{"id":2094,"date":"2011-11-21T22:01:58","date_gmt":"2011-11-21T22:01:58","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=2094"},"modified":"2011-11-21T22:01:58","modified_gmt":"2011-11-21T22:01:58","slug":"cadeia-para-os-chefoes-da-chevron-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/2094","title":{"rendered":"CADEIA PARA OS CHEF\u00d5ES DA CHEVRON NO BRASIL"},"content":{"rendered":"\n<p>Pol\u00edcia Federal fala em vazamento criminoso e sugere penas que podem chegar a at\u00e9 cinco anos de pris\u00e3o; presidente da ONG Sky Truth, John Amos, disse, em entrevista exclusiva ao 247, que o Brasil tem que endurecer com a multinacional americana; foi ele quem diagnosticou um vazamento dez vezes maior<\/p>\n<p><strong>Gisele Federicce e Diego Iraheta_247 <\/strong>\u2013 O clima esquentou para os dirigentes da Chevron, multinacional americana que provocou um vazamento de petr\u00f3leo ainda n\u00e3o totalmente dimensionado na bacia de Campos. De acordo com o delegado F\u00e1bio Scliar, da Pol\u00edcia Federal, que investiga o caso, as penas para os respons\u00e1veis pelo vazamento que ele classificou como &#8220;criminoso&#8221; variam de um a cinco anos de pris\u00e3o. Em entrevista exclusiva ao 247, o presidente da ONG Sky Truth, que estima um vazamento 10 vezes maior do que vem sendo divulgado pela Chevron, diz que o Brasil deve sim endurecer o jogo contra a multinacional americana. &#8220;Quem for respons\u00e1vel deve ser punido&#8221;, disse ele.<\/p>\n<p>O vazamento de petr\u00f3leo da Chevron na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, vem sendo mal explicado pela multinacional americana. A Pol\u00edcia Federal j\u00e1 abriu inqu\u00e9rito sobre o caso e ir\u00e1 intimar representantes da petroleira para prestarem depoimento na pr\u00f3xima semana. A falta de transpar\u00eancia da empresa, que s\u00f3 se manifesta sobre o assunto por meio de notas e at\u00e9 agora \u2013 nove dias depois do vazamento \u2013 ainda n\u00e3o mostrou nenhum rosto para detalhar publicamente o problema, torna as coisas ainda mais dif\u00edceis. &#8220;O p\u00fablico merece ver tudo que aconteceu e motivou o vazamento e o que deve ser feito no futuro&#8221;, afirma John Amos. Ele diz que gostaria de ver mais detalhes t\u00e9cnicos publicados sobre o acidente e o que vem acontecendo exatamente no local.<\/p>\n<p>O comportamento lembra o caso da British Petroleum, que em abril de 2010 foi respons\u00e1vel por um vazamento de petr\u00f3leo no Golfo do M\u00e9xico, considerado um dos maiores desastres ambientais dos Estados Unidos. \u00c0 \u00e9poca, a empresa tamb\u00e9m demorou a se manifestar e, quando o vazamento acabou, foi constatado que era 20 vezes pior do que o previsto pela empresa anteriormente. Para Amos, n\u00e3o detectar a gravidade do problema desde o in\u00edcio pode provocar dois tipos de consequ\u00eancias. A primeira \u00e9 que seria necess\u00e1rio se certificar da dimens\u00e3o para dar uma resposta adequada ao acidente. &#8220;Se voc\u00ea acha que o problema \u00e9 de um tamanho X, voc\u00ea mobiliza todos os recursos que voc\u00ea efetivamente vai precisar para minimizar os danos desse problema X. Seja danos ambientais, para ind\u00fastria, para o turismo e outras economias que dependem das atividades de prospec\u00e7\u00e3o. Se voc\u00ea subestimar o tamanho do problema, sua resposta ser\u00e1 muito pequena, lenta e fraca&#8221;. O outro resultado, conforme previsto por Amos, \u00e9 a longo prazo. &#8220;Se voc\u00ea subestimar o volume de \u00f3leo derramado no oceano, voc\u00ea estar\u00e1 mal preparado no caso de um pr\u00f3ximo incidente. Humanos s\u00e3o humanos, n\u00f3s cometemos erros, h\u00e1 acidentes. N\u00f3s temos que nos certificar de entender qu\u00e3o ruim foi um vazamento. Assim, usaremos essa informa\u00e7\u00e3o para entender como regular melhor a atividade de prospec\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>Na tarde desta sexta-feira, manifestantes do Greenpeace fizeram um protesto diante da sede da Chevron no Brasil. Os manifestantes, com uniformes da empresa, derramaram tinta preta em frente ao pr\u00e9dio, simbolizando o \u00f3leo vazado. Tamb\u00e9m foram pintadas pegadas de animais no ch\u00e3o, para lembrar como o vazamento de \u00f3leo poder\u00e1 prejudicar a vida animal, na costa fluminense.<\/p>\n<p>http:\/\/www.patrialatina.com.br\/editorias.php?idprog=d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e&#038;cod=8924<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\nCr\u00e9dito: bahia247\n\n\n\n\n\n\n\n\nP\u00c1TRIA LATINA\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/2094\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[21],"tags":[],"class_list":["post-2094","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c35-o-petroleo-tem-que-ser-nosso"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-xM","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2094","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2094"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2094\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2094"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2094"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2094"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}