{"id":19047,"date":"2018-03-14T21:15:57","date_gmt":"2018-03-15T00:15:57","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=19047"},"modified":"2018-03-14T21:15:57","modified_gmt":"2018-03-15T00:15:57","slug":"protecionismo-imperialismo-e-a-burguesia-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/19047","title":{"rendered":"Protecionismo, imperialismo e a burguesia brasileira"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"Protecionismo, imperialismo e a burguesia brasileira\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/2.bp.blogspot.com\/--eGLaD_gjFE\/Wqb6Sf09a8I\/AAAAAAAABdU\/oTy8NzPjucgSbTzFfK_p6aEFcGpVzZdJwCLcBGAs\/s1600\/siderurgica-nacional-csn-aco-industria-1.jpg?w=747&#038;ssl=1\" alt=\"Protecionismo, imperialismo e a burguesia brasileira\" \/><!--more-->O caso da ind\u00fastria do a\u00e7o<\/p>\n<p>Jones Manoel*<\/p>\n<p>Se h\u00e1 uma tese persistente na esquerda brasileira, a despeito de toda sua diversidade, \u00e9 a da exist\u00eancia de uma burguesia nacional, notadamente industrial, que poderia contribuir em um programa pol\u00edtico de emancipa\u00e7\u00e3o nacional, fortalecimento da democracia e dos direitos sociais. A cren\u00e7a nessa \u201cboa burguesia\u201d pode receber as formula\u00e7\u00f5es brilhantes e com \u201c\u00e1tomos de verdade\u201d de Nelson Werneck Sodr\u00e9 ou estar na vulgaridade de um Bresser Pereira. Na atual quadra hist\u00f3rica, os defensores dessa \u201ctese\u201d, transitam entre o c\u00ednico e o vulgar. Funcionando, objetivamente, como intelectuais da classe dominante para manter a hegemonia burguesa e retirar da perspectiva pol\u00edtica dos trabalhadores e suas organiza\u00e7\u00f5es qualquer horizonte de autonomia de classe e projeto radical de enfrentamento \u00e0 ordem.<\/p>\n<p>\u00c9 curioso que, no atual momento no Brasil, nessa guerra de classe com o fim de conquistas de quase 100 anos de exist\u00eancia, ainda se busque uma \u201cboa burguesia\u201d para fazer alian\u00e7as. \u00c9 uma esp\u00e9cie de \u201cS\u00edndrome de Estocolmo\u201d pol\u00edtica onde, quanto mais a classe dominante ataca, mais se refor\u00e7a a exist\u00eancia de um setor \u2013 nunca demonstrado empiricamente \u2013 que \u00e9 nacional, democr\u00e1tico e popular. No presente conjuntural brasileiro, em pleno in\u00edcio de campanha eleitoral, os dois candidatos que apresentam essa \u201cilus\u00e3o\u201d de maneira mais acabada s\u00e3o Ciro Gomes e Lula. O primeiro, com um pouco mais de consist\u00eancia e o segundo, como sempre, com sua ret\u00f3rica caracter\u00edstica de um semideus crente que \u00e9 capaz de transformar a burguesia industrial no que ela n\u00e3o \u00e9.<\/p>\n<p>J\u00e1 tive a oportunidade de escrever e debater muito sobre a impossibilidade de qualquer projeto nacional com qualquer setor da classe dominante dado seu car\u00e1ter estruturalmente antinacional, antipopular, antidemocr\u00e1tico, colonial e subordinado ao imperialismo em uma estrutura de coopera\u00e7\u00e3o antag\u00f4nica (mais cooperativa que antag\u00f4nica). Nesse escrito pretendo aproveitar um tema do momento para mostrar, partir de uma an\u00e1lise no calor da hora, qual \u00e9 o comportamento pol\u00edtico e a consci\u00eancia de classe de um segmento expressivo da burguesia industrial brasileiro: o setor de produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o.<\/p>\n<p>O governo Trump, buscando conter a ascens\u00e3o chinesa ao papel de protagonista mundial na produ\u00e7\u00e3o industrial e maior detentor da ci\u00eancia e tecnologia de ponta [1], assume uma agressiva e contundente pol\u00edtica de reindustrializa\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de uma s\u00e9rie de iniciativas pol\u00edticas, entre elas uma amplia\u00e7\u00e3o gigantesca do hist\u00f3rico protecionismo estadunidense. Recentemente, anunciou \u201cnovas taxas de 25% nas compras americanas de a\u00e7o produzido em outros pa\u00edses\u201d [2] e taxas de 2% a 10% na compra de alum\u00ednio de outros pa\u00edses [3]. A medida visa reduzir a demanda interna dos EUA sobre o produto e fortalecer a produ\u00e7\u00e3o das aciarias do pa\u00eds. Como isso afetaria o Brasil (todas as cita\u00e7\u00f5es s\u00e3o de mat\u00e9rias que est\u00e3o nas refer\u00eancias ao final do texto)?<\/p>\n<blockquote><p>Somos \u00e9 o segundo maior exportador de a\u00e7o para os EUA, depois do Canad\u00e1, e o primeiro em vendas de a\u00e7o semiacabado &#8211; mat\u00e9ria-prima para produtos laminados &#8211; ao mercado americano. Em 2017, a ind\u00fastria brasileira faturou US$ 2,6 bilh\u00f5es, ou R$ 8,3 bilh\u00f5es, em vendas totais de 4,7 milh\u00f5es de toneladas de a\u00e7o para os americanos, segundo dados oficiais do setor.<\/p><\/blockquote>\n<p>Temos 70 mil trabalhadores no setor da produ\u00e7\u00e3o do a\u00e7o que seriam afetados, provavelmente perdendo o emprego, se essa pol\u00edtica protecionista do Governo Trump se consolidasse. O governo dos EUA usa o expediente\u00a0\u00a0previsto na se\u00e7\u00e3o 232 da Lei de Expans\u00e3o do Com\u00e9rcio de 1962, alegando preven\u00e7\u00e3o a seguran\u00e7a nacional. O principal alvo, por suposto, \u00e9 a China, mas pa\u00edses como Brasil e Canad\u00e1, ser\u00e3o fortemente afetados. Frente a essa amea\u00e7a qual \u00e9 a postura da burguesia do setor? Vejamos.<\/p>\n<p>Em primeiro lugar, a burguesia produtora de a\u00e7o, representada pelo Instituto do A\u00e7o Brasil, afirma que os EUA n\u00e3o precisam se preocupar com nosso pa\u00eds pois \u201cno nosso entendimento, o Brasil n\u00e3o \u00e9 parte do problema, mas da solu\u00e7\u00e3o. Em torno de 80% das nossas exporta\u00e7\u00f5es s\u00e3o de a\u00e7o semi acabado, que s\u00e3o relaminados pela ind\u00fastria sider\u00fargica americana. Os EUA t\u00eam super\u00e1vit na balan\u00e7a comercial com o Brasil\u201d. O Governo Brasileiro, atrav\u00e9s da presid\u00eancia e Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio Exterior e Servi\u00e7os, na busca por retirar o Brasil da pol\u00edtica protecionista, argumentam a mesma coisa: n\u00e3o somos um concorrente, mas um fornecedor de mat\u00e9ria-prima para as aciarias dos EUA.<\/p>\n<p>E realmente somos isso mesmo. Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, com o brutal processo de regress\u00e3o da estrutura produtiva do pa\u00eds, o nosso papel na divis\u00e3o internacional do trabalho \u00e9 fornecer produtos com graus sempre menores de processamento industrial para as ind\u00fastrias dos pa\u00edses centrais do capitalismo e sudeste asi\u00e1tico. A burguesia do setor e os representantes do Estado [burgu\u00eas] brasileiro n\u00e3o apenas est\u00e3o totalmente adequados \u00e0 essa posi\u00e7\u00e3o, como declamam gritos lacrimoniosos lembrando nosso papel subalterno aos EUA:<\/p>\n<blockquote><p>\u201cA ind\u00fastria de a\u00e7o do Brasil n\u00e3o \u00e9 uma amea\u00e7a&#8221;, afirma a carta assinada pela BIC (Brazil Industries Coalition), principal grupo de defesa das ind\u00fastrias brasileiras em Washington. O material \u00e9 acompanhado de gr\u00e1ficos sobre a balan\u00e7a comercial entre os dois pa\u00edses (positiva para os americanos) e o n\u00famero de empregos gerados pelas sider\u00fargicas brasileiras nos EUA (pouco mais de 70 mil).<\/p><\/blockquote>\n<p>O presidente do Instituto do A\u00e7o Brasil afirmou em in\u00fameras entrevistas que caso as negocia\u00e7\u00f5es para retirar o Brasil da pol\u00edtica protecionista n\u00e3o deem certo, pode recorrer \u00e0 Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio (OMC) que \u00e9 controlada&#8230; pelos EUA. Entidade que o governo Trump vem esvaziando e paralisando sua capacidade de exercercer qualquer papel de regula\u00e7\u00e3o real do com\u00e9rcio capitalista mundial.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos dias, nas p\u00e1ginas da Folha de S\u00e3o Paulo, governos e burguesia j\u00e1 falam em pol\u00edtica de \u201cretalia\u00e7\u00f5es\u201d colocando a compra de carv\u00e3o dos EUA (as sider\u00fargicas brasileiras usam o carv\u00e3o gringo como combust\u00edvel), venda da Embraer para a norte-americana Boeing e \u201cpressionam\u201d o empresariado [burguesia] gringo para convencer Trump a \u201caliviar\u201d para nosso pa\u00eds. Paralelo a isso, as centrais sindicais da ordem (CUT, For\u00e7a Sindical, CTB, NCST, UGT, CSB) lan\u00e7am manifesto na posi\u00e7\u00e3o de retaguarda pol\u00edtica da burguesia onde dizem:<\/p>\n<blockquote><p>\u201can\u00fancio da medida causa enorme preocupa\u00e7\u00e3o de que, se a taxa\u00e7\u00e3o for confirmada, as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de a\u00e7o e alum\u00ednio ser\u00e3o afetadas, com diminui\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o e, consequentemente, dos empregos no Brasil. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 preservar milhares de empregos que ser\u00e3o perdidos na cadeia produtiva do setor e a cota de exporta\u00e7\u00e3o; \u00e9 importante tamb\u00e9m o governo brasileiro buscar negocia\u00e7\u00e3o com governo americano, acionar a OMC (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio) visando diminuir os impactos da ado\u00e7\u00e3o da tarifa imposta pelos Estados Unidos&#8221; [4]<\/p><\/blockquote>\n<p>As centrais, o governo, a burguesia e os monop\u00f3lios de m\u00eddia trabalham tendo como premissa inquestion\u00e1vel \u2013 vers\u00e3o tupiniquim do \u201cfim da hist\u00f3ria\u201d \u2013 que a posi\u00e7\u00e3o subordinada do Brasil na produ\u00e7\u00e3o sider\u00fargica n\u00e3o pode ser mudada ou questionada, mas no m\u00e1ximo negociada em \u201cmelhores termos\u201d. N\u00e3o est\u00e1 na agenda, por exemplo, um plano de substitui\u00e7\u00e3o de importa\u00e7\u00f5es criando demanda interna ao a\u00e7o semiacabado brasileiro forjando as condi\u00e7\u00f5es para completar o ciclo de produ\u00e7\u00e3o da mercadoria em solo nacional e ampliando a demanda interna para manter vivo o setor. Caso estivesse em jogo romper essa depend\u00eancia, enquanto pol\u00edtica imediata, a primeira medida do governo poderia ser for\u00e7ar a ind\u00fastria instalada no pa\u00eds que importa a\u00e7o dos EUA a suspender a importa\u00e7\u00e3o e comprar da ind\u00fastria \u201cnacional\u201d institu\u00eddo uma pol\u00edtica de conte\u00fado local \u2013 criando as condi\u00e7\u00f5es para a ind\u00fastria local, atrav\u00e9s de cr\u00e9dito, subs\u00eddio e parcerias comerciais com pa\u00edses como a China, por exemplo \u2013 e a longo prazo, dentro de um plano de expans\u00e3o de ciclo industrial, procurar realizar essa cadeia produtiva nacionalmente.<\/p>\n<p>Note que a \u201cdivaga\u00e7\u00e3o\u201d sobre essa \u201csolu\u00e7\u00e3o\u201d n\u00e3o parte de um prisma revolucion\u00e1rio, socialista, radical, mas uma pol\u00edtica industrial nacional totalmente compat\u00edvel desde uma perspectiva ideal com a ordem burguesa. Por que isso n\u00e3o \u00e9 feito? A economia brasileira, enquanto capitalismo de tipo dependente, n\u00e3o pode buscar uma \u201cemancipa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica nacional\u201d em um setor sem buscar articular toda uma pol\u00edtica coerente e sistem\u00e1tica de enfrentamento \u00e0 depend\u00eancia e o subdesenvolvimento. As press\u00f5es dos EUA e das multinacionais instaladas no Brasil, atrav\u00e9s de v\u00e1rios mecanismos, poderiam for\u00e7ar um recuo f\u00e1cil do governo brasileiro.<\/p>\n<p>Segundo, um projeto de rompimento com a depend\u00eancia e o subdesenvolvimento passa, necessariamente, por enfrentar, por exemplo, o fechamento do ciclo do capital voltado para fora atacando o raquitismo do mercado interno. Ampliar o mercado interno de forma real, sem bolhas de cr\u00e9dito de curta dura\u00e7\u00e3o, passa por medidas como combate \u00e0 superexplora\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho, mudan\u00e7a na pol\u00edtica tribut\u00e1ria (desonerando os trabalhadores e camadas m\u00e9dias e acabar ou reduzir imposto sobre bens de consumo popular), reforma agr\u00e1ria, redirecionamento do fundo p\u00fablico etc. Evidentemente, sempre h\u00e1 espa\u00e7o para ampliar o consumo interno via distribui\u00e7\u00e3o de renda reversa privilegiando os altos segmentos das camadas m\u00e9dias e a burguesia incitando o consumo suntu\u00e1rio (como no ciclo de crescimento do \u201cmilagre econ\u00f4mico\u201d e o primeiro Governo FHC), mas essa faixa de consumo tamb\u00e9m t\u00eam limites evidentes.<\/p>\n<p>Temos um aparente paradoxo: n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel enfrentar aspectos da depend\u00eancia sem colocar toda estrutura das rela\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o dependentes em jogo \u2013 enfrentar de maneira s\u00e9ria e consequente, quero dizer. Como a burguesia interna brasileira, n\u00e3o importando o setor, n\u00e3o pode questionar a depend\u00eancia e o subdesenvolvimento, dado sua exist\u00eancia est\u00e1 fundamentada nessas rela\u00e7\u00f5es, sobra, apenas, negociar os n\u00edveis de depend\u00eancia procurando \u201cmelhorar\u201d nossa posi\u00e7\u00e3o na divis\u00e3o internacional do trabalho \u2013 como defendeu FHC durante toda sua vida.<\/p>\n<p>Nesse caso, considerando todas as varia\u00e7\u00f5es da correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as, vamos imaginar que o Governo Trump n\u00e3o retire o Brasil do seu pacote protecionista (a retirada do Brasil daria for\u00e7a para outros pa\u00edses pleitear o mesmo), qual ser\u00e1 a consequ\u00eancia? A elite da produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o junto ao Governo n\u00e3o ir\u00e1 at\u00e9 \u00e0s \u00faltimas consequ\u00eancias no enfrentamento e morrer\u00e1 fazendo muito barulho, mas de forma pat\u00e9tica.<\/p>\n<p>Que consequ\u00eancias estrat\u00e9gicas tirar de mais esse epis\u00f3dio? Aceitar a realidade dos pa\u00edses de capitalismo dependente, em primeiro lugar, dando fim a esperar de uma burguesia \u201c\u00e0 la revolu\u00e7\u00e3o inglesa\u201d que nunca vir\u00e1 e entender, a partir disso, que todo projeto nacional ter\u00e1 que\u00a0impreterivelmente ser socialista, \u00fanica perspectiva poss\u00edvel de romper com o subdesenvolvimento e a depend\u00eancia na periferia do sistema.<\/p>\n<p>*Militante do PCB de Pernambuco<\/p>\n<hr \/>\n<p>1 \u2013\u00a0<a href=\"http:\/\/makaveliteorizando.blogspot.com.br\/2017\/08\/neoliberalismo-com-caracteristicas.html\">http:\/\/makaveliteorizando.blogspot.com.br\/2017\/08\/neoliberalismo-com-caracteristicas.html<\/a><\/p>\n<p>2 \u2013\u00a0<a href=\"http:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/internacional-43250175?SThisFB\">http:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/internacional-43250175?SThisFB<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/mercado\/2018\/03\/ate-embraer-sera-citada-contra-taxa-do-aco-nos-eua.shtml\">https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/mercado\/2018\/03\/ate-embraer-sera-citada-contra-taxa-do-aco-nos-eua.shtml<\/a><\/p>\n<p>3 \u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/mercado\/2018\/03\/lobby-brasileiro-do-aco-enviou-centenas-cartas-aos-eua.shtml\">https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/mercado\/2018\/03\/lobby-brasileiro-do-aco-enviou-centenas-cartas-aos-eua.shtml<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/mercado\/2018\/03\/aliados-fazem-fila-por-isencao-de-tarifas-para-aco-e-aluminio-nos-eua.shtml\">https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/mercado\/2018\/03\/aliados-fazem-fila-por-isencao-de-tarifas-para-aco-e-aluminio-nos-eua.shtml<\/a><\/p>\n<p>4 \u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www.brasil247.com\/pt\/247\/brasil\/344928\/Centrais-organizam-atos-contra-taxa%C3%A7%C3%A3o-de-a%C3%A7o.htm\">https:\/\/www.brasil247.com\/pt\/247\/brasil\/344928\/Centrais-organizam-atos-contra-taxa%C3%A7%C3%A3o-de-a%C3%A7o.htm<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/19047\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[7],"tags":[221],"class_list":["post-19047","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s8-brasil","tag-2a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-4Xd","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19047","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19047"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19047\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19047"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19047"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19047"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}