00e9m para a manuten\u00e7\u00e3o da hegemonia da ideologia burguesa. H\u00e1, em v\u00e1rias partes do mundo, a\u00e7\u00f5es de governos liberais para o enfraquecimento da organiza\u00e7\u00e3o dos trabalhadores e das liberdades democr\u00e1ticas, mesmo no sentido das representa\u00e7\u00f5es parlamentares.<\/p>\n<p>No Brasil, a burguesia opera um processo de transi\u00e7\u00e3o, ainda inconcluso, para a sua completa integra\u00e7\u00e3o \u00e0 economia mundial, uma integra\u00e7\u00e3o subalterna e parcial, onde predominam os interesses dos grupos exportadores, do setor financeiro, de segmentos com interesses atendidos como o da constru\u00e7\u00e3o civil pesada. \u00c9 uma repactua\u00e7\u00e3o de interesses dos grupos empresariais brasileiros que sobreviveram \u00e0 abertura da economia dos anos 90 e dos grupos estrangeiros que atuam no pa\u00eds. O agroneg\u00f3cio, os fabricantes de avi\u00f5es e de m\u00e1quinas industriais e agr\u00edcolas, as construtoras e os bancos em geral s\u00e3o alguns dos principais exemplos.<\/p>\n<p>Fazem parte deste novo pacto os elementos essenciais do ide\u00e1rio neoliberal, como o enxugamento do Estado &#8211; para melhor servir ao capital -, a precariza\u00e7\u00e3o do trabalho e a destrui\u00e7\u00e3o das garantias do sistema p\u00fablico de bem-estar, como a sa\u00fade e a previd\u00eancia, assim como o enfraquecimento das organiza\u00e7\u00f5es dos trabalhadores, inclusive no que diz respeito \u00e0 liberdade de a\u00e7\u00e3o partid\u00e1ria, de manifesta\u00e7\u00e3o e de imprensa, hoje comprimida entre poucos grandes grupos privados de atuam na \u00e1rea das comunica\u00e7\u00f5es. O sistema pol\u00edtico montado para dar sustenta\u00e7\u00e3o a este novo pacto \u00e9 capitaneado pelo PT e formado pelos partidos que representam os interesses burgueses.<\/p>\n<p>O trabalho enfrenta este estado do capitalismo e da hegemonia das pol\u00edticas neoliberais de formas diferenciadas. Em cada pa\u00eds, a classe trabalhadora, em geral mais fragmentada e precarizada, com menos empregos formais e menos empregos na ind\u00fastria, dada a intensidade tecnol\u00f3gica da base produtiva atual, busca novas formas de organiza\u00e7\u00e3o para resistir aos ataques contra seus direitos e retoma a luta por novas conquistas nos planos pol\u00edtico e econ\u00f4mico. A forma de organiza\u00e7\u00e3o e a intensidade do enfrentamento, em cada pa\u00eds, dependem do grau de democracia e de possibilidades de luta institucional presentes, do n\u00edvel de organiza\u00e7\u00e3o e de consci\u00eancia de classe dos trabalhadores, de seu ac\u00famulo de experi\u00eancias de luta, do n\u00edvel de unidade entre as for\u00e7as de esquerda, e do grau de acirramento da luta de classes.<\/p>\n<p>Na Venezuela, na Bol\u00edvia, na Nicar\u00e1gua e no Equador, o voto foi um dos instrumentos utilizados pelos trabalhadores para levar avante a luta de classes, em conjunto com a luta direta de movimentos populares de diversos tipos e com a a\u00e7\u00e3o de partidos pol\u00edticos comunistas, socialistas, de esquerda e progressistas; no Peru, forma-se uma frente de oposi\u00e7\u00e3o ao governo entreguista de Alan Garc\u00eda; na Argentina, est\u00e1 em constru\u00e7\u00e3o uma frente de esquerda para a disputa das elei\u00e7\u00f5es gerais que se avizinham; no M\u00e9xico as for\u00e7as populares obtiveram uma vit\u00f3ria eleitoral, tendo sido afastadas do poder pela fraude grosseira que houve no processo.<\/p>\n<p>Estes movimentos apontam para uma alternativa anticapitalista para o desenvolvimento de cada pa\u00eds, pois, com a integra\u00e7\u00e3o internacional da burguesia, com o predom\u00ednio do capital sobre o trabalho, desaparecem as alternativas do caminho social-democrata &#8211; que, em geral, nasceu tardia, nestes pa\u00edses, e est\u00e1 falida &#8211; ou, para o chamado &#8220;terceiro mundo&#8221;, da &#8220;liberta\u00e7\u00e3o nacional&#8221; &#8211; a alian\u00e7a entre burgueses nacionais e trabalhadores contra o &#8220;inimigo externo&#8221;. Para a classe trabalhadora, a \u00fanica sa\u00edda \u00e9 o Socialismo.<\/p>\n<p>No Brasil, o governo Lula se deslocou mais para a direita, mantendo os ataques aos direitos trabalhistas e de organiza\u00e7\u00e3o sindical, ao direito de greve, \u00e0 previd\u00eancia, trabalhando para a facilita\u00e7\u00e3o da livre circula\u00e7\u00e3o do capital, que permite tudo a madeireiros, a latifundi\u00e1rios canavieiros que se utilizam de trabalho semi-escravo, que oferece ganhos exorbitantes aos bancos, que ataca controladores de v\u00f4o e tenta criminalizar lideran\u00e7as e movimentos sociais.<\/p>\n<p>Com o avan\u00e7o do liberalismo e com a CUT subalternizada e descaracterizada, transformada em &#8220;linha auxiliar&#8221; do governo, fora do campo da luta de classes, e em decorr\u00eancia do desenvolvimento capitalista, o movimento popular, em descenso desde o in\u00edcio dos anos 90, enfraqueceu-se nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>No entanto, o quadro pol\u00edtico, no Brasil, come\u00e7a a transformar-se. Em diversos segmentos sociais, com destaque para o funcionalismo p\u00fablico e as categorias profissionais que comp\u00f5em as camadas m\u00e9dias, aumenta a percep\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 natureza conservadora e ao car\u00e1ter burgu\u00eas do governo Lula, ainda que a maior parte dos setores da &#8220;elite&#8221; &#8211; a burguesia brasileira, os grupos econ\u00f4micos que mais v\u00eam se beneficiando com as pol\u00edticas neoliberais &#8211; e os grupos de baixa renda, clientes da bolsa &#8211; escola e da bolsa &#8211; fam\u00edlia, ainda considerem as a\u00e7\u00f5es do governo favor\u00e1veis aos seus interesses.<\/p>\n<p>No terreno partid\u00e1rio, agremia\u00e7\u00f5es com refer\u00eancias de esquerda, como PDT, PSB e PC do B, migram para uma posi\u00e7\u00e3o de mais independ\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o ao governo, tendendo a formar um bloco eleitoral, mas se mant\u00eam em relativa paralisia em rela\u00e7\u00e3o ao movimento de massas porque d\u00e3o sustenta\u00e7\u00e3o ao governo. A resist\u00eancia de fato, no que diz respeito aos partidos, v\u00eam do PSTU, do PCB, de parte do PSOL e de outros partidos do campo socialista e comunista. No campo da luta sindical e de massas, atuam um conjunto de movimentos sociais somados \u00e0 Intersindical &#8211; que congrega sindicatos e militantes sindicais, e a Conlutas, uma entidade que re\u00fane, organicamente, sindicatos e outros movimentos de natureza diversa. O MST enfrenta dificuldades crescentes na condu\u00e7\u00e3o de suas bandeiras de luta, uma vez que o campo, no Brasil, \u00e9, hoje, utilizado quase totalmente como meio de produ\u00e7\u00e3o, integrado plenamente ao capitalismo. O MST depende do governo, em parte, para suas a\u00e7\u00f5es, mas segue como um movimento de press\u00e3o, com apoios nas camadas m\u00e9dias urbanas. O MST tem possibilidades de vir a tornar-se um novo partido pol\u00edtico.<\/p>\n<p>Entendemos que foi positiva a iniciativa de cria\u00e7\u00e3o da Conlutas. No entanto, dada a sua constitui\u00e7\u00e3o heterog\u00eanea &#8211; sindicatos e entidades de natureza diversa, como o movimento negro e o movimento de mulheres, reunidos, organicamente, na mesma entidade -, entendemos que a Conlutas n\u00e3o atende \u00e0 necessidade de organizar os trabalhadores no plano nacional, uma vez que \u00e9 neste terreno &#8211; o conflito capital x trabalho -, que se situa o centro da luta de classes. Endendemos que a proposta da Intersindical se aproxima mais do perfil de uma futura central classista, ampla, com ampla participa\u00e7\u00e3o das bases, e que, para o avan\u00e7o da luta, \u00e9 fundamental que haja n\u00e3o apenas di\u00e1logo constante mas principalmente unidade de a\u00e7\u00e3o com a di\u00e1logo com a Conlutas e outras organiza\u00e7\u00f5es cong\u00eaneres.<\/p>\n<p>O encontro nacional dos trabalhadores, realizado em 25 de mar\u00e7o, em S\u00e3o Paulo, foi um marco importante na retomada do movimento. Com cerca de 6000 pessoas, unindo Conlutas, Intersindical, partidos e movimentos diversos, o evento deu provas de que h\u00e1 condi\u00e7\u00f5es para a chegar-se a um novo patamar de luta apesar de ainda ser insuficiente a organiza\u00e7\u00e3o dos trabalhadores para o enfrentamento pol\u00edtico. No entanto, na pr\u00e1tica, as resolu\u00e7\u00e3o de 25 de mar\u00e7o n\u00e3o sa\u00edram do papel, ainda que, nas comemora\u00e7\u00f5es do Primeiro de Maio e na Jornada de Lutas de 23 de maio, o movimento tenha realizado, de forma unificada, importantes manifesta\u00e7\u00f5es, por todo o pa\u00eds. H\u00e1 que ressaltar-se, tamb\u00e9m a grande import\u00e2ncia que tem o F\u00f3rum Nacional de Mobiliza\u00e7\u00e3o, pelo seu enorme potencial de consolidar a unidade dos movimentos sociais e das for\u00e7as de esquerda para impulsionar a luta contra o neoliberalismo.<\/p>\n<p>Os comunistas do PCB entendemos que \u00e9 necess\u00e1rio manter e ampliar a frente de esquerda, entendendo que sua conforma\u00e7\u00e3o e seu Programa n\u00e3o devem limitar-se ao campo eleitoral. \u00c9 necess\u00e1rio trabalhar intensamente para a constru\u00e7\u00e3o de um Bloco Hist\u00f3rico, com partidos, sindicatos e organiza\u00e7\u00f5es diversas, com um programa de lutas anticapitalista, com centro no embate entre capital e trabalho, que fa\u00e7a avan\u00e7ar as conquistas sobre a propriedade privada dos meios de produ\u00e7\u00e3o, que conquiste pol\u00edticas sociais universalizantes quanto ao acesso \u00e0s estruturas de bem-estar, que avance na distribui\u00e7\u00e3o da renda, que permita a constru\u00e7\u00e3o do Poder Popular, que difunda as id\u00e9ias e valores socialistas e comunistas na luta contra a hegemonia do pensamento burgu\u00eas. Para esta tarefa, \u00e9 fundamental o fortalecimento da unidade dos comunistas. Saudamos o F\u00f3rum de Unidade dos Comunistas, formado originalmente pelo PCB, pela Refunda\u00e7\u00e3o Comunista e pela Corrente Comunista Luiz Carlos Prestes.<\/p>\n<p>A constru\u00e7\u00e3o deste bloco exige a realiza\u00e7\u00e3o de um Encontro Nacional da Classe Trabalhadora, que congregue sindicatos, militantes sindicais e organiza\u00e7\u00f5es de trabalhadores, para fazer ressoar por todo o Brasil o combate \u00e0s reformas trabalhista e sindical e da previd\u00eancia, a luta pela reestatiza\u00e7\u00e3o da Vale do Rio Doce, a luta pela eleva\u00e7\u00e3o dos sal\u00e1rios e por outras conquistas. Este Encontro ser\u00e1 o primeiro passo para viabilizar a constru\u00e7\u00e3o de uma central sindical que se paute pela luta de classes, uma central que reuna sindicatos hoje filiados \u00e0 Conlutas, \u00e0 Intersindical e a outras centrais, sindicatos independentes e oposi\u00e7\u00f5es sindicais. Ser\u00e1 um passo importante para a constru\u00e7\u00e3o do Bloco Hist\u00f3rico revolucion\u00e1rio, ser\u00e1 um momento de revers\u00e3o do movimento, de retomada da ofensiva da classe trabalhadora.<\/p>\n<p>PCB &#8211; Comiss\u00e3o Pol\u00edtica Nacional Setembro 2007<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O cen\u00e1rio mundial apresenta-se cada vez mais multipolar. A reafirma\u00e7\u00e3o da R\u00fassia como grande pot\u00eancia, agora com a\u00e7\u00f5es militares como a retomada dos v\u00f4os dos bombardeiros nucleares, a consolida\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o Europ\u00e9ia, o surgimento e o fortalecimento, em outras partes do mundo, de regimes pol\u00edticos n\u00e3o alinhados com os EUA, como no caso da Venezuela, o crescimento da China no mercado mundial, a maior autonomia do Jap\u00e3o nas rela\u00e7\u00f5es pol\u00edticas internacionais e o surgimento de novas economias fortes, como no caso da \u00cdndia, s\u00e3o alguns fatores que confirmam a tend\u00eancia de enfraquecimento da configura\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e econ\u00f4mica que prevaleceu do p\u00f3s-II Guerra Mundial at\u00e9 a d\u00e9cada de 80 do s\u00e9culo passado, marcada pelo cen\u00e1rio da disputa bipolar entre os blocos pol\u00edticos e econ\u00f4micos liderados, respectivamente, pela Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica e pelos Estados Unidos.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/157\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[26],"tags":[],"class_list":["post-157","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c25-notas-politicas-do-pcb"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-2x","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/157","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=157"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/157\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=157"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=157"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=157"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}