{"id":1845,"date":"2011-09-07T02:47:56","date_gmt":"2011-09-07T02:47:56","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=1845"},"modified":"2011-09-07T02:47:56","modified_gmt":"2011-09-07T02:47:56","slug":"a-crise-e-a-luta-anticapitalista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/1845","title":{"rendered":"A crise e a luta anticapitalista"},"content":{"rendered":"\n<p>As recentes quedas nas bolsas de valores de todo o mundo e as crises das d\u00edvidas p\u00fablicas dos pa\u00edses centrais s\u00e3o anunciadas pela imprensa como uma nova crise, que viria a atrapalhar as tentativas de recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica mundial ap\u00f3s a \u201ccrise de 2007\/2008\u201d. Esses analistas procuram a todo custo diferenciar\u00a0o\u00a0movimento atual e mostrar que a economia privada vai bem, o problema agora \u00e9 dos\u00a0pa\u00edses\u00a0extremamente endividados, portanto, a \u201csa\u00edda\u201d para o capitalismo deveria ser de ajustes fiscais por parte dos Estados, com cortes nos gastos p\u00fablicos e nos direitos dos trabalhadores e aposentados. Essa vis\u00e3o de curto prazo, t\u00e3o comum aos ide\u00f3logos do capitalismo nos \u00faltimos anos, n\u00e3o permite perceber os reais problemas por que passa o capitalismo e deixa claro que essa \u201ccrise atual\u201d nada mais \u00e9 do que a continua\u00e7\u00e3o e o aprofundamento da crise sist\u00eamica em que se encontra o capitalismo desde a d\u00e9cada de 1990.<\/p>\n<p>O que ocorre hoje \u00e9 consequ\u00eancia direta das medidas tomadas h\u00e1 dois anos para tentar salvar o grande capital financeiro e os grandes bancos que especularam e sugaram enormes massas de valores produzidos, num movimento irracional de acumula\u00e7\u00e3o fict\u00edcia em escala global. Quando a crise sist\u00eamica do capitalismo se deixou mostrar claramente com o estouro dos fundos especulativos em 2007 e 2008, levando \u00e0 fal\u00eancia grandes bancos de investimentos e institui\u00e7\u00f5es que aplicavam nos mercados de t\u00edtulos privados (principalmente nos mercados dos EUA e da Europa), os Estados usaram seu arsenal monet\u00e1rio para salvar estes bancos e fundos. Na pr\u00e1tica, os Estados assumiram os t\u00edtulos podres que apareceram ap\u00f3s a farra financeira do setor privado e transferiram as d\u00edvidas privadas para o setor p\u00fablico. Agora,\u00a0a burguesia quer sacrificar ainda mais a\u00a0popula\u00e7\u00e3o com ajustes fiscais por parte dos Estados.<\/p>\n<p>Naquele momento, havia quase uma unanimidade\u00a0em pensar que come\u00e7ara o \u201cin\u00edcio do fim\u201d do neoliberalismo\u00a0e que as pol\u00edticas p\u00fablicas keynesianas voltariam a dominar o cen\u00e1rio econ\u00f4mico, com os Estados voltando a atuar fortemente na economia, com os bancos centrais atuando como\u00a0emprestadores\u00a0de \u00faltima inst\u00e2ncia. Muitos alimentaram ilus\u00f5es de que ter\u00edamos um novo ciclo de crescimento econ\u00f4mico como o verificado no p\u00f3s-guerra, quando os mercados financeiros foram dominados por pol\u00edticas p\u00fablicas que elevavam os sal\u00e1rios e o bem-estar dos trabalhadores, al\u00e9m de aumentar a lucratividade das empresas produtivas. \u00a0Isso n\u00e3o ocorreu, a farra especulativa continuou, e os\u00a0\u201creformadores\u201d\u00a0n\u00e3o conseguiram regular o \u201clivre mercado\u201d.<\/p>\n<p>A crise \u00e9 de todo o sistema capitalista, muito mais profunda do que a simples oscila\u00e7\u00e3o das bolsas de valores permitem enxergar. O capitalismo \u00e9 um sistema em que a produ\u00e7\u00e3o da riqueza \u00e9 coletiva e a apropria\u00e7\u00e3o \u00e9 privada, cada vez mais concentrada e, diante da concorr\u00eancia em mercados livres, os capitais competem por taxas de apropria\u00e7\u00e3o da riqueza cada vez mais elevadas. Ocorre que o capital n\u00e3o se reproduz sozinho. \u00c9 o trabalho produtivo, humano e desempenhado no processo de produ\u00e7\u00e3o de mercadorias que produz a riqueza. Quanto mais se concentra o capital e se esmaga o trabalho, menos valor novo \u00e9 produzido, provocando crises de acumula\u00e7\u00e3o que podem ser c\u00edclicas, quando h\u00e1 possibilidades de retomada dos investimentos produtivos e novos ciclos de emprego e produ\u00e7\u00e3o de valor, ou pode chegar a um est\u00e1gio em que as possibilidades de sa\u00edda para a retomada da acumula\u00e7\u00e3o de capital encontram entraves que,\u00a0para serem superados, levam \u00e0 barb\u00e1rie.<\/p>\n<p>O que vemos hoje \u00e9 a express\u00e3o de uma crise\u00a0estrutural muito mais s\u00e9ria que qualquer crise c\u00edclica anterior.<\/p>\n<p>\u00c9 estrutural, pois possui um\u00a0car\u00e1ter universal.\u00a0A crise n\u00e3o \u00e9 reservada\u00a0a um ramo espec\u00edfico da produ\u00e7\u00e3o, ou estritamente financeira; e n\u00e3o envolve apenas um n\u00famero espec\u00edfico de pa\u00edses;\u00a0 assumiu uma linha cronol\u00f3gica cont\u00ednua e sequencial,\u00a0\u00a0diferentemente dos per\u00edodos de crises c\u00edclicas em que, ap\u00f3s certo tempo, os capitalistas conseguiam\u00a0superar suas contradi\u00e7\u00f5es mais imediatas.<\/p>\n<p>Os capitais j\u00e1 n\u00e3o conseguem sair da pura especula\u00e7\u00e3o fict\u00edcia e voltar\u00a0\u00e0\u00a0esfera da produ\u00e7\u00e3o do valor. Mesmo nesta esfera, dado o grau de produ\u00e7\u00e3o em escala mundial, utiliza\u00e7\u00e3o dos recursos humanos e ecol\u00f3gicos em todo o mundo, a retomada do desenvolvimento capitalista s\u00f3 ocorrer\u00e1 com o aprofundamento da barb\u00e1rie, tanto ecol\u00f3gica quanto humana. Para se retomarem as taxas de lucros, o capital vai procurar esmagar os trabalhadores em processos produtivos cada vez mais intensos e brutais, a fim de extrair o m\u00e1ximo de mais-valia absoluta e relativa. Se n\u00e3o for detido por forte resist\u00eancia no \u00e2mbito mundial, o imperialismo vai explorar os recursos naturais at\u00e9 a impossibilidade da\u00a0continuidade da reprodu\u00e7\u00e3o da vida humana na terra.<\/p>\n<p>No plano da conjuntura, depois de se livrar das d\u00edvidas impag\u00e1veis produzidas pelo ciclo de cr\u00e9ditos baratos e especula\u00e7\u00e3o desenfreada dos anos 2008\/2010, os capitalistas agora querem extrair dos fundos p\u00fablicos dos Estados os recursos para continuar seu caminho de acumula\u00e7\u00e3o fict\u00edcia. Querem que os Estados honrem com suas d\u00edvidas p\u00fablicas\u00a0(aumentadas na tentativa de salvar bancos e fundos), paguem juros e transfiram recursos oriundos de tributa\u00e7\u00e3o sobre os trabalhadores, para o setor privado. Por isso,\u00a0querem o ajuste fiscal, cortes nos gastos p\u00fablicos\u00a0sociais, desonera\u00e7\u00e3o da folha de pagamento, redu\u00e7\u00e3o de sal\u00e1rios e aposentadorias, mais privatiza\u00e7\u00e3o na sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o. Enfim, querem o Estado m\u00ednimo para a popula\u00e7\u00e3o e m\u00e1ximo para o capital.<\/p>\n<p>Os trabalhadores\u00a0dos pa\u00edses centrais\u00a0tamb\u00e9m est\u00e3o pagando pela crise. J\u00e1 penalizados com o desemprego e o alto endividamento das fam\u00edlias, teriam que pagar ainda mais abrindo m\u00e3o de uma m\u00ednima estrutura de bem-estar, j\u00e1 bastante debilitada pelas reformas nas pol\u00edticas p\u00fablicas. As manifesta\u00e7\u00f5es na Gr\u00e9cia, Espanha, Fran\u00e7a, EUA, Inglaterra demonstram a insatisfa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o com estas pol\u00edticas.\u00a0Trabalhadores e populares\u00a0saem \u00e0s ruas, depredam pr\u00e9dios p\u00fablicos, incendeiam casas e carros, marcham pelas principais cidades e capitais.<\/p>\n<p>Estas resist\u00eancias espont\u00e2neas\u00a0das popula\u00e7\u00f5es\u00a0n\u00e3o encontram for\u00e7as e frentes pol\u00edticas organizadas capazes de canalizar sua energia e revolta para um movimento realmente transformador e revolucion\u00e1rio. Os partidos comunistas e oper\u00e1rios encontram-se em reconstru\u00e7\u00e3o e, em sua maioria, ainda n\u00e3o se tornaram\u00a0uma vanguarda que pudesse promover\u00a0a\u00a0transforma\u00e7\u00e3o de todo o sistema para um novo patamar de vida. Desta forma, a repress\u00e3o se faz brutal e o aparato repressor do Estado \u00e9 direcionado contra a popula\u00e7\u00e3o, provocando verdadeiras guerras internas que podem resultar num movimento crescente de um espectro pol\u00edtico fascista, totalit\u00e1rio e ainda mais opressor.<\/p>\n<p>A concentra\u00e7\u00e3o de renda verificada em todo o mundo nas \u00faltimas d\u00e9cadas tem contribu\u00eddo para desviar a luta pol\u00edtica de\u00a0parte despolitizada dos\u00a0trabalhadores mais est\u00e1veis contra seus pr\u00f3prios companheiros precarizados e desempregados. Movimentos xen\u00f3fobos, as intoler\u00e2ncias religiosas, principalmente a \u201cislamofobia\u201d\u00a0e as a\u00e7\u00f5es contra os mais pobres crescem em todo o mundo, criando um quadro prop\u00edcio para o crescimento de organiza\u00e7\u00f5es e a\u00e7\u00f5es fascistas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, os Estados imperialistas centrais precisam cada vez mais promover suas guerras contra pa\u00edses detentores de recursos naturais valiosos. A guerra imperialista atual deixou de ser uma a\u00e7\u00e3o coordenada pelos pa\u00edses centrais atrav\u00e9s da ONU, para assumir a forma de guerras de interesses particulares de cada pa\u00eds, numa federaliza\u00e7\u00e3o da ONU. Os EUA atacam o Iraque e o Afeganist\u00e3o, enquanto a Fran\u00e7a ataca a L\u00edbia, e a R\u00fassia ataca as ex-rep\u00fablicas sovi\u00e9ticas. Mas a principal guerra que se vislumbra s\u00e3o as novas guerras civis dentro dos pa\u00edses, com os aparatos repressores dos Estados\u00a0contra sua popula\u00e7\u00e3o trabalhadora e a redu\u00e7\u00e3o das liberdades democr\u00e1ticas.<\/p>\n<p>Essa nova ofensiva\u00a0belicista e imperialista, por sua vez,\u00a0assume um car\u00e1ter de redefini\u00e7\u00e3o da geopol\u00edtica de domina\u00e7\u00e3o de mercados e reservas por parte das grandes pot\u00eancias\u00a0capitalistas,\u00a0ao mesmo tempo\u00a0em que\u00a0cumpre o papel de fomento de uma vasta cadeia produtiva\u00a0ligada \u00e0 ind\u00fastria b\u00e9lica e \u00e0\u00a0necessidade do controle ideol\u00f3gico\u00a0das\u00a0massas trabalhadoras,\u00a0transferindo as tens\u00f5es\u00a0para inimigos fabricados pela m\u00eddia.<\/p>\n<p>A chamada \u201cGuerra ao Terror\u201d tem servido, desde 11\/09\/2011,\u00a0como instrumento de justificativa para o aumento de gastos com a ind\u00fastria b\u00e9lica e v\u00e1lvula de escape das tens\u00f5es internas causadas pela crise capitalista.\u00a0\u00a0Republicanos e Democratas v\u00eam se revezando no poder nos EUA, mas mant\u00eam\u00a0a mesma t\u00f4nica nesses \u00faltimos dez anos.<\/p>\n<p>Neste mundo conturbado, o Brasil n\u00e3o est\u00e1 imune \u00e0 crise. A diferen\u00e7a \u00e9 que, neste momento, a crise sist\u00eamica que atinge os pa\u00edses centrais abriu espa\u00e7o para um pequeno per\u00edodo de crescimento econ\u00f4mico e oportunidade de investimentos produtivos em alguns pa\u00edses subdesenvolvidos\u00a0e em desenvolvimento. O Brasil est\u00e1 recebendo volumes expressivos de investimentos produtivos e especulativos, tem saldo elevado de reservas internacionais e uma aparente\u00a0tranquilidade\u00a0econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>Esse\u00a0cen\u00e1rio \u00e9 repleto de contradi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas,\u00a0pois, em parte,\u00a0o crescimento econ\u00f4mico est\u00e1 ancorado\u00a0na pol\u00edtica de concess\u00e3o\u00a0de cr\u00e9dito f\u00e1cil a juros exorbitantes,\u00a0os quais comprometem grande parcela\u00a0dos rendimentos dos trabalhadores,\u00a0for\u00e7ando a que muitos entrem em uma verdadeira ciranda de endividamento pessoal.<\/p>\n<p>Mesmo assim, os ide\u00f3logos\u00a0do Capital pregam\u00a0a barb\u00e1rie\u00a0quando,\u00a0a todo momento, clamam por\u00a0 ajuste fiscal, reformas trabalhista e previdenci\u00e1ria, redu\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o do fundo p\u00fablico para atender os trabalhadores, como forma preventiva de criar um \u201cconsenso\u201d entre a popula\u00e7\u00e3o brasileira de que dias piores vir\u00e3o; portanto, devem desde j\u00e1 se conformar e n\u00e3o agirem como os \u201cv\u00e2ndalos\u201d do hemisf\u00e9rio norte.<\/p>\n<p>Desta forma, a a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica fica, aparentemente, enclausurada entre pol\u00edticas que aprofundam a barb\u00e1rie ou pol\u00edticas reformistas para \u201cmelhorar\u201d o capitalismo. N\u00f3s n\u00e3o cremos nesta dicotomia, s\u00e3o dois lados de uma mesma moeda e falaciosa. O capitalismo n\u00e3o tem mais nenhuma contribui\u00e7\u00e3o a dar \u00e0 humanidade e nem concess\u00f5es a fazer ao proletariado. Portanto, o enfrentamento desta crise \u00e9 o pr\u00f3prio enfrentamento do capitalismo, a luta pol\u00edtica que devemos enfrentar \u00e9 a luta\u00a0anticapitalista\u00a0com a maior urg\u00eancia. Em todo o mundo, os trabalhadores devem se organizar e mobilizar suas a\u00e7\u00f5es\u00a0na perspectiva de, corajosamente, apresentar sua for\u00e7a\u00a0na luta contra o capitalismo e a barb\u00e1rie produzida pelo sistema. Cada vez mais a\u00e7\u00f5es radicais s\u00e3o necess\u00e1rias, superando a ilus\u00e3o de que meras reformas institucionais ou que a luta exclusivamente parlamentar ou restrita ao campo sindical levar\u00e3o a um novo e melhor patamar de vida. \u00c9 preciso fazer avan\u00e7ar a luta pela constru\u00e7\u00e3o da sociedade socialista, no rumo do comunismo.<\/p>\n<p>Ousar lutar, ousar vencer!<\/p>\n<p>Setembro de 2011.<\/p>\n<p>Comiss\u00e3o Pol\u00edtica Nacional do Partido Comunista Brasileiro (PCB)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\nCr\u00e9dito: PCB\n\n\n\n\n\n\n\n\n(Nota Pol\u00edtica do PCB)\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/1845\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[26],"tags":[],"class_list":["post-1845","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c25-notas-politicas-do-pcb"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-tL","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1845","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1845"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1845\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1845"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1845"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1845"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}