{"id":21662,"date":"2018-12-16T23:28:35","date_gmt":"2018-12-17T01:28:35","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=21662"},"modified":"2018-12-16T23:28:39","modified_gmt":"2018-12-17T01:28:39","slug":"o-agravamento-da-crise-capitalista-e-o-movimento-dos-coletes-amarelos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/21662","title":{"rendered":"O agravamento da crise capitalista e o movimento dos &#8220;coletes amarelos&#8221;"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" alt=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.resistir.info\/franca\/imagens\/coletes_amarelos_lundis.jpg\"><!--more-->por Alger Republicain<\/p>\n<p>\u2013 Simpatia dos trabalhadores na Arg\u00e9lia<br \/>\n\u2013 Ang\u00fastia da burguesia diante da perspectiva de um cont\u00e1gio<\/p>\n<p>A trupe dos dirigentes do mundo capitalisa\/imperialista est\u00e1 encostada na parede, os fundamentos p\u00fatridos do sistema estalam por todo o lado. As burguesias est\u00e3o em p\u00e2nico. Elas procuram por todos os meios manter-se no poder. Atrav\u00e9s de uma propaganda bem azeitada, mobilizam todos os seus meios de comunica\u00e7\u00e3o, todas as suas TVs e toda uma fauna de vermes pol\u00edticos para confundir as massas populares e em particular os trabalhadores.<\/p>\n<p>A crise, esta palavra \u00e9 repetida extensamente para fazer acreditar que nada se pode fazer. Toda a propaganda consiste em fazer crer que a crise vem &#8220;eu n\u00e3o de onde e que nada se pode fazer&#8221;. Com este estratagema oculta-se ao povo as suas verdadeiras causas para faz\u00ea-lo engolir as pol\u00edticas de mis\u00e9ria impostas \u00e0s massas populares. A crise \u00e9 inerente ao capitalismo. Pois \u00e9 a superprodu\u00e7\u00e3o e a acumula\u00e7\u00e3o do capital que exacerbam as contradi\u00e7\u00f5es e os antagonismos do capitalismo. Milhares de autom\u00f3veis, televisores ou frigor\u00edficos n\u00e3o vendidos n\u00e3o encontram propriet\u00e1rios. A tend\u00eancia seria de prefer\u00eancia quebrar a ferramenta de trabalho a fim de relan\u00e7ar a economia. A pauperiza\u00e7\u00e3o das massas populares agrava a crise. Um c\u00edrculo vicioso de que o capitalismo n\u00e3o sai sen\u00e3o agravando cada vez mais a situa\u00e7\u00e3o das massas.<\/p>\n<p>Os meios de comunica\u00e7\u00e3o entregam-se intensamente a todo tipo de manipula\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica. Procura-se convencer os trabalhadores de que, dado o &#8220;grande progresso tecnol\u00f3gico&#8221;, o conceito de classe j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 v\u00e1lido. A classe oper\u00e1ria &#8220;desaparece&#8221; ou &#8220;n\u00e3o existe mais&#8221;, lembrando sempre que \u00e9 preciso convencer o proletariado &#8220;inexistente&#8221; de que se deve resignar \u00e0 nova realidade e que n\u00e3o h\u00e1 outras alternativas.<\/p>\n<p>Quanto mais se doura a p\u00edlula, mais os capitalistas afirmam que n\u00e3o h\u00e1 mais diferen\u00e7as entre o patr\u00e3o e o trabalhador. Durante d\u00e9cadas, toda a fauna pol\u00edtica que se qualifica como &#8220;de direita ou de esquerda&#8221;, oportunistas e renegados de toda esp\u00e9cie, empregaram uma palavra devastadora, pondo no mesmo p\u00e9 o explorado e o explorador, declarando &#8220;caducos&#8221; os antagonismos de classe e batizando como &#8220;parceiros sociais&#8221; os capitalistas e os oper\u00e1rios.<\/p>\n<p>A colabora\u00e7\u00e3o de classes dos oportunistas e renegados n\u00e3o \u00e9 mais preciso demonstrar. A maior parte das dire\u00e7\u00f5es sindicais adotou este caminho. Os sindicatos financiados pelos EUA, a Uni\u00e3o Europeia, os governos burgueses n\u00e3o s\u00e3o mais sindicatos de classe. Suas dire\u00e7\u00f5es sindicais tornaram-se marionetes nas m\u00e3os do patronato. Os membros da CES [Confedera\u00e7\u00e3o Europeia dos Sindicatos] e da CSI [Confedera\u00e7\u00e3o Sindical Internacional], que recebem royalties significativos para que os trabalhadores aceitem pol\u00edticas reacion\u00e1rias, se tornaram os capatazes do capitalismo.<\/p>\n<p>Na Arg\u00e9lia, o processo \u00e9 o mesmo. Os oper\u00e1rios nada t\u00eam a esperar destes sindicatos UGTA [Uni\u00e3o Geral dos Trabalhadores Argelinos]; eles est\u00e3o l\u00e1 para canalizar o descontentamento dos assalariados. Os sindicatos &#8220;aut\u00f4nomos&#8221;, mesmo que tenham o m\u00e9rito de exprimir a indigna\u00e7\u00e3o dos assalariados, contribuem para difundir a ideologia reformista e corporativista. Eles tendem a matar no ovo a forma\u00e7\u00e3o de uma consci\u00eancia de classe revolucion\u00e1ria.<\/p>\n<p>A partir da vit\u00f3ria moment\u00e2nea da contrarrevolu\u00e7\u00e3o na URSS, que foi a maior derrota dos trabalhadores no mundo, assistimos a um recuo pol\u00edtico e cultural sem precedentes. Procura-se fazer com que os trabalhadores acreditem que o capitalismo saiu vencedor do socialismo. Era o fim da hist\u00f3ria e agora o capitalismo triunfante iria trazer a felicidade para todos e amanh\u00e3s que cantam. Foram precisos apenas alguns anos para que o capitalismo aparecesse tal como ele \u00e9, um sistema obsoleto, predador e n\u00e3o reform\u00e1vel.<\/p>\n<p>Hoje as devasta\u00e7\u00f5es do sistema capitalista explodem por toda a parte<\/p>\n<p>Em todos os pa\u00edses do planeta encontra-se o mesmo desastre para as massas populares e os trabalhadores. Na \u00c1frica, na Am\u00e9rica Latina, nos pa\u00edses asi\u00e1ticos e em numerosos outros pa\u00edses a pobreza irrompe \u00e0 luz do dia. Em certos pa\u00edses, as crian\u00e7as morrem de fome. Popula\u00e7\u00f5es inteiras, mulheres e crian\u00e7as pequenas, numa indig\u00eancia extrema, abandonam seus casebres miser\u00e1veis, arrastando sua mis\u00e9ria, tomando a rota do desespero rumo ao desconhecido. Elas chegam aos milhares \u00e0s portas dos pa\u00edses que as arruinaram. S\u00e3o expulsas como criminosas.<\/p>\n<p>A Europa n\u00e3o escapa a este marasmo do sistema capitalista. Em todos os pa\u00edses europeus h\u00e1 consterna\u00e7\u00e3o, os trabalhadores n\u00e3o aguentam mais, a pobreza generaliza-se. O desemprego em massa n\u00e3o faz sen\u00e3o aumentar. Os trabalhadores n\u00e3o t\u00eam mais nada a perder, o descontentamento generaliza-se, eles est\u00e3o na rua para que se fa\u00e7am ouvir seus gritos de dor. A crise provocou a debandada dos governos europeus. Diante dos problemas a ultrapassar, estes pa\u00edses tornam-se ingovern\u00e1veis. As burguesias, apesar das suas preocupa\u00e7\u00f5es, n\u00e3o conseguem mais fazer com que as massas populares engulam sua pol\u00edtica sinistra. Para se manterem no poder, elas est\u00e3o prontas a aliarem-se ao diabo, no caso com as for\u00e7as mais retr\u00f3gradas, a peste do fascismo. A peste fascista est\u00e1 \u00e0s portas do poder em numerosos pa\u00edses. Isso se v\u00ea na \u00c1ustria, Alemanha, It\u00e1lia, mesmo em Fran\u00e7a, nos ex-pa\u00edses socialistas e outros. Trata-se de um verdadeiro perigo para a humanidade e os trabalhadores s\u00e3o os primeiros afetados.<\/p>\n<p>Os trabalhadores franceses entraram na batalha pelas suas reivindica\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o em boas condi\u00e7\u00f5es. Com efeito, desde h\u00e1 numerosas d\u00e9cadas as for\u00e7as progressistas enfraqueceram-se perigosamente sob os golpes dos traidores oportunistas e dos sindicatos amarelos.<\/p>\n<p>Os sindicatos n\u00e3o respondem mais \u00e0s suas reivindica\u00e7\u00f5es, o Partido Comunista Franc\u00eas n\u00e3o desempenha mais o seu papel porque abandonou a luta pelo socialismo. Os trotsquistas entregam-se \u00e0 verborragia vazia. Eles rebaixam a luta apenas \u00e0s quest\u00f5es econ\u00f4micas imediatas e de uma maneira que nunca p\u00f5e em causa as bases do capitalismo. Quando aparecem na TV, a palavra socialismo \u00e9 proscrita das suas bocas. Eles est\u00e3o ali para fazer a burguesia ganhar tempo.<\/p>\n<p>A emerg\u00eancia s\u00fabita na Fran\u00e7a do movimento dos coletes amarelos \u00e9 realmente a express\u00e3o da eclos\u00e3o do descontentamento popular resultante da enorme press\u00e3o da grande burguesia, dos grandes monop\u00f3lios capitalistas sobre a classe oper\u00e1ria e sobre o conjunto das camadas populares, para elevar sua taxa de lucro. Algumas das for\u00e7as reacion\u00e1rias procuram direcionar esta explos\u00e3o contra os migrantes. Mas n\u00e3o est\u00e1 a\u00ed o essencial. As pesquisas de opini\u00e3o mostraram que s\u00f3 uma parcela insignificante dos &#8220;coletes amarelos&#8221; se deixa influenciar pelos discursos racistas e fascistas.<\/p>\n<p>Quando se trata de grandes greves, \u00e9 com bombardeamentos violentos que as vedetes da m\u00eddia atacam os trabalhadores, acusando-os de tudo ou ent\u00e3o n\u00e3o falando das greves. Mas doravante o maior temor da burguesia \u00e9 que este movimento se associe \u00e0 classe oper\u00e1ria e que esta consiga libertar-se do peso das dire\u00e7\u00f5es sindicais corrompidas e oportunistas que a impedem de juntar-se \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es populares. \u00c9 por isso que os chefes de orquestra da m\u00eddia fingem exprimir alguma simpatia pelos &#8220;coletes amarelos&#8221;. Uma atitude hip\u00f3crita motivada pelo \u00fanico objetivo de conduzir o movimento a impasses prodigalizando-lhes conselhos &#8220;s\u00e1bios&#8221; e, em particular, para desconfiarem dos sindicatos. Nunca se sabe, caso os trabalhadores cheguem a livrar-se dos respons\u00e1veis que os aconselham a ocuparem-se apenas das suas reivindica\u00e7\u00f5es corporativistas, a manterem-se afastados deste movimento etc.<\/p>\n<p>Os trabalhadores franceses mais conscientes t\u00eam raz\u00e3o em estar vigilantes. Os riscos de provoca\u00e7\u00e3o s\u00e3o reais. Os arruaceiros (casseurs) destacados com insist\u00eancia e diretamente pelas c\u00e2meras das TVs olig\u00e1rquicas para desacreditar os manifestantes e incitar o povo a permanecer em casa, mostram que a burguesia tem mais de um trunfo na sua bagagem. Os \u00eamulos de Vidocq est\u00e3o l\u00e1 para tramar conspira\u00e7\u00f5es destinadas a provocar o medo e a demonizar os novos l\u00edderes popular em vias de emergir.<\/p>\n<p>Muitos reformados, desempregados, trabalhadores e certamente numerosas pessoas em pobreza insustent\u00e1vel est\u00e3o na rua. Os trabalhadores devem tomar a dire\u00e7\u00e3o deste movimento sem tardar a fim de contrariar todos os aprendizes de feiticeiro dos seus des\u00edgnios sinistros. A extrema-direita e os esquerdistas de todo naipe servem-se do descontentamento das massas populares para avan\u00e7arem seus pe\u00f5es. Seus objetivos: fazer cair este governo e provocar novas elei\u00e7\u00f5es, tomar o poder, mas n\u00e3o para mudar a pol\u00edtica. Se conseguirem os seus fins, os trabalhadores ter\u00e3o de escolher entre a peste e a c\u00f3lera.<\/p>\n<p>Os trabalhadores franceses sofrem h\u00e1 v\u00e1rias d\u00e9cadas os assaltos do capital. Todos os presidentes da rep\u00fablica francesa, de diferentes matizes, que se sucederam h\u00e1 d\u00e9cadas n\u00e3o foram sen\u00e3o homens que se colocaram a servi\u00e7o da burguesia. Eles praticaram a mesma pol\u00edtica contra os trabalhadores e o presidente atual est\u00e1 na mesma linha. Foram eleitos seguindo um sistema eleitoral da sua devo\u00e7\u00e3o, enquanto representante do grande capital. Os trabalhadores franceses desde Junho de 1849 e, sobretudo, a Comuna de Paris em 1871, jamais cessaram seu combate contra este sistema. A luta \u00e9 dif\u00edcil, a burguesia francesa n\u00e3o \u00e9 um tigre de papel, mas sem d\u00favida ela n\u00e3o \u00e9 invenc\u00edvel.<\/p>\n<p>Os trabalhadores dobraram a espinha durante d\u00e9cadas, todas as suas conquistas sociais evaporaram-se sob os golpes da repress\u00e3o patronal e das for\u00e7as retr\u00f3gradas, com a cumplicidade dos oportunistas e de certos aparelhos sindicais corrompidos. Que a burguesia n\u00e3o grite vit\u00f3ria demasiado r\u00e1pido. Os trabalhadores acusam o golpe com dor, mas o seu olhar diz muito, eles est\u00e3o sempre l\u00e1. Estas provas, por mais dolorosas que sejam, v\u00e3o refor\u00e7ar sua determina\u00e7\u00e3o na luta implac\u00e1vel para abolir de uma vez por todas este sistema predat\u00f3rio: o capitalismo\/imperialismo.<\/p>\n<p>Os trabalhadores argelinos, a grande massa dos jovens marginalizados por um capitalismo predat\u00f3rio, submetidos ao sistema imperialista mundial, seguem com simpatia este movimento.<\/p>\n<p>A partir de agora, o levante das massas populares na Fran\u00e7a \u00e9 vivido com ang\u00fastia pelas classes dirigentes e seu regime em vigor. Uma derrota mesmo sobre as reivindica\u00e7\u00f5es imediatas ser\u00e1 explorada pelo poder para dizer aos trabalhadores argelinos:<\/p>\n<p>&#8220;Vejam, mesmo um pa\u00eds t\u00e3o desenvolvido como a Fran\u00e7a \u00e9 obrigado a suprimir as conquistas sociais para sair da sua crise financeira&#8221;.<\/p>\n<p>N\u00e3o lhes ser\u00e1 f\u00e1cil aplicar suas famosas &#8220;reformas&#8221;. O conte\u00fado destas reformas de que todos os defensores do capitalismo reclamam a acelera\u00e7\u00e3o, no poder ou entre seus opositores de direita, resume-se assim: fazer prosperar os neg\u00f3cios dos burgueses, internos ou externos, com a ajuda crescente de um Estado totalmente a seu servi\u00e7o e mais mis\u00e9ria e priva\u00e7\u00f5es para todos os trabalhadores e as camadas sociais laboriosas.<\/p>\n<p>A luta contra a mis\u00e9ria e as desigualdades engendradas pelo capitalismo \u00e9 uma luta nacional e internacional.<\/p>\n<p>O que se passa um pouco por todo o mundo e em particular em Fran\u00e7a. Nossos trabalhadores devem aprender a li\u00e7\u00e3o para, por sua vez, conduzir a sua luta contra este sistema predat\u00f3rio. Devem organizar-se num sindicato de classe e construir um partido revolucion\u00e1rio.<\/p>\n<p>13\/Dezembro\/2018<\/p>\n<p>O original encontra-se em www.alger-republicain.com\/Aggravation-de-la-crise-du-systeme.html<\/p>\n<p>Este editorial encontra-se em https:\/\/www.resistir.info\/patnaik\/patnaik_16dez18.html<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/21662\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[109],"tags":[227],"class_list":["post-21662","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c122-franca","tag-5a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-5Do","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21662","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21662"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21662\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21662"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21662"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21662"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}