{"id":20245,"date":"2018-07-16T22:33:59","date_gmt":"2018-07-17T01:33:59","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=20245"},"modified":"2018-07-16T22:33:59","modified_gmt":"2018-07-17T01:33:59","slug":"o-custo-do-retrocesso-na-politica-ambiental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/20245","title":{"rendered":"O custo do retrocesso na pol\u00edtica ambiental"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.ihu.unisinos.br\/images\/ihu\/2018\/07\/12_07_poluicao_foto_pxhere.jpg\" alt=\"imagem\" \/><!--more--><a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/78-noticias\/580760-professores-da-coppe-ufrj-revelam-o-custo-do-retrocesso-na-politica-ambiental-do-governo-brasileiro\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">IHU<\/a><\/p>\n<p>O artigo \u201cThe threat of political bargaining to climate mitigation in Brazil (A amea\u00e7a da barganha pol\u00edtica para a mitiga\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica no Brasil)\u201d \u00e9 assinado pelos professores da Coppe\/UFRJ\u00a0Roberto Schaeffer,\u00a0Alexandre Szklo\u00a0e\u00a0Andr\u00e9 Lucena, os pesquisadores\u00a0Pedro Rochedo,\u00a0Alexandre Koberle\u00a0e\u00a0Regis Rathmann, tamb\u00e9m da Coppe\/UFRJ; o professor\u00a0Eduardo Viola, de Ci\u00eancia Pol\u00edtica, da UnB, e pelos professores\u00a0Britaldo Soares-Filho,\u00a0Raoni Raj\u00e3o\u00a0e a pesquisadora\u00a0Juliana Leroy Davis, da UFMG.<\/p>\n<p>A reportagem foi publicada por\u00a0Coppe\/UFRJ, 11-07-2018.<\/p>\n<p>Seis professores e pesquisadores da\u00a0Coppe\/UFRJ\u00a0(Instituto Alberto Luiz Coimbra de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e Pesquisa de Engenharia da UFRJ) assinam artigo publicado na atual edi\u00e7\u00e3o da\u00a0Nature Climate Change, no qual avaliam os\u00a0impactos do retrocesso na pol\u00edtica ambiental brasileira para o cumprimento das Contribui\u00e7\u00f5es Nacionalmente Determinadas\u00a0(NDCs), assumidas pelo\u00a0Brasil\u00a0para o atingimento do objetivo acordado pela comunidade por mais de 190 pa\u00edses em\u00a0Paris\u00a0em 2015 para limitar o\u00a0aquecimento global.<\/p>\n<p>Entre 2005 e 2012, o\u00a0Brasil\u00a0reduziu suas emiss\u00f5es de\u00a0gases de efeito estufa\u00a0(GEE) em 54%, sobretudo pela redu\u00e7\u00e3o do\u00a0desmatamento\u00a0em 78%. De acordo com os autores, a aprova\u00e7\u00e3o do\u00a0novo C\u00f3digo Florestal, em 2012, provocou um retrocesso gradual na governan\u00e7a ambiental, agravada a partir de 2016 com a barganha pol\u00edtica promovida pela chamada\u00a0bancada ruralista\u00a0para a aprova\u00e7\u00e3o de projetos de interesse do governo federal.<\/p>\n<p>Em troca de apoio pol\u00edtico, o presidente\u00a0Michel Temer\u00a0assinou medidas provis\u00f3rias e decretos que diminu\u00edram as exig\u00eancias para o\u00a0licenciamento ambiental, suspendeu a\u00a0demarca\u00e7\u00e3o de terras ind\u00edgenas, facilitando que\u00a0grileiros\u00a0se beneficiem dos recursos de\u00a0\u00e1reas desmatadas ilegalmente. Isso pode comprometer a bem sucedida pol\u00edtica de redu\u00e7\u00e3o das\u00a0emiss\u00f5es de CO2\u00a0pelo controle de desmatamento, promovida na \u00faltima d\u00e9cada.<\/p>\n<p>O artigo \u201cThe threat of political bargaining to climate mitigation in Brazil (A amea\u00e7a da barganha pol\u00edtica para a mitiga\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica no Brasil)\u201d \u00e9 assinado pelos professores da Coppe\/UFRJ\u00a0Roberto Schaeffer,\u00a0Alexandre Szklo\u00a0e\u00a0Andr\u00e9 Lucena, os pesquisadores\u00a0Pedro Rochedo,\u00a0Alexandre Koberle\u00a0e\u00a0Regis Rathmann, tamb\u00e9m da Coppe\/UFRJ; o professor\u00a0Eduardo Viola, de Ci\u00eancia Pol\u00edtica, da UnB, e pelos professores\u00a0Britaldo Soares-Filho,\u00a0Raoni Raj\u00e3o\u00a0e a pesquisadora\u00a0Juliana Leroy Davis, da UFMG.<\/p>\n<p><b>Brasil: esfor\u00e7os ser\u00e3o necess\u00e1rios para cumprir metas do Acordo de Paris<\/b><\/p>\n<p>Usando\u00a0Modelos de Avalia\u00e7\u00e3o Integrada\u00a0(IAMs\u00a0na sigla em ingl\u00eas), desenvolvidos no\u00a0Brasil, dois deles criados na\u00a0Coppe (Coffee\u00a0e\u00a0Blues)\u00a0e o outro na\u00a0UFMG(Otimizagro), os autores tra\u00e7am cen\u00e1rios para estimar o esfor\u00e7o necess\u00e1rio para cumprir as metas do\u00a0Acordo de Paris\u00a0e limitar o\u00a0aquecimento global em 2\u00baC\u00a0e compensar o enfraquecimento da governan\u00e7a ambiental, a qual potencialmente resulta em emiss\u00f5es por mudan\u00e7as no uso do solo.<\/p>\n<p>Os tr\u00eas modelos s\u00e3o complementares. Com o\u00a0Coffee\u00a0(Computable Framework For Energy and the Environment), os pesquisadores tra\u00e7aram o cen\u00e1rio macro, de\u00a0emiss\u00f5es globais\u00a0de\u00a0CO\u00b2, e com o\u00a0Blues\u00a0(Brazilian Land Use and Energy Systems model), o modelo de otimiza\u00e7\u00e3o para energia e uso do solo. Ambos foram criados por pesquisadores do\u00a0Cenergia, laborat\u00f3rio da Coppe coordenado pelos professores\u00a0Roberto Schaeffer,\u00a0Alexandre Szklo\u00a0e\u00a0Andr\u00e9 Lucena. A\u00a0UFMG, por sua vez, conta com o modelo de uso da terra, espacialmente expl\u00edcito, chamado\u00a0Otimizagro.<\/p>\n<p>Segundo os autores, a governan\u00e7a ambiental brasileira se divide em tr\u00eas per\u00edodos: pr\u00e9-2005, de governan\u00e7a fraca e altas taxas de\u00a0desmatamento; 2005 a 2011, per\u00edodo de aprimoramentos na governan\u00e7a e resultados efetivos na redu\u00e7\u00e3o do\u00a0desmatamento; e 2012 a 2017, quando a governan\u00e7a foi gradualmente erodida pela anistia concedida ao\u00a0desmatamento ilegal, no bojo da revis\u00e3o do\u00a0novo C\u00f3digo Florestal.<\/p>\n<p><b>Autores definem cen\u00e1rios de governan\u00e7a: fraco, intermedi\u00e1rio e forte<\/b><\/p>\n<p>Baseando-se neste hist\u00f3rico, os autores definiram tr\u00eas cen\u00e1rios de governan\u00e7a ambiental: fraco, intermedi\u00e1rio e forte. O cen\u00e1rio de governan\u00e7a fraca implicaria o abandono do controle do\u00a0desmatamento\u00a0e o incentivo \u00e0\u00a0agropecu\u00e1ria predat\u00f3ria. Neste cen\u00e1rio, todos os ganhos obtidos desde 2005 seriam anulados.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio intermedi\u00e1rio implicaria numa contradi\u00e7\u00e3o: a manuten\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas de controle do desmatamento concomitantemente ao apoio \u00e0s pr\u00e1ticas predat\u00f3rias. Seria a manuten\u00e7\u00e3o do cen\u00e1rio atual, cujo ritmo de desmatamento implicaria que a taxa de\u00a0desmatamento\u00a0anual alcan\u00e7aria 15 mil km\u00b2 no\u00a0Cerrado\u00a0e 17 mil km\u00b2 na\u00a0Amaz\u00f4nia, at\u00e9 2030. Isso resultaria na emiss\u00e3o de 16,3 Gt de CO2 para o per\u00edodo 2010-2030. Segundo\u00a0Pedro Rochedo, as pol\u00edticas ambientais, embora vigentes, se degradariam por influ\u00eancia pol\u00edtica. \u201cManda-se um sinal para os setores produtivos de que vale a pena desmatar, pois as regras seriam descumpridas sem a fiscaliza\u00e7\u00e3o e puni\u00e7\u00e3o adequadas. Um incentivo velado ao\u00a0desmatamento\u201d, explica o pesquisador.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio de forte governan\u00e7a ambiental pressup\u00f5e a expans\u00e3o das\u00a0pol\u00edticas de preserva\u00e7\u00e3o ambiental\u00a0e apoio pol\u00edtico total \u00e0 agenda ambiental assumida pelo pa\u00eds. Este progn\u00f3stico levaria \u00e0 redu\u00e7\u00e3o anual do desmatamento no\u00a0Cerrado\u00a0e na\u00a0Amaz\u00f4niade cerca de 8 mil e 9,5 mil km\u00b2 respectivamente, para menos de 4 mil km\u00b2 em cada um dos dois\u00a0biomas.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio \u201cfraco\u201d acarretaria ao pa\u00eds um impacto financeiro de 5 trilh\u00f5es de d\u00f3lares at\u00e9 2050, comparado ao cen\u00e1rio \u201cforte\u201d. Segundo\u00a0Rochedo, o c\u00e1lculo leva em conta o que os pesquisadores chamam de \u201cor\u00e7amento de carbono\u201d. Segundo este or\u00e7amento, o\u00a0Brasil\u00a0teria direito a emitir cerca de 24 Gt de CO2 de 2010 a 2050. \u201cA gente chegou a este custo pelo pre\u00e7o de carbono m\u00e9dio da literatura (atualmente, cada tonelada de\u00a0CO2\u00e9 precificada entre 10 a 20 d\u00f3lares, e a proje\u00e7\u00e3o \u00e9 que o pre\u00e7o da tonelada chegue a 370 d\u00f3lares em 2050). Uma esp\u00e9cie de multa ou compra de certificados para compensar o excesso de emiss\u00f5es. Quando se excede esse or\u00e7amento de carbono, o pa\u00eds paga para que outra na\u00e7\u00e3o fa\u00e7a o que ele n\u00e3o fez. Seja uma troca de certificados ou outro mecanismo. \u00c9 o mercado de carbono\u201d, explica o pesquisador.<\/p>\n<p>A conclus\u00e3o dos autores \u00e9 que as\u00a0NDC\u00b4s\u00a0assumidas pelo pa\u00eds est\u00e3o em risco devido \u00e0\u00a0crise pol\u00edtica\u00a0atual, na medida em que o governo desfaz\u00a0pol\u00edticas ambientais\u00a0exitosas levando ao aumento do desmatamento. Paradoxalmente, para lidar com o aumento das emiss\u00f5es de\u00a0CO2, o\u00a0Brasil\u00a0teria que investir pesadamente em tecnologias avan\u00e7adas, que n\u00e3o est\u00e3o maduras o suficiente e t\u00eam elevado custo de capital. \u201cEm fun\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica do s\u00e9culo XIX, o governo obriga setores da economia a usarem tecnologia do s\u00e9culo XXI para neutralizar os efeitos da pol\u00edtica do baixo clero no Congresso\u201d, critica o professor\u00a0Roberto Schaeffer.<\/p>\n<p>Segundo\u00a0Schaeffer, a ado\u00e7\u00e3o deste conjunto de tecnologias de vanguarda implicaria em um custo econ\u00f4mico muito elevado, o que tornaria improv\u00e1vel que o pa\u00eds honre os compromissos assumidos para ajudar o mundo a cumprir o\u00a0Acordo de Paris. \u201cA conclus\u00e3o do artigo \u00e9 que reduzir o desmatamento seria, de longe, a op\u00e7\u00e3o mais barata para o\u00a0Brasil\u00a0alcan\u00e7ar suas metas nacionais e os objetivos de\u00a0Paris\u201d, esclarece.<\/p>\n<p><b>Blues, Coffee e Tea: modelos desenvolvidos pela Coppe<\/b><\/p>\n<p>O\u00a0Brasil\u00a0\u00e9 o \u00fanico pa\u00eds em desenvolvimento a ter um modelo de an\u00e1lise integrada global (IAM), o que lhe permite tra\u00e7ar cen\u00e1rios integrados, em escala global, de a\u00e7\u00f5es de mitiga\u00e7\u00e3o no combate ao\u00a0aquecimento global. Batizado de\u00a0Computable Framework For Energy and the Environment\u00a0(sob a espirituosa sigla\u00a0Coffee), o modelo criado na\u00a0Coppe\u00a0traz como diferencial que o papel do pa\u00eds pode ser analisado em um contexto mundial, de acordo com metas estabelecidas para conter o aquecimento do planeta.<\/p>\n<p>O modelo \u00e9 fruto da tese de doutorado \u201cDesenvolvimento de um modelo energ\u00e9tico integrado global para avaliar o papel brasileiro nos cen\u00e1rios de mitiga\u00e7\u00e3o de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas\u201d, defendida em 2016 pelo ent\u00e3o aluno de doutorado do\u00a0Programa de Planejamento Energ\u00e9tico (PPE)\u00a0da\u00a0Coppe, o pesquisador\u00a0Pedro Rochedo, sob a orienta\u00e7\u00e3o dos professores\u00a0Alexandre Szklo\u00a0e\u00a0Roberto Schaeffer.<\/p>\n<p>A\u00a0Coppe\u00a0j\u00e1 contribu\u00eda, h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada com o\u00a0Painel Intergovernamental sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas\u00a0(IPCC, na sigla em ingl\u00eas), por meio de cen\u00e1rios de mitiga\u00e7\u00e3o de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas elaborados no modelo\u00a0Message Brasil, um modelo nacional. Trata-se de um dos mais detalhados sistemas de modelagem energ\u00e9tica integrada de um pa\u00eds no mundo, feito com base em um modelo pioneiro, denominado Message, originalmente desenvolvido pelo\u00a0Instituto Internacional de An\u00e1lise de Sistemas Aplicados\u00a0(IIASA), na\u00a0\u00c1ustria.<\/p>\n<p>A \u00faltima vers\u00e3o do\u00a0Message Brasil\u00a0\u00e9 o\u00a0Blues\u00a0(Brazil Land Use and Energy Systems Model), modelo utilizado na elabora\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas cen\u00e1rios incorpora \u00e0 modelagem de energia a modelagem do uso do solo desenvolvida para o\u00a0Coffee, tornando a ferramenta ainda mais completa, capaz, por exemplo, de identificar as rela\u00e7\u00f5es entre o uso do solo e a produ\u00e7\u00e3o e demanda de\u00a0biocombust\u00edveis. O \u201cpai\u201d do\u00a0Blues\u00a0\u00e9 o aluno de doutorado\u00a0Alexandre Koberle.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a equipe do\u00a0Cenergia\u00a0est\u00e1 trabalhando com o professor\u00a0Angelo Gurgel, da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV-SP), na elabora\u00e7\u00e3o de um modelo de equil\u00edbrio econ\u00f4mico global compat\u00edvel com o modelo\u00a0Coffee. O nome escolhido explicita, de forma bem humorada, essa correla\u00e7\u00e3o:\u00a0Total Economic Assessment (Tea) Model. \u201cUm mundo de\u00a0baixo carbono\u00a0pode levar ao aumento dos pre\u00e7os dos derivados de petr\u00f3leo. Isso tem impacto no emprego setorial, nos gastos das fam\u00edlias, no PIB. H\u00e1 um impacto sist\u00eamico e complexo, que s\u00f3 um modelo econ\u00f4mico pode abordar\u201d, explica\u00a0Rochedo.<\/p>\n<p>http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/78-noticias\/580760-professores-da-coppe-ufrj-revelam-o-custo-do-retrocesso-na-politica-ambiental-do-governo-brasileiro<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/20245\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[239],"tags":[224],"class_list":["post-20245","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ambiental","tag-3b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-5gx","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20245","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20245"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20245\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20245"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20245"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20245"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}