{"id":16223,"date":"2017-09-19T14:35:24","date_gmt":"2017-09-19T17:35:24","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=16223"},"modified":"2017-09-20T23:56:05","modified_gmt":"2017-09-21T02:56:05","slug":"governos-europeus-investem-no-trafico-de-refugiados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/16223","title":{"rendered":"Governos europeus investem no tr\u00e1fico de refugiados"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.abrilabril.pt\/sites\/default\/files\/styles\/jumbo1200x630\/public\/assets\/img\/refugiados_como_res_francesca_agosta-ti-press.jpg?w=747&#038;ssl=1\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Jos\u00e9 Goul\u00e3o<\/p>\n<p>Governos europeus, far\u00f3is dos direitos humanos, financiam terrorismos com o dinheiro dos contribuintes e varrem o problema dos refugiados para debaixo do tapete, tratando-os como lixo.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 oficial, por\u00e9m \u00e9 uma verdade comprovada: governos europeus financiam redes de traficantes no Norte de \u00c1frica para tentarem impedir que os refugiados cheguem \u00e0s costas europeias.<\/p>\n<p>A muitos poder\u00e1 parecer indigno que damas e cavalheiros t\u00e3o apessoados, fluentes como ningu\u00e9m na homilia dos direitos humanos, assertivos sem rival no discurso da guerra contra o terrorismo, sejam capazes de untar as m\u00e3os de senhores da guerra, da tortura e do terror com o dinheiro dos contribuintes. Eles l\u00e1 sabem por que o fazem, dir\u00e3o alguns; pois bem, tamb\u00e9m nos conv\u00e9m apurar o que eles fazem, para melhor os conhecermos para l\u00e1 da farpela e do verbo.<\/p>\n<p>H\u00e1 poucas semanas, o governo italiano, t\u00e3o democr\u00e1tico que at\u00e9 veste as cores do Partido Democr\u00e1tico, um bra\u00e7o pol\u00edtico da OTAN situado \u00ab\u00e0 esquerda\u00bb no \u00abarco da governa\u00e7\u00e3o\u00bb, enviou dois credenciados espi\u00f5es para negociar com os cappos da fam\u00edlia mafiosa Dabashi, que t\u00eam quartel-general em Sebrata, no territ\u00f3rio que outrora se designou L\u00edbia e hoje \u00e9 considerado um \u00abEstado-fracassado\u00bb, melhor dizendo, um n\u00e3o-Estado. Situa\u00e7\u00e3o que resulta da opera\u00e7\u00e3o devastadora conduzida por uma alian\u00e7a militar n\u00e3o disfar\u00e7ada entre a OTAN e grupos terroristas ditos \u00abisl\u00e2micos\u00bb das linhagens Daesh e Al-Qaida.<\/p>\n<p>A fam\u00edlia Dabashi \u00e9 um exemplo de empreendedorismo orientado pelo mais elevado sentido da modernidade, extraindo proveitos m\u00faltiplos e gordos do caos implantado no territ\u00f3rio da antiga na\u00e7\u00e3o, que chegou a ser uma das mais pr\u00f3speras de \u00c1frica.<\/p>\n<p>Dois irm\u00e3os repartem a chefia do cl\u00e3: um comanda a mil\u00edcia Al-Ammu, ou Brigada do M\u00e1rtir Annas al-Dabashi, constitu\u00edda por cinco centenas de mercen\u00e1rios e parcialmente financiada pelo Minist\u00e9rio da Defesa de um governo sediado em Tripoli, o de Fayez al-Sarraj, reconhecido pela ONU e dito de \u00abuni\u00e3o nacional\u00bb.<\/p>\n<p>Existem pelo menos outros dois governos na antiga L\u00edbia, enovelados entre centenas de mil\u00edcias, grupos terroristas, gangues mafiosos, bandos de mercen\u00e1rios, traficantes multifacetados e empresas privadas de seguran\u00e7a. O outro irm\u00e3o Dabashi chefia a Brigada 48, esta financiada pelo Minist\u00e9rio do Interior do mesmo governo.<\/p>\n<p>As duas organiza\u00e7\u00f5es mafiosas Dabashi obt\u00eam as suas receitas mais compensadoras atrav\u00e9s do tr\u00e1fico de refugiados. Administram campos de concentra\u00e7\u00e3o para encafuar milhares de seres humanos que fogem das guerras fomentadas pela NATO e seus principais Estados membros no M\u00e9dio Oriente, Eur\u00e1sia e \u00c1frica, ora alegando combater ora apoiando grupos terroristas; nesses campos ditos \u00abde acolhimento\u00bb, a tortura, os abusos sexuais e as priva\u00e7\u00f5es de necessidades m\u00ednimas como alimenta\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e higiene fazem parte do quotidiano e s\u00e3o m\u00e9todos corriqueiros para extorquir os bens aos fugitivos como pagamento de viagens em embarca\u00e7\u00f5es que mal navegam com destino mais do que duvidoso \u00e0s costas mediterr\u00e2nicas europeias.<\/p>\n<blockquote><p>\u00abFoi com estes empres\u00e1rios, expoentes de um neo-humanismo cada vez mais na moda, que os dois agentes secretos enviados de Roma se sentaram para negociar, e ao que parece com \u00eaxito.\u00bb<\/p><\/blockquote>\n<p>Os irm\u00e3os Dabashi administram ainda outro proveitoso ramo de neg\u00f3cio: a seguran\u00e7a do tr\u00e1fico de petr\u00f3leo nos campos de Mellitah, a oeste de Sebrata, que reverte em favor do governo de Al-Sarraj e, principalmente, da grande companhia petrol\u00edfera italiana ENI.<\/p>\n<p>Foi com estes empres\u00e1rios, expoentes de um neo-humanismo cada vez mais na moda, que os dois agentes secretos enviados de Roma se sentaram para negociar, e ao que parece com \u00eaxito.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros de refugiados chegados \u00e0s ilhas italianas est\u00e3o a diminuir drasticamente, tal como j\u00e1 acontece nas ilhas gregas, aqui como resultado do neg\u00f3cio engendrado pelas mentes austerit\u00e1rias da Uni\u00e3o Europeia com o t\u00e3o democr\u00e1tico governo fundamentalista isl\u00e2mico de Erdogan na Turquia. Um acordo com um patrocinador do terrorismo, membro estrat\u00e9gico da NATO, que custa tr\u00eas mil milh\u00f5es de euros anuais aos contribuintes europeus.<\/p>\n<p>Roma nega que tal trato tenha sido concebido e desmente at\u00e9 o envio dos seus espi\u00f5es a Sebrata. Por\u00e9m, o porta-voz da mil\u00edcia Al-Ammu, Bashir Ibrahim, escolheu outra estrat\u00e9gia de comunica\u00e7\u00e3o. Existe \u00abum acordo verbal entre o governo de al-Sarraj e It\u00e1lia\u00bb para travar o embarque de refugiados, \u00abem troca de equipamentos, barcos e sal\u00e1rios\u00bb, explicou.<\/p>\n<p>Bashir n\u00e3o teve papas na l\u00edngua: \u00abos nossos esfor\u00e7os durar\u00e3o o tempo que o dinheiro durar; se a ajuda parar a nossa brigada n\u00e3o ter\u00e1 meios para continuar a fazer o trabalho e retomar\u00e1 o tr\u00e1fico de migrantes\u00bb.<\/p>\n<p>Aqui chegados, temos em confronto a vers\u00e3o de Roma, negando o acordo, e a dos mafiosos, pormenorizando o seu conte\u00fado.<\/p>\n<p>Para desempatar, usemos o presidente franc\u00eas e emin\u00eancia do jet set Emmanuel Macron \u2013 cuja perda de popularidade consegue ser ainda mais veloz e a pique do que as de Sarkozy e Hollande.<\/p>\n<p>Em recente cimeira sobre os refugiados realizada no Eliseu, com presen\u00e7a de Fran\u00e7a, Alemanha, Espanha, It\u00e1lia, Chade, N\u00edger e o governo Al-Sarraj, o presidente franc\u00eas n\u00e3o conteve o entusiasmo e desnudou a estrat\u00e9gia de Roma. \u00abO que foi feito entre a L\u00edbia e It\u00e1lia\u00bb, descaiu-se Macron, \u00ab\u00e9 um exemplo perfeito do caminho que devemos tomar\u00bb.<\/p>\n<p>Na verdade, esse \u00e9 o caminho assumido n\u00e3o s\u00f3 pela It\u00e1lia mas tamb\u00e9m pela Uni\u00e3o Europeia, conforme decis\u00f5es tomadas na Est\u00f4nia e que se transformaram em mais um assalto aos bolsos dos contribuintes europeus, uma humilha\u00e7\u00e3o \u00e0s v\u00edtimas da austeridade e um desrespeito xen\u00f3fobo e cruel pelos refugiados.<\/p>\n<p>Bruxelas disponibiliza pelo menos 200 milh\u00f5es de euros para refor\u00e7o das guardas costeiras existentes no territ\u00f3rio da L\u00edbia, al\u00e9m do envio de material, embarca\u00e7\u00f5es e navios de guerra pr\u00f3prios \u2013 decis\u00f5es todas elas orientadas por um objectivo \u00fanico: impedir a chegada de refugiados \u00e0 Europa, independentemente do seu destino \u00e0s m\u00e3os dos traficantes ou das autoridades dos pa\u00edses para onde forem reenviados, mesmo que isso viole disposi\u00e7\u00f5es do direito internacional.<\/p>\n<p>O uso do plural \u2013 guardas costeiras \u2013 n\u00e3o \u00e9 um engano. No n\u00e3o-Estado da L\u00edbia existe uma cumplicidade instalada entre os v\u00e1rios servi\u00e7os de suposta vigil\u00e2ncia da costa e o universo de mil\u00edcias, gangues, seitas fundamentalistas e bandos de mercen\u00e1rios que se digladiam em todo o territ\u00f3rio, conforme reconhece um relat\u00f3rio divulgado pelo Conselho de Seguran\u00e7a da ONU em 1 de Junho deste ano. \u00abOs contrabandistas, mas tamb\u00e9m os servi\u00e7os de combate \u00e0 imigra\u00e7\u00e3o ilegal e as guardas costeiras est\u00e3o diretamente implicados em viola\u00e7\u00f5es graves dos direitos humanos\u00bb, l\u00ea-se no relat\u00f3rio com 305 p\u00e1ginas.<\/p>\n<p>\u00c9 a ordem natural das coisas ali deixada pela NATO. Pelo que se torna imposs\u00edvel destrin\u00e7ar como funciona o qu\u00ea neste ambiente nauseabundo onde confluem o tr\u00e1fico de seres humanos, o crime organizado nas suas m\u00faltiplas facetas, o terror fundamentalista, o funcionamento corrupto e telecomandado das guardas costeiras.<\/p>\n<p>\u00abO tr\u00e1fico de migrantes e de outras pessoas faz parte dos mesmos circuitos de outros tr\u00e1ficos, designadamente os tr\u00e1ficos de armas, de droga, de ouro\u00bb, l\u00ea-se no relat\u00f3rio do Conselho de Seguran\u00e7a; rol de tr\u00e1ficos ao qual pode acrescentar-se, sem erro, o de petr\u00f3leo. \u00c9, pois, para este magma formado por terrorismo, guerra, corrup\u00e7\u00e3o, tortura e morte que a Uni\u00e3o Europeia remete os seus milh\u00f5es e envia os seus meios para \u00abresolver o problema dos refugiados\u00bb.<\/p>\n<p>Olhemos para o caso dos irm\u00e3os Kochlaf, usado no documento da ONU como exemplo ilustrativo da mix\u00f3rdia apodrecida em que se transformou a L\u00edbia. Tal como os irm\u00e3os Dabashi, Mohamed e Walid Kochlaf comandam uma mil\u00edcia, baptizada Nasr; s\u00e3o traficantes de refugiados, chefiam as for\u00e7as de seguran\u00e7a dos campos petrol\u00edferos de Zauia e dirigem opera\u00e7\u00f5es de compra de combust\u00edveis para contrabandistas.<\/p>\n<p>Este sistema empresarial est\u00e1 interligado com as atividades do comandante da guarda costeira predominante em Zauia, Abd al-Rahman Milad, ali\u00e1s Bija, cuja nomea\u00e7\u00e3o decorreu de um empenho influente, e convincente, dos irm\u00e3os Kochlaf e respectiva mil\u00edcia, bastante ativa no setor costeiro delimitado por Zauia, Zuara e Sebrata.<\/p>\n<p>\u00abAs redes criminosas fornecem informa\u00e7\u00f5es aos guardas-costeiros para impedirem os gangues rivais de terem \u00eaxito nas suas opera\u00e7\u00f5es de contrabando; os guardas-costeiros est\u00e3o mergulhados igualmente no tr\u00e1fico de migrantes\u00bb, explica o relat\u00f3rio do Conselho de Seguran\u00e7a.<\/p>\n<blockquote><p>\u00abSe chegam agora menos refugiados \u00e0s costas europeias isso significa que h\u00e1 governos da Uni\u00e3o a financiar a ditadura isl\u00e2mica de Erdogan na Turquia e a garantir o enriquecimento de redes terroristas (&#8230;)\u00bb<\/p><\/blockquote>\n<p>Bija e os irm\u00e3os Kochlaf s\u00e3o um exemplo desta coordena\u00e7\u00e3o criminosa corriqueira que est\u00e1 na origem das constantes guerras entre mil\u00edcias envolvidas no tr\u00e1fico humano e de que as principais v\u00edtimas s\u00e3o, mais uma vez, os refugiados, frequentemente obrigados a regressar a terra j\u00e1 depois de iniciada a viagem.<\/p>\n<p>Suspender a travessia e a fuga para a Europa dos que buscam a sobreviv\u00eancia implica a alternativa inevit\u00e1vel do regresso aos campos de concentra\u00e7\u00e3o das mil\u00edcias, onde s\u00e3o alvos de novas manobras de extors\u00e3o se procurarem outras oportunidades de embarque; ou ent\u00e3o veem-se obrigados a desempenhar trabalho escravo nos campos petrol\u00edferos, por conta das m\u00e1fias e sem qualquer retribui\u00e7\u00e3o; podem ainda ser repatriados, com os inevit\u00e1veis riscos que tal decis\u00e3o acarreta.<\/p>\n<p>Governos europeus esfregam as m\u00e3os de satisfa\u00e7\u00e3o e ufanam-se com o fato de este ano ter diminu\u00eddo, e muito, o n\u00famero de refugiados chegados \u00e0 Europa, sem que haja altera\u00e7\u00e3o das situa\u00e7\u00f5es dram\u00e1ticas das quais fogem. Estamos a salvar vidas, mentem os tecnocratas de Bruxelas, Roma e Paris; ou de Berlim, onde parece j\u00e1 ter sido preenchida a quota de m\u00e3o-de-obra sem direitos reclamada pela confedera\u00e7\u00e3o patronal quando explodiu o drama dos desembarques massivos nas costas da Europa.<\/p>\n<p>As proclama\u00e7\u00f5es de \u00eaxito no combate europeu \u00e0 \u00abcrise dos refugiados\u00bb s\u00e3o uma fraude reles e desumana. Se chegam agora menos refugiados \u00e0s costas europeias isso significa que h\u00e1 governos da Uni\u00e3o a financiar a ditadura isl\u00e2mica de Erdogan na Turquia e a garantir o enriquecimento de redes terroristas, mafiosas e negreiras concentradas nos territ\u00f3rios onde eles pr\u00f3prios s\u00e3o respons\u00e1veis pelo caos existente.<\/p>\n<p>Se chegam agora menos refugiados \u00e0s costas europeias tal n\u00e3o significa que essas pessoas estejam s\u00e3s e salvas. O mais certo \u00e9 serem submetidas a tortura, viola\u00e7\u00f5es e outras sev\u00edcias, penarem com trabalho escravo ou sujeitarem-se a outras rotas tanto ou mais perigosas e letais do que a mediterr\u00e2nica.<\/p>\n<p>Governos europeus, far\u00f3is dos direitos humanos, financiam terrorismos com o dinheiro dos contribuintes e varrem o problema dos refugiados para debaixo do tapete, tratando-os como lixo. \u00c9 a demonstra\u00e7\u00e3o mais rasteira de xenofobia, de cruel discrimina\u00e7\u00e3o, de agress\u00e3o aos mais elementares direitos humanos.<\/p>\n<p>Julgando que assim salvam as apar\u00eancias, pregando efic\u00e1cia e escondendo os m\u00e9todos terroristas por que enveredaram, esses governantes da \u00abnossa Europa\u00bb e da \u00abnossa OTAN\u00bb s\u00e3o mais criminosos do que os fora-de-lei que ajudaram a criar e agora financiam.<\/p>\n<p>Entretanto, dissertam de c\u00e1tedra sobre o Estado de direito.<\/p>\n<p>Cr\u00e9ditos de imagemFrancesca Agosta-TI. Press-EPA. Ag\u00eancia Lusa<\/p>\n<p>https:\/\/www.abrilabril.pt\/governos-europeus-investem-no-trafico-de-refugiados<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/16223\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[18],"tags":[226],"class_list":["post-16223","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s22-europa","tag-4b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-4dF","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16223","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16223"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16223\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16223"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16223"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16223"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}