{"id":21441,"date":"2018-11-24T04:45:04","date_gmt":"2018-11-24T06:45:04","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=21441"},"modified":"2018-11-24T04:45:04","modified_gmt":"2018-11-24T06:45:04","slug":"kke-saudacao-ao-xx-encontro-internacional-de-partidos-comunistas-e-operarios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/21441","title":{"rendered":"KKE: Sauda\u00e7\u00e3o ao XX Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Oper\u00e1rios"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/bloglavrapalavra.files.wordpress.com\/2018\/11\/kke.jpg\" alt=\"imagem\" \/><!--more--><strong>Por KKE, via\u00a0Solidnet, traduzido por Gabriel Landi Fazzio<\/strong><\/p>\n<p><em>Nos dias 23 a 25 de novembro, em Atenas, Gr\u00e9cia, o Partido Comunista da Gr\u00e9cia (KKE) sediar\u00e1 o\u00a020\u00ba Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Oper\u00e1rios.\u00a0Em outra ocasi\u00e3o, j\u00e1 abordamos o papel de destaque deste partido para a rearticula\u00e7\u00e3o do movimento comunista internacional.<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cSomente no socialismo pode um povo filos\u00f3fico encontrar a sua pr\u00e1xis correspondente e, portanto, somente no proletariado o elemento ativo da sua liberta\u00e7\u00e3o.\u201d A afirma\u00e7\u00e3o de Marx sobre os dilemas da Alemanha de sua \u00e9poca caberia perfeitamente para explicar o forte enraizamento do Partido Comunista em meio a classe trabalhadora grega. O que podemos aprender com a experi\u00eancia da milit\u00e2ncia revolucion\u00e1ria grega? Publicamos parcialmente algumas interessantes reflex\u00f5es do Comit\u00ea Central do KKE.<\/em><\/p>\n<hr \/>\n<p>Contribui\u00e7\u00e3o escrita do KKE para o 20\u00ba Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Oper\u00e1rios sobre o tema: \u201cA classe trabalhadora contempor\u00e2nea e sua alian\u00e7a. As tarefas da vanguarda pol\u00edtica \u2013 os partidos Comunista e Oper\u00e1rios \u2013 na luta contra a explora\u00e7\u00e3o e as guerras imperialistas, pelos direitos dos trabalhadores e dos povos, pela paz, pelo socialismo.\u201d<\/p>\n<p><strong>A classe trabalhadora hoje<\/strong><\/p>\n<p>A aten\u00e7\u00e3o dos partidos comunistas e oper\u00e1rios, em seu 20\u00ba Encontro Internacional, est\u00e1 focada na classe trabalhadora contempor\u00e2nea. Nos \u00faltimos anos, est\u00e1 se fortalecendo a linha argumentativa burguesa e pequeno-burguesa, que questiona o papel revolucion\u00e1rio da classe trabalhadora, ou at\u00e9 mesmo sua pr\u00f3pria exist\u00eancia. De fato, alguns chegam at\u00e9 a buscar \u201cnovos sujeitos revolucion\u00e1rios\u201d. Esses pontos de vista interpretam \u00e0 sua maneira as descobertas tecnol\u00f3gicas da nova era, ou seja, o aprimoramento da TI e da rob\u00f3tica, que s\u00e3o apresentados como um \u201cavan\u00e7o\u201d e uma \u201cnova revolu\u00e7\u00e3o industrial\u201d na sociedade. Dados das estat\u00edsticas burguesas s\u00e3o apresentados de forma complementar \u00e0s mudan\u00e7as acima, demonstrando uma redu\u00e7\u00e3o dos postos de trabalho em v\u00e1rios ramos industriais tradicionais e um aumento do n\u00edvel de empregos entre os trabalhadores do setor de \u201cservi\u00e7os\u201d. Assim, burgueses e\u00a0oportunistas\u00a0est\u00e3o \u201cse livrando\u201d da classe trabalhadora e de seu medo, qual seja: a perspectiva da intensifica\u00e7\u00e3o e da escalada da luta de classes, e o estabelecimento do poder dos trabalhadores.<\/p>\n<p>A \u201carmadilha\u201d que essa no\u00e7\u00e3o est\u00e1 escondendo sobre a suposta \u201csociedade p\u00f3s-industrial\u201d est\u00e1, de um lado, no fato de que ela se volta para a sociedade com base no n\u00edvel tecnol\u00f3gico dos meios de produ\u00e7\u00e3o e n\u00e3o nas rela\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o. Por outro lado,\u00a0<em>equivocadamente iguala a ind\u00fastria ao setor de \u201cmanufatura\u201d<\/em>. Considera como classe trabalhadora somente a se\u00e7\u00e3o dos trabalhadores manuais ou aqueles que trabalham na fabrica\u00e7\u00e3o, enquanto coloca suas outras se\u00e7\u00f5es nos \u201cestratos sociais m\u00e9dio\u201d \u2013 por exemplo, cientistas assalariados que n\u00e3o ocupam cargos-chave na administra\u00e7\u00e3o e que atendem aos crit\u00e9rios leninistas de pertencimento \u00e0 classe trabalhadora. Ao mesmo tempo, utiliza o fato objetivo de que, devido ao desenvolvimento capitalista, a propor\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho em manufatura est\u00e1 caindo enquanto porcentagem da for\u00e7a de trabalho total, bem como os produtos manufaturados calculados em valor t\u00eam ca\u00eddo enquanto porcentagem do PIB total, tirando da\u00ed a conclus\u00e3o n\u00e3o cient\u00edfica sobre o \u201cfim da classe trabalhadora\u201d.<\/p>\n<p>Na realidade, por\u00e9m, o que \u00e9 realmente importante e esteve no centro dos estudos cient\u00edficos dos fundadores do comunismo cient\u00edfico s\u00e3o\u00a0<em>as rela\u00e7\u00f5es entre o capital e o trabalho assalariado<\/em>, isto \u00e9, entre a classe burguesa e o proletariado. Isso n\u00e3o \u00e9 coincid\u00eancia, j\u00e1 que a rela\u00e7\u00e3o entre capital e trabalho assalariado \u00e9 \u201co eixo sobre o qual gira todo o nosso atual sistema social\u201d [1]. Qualquer mudan\u00e7a cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica n\u00e3o pode negar que os capitalistas s\u00e3o obrigados a empregar a for\u00e7a de trabalho para p\u00f4r em movimento os meios de produ\u00e7\u00e3o, que s\u00e3o de sua pr\u00f3pria propriedade, visando o m\u00e1ximo lucro poss\u00edvel. O \u201cconsumo\u201d da for\u00e7a de trabalho da classe trabalhadora \u00e9 o que produz novos valores, uma parte dos quais n\u00e3o retorna aos produtores diretos na forma de sal\u00e1rio, previd\u00eancia social, etc., sendo transformada em lucro para o capitalista na forma de mais-valia. Assim, a for\u00e7a de trabalho \u00e9 a \u00fanica mercadoria que, quando consumida, cria um valor maior que o seu. \u00c9 assim h\u00e1 200 anos, apesar de quaisquer mudan\u00e7as.<\/p>\n<p>Do mesmo modo, a caracter\u00edstica b\u00e1sica da classe trabalhadora segue sendo que esta classe \u00e9 privada dos meios de produ\u00e7\u00e3o e \u00e9 for\u00e7ada a vender sua for\u00e7a de trabalho (a capacidade de fazer o trabalho) \u00e0 classe propriet\u00e1ria dos meios de produ\u00e7\u00e3o, a classe de capitalistas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a no\u00e7\u00e3o marxista aceita como\u00a0<em>industrial<\/em>\u00a0qualquer ramo da produ\u00e7\u00e3o social onde o valor (e, portanto, a mais-valia) \u00e9 produzido, por exemplo, em TI e telecomunica\u00e7\u00f5es ou na\u00a0ind\u00fastria de transportes, que s\u00e3o classificados como servi\u00e7os de acordo com as estat\u00edsticas burguesas. Marx, em sua obra \u201c<em>O Capital<\/em>\u201d, menciona que os limites da atividade industrial no capitalismo s\u00e3o claramente mais amplos do que os dos ramos tradicionais da \u201cmanufatura\u201d como inclu\u00eddos nas estat\u00edsticas burguesas. No segundo volume do \u201c<em>O Capital<\/em>\u201d, cita-se: \u201cMas existem certos ramos independentes da ind\u00fastria em que o produto do processo produtivo n\u00e3o \u00e9 um novo produto material, n\u00e3o \u00e9 uma mercadoria. Entre eles, apenas o setor de comunica\u00e7\u00f5es, seja ele envolvido em transporte pr\u00f3prio, de mercadorias e passageiros, ou na mera transmiss\u00e3o de comunica\u00e7\u00f5es, cartas, telegramas, etc., \u00e9 economicamente importante [\u2026] O que a ind\u00fastria de transporte vende \u00e9 mudan\u00e7a de localiza\u00e7\u00e3o [\u2026] O efeito \u00fatil pode ser consumido somente durante este processo de produ\u00e7\u00e3o. N\u00e3o existe como uma utilidade diferente deste processo [\u2026] Mas o valor de troca deste efeito \u00fatil \u00e9 determinado, como o de qualquer outra mercadoria, pelo valor dos elementos de produ\u00e7\u00e3o (for\u00e7a de trabalho e meios de produ\u00e7\u00e3o) consumidos nele, mais a mais-valia criada pelo trabalho excedente dos trabalhadores empregados no transporte [\u2026] O capital industrial \u00e9 o \u00fanico modo de exist\u00eancia do capital no qual n\u00e3o s\u00f3 a apropria\u00e7\u00e3o de mais-valia, ou produto excedente, mas simultaneamente, sua cria\u00e7\u00e3o \u00e9 uma fun\u00e7\u00e3o do capital\u201d. [2]<\/p>\n<p>Aqui, poder\u00edamos notar que Engels sublinhou o papel especial do proletariado industrial devido ao seu lugar na produ\u00e7\u00e3o, sua concentra\u00e7\u00e3o nos locais de trabalho e nas cidades e sua capacidade de se organizar: \u201cOs primeiros prolet\u00e1rios estavam ligados \u00e0 manufatura, foram engendrados por ela. [\u2026] Encontraremos novamente a mesma ordem entre os oper\u00e1rios industriais e veremos como as \u201cm\u00e3os de obra\u201d, os filhos mais velhos da revolu\u00e7\u00e3o industrial, formaram desde o in\u00edcio at\u00e9 os dias atuais o n\u00facleo do movimento oper\u00e1rio e como outros aderiram a esse movimento apenas na medida em que seu artesanato foi invadido pelo progresso das m\u00e1quinas\u201d. [3]<\/p>\n<p>O processo de desenvolvimento capitalista, de concentra\u00e7\u00e3o e centraliza\u00e7\u00e3o do capital, conduz objetivamente ao desenvolvimento da classe trabalhadora, ao agu\u00e7amento da contradi\u00e7\u00e3o b\u00e1sica entre capital e for\u00e7a de trabalho assalariada, aos desenvolvimentos da luta de classes e \u00e0 forma\u00e7\u00e3o do novo sujeito revolucion\u00e1rio, ou seja, a classe trabalhadora e sua vanguarda, o partido revolucion\u00e1rio dos trabalhadores (o PC).<\/p>\n<p>A for\u00e7a da classe trabalhadora como l\u00edder da revolu\u00e7\u00e3o socialista n\u00e3o \u00e9 determinada por seu tamanho, mas pelo lugar que ocupa no sistema de produ\u00e7\u00e3o social. \u201cA for\u00e7a do proletariado em qualquer pa\u00eds capitalista \u00e9 muito maior do que a propor\u00e7\u00e3o que representa da popula\u00e7\u00e3o total. Isso porque o proletariado domina economicamente o centro e os nervos de todo o sistema econ\u00f4mico do capitalismo, e tamb\u00e9m porque o proletariado expressa econ\u00f4mica e politicamente os verdadeiros interesses da esmagadora maioria do povo trabalhador no capitalismo\u201d. [4]<\/p>\n<p>Assim, podemos dizer que \u00e9 natural que os ramos da atividade produtiva, que s\u00e3o separados com base na produ\u00e7\u00e3o de diferentes valores de uso, evoluam e mudem com o tempo. Nas \u00faltimas tr\u00eas d\u00e9cadas, ramos como a tecnologia da informa\u00e7\u00e3o (TI) e as telecomunica\u00e7\u00f5es experimentaram um r\u00e1pido crescimento. No entanto, a concentra\u00e7\u00e3o industrial n\u00e3o coincide com o curso de ramos espec\u00edficos que podem florescer ou estar em decl\u00ednio. Hoje, podemos falar sobre a ind\u00fastria de TI, o setor de telecomunica\u00e7\u00f5es, o setor de transportes, etc. Independentemente de o caso envolver a produ\u00e7\u00e3o de novos produtos de material, a transmiss\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es ou o movimento de mercadorias, em todos os casos existe uma rela\u00e7\u00e3o capitalista, h\u00e1 explora\u00e7\u00e3o do trabalho assalariado para produzir valor e mais-valia. Portanto, nesses setores, a for\u00e7a de trabalho assalariada, a classe trabalhadora, \u00e9 a for\u00e7a produtiva b\u00e1sica. Consideramos que a defini\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica das classes dada por Lenin permanece plenamente v\u00e1lida: \u201cClasses s\u00e3o grandes grupos de pessoas que diferem entre si pelo lugar que ocupam em um sistema historicamente determinado de produ\u00e7\u00e3o social, por sua rela\u00e7\u00e3o (na maioria dos casos fixada e formulada) com os meios de produ\u00e7\u00e3o, por seu papel na organiza\u00e7\u00e3o social do trabalho e, consequentemente, pelas dimens\u00f5es da parcela de riqueza social da qual eles disp\u00f5em e o modo de adquiri-la. Classes s\u00e3o grupos de pessoas, um grupo que pode se apropriar do trabalho dos outros devido aos diferentes lugares que ocupam em um sistema definido de economia social\u201d. [5]<\/p>\n<p>O acima exposto consiste em uma \u201cpedra angular\u201d para a abordagem e avalia\u00e7\u00e3o do KKE de que a classe trabalhadora \u00e9 a for\u00e7a produtiva principal e crescente. Trabalhadores que s\u00e3o obrigados a viver vendendo sua for\u00e7a de trabalho, que s\u00e3o privados da posse de meios de produ\u00e7\u00e3o e exist\u00eancia, que s\u00e3o pagos sob a forma de sal\u00e1rios ou vencimentos, que t\u00eam um papel executivo, independentemente do ramo em que trabalham e do tipo de trabalho que fazem, pertencem \u00e0s fileiras dos trabalhadores assalariados. \u00c9 claro que, ao mesmo tempo, nosso Partido estuda quaisquer mudan\u00e7as relativas \u00e0 composi\u00e7\u00e3o, ao n\u00edvel educacional, \u00e0s rela\u00e7\u00f5es de trabalho, etc.<\/p>\n<p><strong>O papel da classe trabalhadora<\/strong><\/p>\n<p>A classe trabalhadora \u00e9 a principal for\u00e7a produtiva. A concentra\u00e7\u00e3o e centraliza\u00e7\u00e3o do capital em grandes grupos monopolistas tamb\u00e9m implica a concentra\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho e a socializa\u00e7\u00e3o do trabalho e da produ\u00e7\u00e3o, tornando a classe trabalhadora o centro e o n\u00facleo da produ\u00e7\u00e3o e da economia em geral, especialmente em ramos de import\u00e2ncia estrat\u00e9gica como energia, telecomunica\u00e7\u00f5es, TI, transportes, ramos produtores de meios de produ\u00e7\u00e3o, etc.<\/p>\n<p>A classe trabalhadora \u00e9 a \u00fanica for\u00e7a social que n\u00e3o possui meios de produ\u00e7\u00e3o, mas produz a maior parte da riqueza da sociedade capitalista. \u00c9 a classe que objetivamente pode liderar a luta pela aboli\u00e7\u00e3o da propriedade privada dos meios de produ\u00e7\u00e3o, a \u00fanica classe que tem interesse em alinhar as rela\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o no desenvolvimento das for\u00e7as produtivas com a socializa\u00e7\u00e3o dos meios de produ\u00e7\u00e3o. O Estado oper\u00e1rio (a ditadura do proletariado), com base na socializa\u00e7\u00e3o dos meios de produ\u00e7\u00e3o, planeja centralmente o desenvolvimento proporcional da produ\u00e7\u00e3o, a fim de atender \u00e0s necessidades sociais. Assim, o trabalho social est\u00e1 alinhado com a motiva\u00e7\u00e3o para atender \u00e0s necessidades sociais e resolve sua contradi\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 motiva\u00e7\u00e3o para a apropria\u00e7\u00e3o individual, para o lucro capitalista. Esse \u00e9 o car\u00e1ter da classe trabalhadora como a \u00fanica for\u00e7a revolucion\u00e1ria, o ve\u00edculo das rela\u00e7\u00f5es comunistas em busca de uma sociedade sem classes.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio da classe trabalhadora, seus aliados, os agricultores pobres e os trabalhadores aut\u00f4nomos, ocupam um lugar tal no sistema de produ\u00e7\u00e3o social que predetermina sua inconsist\u00eancia e hesita\u00e7\u00e3o sobre a luta para derrubar o capitalismo e construir o socialismo. Marx e Engels destacaram em seu tempo que: \u201cDe todas as classes que hoje est\u00e3o cara a cara com a burguesia, apenas o proletariado \u00e9 uma classe realmente revolucion\u00e1ria. As outras classes decaem e finalmente desaparecem diante da ind\u00fastria moderna; o proletariado \u00e9 o seu produto especial e essencial\u201d. [6]<\/p>\n<p>Assim, somente o movimento oper\u00e1rio pode obter caracter\u00edsticas revolucion\u00e1rias, pode evoluir para um movimento revolucion\u00e1rio de orienta\u00e7\u00e3o classista consistente, enquanto os movimentos de outras for\u00e7as populares n\u00e3o podem se tornar ve\u00edculos consistentes que neguem a propriedade privada dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em conclus\u00e3o, podemos notar que a classe trabalhadora, devido \u00e0 sua pr\u00f3pria posi\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o social, \u00e9 objetivamente a for\u00e7a motora da passagem para um modo superior de produ\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o da sociedade, derrubando o sistema capitalista e construindo a sociedade socialista \u2013 comunista.<\/p>\n<p>\u00c9 claro que, hoje em dia, os esfor\u00e7os para desenvolver a luta anticapitalista e a luta pelo poder oper\u00e1rio devem refutar pontos de vista e as press\u00f5es constantemente renovadas das for\u00e7as pol\u00edticas oportunistas e burguesas ou mesmo das massas trabalhadoras-populares politicamente manipuladas, que exigem que abdiquemos da miss\u00e3o hist\u00f3rica da classe trabalhadora e busquemos solu\u00e7\u00f5es de gest\u00e3o pol\u00edtica \u201cdentro dos muros capitalistas\u201d, em nome da famosa unidade nacional. Esses apelos subjugam os interesses da classe trabalhadora e da grande maioria popular aos interesses da minoria exploradora, a burguesia. Esse perigo cresce em condi\u00e7\u00f5es de realinhamento da pir\u00e2mide imperialista, desestabiliza\u00e7\u00e3o das alian\u00e7as imperialistas e surgimento de novas, em condi\u00e7\u00f5es de crise dos partidos burgueses governamentais e surgimento de novos, em condi\u00e7\u00f5es de ressurgimento do confronto entre liberalismo burgu\u00eas e social-democracia, entre parlamentarismo burgu\u00eas e ditadura fascista ou militar, entre moderniza\u00e7\u00e3o burguesa e anacronismos religiosos\/raciais, entre outros anacronismos.<\/p>\n<p>A luta contra as ilus\u00f5es de que atrav\u00e9s de reformas parlamentares e melhorias graduais da correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as eleitoral, atrav\u00e9s de uma gest\u00e3o governamental do capitalismo \u201cpela esquerda\u201d, pode haver uma passagem para o socialismo, ainda permanece como a quest\u00e3o principal da luta pol\u00edtico-ideol\u00f3gica nas fileiras do movimento oper\u00e1rio.<\/p>\n<p>Tanto a teoria quanto a hist\u00f3ria do movimento comunista provam que a proclama\u00e7\u00e3o do car\u00e1ter socialista da revolu\u00e7\u00e3o e do poder \u00e9 impotente quando a pratica pol\u00edtica est\u00e1, de fato, penetrada pelas metas governamentais no \u00e2mbito do capitalismo, em nome da prolongada crise econ\u00f4mica, da intensifica\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia liderada pelo Estado e pelos empregadores, a intimida\u00e7\u00e3o contra o movimento oper\u00e1rio e comunista, a viol\u00eancia nazi-fascista, a suspens\u00e3o dos procedimentos parlamentares, a amea\u00e7a ou a condu\u00e7\u00e3o de guerras imperialistas. A luta pol\u00edtica e ideol\u00f3gica cotidiana por todas as quest\u00f5es nunca deve ser distra\u00edda da principal tarefa pol\u00edtica revolucion\u00e1ria da luta pelo poder oper\u00e1rio. No pr\u00f3ximo per\u00edodo, os problemas de coes\u00e3o da UE e da zona do euro, o fortalecimento dos BRICS, as interven\u00e7\u00f5es dos Estados Unidos para consolidar suas posi\u00e7\u00f5es na Europa e na \u00c1sia, criar\u00e3o condi\u00e7\u00f5es para reatualizar a import\u00e2ncia da liga\u00e7\u00e3o \u2013 crucial para o movimento revolucion\u00e1rio \u2013 entre a luta contra todas as formas de gest\u00e3o capitalista e contra a guerra imperialista com a luta pelo poder oper\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>A Alian\u00e7a da Classe Trabalhadora<\/strong><\/p>\n<p>A derrubada do capitalismo, que ser\u00e1 liderada pela classe trabalhadora, \u00e9 tamb\u00e9m do interesse dos estratos populares, fornecendo solu\u00e7\u00f5es para o direito ao trabalho, para todos os direitos sociais dos trabalhadores independentes, os produtores mercantis individuais, para a perspectiva de integr\u00e1-los ao trabalho social direto. O proletariado \u2013 a \u00fanica classe que pode expressar os interesses gerais dos trabalhadores \u2013 pode e deve unificar na luta contra os monop\u00f3lios importantes setores da popula\u00e7\u00e3o, as massas dispersas e vacilantes dos estratos n\u00e3o-prolet\u00e1rios.<\/p>\n<p>A Alian\u00e7a Social em uma dire\u00e7\u00e3o anticapitalista-<wbr \/>antimonopolista \u00e9 composta de for\u00e7as sociais que s\u00e3o determinadas com base em sua posi\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao modo predominante de produ\u00e7\u00e3o, sem discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero e de idade. As mulheres e os jovens pertencem a for\u00e7as sociais espec\u00edficas, enquanto a posi\u00e7\u00e3o social daqueles setores que n\u00e3o participam da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 determinada por sua origem familiar.<\/p>\n<p>Certamente, a alian\u00e7a social n\u00e3o pode permanecer est\u00e1tica, desenvolver-se-\u00e1 de acordo com a fase espec\u00edfica do movimento e a correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as, apresentar\u00e1 tamb\u00e9m outras formas, crescer\u00e1 e rearranjar\u00e1 em termos de movimento, do movimento real das massas, fortalecendo e aprofundando os objetivos anticapitalistas e antimonopolistas da alian\u00e7a, expandindo continuamente seu alcance.<\/p>\n<p>\u00c9 uma quest\u00e3o de luta e esfor\u00e7os constantes pelas se\u00e7\u00f5es populares dos estratos m\u00e9dios, como potenciais aliados da classe trabalhadora e para que seus respectivos movimentos sejam atra\u00eddos, em maior ou menor grau, ativamente para a luta revolucion\u00e1ria. Outras se\u00e7\u00f5es devem, pelo menos, ser mantidas em posi\u00e7\u00e3o de neutralidade.<\/p>\n<p>As manifesta\u00e7\u00f5es radicais em uma dire\u00e7\u00e3o anticapitalista e antimonopolista n\u00e3o devem ser tratadas estaticamente, mas como parte da din\u00e2mica da luta de classes que n\u00e3o \u00e9 unilateral ou linear. A profundidade do conte\u00fado anticapitalista e antimonopolista da luta n\u00e3o \u00e9 a mesma em todas as fases, algo que se reflete nas formas que ser\u00e3o tomadas pela alian\u00e7a, que se desenvolver\u00e1.<\/p>\n<p>O nosso Partido v\u00ea a Alian\u00e7a Social \u2013 devido ao seu pr\u00f3prio car\u00e1cter \u2013 como uma alian\u00e7a de for\u00e7as sociais, movimentos \u2013 isto \u00e9, n\u00e3o \u00e9 uma forma de coopera\u00e7\u00e3o entre partidos nem uma forma de coopera\u00e7\u00e3o do KKE com organiza\u00e7\u00f5es de massa. Na medida em que outras for\u00e7as pol\u00edticas de car\u00e1ter pol\u00edtico pequeno burgu\u00eas estejam ativas com seus membros nas formas de mobiliza\u00e7\u00e3o da Alian\u00e7a Social, eles se reunir\u00e3o com os comunistas em luta comum no n\u00edvel do movimento e uma luta pol\u00edtico-ideol\u00f3gica ser\u00e1 realizado dentro do movimento. Qualquer atividade comum e luta ideol\u00f3gica ser\u00e1 expressa nas fileiras e nos \u00f3rg\u00e3os de luta da Alian\u00e7a Social, que est\u00e1 enraizada nos locais de trabalho, nas Assembleias Gerais dos sindicatos e associa\u00e7\u00f5es, nos comit\u00eas de luta nos bairros, etc.<\/p>\n<p>Surge a seguinte quest\u00e3o: que linha pol\u00edtica fornece uma resposta real aos problemas do povo, a linha a favor dos monop\u00f3lios ou a contra o seu dom\u00ednio? A linha que sustenta o poder dos monop\u00f3lios e do capital ou a linha que sustenta o poder dos trabalhadores, que s\u00e3o os criadores de toda a riqueza da sociedade?<\/p>\n<p>O reagrupamento da maioria da classe trabalhadora em uma linha de luta anticapitalista-<wbr \/>antimonopolista e a atra\u00e7\u00e3o de setores importantes dos estratos populares passar\u00e3o por diversas fases. A classe trabalhadora e as massas populares, atrav\u00e9s da experi\u00eancia de sua participa\u00e7\u00e3o na organiza\u00e7\u00e3o da luta, na dire\u00e7\u00e3o do confronto com a estrat\u00e9gia do capital, ser\u00e3o persuadidas da necessidade de que suas organiza\u00e7\u00f5es e confrontos assumam o car\u00e1ter de um confronto pleno e em v\u00e1rias frentes contra o dom\u00ednio econ\u00f4mico e pol\u00edtico do capital. O movimento oper\u00e1rio, os movimentos dos trabalhadores aut\u00f4nomos urbanos e agricultores e a forma que sua alian\u00e7a assume com objetivos antimonopolistas e antimonopolistas, com a atividade de vanguarda das for\u00e7as do KKE, em condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o-revolucion\u00e1rias, constituem a primeira forma para a cria\u00e7\u00e3o da frente revolucion\u00e1ria dos trabalhadores e do povo em condi\u00e7\u00f5es revolucion\u00e1rias.<\/p>\n<p>[\u2026]<\/p>\n<p><strong>6.5. Sobre a constru\u00e7\u00e3o do partido<\/strong><\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o crucial \u00e9 como um Partido Comunista atua e se constr\u00f3i na pr\u00e1tica, como l\u00edder da luta de classes, como l\u00edder da mobiliza\u00e7\u00e3o das massas populares em torno de quest\u00f5es cotidianas e tamb\u00e9m em torno de quest\u00f5es gerais sobre perspectivas futuras, ou seja, para a forma\u00e7\u00e3o das precondi\u00e7\u00f5es subjetivas na luta classista anticapitalista e antimonopolista pelo socialismo-comunismo.<\/p>\n<p>Estamos cientes do fato de que a luta econ\u00f4mica por si s\u00f3 n\u00e3o leva a uma luta pol\u00edtica revolucion\u00e1ria. Portanto, na luta di\u00e1ria pelos problemas cotidianos da classe trabalhadora e seus aliados sociais, n\u00e3o devemos perder de vista a quest\u00e3o principal, que \u00e9 a luta ideol\u00f3gico-pol\u00edtica planejada e persistente pela compreens\u00e3o mais profunda da necessidade da aboli\u00e7\u00e3o completa da explora\u00e7\u00e3o e a constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade sem classes.<\/p>\n<p>A dificuldade na rela\u00e7\u00e3o entre o partido e o movimento sindical \u2013 tanto em termos de pr\u00e1tica pol\u00edtica quanto como quest\u00e3o te\u00f3rica \u2013 decorre do fato de que o Partido Comunista \u00e9 a forma mais elevada e consciente de express\u00e3o do movimento oper\u00e1rio. Consequentemente, qualquer refer\u00eancia ao movimento da classe trabalhadora deve ser acompanhada por uma refer\u00eancia ao movimento comunista.<\/p>\n<p>Contudo, formas inferiores de organiza\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora existem e existir\u00e3o tanto em condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o-revolucion\u00e1rias como em condi\u00e7\u00f5es de uma explos\u00e3o revolucion\u00e1rio e durante o per\u00edodo de constru\u00e7\u00e3o socialista.<\/p>\n<p>Os sindicatos e as formas inferiores de organiza\u00e7\u00e3o em geral t\u00eam influ\u00eancia e desempenham um papel na organiza\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia de classe da classe trabalhadora. Por esta raz\u00e3o, a interven\u00e7\u00e3o constante e decisiva das for\u00e7as do partido comunista dentro dos sindicatos, a atividade na linha de frente pela sua massifica\u00e7\u00e3o, para a mudan\u00e7a de correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as, para a cria\u00e7\u00e3o de novos sindicatos s\u00e3o atividades necess\u00e1rias especialmente na luta pela orienta\u00e7\u00e3o do movimento sindical e oper\u00e1rio, em todas as condi\u00e7\u00f5es, revolucion\u00e1ria ou n\u00e3o.<\/p>\n<p>Objetivamente, n\u00e3o h\u00e1 sindicatos politicamente neutros. Ou a linha da colabora\u00e7\u00e3o de classes, o sindicalismo patronal e governista, a corrente reformista, oportunista; ou ent\u00e3o a linha da luta anticapitalista-<wbr \/>antimonopolista ter\u00e3o a primazia. Consequentemente, a luta ideol\u00f3gica e pol\u00edtica dentro do movimento \u00e9 importante em termos do objetivo de organizar uma parte significativa da classe trabalhadora em uma dire\u00e7\u00e3o anticapitalista, a fim de aprofundar e ampliar seus la\u00e7os com o Partido.<\/p>\n<p>Por todas essas raz\u00f5es, a rela\u00e7\u00e3o entre o partido e as organiza\u00e7\u00f5es de massa da classe trabalhadora \u00e9 bastante complexa na pr\u00e1tica. A tentativa de formular esta rela\u00e7\u00e3o tem causado dificuldades para o movimento comunista internacional e tem sido acompanhada frequentemente por abordagens completamente equivocadas, tanto em termos te\u00f3ricos como na pr\u00e1tica.<\/p>\n<p>Um fator b\u00e1sico que determina o papel e a efic\u00e1cia do partido no movimento oper\u00e1rio, na luta de classes, \u00e9 a constru\u00e7\u00e3o partid\u00e1ria na ind\u00fastria, em setores estrategicamente importantes, em combina\u00e7\u00e3o com o aumento de sua for\u00e7a e influ\u00eancia na grande massa da classe trabalhadora e especialmente em suas se\u00e7\u00f5es mais jovens.<\/p>\n<p>Neste contexto, a capacidade de penetrar em setores estrategicamente importantes e setores din\u00e2micos emergentes da economia \u00e9 de particular import\u00e2ncia. Por isso temos como objetivos:<\/p>\n<p>1) A melhoria do percentual de trabalhadores industriais em grandes empresas de import\u00e2ncia estrat\u00e9gica [no partido].<\/p>\n<p>2) A melhoria da composi\u00e7\u00e3o social do partido em termos do percentual de trabalhadores.<\/p>\n<p>3) A melhoria da composi\u00e7\u00e3o et\u00e1ria atrav\u00e9s de um aumento de recrutas de KNE (juventude) e dos grupos et\u00e1rios de 18-40 anos.<\/p>\n<p>4) Um aumento do recrutamento de mulheres e a melhoria de sua porcentagem total no partido e nos principais \u00f3rg\u00e3os.<\/p>\n<p>Com base nestes crit\u00e9rios estabelecidos pelo 20\u00ba Congresso do KKE, avaliamos a efic\u00e1cia da nossa interven\u00e7\u00e3o em todas as a\u00e7\u00f5es, mobiliza\u00e7\u00f5es e atividades.<\/p>\n<p>Fortalecemos nosso trabalho na classe trabalhadora, tanto para o reagrupamento do movimento oper\u00e1rio como para a constru\u00e7\u00e3o de uma forte alian\u00e7a social, uma alian\u00e7a da classe trabalhadora com os pequenos e m\u00e9dios camponeses e com os trabalhadores aut\u00f4nomos da cidade, lutando em uma dire\u00e7\u00e3o antimonopolista e anticapitalista. Estamos fazendo o nosso melhor para o reagrupamento do movimento comunista internacional em uma base revolucion\u00e1ria. Com base nesses objetivos, planejamos nossa a\u00e7\u00e3o em um per\u00edodo complexo.<\/p>\n<p>Estamos cientes das dificuldades e estamos determinados a lidar com elas com uma organiza\u00e7\u00e3o condizente, utilizando o poder da classe trabalhadora. Com a nossa a\u00e7\u00e3o, criamos as pr\u00e9-condi\u00e7\u00f5es para o contra-ataque da classe trabalhadora e, ao mesmo tempo, a precondi\u00e7\u00e3o mais s\u00e9ria e fundamental para este caso: o refor\u00e7o organizacional do KKE acima de tudo dentro da classe trabalhadora.<\/p>\n<p>Agora \u00e9 a hora de concentrar for\u00e7as e organizar a luta contra os grupos empresariais monopolistas, contra os capitalistas e seus governos, de acordo com um plano que se basear\u00e1 principalmente em organiza\u00e7\u00f5es fortes do KKE e KNE em f\u00e1bricas, em empresas, em setores de import\u00e2ncia estrat\u00e9gica, em usinas el\u00e9tricas, transporte p\u00fablico, telecomunica\u00e7\u00f5es, portos e aeroportos, shopping centers, unidades de sa\u00fade e, ao mesmo tempo, entre os aut\u00f4nomos dos centros urbanos, nas institui\u00e7\u00f5es de ensino da juventude, os lugares onde os jovens de fam\u00edlias populares de classe trabalhadora se re\u00fanem.<\/p>\n<p>Honramos os 100 anos de nosso her\u00f3ico partido, as in\u00fameras pessoas que deram a vida pelo nosso partido, fortalecendo o KKE. Fortalecemos a solidariedade internacionalista implementando na pr\u00e1tica o slogan \u201cprolet\u00e1rios de todos os pa\u00edses, unidos!\u201d.<\/p>\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio fortalecer nossa luta em todos os pa\u00edses para que os PCs se transformem em partidos de massas dos trabalhadores que organizar\u00e3o e liderar\u00e3o a luta dos milh\u00f5es de oprimidos pela derrubada do sistema capitalista decadente que s\u00f3 gera pobreza, guerras imperialistas, destrui\u00e7\u00e3o e refugiados, na luta pelo socialismo-comunismo!<\/p>\n<hr \/>\n<p>[1] F. Engels, \u201cRevis\u00e3o do Volume Um de Capital para o Demokratisches Wochenblatt\u201d<\/p>\n<p>[2] Karl Marx, \u201cCapital\u201d, ed. \u201cProgress Publishers\u201d, vol. II, p. 30 a 31<\/p>\n<p>[3] F. Engels, \u201cA Situa\u00e7\u00e3o da Classe Trabalhadora na Inglaterra\u201d, ed. \u201cPanther Edition\u201d, p. 42<\/p>\n<p>[4] V. Lenin, Collected Works, \u201cAs Elei\u00e7\u00f5es da Assembleia Constituinte e a Ditadura do Proletariado\u201d, ed. \u201cProgress Publishers\u201d, vol. 30, p. 253-275<\/p>\n<p>[5] V. I. Lenin, Collected Works, \u201cUm \u00f3timo come\u00e7o\u201d, ed. \u201cProgress Publishers\u201d, vol. 29, p. 408-434<\/p>\n<p>[6] K. Marx-F. Engels, \u201cManifesto do Partido Comunista\u201d, ed. \u201cProgress Publishers\u201d, p. 20<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/21441\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[242],"tags":[234],"class_list":["post-21441","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-eipco","tag-6b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-5zP","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21441","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21441"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21441\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21441"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21441"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21441"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}