{"id":2201,"date":"2011-12-28T15:56:51","date_gmt":"2011-12-28T15:56:51","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=2201"},"modified":"2011-12-28T15:56:51","modified_gmt":"2011-12-28T15:56:51","slug":"a-semana-no-olhar-comunista-0022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/2201","title":{"rendered":"A Semana no Olhar Comunista &#8211; 0022"},"content":{"rendered":"\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Pessoas vivendo em favelas quase dobrou em uma d\u00e9cada<\/strong><\/p>\n<p>A not\u00edcia de que o Brasil tem 11,4 milh\u00f5es de pessoas (6% da popula\u00e7\u00e3o) vivendo em favelas \u00e9 estarrecedora: segundo dados do Censo 2010, trata-se de contingente superior a popula\u00e7\u00e3o de Portugal (10,7 milh\u00f5es) e mais de tr\u00eas vezes o n\u00famero de habitantes do Uruguai (3,3 milh\u00f5es).<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, em 2000 eram 6,5 milh\u00f5es vivendo em favelas (3,9% dos brasileiros), o que demonstra a completa irresponsabilidade em pol\u00edtica habitacional nos dois \u00faltimos anos do governo FH e em todo o per\u00edodo Lula. No Rio de Janeiro, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 a mais estarrecedora: 1 em cada 5 cariocas moram em favelas.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Mantega: mentiroso ou idiota?<\/strong><\/p>\n<p>Ao comentar estudo que aponta o Brasil como a sexta economia do mundo e dizer que os brasileiros podem demorar entre 10 e 20 anos para ter um padr\u00e3o de vida semelhante ao europeu, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, comportou-se como mentiroso ou idiota. Segundo ele, ao se manterem as taxas atuais por este per\u00edodo, \u201cchegar\u00edamos l\u00e1\u201d. O ministro \u00f3 se esqueceu que, nesse per\u00edodo, os pa\u00edses europeus teriam que ter crescimento zero.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Emenda da Sa\u00fade estabelece valores m\u00ednimos para os recursos destinados \u00e0 sa\u00fade<\/strong><\/p>\n<p>A chamada Emenda 29 \u2013 que estabelece os valores m\u00ednimos a serem aplicados pela Uni\u00e3o, Estados e Munic\u00edpios na Sa\u00fade \u2013 foi aprovada no Senado, no in\u00edcio de dezembro. Os n\u00fameros do setor s\u00e3o alarmantes: o gasto p\u00fablico, no setor, \u00e9 inferior ao conjunto dos gastos privados (respons\u00e1veis por 55% do total, cobrindo cerca de 30% da popula\u00e7\u00e3o). No entanto, como afirma S\u00e9rgio Cortes, o setor privado n\u00e3o faz transplantes, n\u00e3o realiza campanhas de vacina\u00e7\u00e3o, n\u00e3o faz vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria. O Brasil gasta menos, por habitante, do que pa\u00edses como Argentina e Chile. Fica claro que a Sa\u00fade precisa de mais recursos, e que ela definitivamente n\u00e3o combina com interesses privados.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Dilma descarta reajustes aos servidores em 2012<\/strong><\/p>\n<p>A presidente Dilma Roussef, mesmo afirmando estar otimista em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 crise internacional e que o pa\u00eds crescer\u00e1 5% em 2012, declarou que, o governo errou ao dar reajustes a algumas categorias de servidores p\u00fablicos em 2011, para n\u00e3o evitar problemas com a estabilidade econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>Mais uma vez, o governo joga o custo da crise nos ombros dos trabalhadores, ao reservar uma parte significativa do or\u00e7amento para o pagamento de juros e ao apoiar empresas privadas em dificuldades. Muita mobiliza\u00e7\u00e3o dos funcion\u00e1rios p\u00fablicos dever\u00e1 vir por a\u00ed.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Vulcabr\u00e1s fecha F\u00e1brica e demite 3,3 mil trabalhadores<\/strong><\/p>\n<p>A empresa alegou que precisas reduzir custos para enfrentar as importa\u00e7\u00f5es de cal\u00e7ados.<\/p>\n<p>Este \u00e9 mais um exemplo da situa\u00e7\u00e3o criada com a mundializa\u00e7\u00e3o da economia e a ades\u00e3o do Brasil \u00e0s regras de \u201clivre com\u00e9rcio\u201d, impostas pela OMC. Nada justifica o desemprego. \u00c9 hora de mudar o rumo criado pelas pol\u00edticas neoliberais e levantar barreiras contra as importa\u00e7\u00f5es, \u00e9 hora de fazer com que o desenvolvimento se volte para a maioria da popula\u00e7\u00e3o, \u00e9 hora de adotar-se uma pol\u00edtica econ\u00f4mica e social anticapitalista.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Deu no New York Times&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>Reportagem do\u00a0<strong><em>The New York Times <\/em><\/strong>afirma que, se o Brasil \u201clidera\u201d a Am\u00e9rica do Sul em termos econ\u00f4micos, fica bem atr\u00e1s de seus vizinhos quando se trata de punir autoridades respons\u00e1veis por torturas e assassinatos. &#8220;O Brasil come\u00e7ou a encarar a possibilidade de que, no \u00e2mbito dos direitos humanos &#8211; diferentemente de assuntos econ\u00f4micos e diplom\u00e1ticos regionais -, o manto da lideran\u00e7a pode n\u00e3o vir t\u00e3o facilmente, no fim das contas&#8221;, afirma o peri\u00f3dico, para complementar: &#8220;Fantasmas do per\u00edodo militar, de 1964 a 1985, come\u00e7aram a se mexer, revelando como o Brasil, embora uma pot\u00eancia emergente da Am\u00e9rica Latina e a quarta maior democracia do mundo, ainda fica atr\u00e1s de seus vizinhos no que diz respeito a processar autoridades por crimes que incluem assassinatos, desaparecimentos e tortura.&#8221;<\/p>\n<p>A mat\u00e9ria afirma ainda que a Comiss\u00e3o da Verdade foi criticada tanto por militares quanto das fam\u00edlias das v\u00edtimas, que consideram o projeto &#8220;simb\u00f3lico&#8221;, pois os respons\u00e1veis por abusos continuam protegidos pela Lei da Anistia de 1979.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Militar quer impedir a Comiss\u00e3o da Verdade<\/strong><\/p>\n<p>O coronel reformado Pedro Ivo Mo\u00e9zia de Lima, integrante do N\u00facleo do Doi-Codi de S\u00e3o Paulo no in\u00edcio dos anos 70, entrou com uma a\u00e7\u00e3o popular na Justi\u00e7a Federal para tentar impedir a cria\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o da Verdade, sancionada pela presidente Dilma em novembro. O militar alega que agiu \u201ccumprindo ordens\u201d e que participou de interrogat\u00f3rios \u201cduros\u201d, mas que n\u00e3o \u201ctocou a m\u00e3o em ningu\u00e9m\u201d.<\/p>\n<p>O Brasil \u00e9 o \u00fanico dentre os pa\u00edses latino-americanos que viveram sob ditaduras militares nos anos 60, 70 e 80 que n\u00e3o levaram os torturadores a julgamento. Houve mais de uma dezena de milhares de presos, torturados, mortos e desaparecidos entre os que se opuseram ao regime militar. Nenhum torturador foi condenado. H\u00e1 que virar-se esta p\u00e1gina da Hist\u00f3ria, h\u00e1 que expor-se a verdade, para se fa\u00e7a justi\u00e7a, para que os mortos possam, enfim, descansar em paz e para que os culpados paguem pelo que fizeram.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Vi\u00fava de Moshe Dayan defende Estado \u00fanico<\/strong><\/p>\n<p>Aos 94 anos, Ruth Dayan, vi\u00fava do ex-ministro da Defesa de Israel que comandou as for\u00e7as armadas israelenses na Guerra dos Seis Dias, em 1967, afirmou, em entrevista a\u00a0<strong><em>O Globo<\/em><\/strong> (18\/12), que h\u00e1 muito descontentamento, em Israel, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pol\u00edtica de defesa desse pa\u00eds contra o muro da Cisjord\u00e2nia e o alto custo de vida no pa\u00eds, e que deveria ser constru\u00eddo um \u00fanico Estado para \u00e1rabes e judeus. Ruth ainda deixou claro que, para ela, o atual primeiro-ministro n\u00e3o \u00e9 sincero quando defende a cria\u00e7\u00e3o de um Estado palestino e que Israel \u2013 para ela, \u201cuma v\u00edrgula no mapa-m\u00fandi\u201d \u2013 se comporta como um imp\u00e9rio, e que o governo israelense \u201cn\u00e3o v\u00ea um palmo diante do nariz\u201d.<\/p>\n<p>Seu depoimento \u00e9 um alento, um sinal de que o inimigo a ser enfrentado \u00e9 a pol\u00edtica genocida e brutal de Israel, e de que h\u00e1, entre os israelenses, muitos que desejam a paz e a justi\u00e7a.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>\u00c9 a economia, est\u00fapido<\/strong><\/p>\n<p>Mat\u00e9ria de\u00a0<strong><em>O Globo<\/em><\/strong> informa que o agravamento da situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e a forte perda de poder aquisitivo tem levado um n\u00famero crescente de trabalhadores que comp\u00f5em a chamada \u201cnova classe m\u00e9dia\u201d para as ruas na R\u00fassia.<\/p>\n<p>Um indicador relevante \u00e9 o pre\u00e7o do ingresso para o teatro Bolshoi que, na \u00e9poca da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, custava 40 centavos de rublo (o mais barato), e 3,50 rublos (o mais caro), que hoje custam de 50 a 12 mil rublos. A sa\u00fade, que antes era gratuita, \u00e9 outro alvo dos protestos, assim como a previd\u00eancia, de acordo com institutos de pesquisa de opini\u00e3o. A falta de liberdade de express\u00e3o e o alto grau de corrup\u00e7\u00e3o na R\u00fassia de hoje tamb\u00e9m preocupam as camadas m\u00e9dias.<\/p>\n<p>Esta not\u00edcia confirma a pesquisa divulgada pela revista norte-americana Time, no primeiro semestre de 2011, e muitos outros levantamentos, de que a maioria da popula\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses que compunham o bloco socialista considera a sua condi\u00e7\u00e3o de vida hoje muito inferior \u00e0 que tinham antes da queda da URSS.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Retirada de tropas dos EUA: \u201cpatr\u00f5es\u201d preocupados&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>Os \u201cpatr\u00f5es\u201d da invas\u00e3o e perman\u00eancia de tropas dos EUA no Iraque est\u00e3o preocupados: as petrol\u00edferas ativas no sul daquele pa\u00eds t\u00eam refor\u00e7ado a seguran\u00e7a para lidar com a retirada dos soldados. \u201cTemos de esperar para ver . Se a situa\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a se deteriorar, significa que vamos contratar mais pessoal de seguran\u00e7a para nos proteger&#8221;, afirmou um executivo de uma grande petrol\u00edfera.<\/p>\n<p>Executivos da BP, da Royal Dutch Shell, da Exxon Mobil, da Eni e da Lukoil j\u00e1 haviam abandonado Basra, no final de novembro, depois de bombas explodirem na cidade. Por sua vez, o governo t\u00edtere iraquiano tenta tranquilizar seus \u201cchefes\u201d. O premi\u00ea Nouri al-Maliki j\u00e1 prometeu proteger as petrol\u00edferas ap\u00f3s a retirada das for\u00e7as americanas e afirmou ao\u00a0<strong><em>The Wall Street Journal<\/em><\/strong>: &#8220;N\u00e3o aconteceu nada at\u00e9 agora, e estamos garantindo a seguran\u00e7a delas, seja atrav\u00e9s de empresas de seguran\u00e7a ou destacando pol\u00edcia e Ex\u00e9rcito para as proteger&#8221;.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>SOS Europa?<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s 26 pa\u00edses da Uni\u00e3o Europeia (UE) concordarem em adotar uma pol\u00edtica fiscal unificada, o temor de um colapso financeiro persiste. As medidas, cada vez mais nocivas aos trabalhadores, continuam encontrando resist\u00eancia. Na It\u00e1lia, servidores p\u00fablicos planejaram greve geral em protesto contra os cortes.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, as ag\u00eancias de\u00a0<em>rating<\/em>, que vem funcionando como ex\u00e9rcito de press\u00e3o sobre os pa\u00edses em benef\u00edcio do sistema financeiro, continuam rebaixando notas de d\u00edvidas soberanas: a Standard &amp; Poor&#8217;s rebaixou a nota de dez bancos espanh\u00f3is, ao aplicar um novo crit\u00e9rio de qualifica\u00e7\u00e3o, e a Fitch cortou a nota de cr\u00e9dito de alguns dos maiores bancos do mundo, citando dif\u00edceis condi\u00e7\u00f5es financeiras e econ\u00f4micas. Entre os atingidos, est\u00e3o Deutsche Bank (Alemanha), BNP Paribas (Fran\u00e7a), Cr\u00e9dit Suisse (Su\u00ed\u00e7a), Barclays (Gr\u00e3-Bretanha), Citigroup, Bank of America e Goldman Sachs (os tr\u00eas dos EUA). A pr\u00f3pria Fran\u00e7a parece estar na imin\u00eancia de perder a nota m\u00e1xima &#8220;AAA&#8221; de sua d\u00edvida, concedido pela Standard &amp; Poor\u2019s.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Papai Marketing e a revolu\u00e7\u00e3o no Reveill\u00f3n<\/strong><\/p>\n<p>A imagem do Papai Noel divulgada pelos quatro cantos do mundo foi criada pelo cartunista alem\u00e3o Thomas Nast, em 1886, para a revista\u00a0<strong><em>Harper\u2019s Weeklys<\/em><\/strong>. At\u00e9 ent\u00e3o representado com roupas de inverno na cor verde (com detalhes prateados ou brancos), esta imagem foi retomada em 1931 pela Coca-Cola, em campanha publicit\u00e1ria que pretendia promover o consumo de seu produto no inverno norte-americano. Nessa virada de ano, entretanto, queremos relembrar outra campanha, a dos revolucion\u00e1rios cubanos, que tomaram o poder na querida ilha caribenha em um 1\u00ba de janeiro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nO\u00a0Olhar Comunista se despede de 2011 destacando que o Brasil, apesar de ter ultrapassado a Inglaterra em PIB, ainda tem a popula\u00e7\u00e3o de um Portugal inteiro vivendo em favelas. \u00c9 a desigualdade do capitalismo mais uma vez escancarada em dados.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/2201\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[100],"tags":[],"class_list":["post-2201","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c113-a-semana-no-olhar-comunista"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-zv","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2201","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2201"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2201\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2201"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2201"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2201"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}