{"id":19231,"date":"2018-04-01T05:08:47","date_gmt":"2018-04-01T08:08:47","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=19231"},"modified":"2018-04-01T05:08:47","modified_gmt":"2018-04-01T08:08:47","slug":"a-farsa-do-governo-renan-filho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/19231","title":{"rendered":"A farsa do governo Renan Filho"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/YBVa0_CUDxS1cYe4p7zUGw_5JY6NuXAYSUQI7kCQc8wbrylEZomQYK8_Ip41qKZw37M1CYmhGTf4ObO58G9DBJLYhfpPm-HlE8rPZF9dCGENsPP2zMnPWY1MR0mc6MGLo4rYi4K0kwh_qt-3jJikprwFy49tYOc1DI4PZIrfhlQ4dVmWAt7dX3eymMwHqebgEx-O4szTH13C07lGaeBZW4-s4SLnAzU7Ob9zQKJP0jl9fRl5qUf6SM28oM-Sjcq1N4xhJqGRRiK1qkMEOGyb7gFLMKTVixDXT-9ReAm_ttfp6PAMwE_S-zNUWzPihGG3KEQYFuJ1jQHcuLWf97mnS4v3Ee6sEqreNXzT43CSrq9nFuOnjZPTXU_97XL_-gm9m0_iTE5m-itiHYYJYBJ_4e11rIjg4jSGfPkpqAS6h4monX1MkZdf3QhAVp5ZVrYkfAYOKEvxYuPHTik1YcHrguTGPNrIRZCW8Ix0qicwnpGX2gkejsSclHqEXDUtOP6ZN8pM7dc8JY-ErmGrXaiaGiyZYtIzpy-qZMeRN97EjQHzB7ThxC4S47VngiKA08juwDTlCqbt2BLjzwMMyA3_T5AhW05Qj2OCQfSKJRnzcSLi2DHHQS7MkLIs9AIwsWzIiM67I70w-u12hcCjMzQFF9T3eCJmYahsxQ=w1080-h720-no\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->por Golbery Lessa*<\/p>\n<p>\u00c9 curiosa a vers\u00e3o laudat\u00f3ria presente em setores da imprensa e da sociedade civil alagoana referente aos tr\u00eas anos de desgoverno Renan Filho (gest\u00e3o apoiada pela maioria reacion\u00e1ria da Assembleia Legislativa). Sem apresentarem dados ou \u00edndices objetivos sobre os pretensos avan\u00e7os nas pol\u00edticas p\u00fablicas, falam em &#8220;vigoroso arranque da economia&#8221;, no &#8220;equacionamento de problemas estruturais&#8221; e mesmo, pasmem, destacam o &#8220;distanciamento dos interesses das oligarquias&#8221;. Para fundamentar esta \u00faltima afirma\u00e7\u00e3o, alguns buscaram at\u00e9 &#8220;reinventar&#8221; o conceito de oligarquias, tirando do seu interior todos aqueles que n\u00e3o possuem as maiores empresas, para que o atual governador e seu pai pudessem ser guindados ao campo dos progressistas.<\/p>\n<p>Ora, o PMDB de Alagoas foi parceiro do golpe contra Dilma Rousseff, e o senador Renan Calheiros (que votou pelo impeachment na \u00faltima vota\u00e7\u00e3o) s\u00f3 se aproximou do PT em Alagoas porque sabe que ningu\u00e9m se elege no estado com um discurso contr\u00e1rio a Lula, dada a sua popularidade entre os pobres, principalmente nas cidades do interior, onde est\u00e3o setenta por cento dos votos.<\/p>\n<p>Antes de demonstrarmos o car\u00e1ter insustent\u00e1vel da interpreta\u00e7\u00e3o cor de rosa do que ocorre na terra de Zumbi dos Palmares, que cumpre v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es para quem est\u00e1 no n\u00facleo do poder ou \u00e9 seu aliado, comecemos com os fatos, apresentados por meio de sint\u00e9ticos dados estat\u00edsticos sobre a realidade estadual nos tr\u00eas \u00faltimos anos (2015, 2016 e 2017), per\u00edodo no qual pontifica o aclamado governante.<\/p>\n<p>Como se pode ver no primeiro gr\u00e1fico em anexo, com dados do MDIC, a soma das exporta\u00e7\u00f5es nos tr\u00eas primeiros anos do tamb\u00e9m inoperante governo anterior foi muito maior do que nos tr\u00eas primeiros anos do atual. O governo presente conseguiu, inclusive, a proeza de registrar um d\u00e9ficit na balan\u00e7a comercial em 2016, de 191 milh\u00f5es de d\u00f3lares, em uma economia essencialmente exportadora desde a \u00c9poca Colonial. Agora como antes, Alagoas continua exportando a\u00e7\u00facar bruto, produto semimanufaturado, e importando do exterior e outros estados quase todos os itens manufaturados de que precisa, desde agulhas at\u00e9 motores.<br \/>\nOs tr\u00eas anos do presente governo n\u00e3o mudaram uma v\u00edrgula em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 aus\u00eancia de mercadorias mais elaboradas nas exporta\u00e7\u00f5es alagoanas. A rigor, este governo atua como se n\u00e3o tivesse conhecimento desse problema estrutural.<\/p>\n<p>Pode-se objetar que a diminui\u00e7\u00e3o do montante das exporta\u00e7\u00f5es foi determinada pelo fim do ciclo das commodities a partir de 2011 e do consequente agravamento da crise do setor canavieiro. Em parte isso \u00e9 verdade, mas o fato de existir uma crise de demanda externa n\u00e3o desculpa o governador e a Assembleia Legislativa de n\u00e3o terem tomado medidas executivas e legislativas para reordenar a economia estadual no rumo da supera\u00e7\u00e3o do seu car\u00e1ter exageradamente exportador.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, meus amigos governistas, tenham o comedimento de n\u00e3o falar ou escrever sobre &#8220;a modifica\u00e7\u00e3o robusta da economia alagoana&#8221;. N\u00e3o vale mostrar t\u00edmidas iniciativas de apoio \u00e0 pesquisa em alguns campos do saber e sublinhar a aceita\u00e7\u00e3o do conceito de startups pela Secretaria de Ci\u00eancia e Tecnologia (ocorrida no igualmente olig\u00e1rquico governo anterior, diga-se de passagem), mais frutos do crescimento vegetativo do sistema nacional de apoio \u00e0 pesquisa do que da iniciativa local (todos sabemos o calv\u00e1rio que \u00e9 fazer pesquisa em Alagoas), sem qualquer rela\u00e7\u00e3o com um plano robusto de mudan\u00e7a estrutural nos rumos da economia no sentido da melhoria da produtividade, da supera\u00e7\u00e3o do protagonismo dos canaviais, do desenvolvimento social inclusivo e da distribui\u00e7\u00e3o de terra e renda.<\/p>\n<p>Vejamos o que ocorreu na produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, at\u00e9 porque o peculiar programa de governo apresentado pela candidatura Renan Filho ao TSE (no qual se misturam sem l\u00f3gica ideias petistas de apoio \u00e0 economia popular com a defesa da acumula\u00e7\u00e3o de capital nas grandes empresas como o principal instrumento de desenvolvimento social) preconizava forte apoio \u00e0 agricultura familiar. Como se observa no segundo e no terceiro gr\u00e1ficos anexos, constru\u00eddos com dados do IBGE, houve queda na quantidade total de toneladas produzidas. A involu\u00e7\u00e3o presente no primeiro gr\u00e1fico foi causada pela citada crise do setor canavieiro e pela in\u00e9rcia governamental diante desse fato previs\u00edvel como o anoitecer. Quando retiramos a cana do c\u00e1lculo, percebemos um melhoria relevante a partir de maio de 2017, concentrada principalmente nas lavouras de laranja, banana, coco-da-baia e abacaxi, ou seja, focadas nos produtos muito presentes nos assentamentos, que s\u00e3o financiados principalmente pelo governo federal e n\u00e3o pelo governo estadual, e nos acampamentos da reforma agr\u00e1ria. A pr\u00f3pria diminui\u00e7\u00e3o da \u00e1rea dos canaviais ampliou os acampamentos, que sempre s\u00e3o muito produtivos, ao contr\u00e1rio do que pensam os reacion\u00e1rios de plant\u00e3o, como aqueles presente nas antigas terras do Grupo Jo\u00e3o Lira, e estimulou a diversifica\u00e7\u00e3o produtiva entre os fornecedores de cana \u00e0s usinas.<\/p>\n<p>Continuemos a buscar &#8220;o equacionamento dos problemas estruturais&#8221;. O que teria ocorrido com o estoque de empregos neste governo cantado em prosa e verso at\u00e9 por setores que consideramos progressistas? Nas palavras do Portal G1, insuspeito de comunismo: &#8220;Alagoas fechou no \u00faltimo ano [2017] 8.255 postos de trabalho formais, segundo dados divulgados pelo Minist\u00e9rio do Trabalho nesta sexta-feira (26). (&#8230;)O levantamento \u00e9 feito com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e considera a diferen\u00e7a entre as contrata\u00e7\u00f5es com carteira assinada (108.597) e as demiss\u00f5es (116.852) no ano de 2017. (&#8230;) Somente em dezembro, o estado registrou perda de 1.272 postos de trabalho formais. Foram 5.927 admiss\u00f5es para 7.199 desligamentos de funcion\u00e1rios com carteira assinada. (&#8230;) No acumulado do ano, os oito setores da economia tiveram perdas no n\u00famero de vagas, mas o principal deles foi o da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o (como as usinas), que fechou 4.297 postos. (&#8230;) Na sequ\u00eancia, aparecem os setores da constru\u00e7\u00e3o civil (-2.375), agropecu\u00e1ria (-848), com\u00e9rcio (-498), ind\u00fastria de utilidade p\u00fablica (-103), extrativa mineral (-72), servi\u00e7os (-42) e administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica (-20).&#8221;<\/p>\n<p>No que ser refere \u00e0 taxa de mortes violentas, ap\u00f3s uma ligeira queda em 2015, houve novo aumento em 2016 (os dados de 2017 ainda n\u00e3o foram consolidados), e Alagoas continua sendo o segundo estado mais violento do pa\u00eds, mas, \u00e9 fundamental nunca esquecer: principalmente para os negros e os pobres.<\/p>\n<p>Por \u00faltimo, mas n\u00e3o menos importante, entremos no terreno considerado sagrado pelo governo Renan Filho, o seu verdadeiro ponto de honra, a partir do qual deseja ser lembrado pelas gera\u00e7\u00f5es futuras: o ajuste fiscal e o esfor\u00e7o ol\u00edmpico para pagar uma d\u00edvida p\u00fablica contratada de maneira fraudulenta por v\u00e1rios governos a juros escorchantes (a representa\u00e7\u00e3o alagoana do movimento pela auditoria da d\u00edvida j\u00e1 demonstrou isso fartamente). Segundo o Banco Central, a d\u00edvida do estado de Alagoas aumentou 600 milh\u00f5es no primeiro ano de governo Renan Filho e diminuiu em 2016, fato este que foi trombeteado por dez mil auto-falantes pela Secretaria de Comunica\u00e7\u00e3o, mas a d\u00edvida voltou a crescer muito em 2017 (390 milh\u00f5es), o que foi totalmente silenciado por todos os \u00f3rg\u00e3os do fiscalista governo estadual. E o que esse esfor\u00e7o fiscalista malogrado implicou em termos de cortes nas verbas da pol\u00edticas sociais? Se pegarmos os dados existentes nos Relat\u00f3rios Resumidos de Execu\u00e7\u00e3o Or\u00e7ament\u00e1ria (RREO) divulgados pela Secretaria da Fazenda e compararmos o anos de 2014 e de 2017, constaremos que o governo Renan Filho diminui significativamente o montante das verbas da maioria das principais rubricas, principalmente aquelas da \u00e1rea social, mas n\u00e3o apenas. No caso da educa\u00e7\u00e3o, Alagoas investiu 1.223.870.759,00 reais em 2014, e reduziu esse valor para 722.683.119,00 reais em 2017, uma diminui\u00e7\u00e3o de 41%. No item Ci\u00eancia e Tecnologia, que seria a \u00eanfase desse &#8220;governo moderno&#8221; segundo seus apologistas, houve uma queda de 10%. Enfim, o governo Renan Filho, dito aliado de setores progressistas, conseguiu ser mais neoliberal do que o governo tucano, declaradamente contr\u00e1rios \u00e0s teses da esquerda.<\/p>\n<p>Qual conclus\u00e3o podemos chegar diante de tanta falta de correspond\u00eancia entre o discurso dos profetas do governo estadual e a real situa\u00e7\u00e3o de Alagoas? Parece claro que os \u00edndices de popularidade do desgoverno Renan Filho se devem \u00e0 sua aproxima\u00e7\u00e3o oportunista da imagem dos governos Lula, ao apassivamento dos movimento sociais locais provocado por essa aproxima\u00e7\u00e3o e a uma bem orquestrada campanha de marketing pol\u00edtico, efetivada por especialistas nacionais e estaduais (entres os quais existem ex-militantes da esquerda), coordenados pela experi\u00eancia pol\u00edtica do senador Renan Calheiros, que \u00e9 um dos mais reacion\u00e1rios representantes das oligarquias, mas n\u00e3o se pode negar que \u00e9 figura eficiente da articula\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da direita e na manipula\u00e7\u00e3o do eleitorado. A reelei\u00e7\u00e3o de Renan Filho seria a farsa da farsa.<\/p>\n<p>*Membro do Comit\u00ea Central do PCB<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem100a\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/cmTHAnGuMzcliD6GJjUs_lqaqsBszL_eGwAuulgXPyNSmEj9fGGCTqK7wokNt4_JokvELcDwQWY3kWk0brlncQeKmdQKE4LqXfr_avKTQsOXBp2q2c-vu-zTEYYAXM-2yiRf--NDD4OCXCV0fimNxjXbI6jfDUOLR1_C8TShXymaMlMkhrsuvKUFYFVIwj7qS2ybcvboT3kh2KudBOI3x1VvsweLMr7uDKX5eisQ9mI8hCIJLOoQfjoMDwXCjNHi517J0FElylIUxVVnQAPVtfZ7BKyr8z6zrvzXWLfNRwPpsdO-Cvd2vlwGvn4uknFUXI3ypIc3dCXLFPkKT6e0PReLJNLhotHv-naAP4nDbUyWB6s8GCYcs_O7LYzqSrKIJeurM9WI9kHDipbLv4tNgogZOuT-GAbEQM4FmZHuHILbhKdu_AnjvbcHW7cpWHnJGNbx_svMJiVGv2pxQmoEvM-nryF9UYuBlYTTRLxa4EwuxcKsFYxkfpkL67_zYdzScTvSYW0hH2-j2OrIBfB_Hb2P9ufp1BC5hjq5gx__txVS7W8UEWBx7eih8rplz_qlLadBdI0goI-RkC7VvzKfD4_jTHRL_bYOc-KwU1VCfJq2xVsTJ6MBxCWjsq2HFjxCyDOiBAn-Fb6QRxwzqhoZU6F0pteD6PM9Yw=w1137-h640-no\" alt=\"imagem\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem100a\" 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