{"id":1953,"date":"2011-10-12T17:01:01","date_gmt":"2011-10-12T17:01:01","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=1953"},"modified":"2011-10-12T17:01:01","modified_gmt":"2011-10-12T17:01:01","slug":"a-semana-no-olhar-comunista-0015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/1953","title":{"rendered":"A Semana no Olhar Comunista &#8211; 0015"},"content":{"rendered":"\n<p>Decis\u00e3o tomada, fica em aberto o \u201ccomo\u201d fazer a opera\u00e7\u00e3o salva-banca. O governo franc\u00eas deseja que os bancos mais vulner\u00e1veis tenham acesso ao fundo de aux\u00edlio da zona do euro, conhecido como Dispositivo de Estabilidade Financeira Europeu. J\u00e1 o alem\u00e3o defende que a ajuda financeira aos bancos seja oferecida pelos pa\u00edses a que pertencem essas institui\u00e7\u00f5es financeiras e n\u00e3o ao dispositivo criado pela Uni\u00e3o Europ\u00e9ia.<\/p>\n<p>Uma ou outra medida n\u00e3o muda o essencial: como demonstram os recentes acontecimentos nos EUA, a capitaliza\u00e7\u00e3o do bolso dos banqueiros n\u00e3o resolver\u00e1 a crise econ\u00f4mica. Vai, isso sim, \u201csocializar\u201d o preju\u00edzo destes e retardar uma sa\u00edda cada vez mais dif\u00edcil dentro da l\u00f3gica capitalista. Por outro lado, a conta futura dever\u00e1 ser apresentada aos trabalhadores, atrav\u00e9s de seus direitos, como tem sido a l\u00f3gica desde 2008.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Rebaixamento de classifica\u00e7\u00e3o: a fila j\u00e1 est\u00e1 formada<\/strong><\/p>\n<p>Antes do an\u00fancio da dupla Merkel-Sarkozy, a Moody\u2019s havia rebaixado a classifica\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito de 12 bancos e firmas de hipoteca do Reino Unido, declarou a possibilidade de fazer o mesmo para tr\u00eas dos maiores bancos do pa\u00eds, al\u00e9m de fazer o mesmo para seis bancos portugueses.<\/p>\n<p>Sobre as medidas, duas informa\u00e7\u00f5es transmitidas pela imprensa internacional merecem ser lidas com bastante aten\u00e7\u00e3o: a primeira \u00e9 de que a Moody\u2019s \u201creavalia a disposi\u00e7\u00e3o do governo brit\u00e2nico para apoiar as institui\u00e7\u00f5es que tiveram suas notas rebaixadas\u201d.<\/p>\n<p>A segunda merece ser integralmente reproduzida no par\u00e1grafo abaixo, da\u00a0<strong><em>BBC<\/em><\/strong>:<\/p>\n<p>\u201cPara o RBS e o Lloyds, nos quais o governo brit\u00e2nico mant\u00e9m ainda uma grande participa\u00e7\u00e3o, a classifica\u00e7\u00e3o da Moody&#8217;s ainda inclui em sua an\u00e1lise muito apoio sist\u00eamico \u2013 tr\u00eas pontos, disse Elisabeth Rudman, principal analista da Moody&#8217;s para os bancos do Reino Unido. Esse apoio ainda est\u00e1 em um n\u00edvel muito alto. No geral, os rebaixamentos n\u00e3o refletem qualquer deteriora\u00e7\u00e3o na for\u00e7a financeira quer do governo do Reino Unido ou do sistema banc\u00e1rio do pa\u00eds, segundo a Moody&#8217;s\u201d.<\/p>\n<p>Amigo leitor, perceba: est\u00e1 escancarada a chantagem e o jogo de press\u00e3o dos banqueiros e financistas sobre os governos, para obterem recursos \u00e0s custas do er\u00e1rio. Chantagem, ali\u00e1s, j\u00e1 aceita na Zona do Euro \u2013 como comprova a not\u00edcia que abre este A Semana no Olhar Comunista.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Ainda faltam 4, e muitos outros!<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s 13 anos de pris\u00e3o injusta, foi libertado na \u00faltima sexta-feira (07) nos Estados Unidos o cubano Ren\u00e9 Gonz\u00e1lez. Mas o imp\u00e9rio ainda mant\u00e9m sob c\u00e1rcere os outros quatro her\u00f3is, presos pol\u00edticos sob a falsa acusa\u00e7\u00e3o de espionagem. Gonz\u00e1lez, que deixou a pris\u00e3o federal de Marianna, no norte da Fl\u00f3rida, ter\u00e1 de permanecer nos EUA por tr\u00eas anos, sob regime de liberdade supervisionada. Seu pedido de retorno \u00e0 ilha foi negado em fevereiro por uma ju\u00edza, Joan Lenard.<\/p>\n<p>A liberta\u00e7\u00e3o dele deve servir de refor\u00e7o e est\u00edmulo a todos aqueles que lutam contra a opress\u00e3o. N\u00e3o podemos esmorecer na den\u00fancia de Guant\u00e1namo, dos outros quatro presos pol\u00edticos cubanos, dos milhares de palestinos nas masmorras israelenses. A luta continua!<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Terceiriza\u00e7\u00e3o rima com hiper-explora\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Os trabalhadores terceirizados ganham 27,1% a menos que aqueles com carteira assinada, trabalham tr\u00eas horas semanais a mais, t\u00eam menos benef\u00edcios e est\u00e3o mais sujeitos a acidentes de trabalho e morte. As constata\u00e7\u00f5es foram divulgadas pela imprensa e demonstram que o capital utiliza essa modalidade de contrata\u00e7\u00e3o de for\u00e7a de trabalho para elevar ainda mais a sua obten\u00e7\u00e3o de lucro.<\/p>\n<p>Sobre o assunto,\u00a0<strong><em>O Estado de S.Paulo<\/em><\/strong> nos traz o \u201crequinte\u201d da informa\u00e7\u00e3o de que at\u00e9 no Pal\u00e1cio do Planalto h\u00e1 cerca de 300 funcion\u00e1rios terceirizados que n\u00e3o conseguem receber seus pagamentos atrasados \u2013 \u201ca prestadora de servi\u00e7os que os contratou deixou de atender a Presid\u00eancia da Rep\u00fablica em dezembro de 2010 e n\u00e3o pagou parte dos sal\u00e1rios\u201d, informa o di\u00e1rio.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de ganhar menos e trabalhar mais, os terceirizados correm maior risco de acidente e mortes, como acidentes na Petrobras j\u00e1 o demonstraram, no passado recente. Mas n\u00e3o s\u00f3 l\u00e1, obviamente. Levantamento do Dieese de Minas Gerais afirma que entre 2006 e 2008 morreram 239 trabalhadores no setor el\u00e9trico, 193 deles (80,7%) terceirizados.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Morreu um \u201cg\u00eanio\u201d. Do fetiche e da explora\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>A morte do fundador da Apple, Steve Jobs, causou \u201ccomo\u00e7\u00e3o\u201d nos c\u00edrculos mais abastados e \u2013 por conseq\u00fc\u00eancia \u2013 nos ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o. Termos como \u201cg\u00eanio\u201d, \u201cvision\u00e1rio\u201d e \u201crevolucion\u00e1rio\u201d foram usados aos montes para retratar o personagem, que \u201cmudou nossa forma de viver\u201d. Rep\u00f3rteres e editores dos grandes ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o, entretanto, esqueceram-se de dizer de quem falavam ao usar o pronome \u201cn\u00f3s\u201d.<\/p>\n<p>Jobs n\u00e3o foi apenas um burgu\u00eas, sua \u201cgenialidade\u201d esteve justamente no fato de aproveitar como poucos o fetiche de bugingangas tecnol\u00f3gicas que \u201ccriaram\u201d novas necessidades de consumo e saber vender essas \u201cnecessidades\u201d a pre\u00e7os mais que proibitivos para a maioria das popula\u00e7\u00f5es. Afinal, a empresa comandada por ele se diferencia das outras do setor por incutir na mentalidade consumista que seus produtos simbolizam status e diferencia\u00e7\u00e3o \u2013 como um Rolex, um Rolls Royce, uma Montblanc&#8230; Foi um g\u00eanio da explora\u00e7\u00e3o alheia.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Ocupar Wall Street \u2013 e o mundo inteiro!<\/strong><\/p>\n<p>O movimento &#8220;Ocupem Wall Street&#8221;, desencadeado em passeata no centro financeiro de Nova York, em 17 de setembro, vem recebendo a ades\u00e3o de sindicalistas, estudantes e ativistas de diversos movimentos sociais e, agora est\u00e1 se expandindo para a Europa: uma manifesta\u00e7\u00e3o est\u00e1 sendo convocada para o pr\u00f3ximo s\u00e1bado, dia 15, em Zurique, na Su\u00ed\u00e7a.<\/p>\n<p>O movimento \u00e9 uma grande protesto contra o desemprego, as grandes corpora\u00e7\u00f5es, o aporte de muitos bilh\u00f5es de d\u00f3lares dado pelos governos dos EUA (e pelos governos europeus) ao grandes bancos. Os cortes efetuados na sa\u00fade e na educa\u00e7\u00e3o, entre outras \u00e1reas, pelo governo Obama, para viabilizar a aprova\u00e7\u00e3o, pelo Congresso, do acordo de eleva\u00e7\u00e3o do teto da d\u00edvida do pa\u00eds, est\u00e3o, tamb\u00e9m, entre os alvos das cr\u00edticas do movimento.<\/p>\n<p>No \u00faltimo fim de semana houve manifesta\u00e7\u00f5es na Filad\u00e9lfia, em Los Angeles, em Boston e outras cidades norte-americanas.<\/p>\n<p>O crescimento desse movimento \u00e9 o resultado da percep\u00e7\u00e3o crescente, na maioria da sociedade, na classe trabalhadora, nos 99%, de que a crise atual tem car\u00e1ter sist\u00eamico e de que as medidas que v\u00eam sendo adotadas pelos governos dos EUA e europeus para combat\u00ea-la tendem a piorar ainda mais o quadro atual de desemprego e mis\u00e9ria. Come\u00e7a a ficar cada vez mais claro, tamb\u00e9m, para um n\u00famero cada vez maior de pessoas, que a causa principal da situa\u00e7\u00e3o atual \u00e9 o sistema capitalista em si.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Bolsa \u201ctubar\u00f5es\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Diversos \u00f3rg\u00e3os da grande m\u00eddia deram destaque aos n\u00fameros do programa \u201cSeguro-defeso\u201d, o popular \u201cBolsa-pescador\u201d, que em 2011 beneficiar\u00e1 553.172 pescadores, com gastos de R$ 1,3 bilh\u00f5es, pagos pelo Minist\u00e9rio do Trabalho. O governo sequer sabe, conforme atestam lideran\u00e7as de pescadores, quantos brasileiros vivem da chamada pesca artesanal. H\u00e1 tamb\u00e9m um n\u00famero enorme de fraudes, envolvendo falsifica\u00e7\u00f5es de documentos e uso dos recursos para fins eleitorais. Parece mais bolsa para enriquecer tubar\u00f5es&#8230;<\/p>\n<p>Os problemas no setor pesqueiro v\u00eam de longe, e s\u00e3o derivados da industrializa\u00e7\u00e3o (e internacionaliza\u00e7\u00e3o) da pesca, gerida por interesses privados, e pela falta de apoio efetivo aos pescadores artesanais, que n\u00e3o recebem ajuda para a cria\u00e7\u00e3o de infra-estrutura e equipamentos, nem disp\u00f5em, como a maioria dos trabalhadores brasileiros, de garantias sociais.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos desvios e desmandos dos programas atuais \u2013 lament\u00e1veis, que devem ser rigorosamente apurados e levar os envolvidos \u00e0 pris\u00e3o \u2013, al\u00e9m da necessidade de aumentar a fiscaliza\u00e7\u00e3o e o controle social efetivo sobre o programa, h\u00e1 que promover-se uma pol\u00edtica integrada para a pesca, em todas as modalidades, assim como para a produ\u00e7\u00e3o em cativeiro.<\/p>\n<p>H\u00e1 que superar-se a necessidade de cria\u00e7\u00e3o de programas como o \u201cBolsa-pescador\u201d, de corte compensat\u00f3rio e assistencialista, gerados para amenizar os efeitos perversos das pol\u00edticas econ\u00f4micas neoliberais, com a implementa\u00e7\u00e3o de um projeto efetivo de desenvolvimento, em todos os setores da economia, voltado n\u00e3o para os interesses dos grandes empresas, mas para a maioria da popula\u00e7\u00e3o, para o bem-estar e para a igualdade social.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>\u00c1reas de conserva\u00e7\u00e3o ou destrui\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 grande o desmatamento recente nas Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o (UCs), que, no ano passado, foi de 11, 5 km quadrados. Falta fiscaliza\u00e7\u00e3o, faltam recursos.<\/p>\n<p>A prote\u00e7\u00e3o \u00e0s florestas e aos demais biomas brasileiros \u00e9 vital para o futuro. \u00c9 um absurdo que, mesmo nas \u00e1reas reservadas para preserva\u00e7\u00e3o haja desmatamento. A revela\u00e7\u00e3o, divulgada n\u2019O Globo, de 08\/10, de que tramitam, no Congresso, diversos projetos e emendas que visam \u00e0 redu\u00e7\u00e3o dos limites das Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o federais revela a press\u00e3o de pecuaristas, que invadem e desmatam para criar gado na regi\u00e3o amaz\u00f4nica, de madeireiros \u2013 65% das \u00e1reas exploradas para esse fim, em 2010, n\u00e3o tinham autoriza\u00e7\u00e3o \u2013 e outros interesses privados na ocupa\u00e7\u00e3o dessas \u00e1reas para fins de explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso agir com rapidez na apresenta\u00e7\u00e3o e implanta\u00e7\u00e3o de um projeto integrado de desenvolvimento que contemple a preserva\u00e7\u00e3o e gere empregos e riqueza na regi\u00e3o amaz\u00f4nica e demais regi\u00f5es do pa\u00eds por meio de atividades econ\u00f4micas sustent\u00e1veis. No caso das madeireiras, dos pecuaristas e outros interesses capitalistas criminosos que agem na ilegalidade, n\u00e3o h\u00e1 outra solu\u00e7\u00e3o a n\u00e3o ser a\u00e7\u00e3o direta da Pol\u00edcia Federal, com a pris\u00e3o dos respectivos respons\u00e1veis.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Pr\u00f3-Jovem: pouco resultado<\/strong><\/p>\n<p>Mat\u00e9ria de\u00a0<strong><em>O Globo<\/em><\/strong> informou que apenas 38% dos alunos da vers\u00e3o urbana do projeto Pr\u00f3 Jovem e 1% dos alunos do campo se formaram. De acordo com o jornal, o programa consumiu, em 6 anos, mais de 1,6 bilh\u00f5es de Reais, e a vertente \u201cTrabalhador\u201d do programa est\u00e1 sob investiga\u00e7\u00e3o, sob suspeita de favorecimento a ONGs.<\/p>\n<p>V\u00e1rias s\u00e3o as caracter\u00edsticas extremamente ruins desse programa, como a n\u00e3o exig\u00eancia de freq\u00fc\u00eancia \u00e0s aulas, o uso de professores leigos e a contrata\u00e7\u00e3o de ONGs para a sua execu\u00e7\u00e3o. \u00c8 um ac\u00famulos de erros e desvios, que t\u00eam origem na pr\u00f3pria concep\u00e7\u00e3o que o gerou, uma concep\u00e7\u00e3o de substituir a Escola p\u00fablica, de acesso universal, de qualidade, de substituir a responsabilidade direta do Estado pela educa\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as, jovens e adultos. Debilita-se, assim, a Escola, aviltam-se os sal\u00e1rios dos profissionais de Educa\u00e7\u00e3o, financiam-se organiza\u00e7\u00f5es privadas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nCavando o fundo do po\u00e7o\nO destaque dessa edi\u00e7\u00e3o de\u00a0A Semana no Olhar Comunista fica por conta da decis\u00e3o da chanceler alem\u00e3 Angela Merkel e do presidente franc\u00eas Nicolas Sarkozy de capitalizar os bancos que sofrer\u00e3o eventuais preju\u00edzos se a Gr\u00e9cia declarar a morat\u00f3ria de sua d\u00edvida. O \u201cProer\u201d europeu s\u00f3 aprofundar\u00e1 a explora\u00e7\u00e3o e a retirada de direitos para os trabalhadores.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/1953\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[100],"tags":[],"class_list":["post-1953","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c113-a-semana-no-olhar-comunista"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-vv","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1953","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1953"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1953\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1953"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1953"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1953"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}