{"id":16170,"date":"2017-09-16T15:00:23","date_gmt":"2017-09-16T18:00:23","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=16170"},"modified":"2017-11-09T12:14:47","modified_gmt":"2017-11-09T15:14:47","slug":"a-luta-e-o-caminho-nosso-horizonte-o-socialismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/16170","title":{"rendered":"A luta \u00e9 o caminho! Nosso horizonte: o socialismo!"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ujc.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/XIX-festival-mundial-de-jovens-e-estudantes.jpg\" alt=\"imagem\" \/><!--more--><strong>70\u00ba Anivers\u00e1rio do movimento dos festivais<\/strong><\/p>\n<p><strong>A Juventude Comunista da Venezuela rende tributo aos 70 anos do movimento dos festivais, em sua luta pela paz e contra a guerra<\/strong><\/p>\n<p>Representando a Juventude do Partido Comunista Brasileiro (PCB), Lu\u00eds Fernandes, Secret\u00e1rio Pol\u00edtico Nacional da UJC (Uni\u00e3o da Juventude Comunista), participa do Forum Internacional reunido, a partir deste s\u00e1bado (16\/09) na Venezuela, para comemorar os 70 anos dos Festivais organizados pela Federa\u00e7\u00e3o Mundial das Juventudes Democr\u00e1ticas, pela paz e contra a guerra, e para debater a conjuntura internacional contempor\u00e2nea, de luta em defesa dos direitos da classe trabalhadora e da juventude e de combate ao imperialismo e ao fascismo. Segue abaixo a sauda\u00e7\u00e3o do camarada Lu\u00eds Fernandes ao evento:<\/p>\n<p>Estimados camaradas,<\/p>\n<p>Recebam a mais calorosa sauda\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o da Juventude Comunista- Brasil e de toda juventude revolucion\u00e1ria brasileira. Sem d\u00favida, hoje n\u00f3s latino americanos e revolucion\u00e1rios, temos o processo bolivariano e toda a resist\u00eancia do povo venezuelano frente ao imperialismo como uma grande refer\u00eancia de luta pela liberta\u00e7\u00e3o dos povos, pela paz e pelo socialismo.<\/p>\n<p>Saudamos, em especial, a Juventude Comunista Venezuelana (JCV) e o Partido Comunista Venezuelano (PCV), polo aglutinador das for\u00e7as mais avan\u00e7adas e revolucion\u00e1rias das classes populares e oper\u00e1rias venezuelanas. A independ\u00eancia de classe, dignidade e firmeza ideol\u00f3gica dos comunistas venezuelanos s\u00e3o caracter\u00edsticas fundamentais a serem incorporadas como exemplo para o fortalecimento de um vigoroso movimento anticapitalista e anti-imperialista mundial.<\/p>\n<p>O tema proposto pelos camaradas \u00e9 um dos mais importantes e centrais da \u00e9poca em que vivemos. O crescimento do fascismo e a radicaliza\u00e7\u00e3o das agress\u00f5es imperialistas est\u00e3o profundamente concatenadas. Foi L\u00eanin e, posteriormente, o movimento comunista internacional, que entenderam com maior profundidade econ\u00f4mica e pol\u00edtica as ra\u00edzes do imperialismo e do fascismo.<\/p>\n<p>O Imperialismo \u00e9 a fase mais madura ou superior do capitalismo. Pela sua ess\u00eancia \u00e9 o capitalismo monopolista, a concentra\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o. Trata-se do desenvolvimento pleno do capitalismo, que, fun\u00e7\u00e3o da concorr\u00eancia, vive um processo de oligopoliza\u00e7\u00e3o, com a fus\u00e3o e associa\u00e7\u00e3o de empresas, o surgimento do capital financeiro, a disputa ferrenha entre corpora\u00e7\u00f5es e na\u00e7\u00f5es, exporta\u00e7\u00e3o de capitais e conquista de mercados e territ\u00f3rios, formando assim uma nova realidade social, econ\u00f4mica e pol\u00edtica, em \u00e2mbito planet\u00e1rio.<\/p>\n<p>O fascismo, no s\u00e9culo XX, foi a alternativa contrarrevolucion\u00e1ria dos monop\u00f3lios e dos setores mais reacion\u00e1rios do capital financeiro. Esta defini\u00e7\u00e3o \u00e9 muito importante: precisamos pensar o fascismo no s\u00e9culo XX para al\u00e9m de Alemanha e da It\u00e1lia. Por exemplo, \u00e9 sabida a simpatia desenvolvida pelas grandes corpora\u00e7\u00f5es norte-americanas pelo nazismo e pelas ideias racistas. No in\u00edcio da d\u00e9cada de 1930, setores do capital financeiro norte-americano tentaram, sem sucesso, dar um golpe contra Roosevelt. Em plena segunda guerra mundial, empresas norte-americanas tinham mais de 456 milh\u00f5es de d\u00f3lares investidos na Alemanha nazista. Fazemos essa recapitula\u00e7\u00e3o para afirmar que o fascismo, assim como o colonialismo, o racismo e a agress\u00e3o aos povos sempre s\u00e3o uma op\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da domina\u00e7\u00e3o imperialista.<\/p>\n<p>Obviamente, em pleno s\u00e9culo XXI, temos novas formas de domina\u00e7\u00e3o imperialista e de fascismos. No entanto, a amea\u00e7a fascista e imperialista permanece enquanto o modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista for predominante no mundo. A domina\u00e7\u00e3o financeira e toda superestrutura internacional que se moldou para isso \u00e9 a principal faceta do imperialismo contempor\u00e2neo. O endividamento externo e interno dos Estados Nacionais, a hegemonia do d\u00f3lar e do capital financeiro, a total liberaliza\u00e7\u00e3o para os capitais e o cont\u00ednuo aumento da explora\u00e7\u00e3o do trabalho s\u00e3o caracter\u00edsticas centrais para compreendermos a atual din\u00e2mica da acumula\u00e7\u00e3o capitalista. Hoje, o capital se valoriza numa intensidade jamais vista na hist\u00f3ria, processo que n\u00e3o \u00e9 aut\u00f4nomo das rela\u00e7\u00f5es sociais de produ\u00e7\u00e3o, pelo contr\u00e1rio.<\/p>\n<p>A atual crise sist\u00eamica do capitalismo e sua necessidade de intensificar a explora\u00e7\u00e3o do trabalho, expropriar violentamente camponeses e os povos e retirar direitos sociais, trabalhistas e democr\u00e1ticos dos trabalhadores nos leva a enfrentar uma fase mais aberta da luta de classes em todo o mundo. Acirram-se as contradi\u00e7\u00f5es interimperialistas. Especialmente o imperialismo norte-americano, em decad\u00eancia e com maior poder militar, cada vez tende mais a optar por sa\u00eddas unilaterais, belicistas e de agress\u00f5es aos povos. O Imp\u00e9rio norte-americano necessita de guerras para gerar lucros para o seu complexo industrial militar e fortalecer seu setor de energia petrol\u00edfera. O gabinete de Donald Trump \u00e9 basicamente formado por esses setores pol\u00edticos e econ\u00f4micos.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m da fomenta\u00e7\u00e3o de guerras diretas, os EUA e seus aliados tamb\u00e9m fomentam guerras midi\u00e1ticas e civis contra os povos e governos que contrariam seus interesses. Fomentam o caos, a barb\u00e1rie e patrocinam grupos fundamentalistas e de extrema direita. Essa foi a principal t\u00e1tica pol\u00edtica e militar adotada durante os governos Obama. Felizmente, a heroica resist\u00eancia da S\u00edria, contando com a solidariedade de outros povos, demonstra a capacidade de resist\u00eancia dos povos, apesar de toda cat\u00e1strofe e sofrimento.<\/p>\n<p>A Am\u00e9rica Latina vive, nesse momento, um quadro de grandes complica\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e econ\u00f4micas. Presenciamos, nos \u00faltimos anos, o fortalecimento de movimentos e governos claramente alinhados aos interesses dos grandes monop\u00f3lios e do imperialismo, em especial o norte-americano. Ap\u00f3s anos de lideran\u00e7as dos assim chamados \u201cgovernos progressistas\u201d que, em distintos modos e grau de profundidade, conseguiram avan\u00e7ar em algumas pautas de reivindica\u00e7\u00f5es populares, no qual o caso venezuelano foi o mais expressivo, o continente vive agora um profundo momento de retrocesso, com governos cada vez mais alinhados ao imperialismo e aos monop\u00f3lios, assim como o crescimento do conservadorismo. Esse fato nos obriga a analisar duas quest\u00f5es: a atual forma de atua\u00e7\u00e3o do imperialismo e o significado pol\u00edtico de ditos governos progressistas.<\/p>\n<p>N\u00e3o por coincid\u00eancia, a ofensiva da burguesia na Am\u00e9rica Latina est\u00e1 claramente vinculada ao momento de profunda crise econ\u00f4mica que o mundo atravessa nesse momento. A partir de 2012, os efeitos da crise chegaram com grande for\u00e7a no continente, colocando em xeque o modelo de desenvolvimento econ\u00f4mico, que garantia, como no caso brasileiro, um suposto pacto entre capital e trabalho, promovendo algumas pol\u00edticas sociais compensat\u00f3rias de est\u00edmulo ao cr\u00e9dito e ao consumo dos trabalhadores e garantindo altos lucros para as empresas capitalistas.<\/p>\n<p>Contudo, a crise revelou uma grande debilidade econ\u00f4mica dos pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina, inclusive aqueles que contaram com governos que chegaram ao poder via apoio popular, que foi a crescente reprimariza\u00e7\u00e3o da economia e a sustenta\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica quase que exclusivamente com base na venda de produtos agr\u00edcolas, petr\u00f3leo e minera\u00e7\u00e3o. Assim, a desvaloriza\u00e7\u00e3o desses produtos no mercado internacional significou a perda de um dos principais pontos de sustenta\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas sociais compensat\u00f3rias, o que gradativamente desgastou o apoio popular aos governos.<\/p>\n<p>N\u00e3o bastasse isso, em momento de crise registra-se um maior ass\u00e9dio do imperialismo aos povos de todo o mundo. No caso latino-americano, isso pode ser visto na reativa\u00e7\u00e3o da IV Frota, no progressivo aumento das bases militares no continente, no est\u00edmulo e financiamento de golpes de estado, como no caso de Honduras e Paraguai, na prolongava ofensiva midi\u00e1tica, pol\u00edtica e econ\u00f4mica contra o povo venezuelano, no apoio a candidaturas claramente alinhadas ao plano imperialista, como o caso de Maur\u00edcio Macri na Argentina e, no caso brasileiro, apoiando o golpe jur\u00eddico-parlamentar de derrubada da Presidente Dilma.<\/p>\n<p>A resist\u00eancia dos trabalhadores a esses processos foi proporcional ao grau de mobiliza\u00e7\u00e3o popular e fortalecimento dos movimentos sociais e oper\u00e1rios em cada pa\u00eds nos \u00faltimos anos. Assim, utilizando os casos talvez mais extremados, podemos perceber como a resist\u00eancia do povo venezuelano nesses \u00faltimos anos reflete a participa\u00e7\u00e3o popular no processo e como a relativa facilidade com que a presidente Dilma Rousseff foi derrubada da presid\u00eancia da rep\u00fablica reflete o profundo processo de despolitiza\u00e7\u00e3o e desarme dos trabalhadores ao longo dos 13 anos de governo do PT.<\/p>\n<p>No caso espec\u00edfico do Brasil, vivemos um momento de profundas mudan\u00e7as no cen\u00e1rio pol\u00edtico, com o impeachment da presidenta, formalizado e instrumentalizado a partir de manobras judiciais esp\u00farias, ilegais e sem fundamentos jur\u00eddicos, que para ser concretizado, contou com um pacto formado pelo imperialismo, pelos monop\u00f3lios da m\u00eddia, pelo parlamento mais conservador desde 1964, pelo judici\u00e1rio e pela burguesia brasileira.<\/p>\n<p>Antes viv\u00edamos um pacto de classes promovido pelo governo PT. A insustentabilidade deste pacto e a necessidade dos grandes monop\u00f3lios em acelerar o ajuste fiscal no momento em que o cen\u00e1rio econ\u00f4mico se encontrava em estagna\u00e7\u00e3o, com os \u00edndices de crescimento econ\u00f4mico decaindo nas previs\u00f5es dos economistas, fizeram com que a burguesia e o imperialismo optassem pela aventura golpista.<\/p>\n<p>Temos plena certeza de que a subida de Michel Temer ao posto de Presidente da Rep\u00fablica representa um retrocesso real para a classe trabalhadora e para todas as classes populares, pois tal governo \u00e9 a express\u00e3o institucional de uma reorganiza\u00e7\u00e3o no bloco burgu\u00eas, em especial da fra\u00e7\u00e3o rentista, a partir de uma radicaliza\u00e7\u00e3o do neoliberalismo e de uma associa\u00e7\u00e3o consideravelmente mais submissa aos interesses do imperialismo norte-americano.<\/p>\n<p>Se no per\u00edodo anterior o modelo de domina\u00e7\u00e3o burguesa estava pautado por uma perspectiva de consenso ampliado, que visava integrar de modo apassivador os setores populares por meio do consumo, o atual se pauta pela perspectiva de um consenso restrito entre os diferentes setores da burguesia e os setores abastados e reacion\u00e1rios da chamada \u201cclasse m\u00e9dia\u201d. Ao proletariado, campesinato e demais setores populares destina-se agora n\u00e3o mais uma pol\u00edtica de concilia\u00e7\u00e3o apassivadora, mas uma pol\u00edtica de coer\u00e7\u00e3o aberta voltada a garantir a ordem sob um regime que, para se manter, ter\u00e1 que aumentar a explora\u00e7\u00e3o de todos<\/p>\n<p>A economia e a pol\u00edtica brasileira hoje passam por um momento de reenquadramento subalterno \u00e0 ordem imperialista. O pa\u00eds se desindustrializa, setores do agroneg\u00f3cio e minera\u00e7\u00e3o e rentismo se fortalecem ainda mais. Em termos geopol\u00edticos, o governo ileg\u00edtimo brasileiro tem se comportado como um criminoso servi\u00e7al norte-americano na Am\u00e9rica latina. Nesta segunda, Temer e Trump juntamente com outros presidentes do continente, se reuniram para debater a crise venezuelana.<\/p>\n<p>No espectro pol\u00edtico, a extrema direita profundamente antidemocr\u00e1tica, racista e antipopular cresce como uma alternativa para administra\u00e7\u00e3o da crise capitalista, em especial em pa\u00edses extremamente desiguais como o Brasil. Se, durante as \u00faltimas d\u00e9cadas, acompanhamos a tentativa de se forjar alternativas capitalistas &#8220;humanas&#8221; e reformistas, agora, no atual est\u00e1gio da crise e das disputas interimperialistas, crescem as alternativas de extrema direta ou fascistas como perspectiva para o campo capitalista-imperialista.<\/p>\n<p>No entanto, tal complexo diagn\u00f3stico nos remete a refletir sobre poss\u00edveis alternativas frente a esta ofensiva do capital-imperialismo no Brasil e em todo mundo. Ser\u00e1 que a ampla resist\u00eancia aos ataques do capital devem ter como norte apenas a defesa ou o retorno de governos populares e progressistas? Ser\u00e1 que apenas frentes amplas contra o imperialismo e o fascismo d\u00e3o conta de acumular for\u00e7as para o atual enfrentamento? A partir dessas importantes e leg\u00edtimas perguntas, trazemos duas reflex\u00f5es para este encontro.<\/p>\n<p>1) A atual crise sist\u00eamica capitalista evidencia todos os limites e impossibilidades civilizat\u00f3rias dentro dos marcos deste modo de produ\u00e7\u00e3o. Os governos populares, em especial latino americanos, apesar de avan\u00e7arem em grandes conquistas para os povos possuem grandes limites, justamente por n\u00e3o romperem com a estrutura social e econ\u00f4mica da acumula\u00e7\u00e3o capitalista. Como nos ensinam os comunistas venezuelanos, s\u00f3 combateremos o fascismo e a concilia\u00e7\u00e3o se avan\u00e7armos com medidas efetivamente oper\u00e1rias, patri\u00f3ticas e anticapitalistas.<\/p>\n<p>2) \u00c9 l\u00f3gico que a luta anti-imperialista e antifascista deve ser ampla, massiva e reunir diversas express\u00f5es pol\u00edticas, sociais e culturais dos povos. Contudo, n\u00e3o h\u00e1 frente socialmente ampla se n\u00e3o houver polo revolucion\u00e1rio forte. O reformismo e as ilus\u00f5es institucionalistas tendem sempre a desacreditar o poder de resist\u00eancia e organiza\u00e7\u00e3o dos trabalhadores e apostar em sa\u00eddas conciliat\u00f3rias rebaixadas. Nesse sentido \u00e9 fundamental a hegemonia oper\u00e1ria, popular e revolucion\u00e1ria na resist\u00eancia.<\/p>\n<p>Queridos camaradas,<\/p>\n<p>Espero ter contribu\u00eddo e trazido um pouco das discuss\u00f5es e reflex\u00f5es da minha organiza\u00e7\u00e3o para este importante evento.<\/p>\n<p>Muito obrigado! Voc\u00eas n\u00e3o est\u00e3o sozinhos!<\/p>\n<p>Viva a FMJD! Viva a JCV! Viva o PCV!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/16170\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[9,27,36],"tags":[227],"class_list":["post-16170","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s10-internacional","category-c27-ujc","category-c41-unidade-comunista","tag-5a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-4cO","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16170","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16170"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16170\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16170"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16170"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16170"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}