{"id":22092,"date":"2019-01-26T20:30:12","date_gmt":"2019-01-26T22:30:12","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=22092"},"modified":"2019-01-26T20:30:18","modified_gmt":"2019-01-26T22:30:18","slug":"organizacoes-e-intelectuais-condenam-golpe-imperialista-na-venezuela","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/22092","title":{"rendered":"Organiza\u00e7\u00f5es e intelectuais condenam golpe imperialista na Venezuela"},"content":{"rendered":"\n<img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\"  alt=\"imagem\"  src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ve.globedia.com\/imagenes\/noticias\/2017\/6\/19\/video-cientos-marchan-bilbao-defensa-revolucion-bolivariana_1_2500780.jpg\"\/><!--more-->Jornal Poder Popular<\/p><p>PCV condena golpe de Estado do imperialismo e da direita  <\/p><p>Pronunciamento do Bir\u00f4 Pol\u00edtico do Comit\u00ea Central do Partido Comunista da Venezuela (PCV), frente a agress\u00e3o imperialista que vem se materializando contra o povo venezuelano.<\/p><p>Em coletiva de imprensa extraordin\u00e1ria, realizada no dia 25 de janeiro, Oscar Figuera, Secret\u00e1rio Geral do Comit\u00ea Central do PCV, reitera que est\u00e1 em andamento um golpe de estado iniciado pelo imperialismo norte-americano, com participa\u00e7\u00e3o dos governos lacaios da Am\u00e9rica Latina e da direita servil-ap\u00e1trida venezuelana, que, desconhecendo a condi\u00e7\u00e3o de Nicol\u00e1s Maduro Moros como Presidente Constitucional da Rep\u00fablica Bolivariana da Venezuela, tentam instalar um Governo t\u00edtere em nosso pa\u00eds e gerar condi\u00e7\u00f5es para um quadro de viol\u00eancia pol\u00edtica que abra caminho para uma guerra civil por meio da qual a rea\u00e7\u00e3o internacional justificaria uma interven\u00e7\u00e3o direta.<\/p><p>Frente a esta realidade, o PCV determinou:<\/p><p>&#8211; Ativar todas as capacidades do PCV, JCV e frentes pol\u00edticas de massas para impulsar a mais amplia alian\u00e7a patri\u00f3tica, democr\u00e1tica e popular-revolucion\u00e1ria contra o golpe imperialista.<\/p><p>&#8211; Continuar impulsionando a solidariedade internacional dos Partidos Comunistas e Oper\u00e1rios e do movimento progressista mundial, a qual vem se desenvolvendo atrav\u00e9s do Departamento de Pol\u00edtica Internacional do PCV, JCV, COSI e das frentes politicas de massas; expressos em dezenas de a\u00e7\u00f5es e mensagens de Solidariedade de distintas organiza\u00e7\u00f5es como: o Conselho Mundial pela Paz, a Federa\u00e7\u00e3o Sindical Mundial, a Federa\u00e7\u00e3o Democr\u00e1tica Internacional de Mulheres, a Federa\u00e7\u00e3o Mundial de Juventudes Democr\u00e1ticas, Partidos Comunistas do mundo, entre outras organiza\u00e7\u00f5es.<\/p><p>&#8211; Impulsionar a mais amplia alian\u00e7a patri\u00f3tica, democr\u00e1tica e popular-revolucion\u00e1ria, que deve ter express\u00e3o na integra\u00e7\u00e3o da dire\u00e7\u00e3o do processo venezuelano, que permita derrotar a agress\u00e3o imperialista e resolver os graves problemas do nosso povo.<\/p><p>&#8211; Promover um Governo de ampla alian\u00e7a patri\u00f3tica, democr\u00e1tica popular-revolucion\u00e1ria, que golpeie os setores aliados do imperialismo norte-americano, principalmente os monop\u00f3lios, em especial o setor financeiro especulativo, que diariamente saqueiam o nosso povo.<\/p><p>&#8211; Desenvolver um plano de mobiliza\u00e7\u00e3o nacional e internacional de car\u00e1ter amplo, que incorpore, ao movimento oper\u00e1rio-campon\u00eas, comunit\u00e1rio e popular, civis e militares, religiosos ou n\u00e3o, unidos na defesa da p\u00e1tria.<\/p><p>&#8211; Exigimos que os governos nacional, regionais e municipais exer\u00e7am sua autoridade para neutralizar as m\u00e1fias da especula\u00e7\u00e3o e da corrup\u00e7\u00e3o, que atuam impunemente, com a\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para recuperar o poder adquisitivo do sal\u00e1rio e o acesso a bens e servi\u00e7os b\u00e1sicos.<\/p><p>&#8211; Apoiar a solicita\u00e7\u00e3o de uma reuni\u00e3o imediata do GPPSB com o Presidente Nicol\u00e1s Maduro Moros e insistir mais uma vez coma realiza\u00e7\u00e3o de uma bilateral com o chefe de estado, em que sejam apresentadas as propostas do PCV, com vistas \u00e0 sa\u00edda revolucion\u00e1ria da crise capitalista.<\/p><p>&#8211; Diante da agress\u00e3o imperialista, o PCV, a JCV e as frentes pol\u00edticas de massas impulsionar\u00e3o a mais ampla unidade patri\u00f3tica, democr\u00e1tica, popular-revolucion\u00e1ria para derrotar o golpe de estado em curso.<\/p><p>&#8211; Expressamos nossa solidariedade para com as e os venezuelanos que, em n\u00edvel mundial, sofrem atos de xenofobia estimulados pelos Governos de direita, particularmente no Equador. Condenamos esta pol\u00edtica a servi\u00e7o do imperialismo norte-americano, que busca conquistar seus objetivos de domina\u00e7\u00e3o dividendo, desagregando e confrontando nossos povos.<\/p><p>&#8211; O PCV apoia a decis\u00e3o do governo de romper as rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas e consulares com o governo dos EUA.<\/p><p>CONTRA O GOLPE IMPERIALISTA!\nUNIDOS NA DEFESA DA P\u00c1TRIA!<\/p><p>&#8211; Siga todas as informa\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s de nossas redes sociais:<\/p><p>&#8211; Twitter: @Pcv_venezuela<\/p><p>&#8211; Instagram: @pc_venezuela<\/p><p>&#8211; Facebook: \n@Partidocomunistave<\/p><p><\/p><p>Mensagem de solidariedade do Secret\u00e1rio Geral da FSM com a Rep\u00fablica Bolivariana da Venezuela: https:\/\/youtu.be\/gO7cU_LrfKw\n\n<hr>\n\nKKE condena a interven\u00e7\u00e3o dos EUA nos assuntos internos da Venezuela<\/p><p>\nO Partido Comunista da Gr\u00e9cia (KKE) condena rotundamente a interven\u00e7\u00e3o crua dos EUA, de seus governos aliados na Am\u00e9rica Latina, da Organiza\u00e7\u00e3o dos Estados Americanos (OEA) e da Uni\u00e3o Europeia nos assuntos internos da Venezuela.<\/p><p>Denunciamos em particular as amea\u00e7as militares e as a\u00e7\u00f5es do golpe de estado dos EUA contra o Presidente eleito do pa\u00eds, o apoio das for\u00e7as reacion\u00e1rias e o reconhecimento de seu l\u00edder, Guaid\u00f3, como &#8220;presidente interino&#8221; \u2013 t\u00edtere, para promover os perigosos planos imperialistas dos EUA e da OTAN na regi\u00e3o da Am\u00e9rica Latina, como est\u00e1 ocorrendo em todo o mundo.<\/p><p>Os acontecimentos na Venezuela s\u00e3o um assunto do povo do pa\u00eds e \u00e9 o povo quem tem a responsabilidade de defender seus intereses e de eleger a lideran\u00e7a de seu pa\u00eds.<\/p><p>O KKE expressa sua solidaridade para com o povo venezuelano, que est\u00e1 experimentando a explora\u00e7\u00e3o e a crise capitalistas, apoia o PC da Venezuela (PCV) que luta pels direitos da classe trabalhadora, para que o povo viva sem explora\u00e7\u00e3o e interven\u00e7\u00f5es imperialistas.<\/p><p>Atenas 24\/01\/2019<\/p><p>Secretaria de Imprensa do CC do KKE.<\/p><p>*Informa\u00e7\u00e3o da Se\u00e7\u00e3o de RRII do CC do KKE <\/p><p><hr><\/p><p>Bancada Progressista do Parlasur recha\u00e7a tentativa de Golpe de Estado na Venezuela<\/p><p>La Bancada Progresista del Parlamento del Mercosur (Parlasur), ante la situaci\u00f3n pol\u00edtica de Venezuela, emiti\u00f3 un comunicado este 24 de enero en repudio absoluto al intento de golpe de Estado Venezuela y a la intervenci\u00f3n de Estados Unidos (EEUU) en la naci\u00f3n.<\/p><p>A continuaci\u00f3n texto \u00edntegro del comunicado:<\/p><p>Bancada Progresista del PARLASUR<\/p><p>La Bancada Progresista del Parlamento del MERCOSUR manifiesta su absoluto rechazo al intento de golpe de Estado llevado a cabo en la hermana Rep\u00fablica Bolivariana de Venezuela por medio de un plan perfectamente coordinado por el gobierno de los Estados Unidos, la Secretar\u00eda General de la OEA, los gobiernos del autodenominado \u201cGrupo de Lima\u201d y los integrantes de la oposici\u00f3n antidemocr\u00e1tica de Venezuela.<\/p><p>Ante este nuevo ataque intervencionista, respaldamos la decisi\u00f3n soberana del pueblo venezolano al elegir como su presidente democr\u00e1ticamente electo al compa\u00f1ero Nicol\u00e1s Maduro. Este nuevo intento de golpe es tan directamente manipulado por los actores externos como lo fuera el golpe contra el Comandante Ch\u00e1vez en el 2002.<\/p><p>Apoyamos la decisi\u00f3n del gobierno venezolano de romper relaciones con el gobierno de Estados Unidos.<\/p><p>Apoyamos las gestiones realizadas por los gobiernos de M\u00e9xico y de Uruguay de invocar urgentemente a un proceso de negociaci\u00f3n y reducir inmediatamente tensiones y evitar una escalada de violencia, tal como vienen impulsando los gobiernos de Argentina, Brasil, Colombia, Chile, Ecuador, Paraguay y Per\u00fa, al desconocer la institucionalidad democr\u00e1ticamente electa en Venezuela y reconocer a un personaje carente de toda legitimidad.<\/p><p>Asimismo, ante la crisis pol\u00edtica instigada desde el exterior, manifestamos que solamente el di\u00e1logo y la negociaci\u00f3n deben ser los instrumentos para resolver el conflicto, rechazando las amenazas de intervenci\u00f3n directa sobre Venezuela tal como lo han admitido el propio Vicepresidente de los Estados Unidos, Mike Pence, y el presidente Donald Trump al afirmar que no descartan ning\u00fan tipo de acci\u00f3n para destituir al gobierno de Venezuela.<\/p><p>Apoyamos la convocatoria urgente de la Mesa Directiva del Parlamento del MERCOSUR para discutir esta situaci\u00f3n y apoyar los procesos de di\u00e1logo en marcha para aportar soluciones y propuestas concretas que vayan en el sentido de frenar el intervencionismo, las amenazas unilaterales y el desconocimiento de la soberan\u00eda de Venezuela.<\/p><p>Finalmente, alertamos que nuestra regi\u00f3n vive por estas amenazas, una de las etapas m\u00e1s cr\u00edticas en los \u00faltimos a\u00f1os en cuanto a la paz y la no intervenci\u00f3n, enfrentando la posibilidad de que se registren acciones b\u00e9licas contra Venezuela.<\/p><p>Ciudad CCS \/ Con informaci\u00f3n de Agencia\nDe la IV Internacional trotskista<\/p><p>CONTRA LA INTERVENCI\u00d3N GOLPISTA EN VENEZUELA\nPOR UNA SALIDA DEMOCR\u00c1TICA A LA CRISIS<\/p><p>La IV Internacional se pronuncia abiertamente en contra del nuevo intento de golpe de Estado e intervenci\u00f3n imperialista contra Venezuela c\u00ednicamente orquestada y convocada por el vicepresidente de los Estados Unidos, Mike Pence (dado el descr\u00e9dito de Trump ante Latinoam\u00e9rica). En un video circulado durante la noche del 22 de enero se daba el banderazo de salida a una estrategia que pas\u00f3, en cuesti\u00f3n de horas, de la autoproclamaci\u00f3n, sin que nadie le votase, del verdadero usurpador Juan Guaid\u00f3 como \u201cpresidente\u201d de Venezuela. Seguida esta autoproclamaci\u00f3n, se dio pie a la avalancha de \u201creconocimientos\u201d del supuesto nuevo gobierno por parte de presidentes y gobiernos neoconservadores, derechistas o hasta neofascistas de la regi\u00f3n y de todo el mundo. Tambi\u00e9n la OEA y los pa\u00edses de la regi\u00f3n que suscribieron la \u201cDeclaraci\u00f3n de Lima\u201d se subordinaron de inmediato a los planes imperialistas, reconociendo la ileg\u00edtima presidencia de Gualdi\u00f3, implementando un bloqueo de Venezuela y contribuyendo a buscar alguna provocaci\u00f3n que justifique una intervenci\u00f3n armada.<\/p><p>Nos sumamos decididamente a las campa\u00f1as de condena de este intento de golpe de Estado e intervenci\u00f3n imperialista, que viola los m\u00ednimos marcos de soberan\u00eda nacional. Llamamos a la m\u00e1s amplia movilizaci\u00f3n popular, unitaria, internacionalista y democr\u00e1tica en contra del golpe, lo que significa que, independientemente de nuestras diferencias y nuestras cr\u00edticas al gobierno Maduro y al r\u00e9gimen que implant\u00f3 en Venezuela, no vemos salida por la v\u00eda de un golpe imperialista. Que sea el pueblo venezolano, libre, soberana y democr\u00e1ticamente quien decida su futuro.<\/p><p>Los innegables problemas pol\u00edticos, sociales y econ\u00f3micos de Venezuela s\u00f3lo pueden resolverse democr\u00e1ticamente sin intervenciones imperialistas que no tienen ninguna credibilidad en su proclamada defensa de la \u201cdemocracia y los derechos humanos\u201d. Es cierto que importantes sectores populares, exasperados por la grav\u00edsima situaci\u00f3n econ\u00f3mica del pa\u00eds, por las dificultades, las contradicciones y las opciones equivocadas del gobierno, han salido a las calles en apoyo al golpe. La tragedia es que no es poni\u00e9ndose bajo las \u00f3rdenes de la oligarqu\u00eda nacional y de las fuerzas imperialistas, reaccionarias y hasta neofascistas internacionales que van a mejorar la situaci\u00f3n econ\u00f3mica, social y de Derechos Humanos en Venezuela.<\/p><p>En estos momentos todo parece indicar que los protagonistas del golpe est\u00e1n intentando forzar una guerra civil y\/o una intervenci\u00f3n directa de potencias extranjeras, lo cual tan s\u00f3lo puede agravar los problemas del pa\u00eds y s\u00f3lo redundar\u00eda en una profundizaci\u00f3n de la ofensiva pol\u00edtica de la derecha y la extrema derecha en Am\u00e9rica y en todo el mundo. Un conflicto armado supondr\u00eda un escenario catastr\u00f3fico para la regi\u00f3n y permitir\u00eda una nueva cruzada por el control de los recursos petroleros del pa\u00eds por parte de los grandes oligopolios internacionales. La cat\u00e1strofe de la ocupaci\u00f3n de Iraq por Estados Unidos nos da una idea de lo que podr\u00eda suceder en Venezuela y toda la regi\u00f3n si los golpistas no deponen su actitud.<\/p><p>Llamamos a todas las fuerzas revolucionarias, progresistas y democr\u00e1ticas a movilizarse contra esta nueva intervenci\u00f3n imperialista y a defender la soberan\u00eda del pueblo venezolano para resolver sus problemas pol\u00edticos, sociales y econ\u00f3micos democr\u00e1tica y pac\u00edficamente, sin sabotajes a su econom\u00eda, sin amenazas de intervenci\u00f3n armada y respetando la voluntad mayoritaria expresada en las urnas.<\/p><p>\u00a1No al golpe de estado en Venezuela!<\/p><p>\u00a1Por una salida antiimperialista y soberana a la crisis venezolana!<\/p><p>Bur\u00f3 Ejecutivo de la IV Internacional\n24 de enero de 2019<\/p><p><hr><\/p><p>S\u00edria: solidariedade com o Governo venezuelano<\/p><p>La Asociaci\u00f3n de Amistad sirio-venezolana, organizaciones palestinas y de esta naci\u00f3n del Levante, ratificaron hoy la solidaridad con esa naci\u00f3n sudamericana y el gobierno leg\u00edtimo del presidente Nicol\u00e1s Maduro.<\/p><p>En un acto masivo frente a la sede diplom\u00e1tica de Venezuela, diversos oradores condenaron la injerencia de Estados Unidos y el distorsionador manejo medi\u00e1tico de lo que sucede en ese pa\u00eds.<\/p><p>La masiva actividad se caracteriz\u00f3 por las consignas antiimperialistas y pancartas que censuraron las maniobras de Washington y sus lacayos para promover la crisis venezolana en contra de todas las normas internacionales.<\/p><p>El embajador de Venezuela  en S\u00edria, Jos\u00e9 Gregorio Biomorgis, agradeci\u00f3 las muestras de solidaridad y reiter\u00f3 que su pa\u00eds se mantiene firme en la defensa de la soberan\u00eda y de los principios bolivarianos.<\/p><p>Prensa Latina<\/p><p><hr><\/p><p>Santo Domingo, 24 ene (PL) El presidente de la Conferencia Permanente de Partidos Pol\u00edticos de Am\u00e9rica Latina y el Caribe (Copppal), el dominicano Manolo Pichardo, llam\u00f3 hoy a abordar y respetar desde espacios de di\u00e1logos la soberan\u00eda e institucionalidad de Venezuela.\nLa situaci\u00f3n en el pa\u00eds suramericano debe ser abordada -como ha manifestado la ONU-, desde espacios de di\u00e1logos pol\u00edticos que no vulneren la soberan\u00eda ni el el orden institucional y democr\u00e1tico dado a trav\u00e9s de la Constituci\u00f3n, las leyes y los procesos electorales en los cuales la voluntad popular se ha expresado, expres\u00f3 Pichardo.<\/p><p>En una nota de prensa a la cual tuvo acceso Prensa Latina, el pol\u00edtico dijo que la entidad regional que lidera, apegada siempre a los principios que dan sentido a su existencia, recogidos en la Declaraci\u00f3n de Oaxaca, rechaza cualquier tipo de injerencia en los asuntos internos de Venezuela.<\/p><p>\u2018Estamos comprometidos de manera inequ\u00edvoca y permanente a defender la democracia y el principio de autodeterminaci\u00f3n de los pueblos latinoamericanos y caribe\u00f1os, por ello, propugnamos porque sean estos quienes busquen salidas pacificas a sus conflictos internos\u2019, agreg\u00f3.<\/p><p>Asimismo, el presidente de la Copppal indic\u00f3 que la legitimidad de los gobiernos no puede estar atada a los intereses geopol\u00edticos de un sector o pa\u00eds determinado y se\u00f1al\u00f3: en latinoam\u00e9rica existen casos de violaci\u00f3n a los derechos humanos y cuestionamientos al sistema democr\u00e1tico en pa\u00edses como Brasil, Honduras, Argentina y hasta en Estados Unidos.<\/p><p>Finalmente, la nota divulgada precisa que \u2018la inhabilitaci\u00f3n de Lula para impedir que ganara las elecciones; el golpe electoral en Honduras, los niveles de exclusi\u00f3n social que sumen en la pobreza a m\u00e1s de 50 millones de norteamericanos, adem\u00e1s del racismo y violaci\u00f3n a los derechos humanos, son muestras de que no solo en Venezuela existen problemas a resolver\u2019.<\/p><p>El expresidente del Parlamento Centroamericano propuso reiniciar las conversaciones entre los diferentes sectores, pues la \u00fanica forma de encontrar una salida a los males que afectan el pa\u00eds suramericano es con el esfuerzo de todos los actores de su sistema pol\u00edtico y social, concluye la nota.<\/p><p>agp\/ema<\/p><p><hr>\nEL SALVADOR<\/p><p>DECLARACI\u00d3N DEL PIT-CNT ANTE LO SUCEDIDO EN VENEZUELA<\/p><p>Montevideo, 24 de enero de 2019<\/p><p>Ante los hechos de p\u00fablico conocimiento acontecidos durante la jornada ayer en la Rep\u00fablica Bolivariana de Venezuela, el PIT CNT declara:<\/p><p>1- La central de trabajadores, desde sus inicios, lucha por la soluci\u00f3n pacifica de los conflictos, pero siempre respetando la autodeterminaci\u00f3n de los pueblos. Todos los gobernantes del resto de los pa\u00edses deben reconocer la voluntad manifestada por el pueblo venezolano en las pasadas elecciones.<\/p><p>2- En este sentido saludamos el comunicado conjunto de M\u00e9xico y Uruguay, que en sinton\u00eda con las declaraciones de la ONU y la Uni\u00f3n Europea, as\u00ed como Espa\u00f1a y Portugal, manifiestan su apoyo, compromiso y disposici\u00f3n para trabajar conjuntamente en favor de la estabilidad, el bienestar y la paz del pueblo venezolano.<\/p><p>3- Rechazamos y manifestamos nuestra profunda preocupaci\u00f3n ante la posici\u00f3n del llamado \u201cGrupo de Lima\u201d, que lejos de buscar la paz y el di\u00e1logo entre los venezolanos, profundiza la crisis con sus manifestaciones p\u00fablicas que solo buscan r\u00e9ditos pol\u00edticos personales y no piensan en el bienestar del pueblo venezolano. Una vez m\u00e1s se hace notar la articulaci\u00f3n de la oposici\u00f3n venezolana con Estados Unidos y m\u00e1s recientemente con el grupo de pa\u00edses nucleados en el Grupo de Lima.<\/p><p>4- Desde el PIT CNT el pasado diciembre se lanz\u00f3 la \u201cred de defensa internacional de la democracia\u201d, contra el fascismo creciente en la regi\u00f3n y el mundo. Por ello llamamos a todas las organizaciones hermanas y actores del sistema pol\u00edtico, a sumarse a trabajar por la defensa de las democracias de nuestros pueblos. Am\u00e9rica Latina sufri\u00f3 mucho\nlas dictaduras hace pocas d\u00e9cadas atr\u00e1s, debemos cuidar nuestra democracia respetando la autodeterminaci\u00f3n de los pueblos, como pilar fundamental para la paz y la justicia social.<\/p><p>\n<hr><\/p><p>GUATEMALA<\/p><p>NICOL\u00c1S MADURO MOROS: \u00daNICO Y LEG\u00cdTIMO PRESIDENTE DE VENEZUELA<\/p><p>El Partido Guatemalteco del Trabajo ratifica su apoyo al leg\u00edtimo Presidente Constitucional de la Rep\u00fablica Bolivariana de Venezuela, Nicol\u00e1s Maduro Moros, electo democr\u00e1ticamente para un segundo mandato presidencial.<\/p><p>Con la elecci\u00f3n del Presidente Maduro para un segundo mandato, el pueblo venezolano ratific\u00f3 su respaldo a la continuidad de la Revoluci\u00f3n Bolivariana. No obstante, ha enfrentado una pol\u00edtica injerencista por parte del imperio norteamericano, que ejerce un bloqueo econ\u00f3mico y financiero y, adem\u00e1s, amenaza con una intervenci\u00f3n militar, en complicidad con los gobiernos de Canad\u00e1 y del cartel de Lima, especialmente con Colombia, Brasil y Per\u00fa. Sigue enfrentado a una derecha violenta, terrorista y golpista financiada y apoyada pol\u00edticamente por el imperialismo yanqui.<\/p><p>Hoy la Revoluci\u00f3n Bolivariana enfrenta un nuevo intento de Golpe de Estado. Juan Guaid\u00f3, jefe de facto la Asamblea Nacional usurpadora, se declar\u00f3 presidente interino de Venezuela incurriendo en delitos de sedici\u00f3n y usurpaci\u00f3n de las competencias de otros organismos del Estado, atentando y burl\u00e1ndose de la soberan\u00eda del pueblo que eligi\u00f3 a Nicol\u00e1s Maduro como Presidente.<\/p><p>La injerencia imperialista es apoyada por los gobiernos de derecha de Am\u00e9rica Latina, quienes se articulan en el llamado Grupo de Lima, del que tambi\u00e9n forma parte el gobierno corrupto de Guatemala, con la complicidad del nefasto secretario general de la Organizaci\u00f3n de Estados Americanos (OEA). En sus intentos por derrotar la Revoluci\u00f3n Bolivariana, han pretendido, sin lograrlo, que las Fuerzas Armadas Bolivarianas se unan al intento golpista, y han activado grupos de paramilitares y guarimbas violentas, tratando de levantar una rebeli\u00f3n social.<\/p><p>El Pueblo y el Gobierno venezolano defienden su Revoluci\u00f3n. Miles y miles de venezolanos est\u00e1n contra esta intentona golpista. Las fuerzas armadas apoyan su Constituci\u00f3n y al gobierno leg\u00edtimamente establecido. Los \u00f3rganos leg\u00edtimos del Estado garantizan la legalidad y constitucionalidad ante esta intentona autoritaria y dictatorial. La defensa pol\u00edtica, legal y armada es su leg\u00edtimo derecho ante la agresi\u00f3n interna y externa.<\/p><p>Los comunistas rechazamos la declaraci\u00f3n del servil gobierno de Guatemala reconociendo al golpista Juan Guaid\u00f3 como presidente provisional de Venezuela, pues constituye una clara intromisi\u00f3n e injerencia en los asuntos internos de ese pa\u00eds.<\/p><p>Condenamos la pol\u00edtica injerencista de Estados Unidos, de sus organismos de dominaci\u00f3n (como la OEA), de sus t\u00edteres en el cartel de Lima y de las oligarqu\u00edas serviles en Am\u00e9rica Latina. Tambi\u00e9n condenamos la injerencia de pa\u00edses de la Uni\u00f3n Europea, que al igual que Estados Unidos est\u00e1n interesados en apropiarse y despojar de sus recursos estrat\u00e9gicos a Venezuela.<\/p><p>Nos solidarizamos y apoyamos la heroica lucha del pueblo bolivariano de Venezuela, del Partido Comunista de Venezuela y del gobierno leg\u00edtimo de Nicol\u00e1s Maduro Moros.<\/p><p>Partido Guatemalteco del Trabajo<\/p><p> <\/p><p><\/p><p><blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"EOiXZ0mcsj\"><a href=\"http:\/\/www.resumenlatinoamericano.org\/2019\/01\/25\/en-solidaridad-con-la-republica-bolivariana-de-venezuela-y-en-rechazo-al-golpe-de-estado-comunicados-de-parlasur-siria-coppal-palestina-pit-cnt-pcs-y-pcc\/\">Solidaridad con Venezuela y repudio al golpe yanqui:  Parlasur, Coppal, IV Internacional,Siria, Palestina, Pit-Cnt, Comunistas de El Salvador, Argentina, Guatemala y Paraguay<\/a><\/blockquote><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" src=\"http:\/\/www.resumenlatinoamericano.org\/2019\/01\/25\/en-solidaridad-con-la-republica-bolivariana-de-venezuela-y-en-rechazo-al-golpe-de-estado-comunicados-de-parlasur-siria-coppal-palestina-pit-cnt-pcs-y-pcc\/embed\/#?secret=EOiXZ0mcsj\" data-secret=\"EOiXZ0mcsj\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;Solidaridad con Venezuela y repudio al golpe yanqui:  Parlasur, Coppal, IV Internacional,Siria, Palestina, Pit-Cnt, Comunistas de El Salvador, Argentina, Guatemala y Paraguay&#8221; &#8212; Resumen Latinoamericano\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><\/p><p><hr><\/p><p>INTELECTUAIS DO MUNDO CONTRA O GOLPE<\/p><p>\u201cQuerem empurrar a Venezuela para o precip\u00edcio\u201d, denunciaram Chomsky e outros 70 signat\u00e1rios de uma carta aberta\nUm grupo de 70 intelectuais, historiadores e especialistas em pol\u00edtica latino-americana exigiram, em duros termos, que o governo dos Estados Unidos parem de interferir na pol\u00edtica interna venezuelana e apoiam um di\u00e1logo entre o chavismo e o antichavismo.<\/p><p>\u201cAo reconhecer o presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaid\u00f3, como novo presidente da Venezuela, algo ilegal segundo a Carta da OEA, o Governo de Donald Trump acelerou a crise pol\u00edtica da Venezuela com a esperan\u00e7a de dividir os militares venezuelanos e polarizar ainda mais a popula\u00e7\u00e3o, obrigando-a a eleger bandos\u201d, denunciou o grupo de intelectuais em uma carta aberta.<\/p><p>Os signat\u00e1rios, dentre os quais se encontra o fil\u00f3sofo e ativista Noam Chomsky e o relator independente da ONU Alfred de Zayas, asseguraram que o reconhecimento de Guaid\u00f3 como governante leg\u00edtimo da Venezuela em detrimento do presidente Nicol\u00e1s Maduro por parte de Estados Unidos e seus aliados piorar\u00e1 a situa\u00e7\u00e3o nesse pa\u00eds e gerar\u00e1 \u201cum sofrimento humano desnecess\u00e1rio, viol\u00eancia e desestabiliza\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p><p>\u201cSe a administra\u00e7\u00e3o de Trump e seus aliados continuarem seu curso imprudente na Venezuela, o resultado mais prov\u00e1vel ser\u00e1 o derramamento de sangue, o caos e a inseguran\u00e7a\u201d, advertiram os intelectuais, inclu\u00eddos chefes de c\u00e1tedra, professores em\u00e9ritos e diretores de centros de estudos.<\/p><p>\u201cO objetivo \u00f3bvio, e em v\u00e1rias ocasi\u00f5es declarado, \u00e9 expulsar Maduro mediante um golpe de Estado\u201d, declararam os intelectuais, segundo os quais os Estados Unidos j\u00e1 deveriam ter aprendido alguma coisa de seus empreendimentos para a derrubada de regimes no Iraque, na S\u00edria, L\u00edbia ou de seu patroc\u00ednio hist\u00f3rico \u00e0s interven\u00e7\u00f5es pol\u00edticas na Am\u00e9rica Latina.<\/p><p>O governo do presidente Donald Trump foi o primeiro a reconhecer o chefe do Parlamento Juan Guaid\u00f3 como governante leg\u00edtimo da Venezuela. \u201cSob a Administra\u00e7\u00e3o de Trump, a ret\u00f3rica agressiva contra o Governo venezuelano disparou num n\u00edvel extremo e amea\u00e7ador, com funcion\u00e1rios falando de \u2018a\u00e7\u00e3o militar\u2019 e condenando a Venezuela, junto com Cuba e Nicar\u00e1gua, como parte de uma \u2018troika da tirania\u201d, recordaram os intelectuais em refer\u00eancia ao assessor de seguran\u00e7a nacional da Casa Branca, John Bolton.<\/p><p>\u201cOs Estados Unidos e seus aliados, inclu\u00eddo o secret\u00e1rio geral da OEA, Luis Almagro, e o presidente de extrema direita do Brasil, Jair Bolsonaro, querem empurrar a Venezuela para o precip\u00edcio\u201d, asseguraram.<\/p><p>Os estudiosos conclu\u00edram que a \u00fanica solu\u00e7\u00e3o que h\u00e1 \u201c\u00e9 um acordo negociado, como sucedeu no passado em pa\u00edses latino-americanos, quando as sociedades polarizadas politicamente n\u00e3o podiam resolver suas diferen\u00e7as atrav\u00e9s das elei\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p><p>Tradu\u00e7\u00e3o: Partido Comunista Brasileiro (PCB)<\/p><p>Fonte: http:\/\/www.resumenlatinoamericano.org\/2019\/01\/25\/venezuela-intelectuales-del-mundo-contra-el-golpe\/<\/p><p>Texto completo da declara\u00e7\u00e3o:<\/p><p>El gobierno de los Estados Unidos debe dejar de interferir en la pol\u00edtica interna de Venezuela, especialmente en sus intentos de derrocar al gobierno de ese pa\u00eds. Resulta casi seguro que las acciones de la administraci\u00f3n Trump y sus aliados regionales empeorar\u00e1n la situaci\u00f3n en Venezuela, lo que llevar\u00e1 a un sufrimiento humano innecesario, violencia e inestabilidad.<\/p><p>La polarizaci\u00f3n pol\u00edtica de Venezuela no es nueva; El pa\u00eds ha estado dividido por mucho tiempo en t\u00e9rminos raciales y socioecon\u00f3micos. Pero la polarizaci\u00f3n se ha profundizado en los \u00faltimos a\u00f1os. Esto se debe en parte al apoyo de los Estados Unidos a una estrategia opositora dirigida a destituir al gobierno de Nicol\u00e1s Maduro por medios extraelectorales. Si bien la oposici\u00f3n se ha dividido en esta estrategia, el apoyo de los EE.UU. ha respaldado a los sectores de la l\u00ednea dura en su objetivo de derrocar al gobierno de Maduro mediante protestas a menudo violentas, un golpe de estado militar u otras v\u00edas que eluden el camino electoral.<\/p><p>Bajo la administraci\u00f3n de Trump, la ret\u00f3rica agresiva contra el gobierno venezolano se dispar\u00f3 a un nivel m\u00e1s extremo y amenazador, con los funcionarios de la administraci\u00f3n de Trump hablando de \u201cacci\u00f3n militar\u201d y condena a Venezuela, junto con Cuba y Nicaragua, como parte de una \u201ctroika de tiran\u00eda\u201d. Los problemas resultantes de las pol\u00edticas del gobierno venezolano han sido empeoradospor las sanciones econ\u00f3micas de Estados Unidos, que ser\u00edan ilegales bajo los par\u00e1metros de la Organizaci\u00f3n de Estados Americanos y las Naciones Unidas, as\u00ed como de la legislaci\u00f3n de los Estados Unidos y otros tratados y convenciones internacionales. Estas sanciones recortaron los medios por los cuales el gobierno venezolano podr\u00eda haber escapado de su recesi\u00f3n econ\u00f3mica, y a la vez causaron una dram\u00e1tica ca\u00edda en la producci\u00f3n de petr\u00f3leo y el empeoramiento de la crisis econ\u00f3mica,  causando la muerte de muchas personas que no pudieron acceder a medicamentos que hubieran podido salvar sus. Mientras tanto, los gobiernos de EE.UU. y sus aliados contin\u00faan culpando \u00fanicamente al gobierno de Venezuela por el da\u00f1o econ\u00f3mico, incluso el causado por las sanciones estadunidenses.<\/p><p>Ahora EE.UU. y sus aliados, incluido el secretario general de la OEA, Luis Almagro, y el presidente de extrema derecha de Brasil, Jair Bolsonaro, han empujado a Venezuela al precipicio. Al reconocer al presidente de la Asamblea Nacional, Juan Guaid\u00f3 como el nuevo presidente de Venezuela \u2013algo ilegal bajo la Carta de la OEA\u2014 la administraci\u00f3n Trump ha acelerado dr\u00e1sticamente la crisis pol\u00edtica de Venezuela con la esperanza de dividir a los militares venezolanos y polarizar a\u00fan m\u00e1s a la poblaci\u00f3n, oblig\u00e1ndola a elegir bandos. El obvio, y a veces expl\u00edcito objetivo, es expulsar a Maduro a trav\u00e9s de un golpe de estado.<\/p><p>La realidad es que a pesar de la hiperinflaci\u00f3n, la escasez y una profunda depresi\u00f3n, Venezuela sigue siendo un pa\u00eds pol\u00edticamente polarizado. Los Estados Unidos y sus aliados deben dejar de alentar la violencia presionando por un cambio de r\u00e9gimen violento y extralegal. Si la administraci\u00f3n Trump y sus aliados contin\u00faan su curso imprudente en Venezuela, el resultado m\u00e1s probable ser\u00e1 el derramamiento de sangre, el caos y la inestabilidad. Estados Unidos deber\u00eda haber aprendido algo de sus iniciativas de \u201ccambio de r\u00e9gimen\u201d en Irak, Siria, Libia y su larga y violenta historia de patrocinio de \u201ccambios de r\u00e9gimen\u201d en Am\u00e9rica Latina.<\/p><p>Ninguna de las partes en Venezuela puede simplemente vencer a la otra. El ej\u00e9rcito, por ejemplo, tiene al menos 235,000 miembros de primera l\u00ednea, y hay al menos 1.6 millones en las milicias. Muchas de estas personas luchar\u00e1n, no solo sobre la base de la creencia en la soberan\u00eda nacional que se mantiene ampliamente en Am\u00e9rica Latina, frente a lo que parece ser una intervenci\u00f3n liderada por Estados Unidos, sino tambi\u00e9n para protegerse de una posible represi\u00f3n si la oposici\u00f3n derroca al gobierno por la fuerza.<\/p><p>En semejante situaci\u00f3n, la \u00fanica soluci\u00f3n es un acuerdo negociado, como sucedi\u00f3 en el pasado en pa\u00edses latinoamericanos cuando las sociedades pol\u00edticamente polarizadas no pudieron resolver sus diferencias a trav\u00e9s de las elecciones. Ha habido esfuerzos con potencial, tales como los liderados por el Vaticano en el oto\u00f1o de 2016,  pero no recibieron apoyo de Washington y sus aliados concentrados en el cambio de r\u00e9gimen. Esta estrategia debe cambiar para que exista una soluci\u00f3n viable a la crisis actual en Venezuela.<\/p><p>Por el bien del pueblo venezolano, la regi\u00f3n y por el principio de la soberan\u00eda nacional, estos actores internacionales deben apoyar las negociaciones entre el gobierno venezolano y sus oponentes que permitir\u00e1n que el pa\u00eds salga finalmente de su crisis pol\u00edtica y econ\u00f3mica.<\/p><p>Firmado:<\/p><p>Noam Chomsky, Profesor Em\u00e9rito, MIT y Profesor Laureate, Universidad de Arizona  <\/p><p>Laura Carlsen, Directora, Programa de las Am\u00e9ricas, Centro de Pol\u00edtica Internacional  <\/p><p>Greg Grandin, profesor de historia, Universidad de Nueva York  <\/p><p>Miguel Tinker Salas, profesor de Historia de Am\u00e9rica Latina y Estudios Chicano \/ a Latino \/ a en Pomona College  <\/p><p>Sujatha Fernandes, profesora de econom\u00eda pol\u00edtica y sociolog\u00eda, Universidad de Sydney  <\/p><p>Steve Ellner, editor gerente asociado de Perspectivas de Am\u00e9rica Latina  <\/p><p>Alfred de Zayas, ex experto independiente de la ONU sobre la promoci\u00f3n de un orden internacional democr\u00e1tico y equitativo y \u00fanico relator de la ONU que visit\u00f3 Venezuela en 21 a\u00f1os  <\/p><p>Boots Riley, escritor \/ director de Sorry to Bother You, m\u00fasico  <\/p><p>John Pilger, periodista y cineasta  <\/p><p>Mark Weisbrot, codirector del Centro de Investigaci\u00f3n Econ\u00f3mica y Pol\u00edtica  <\/p><p>Jared Abbott, PhD Candidate, Departamento de Gobierno, Universidad de Harvard  <\/p><p>Dr. Tim Anderson, Director, Centro de Estudios Contra Hegem\u00f3nicos  <\/p><p>Elisabeth Armstrong, profesora del estudio de mujeres y g\u00e9nero, Smith College  <\/p><p>Alexander Avi\u00f1a, PhD, Profesor Asociado de Historia, Universidad Estatal de Arizona  <\/p><p>Marc Becker, profesor de historia, universidad estatal de Truman  <\/p><p>Medea Benjamin, Cofundadora, CODEPINK  <\/p><p>Phyllis Bennis, Directora de Programas, New Internationalism, Institute for Policy Studies  <\/p><p>Dr. Robert E. Birt, profesor de filosof\u00eda, Bowie State University  <\/p><p>Aviva Chomsky, profesor de historia, Universidad Estatal de Salem  <\/p><p>James Cohen, Universidad de Par\u00eds 3 Sorbonne Nouvelle  <\/p><p>Guadalupe Correa-Cabrera, Profesora Asociada, Universidad George Mason  <\/p><p>Benjamin Dangl, PhD, editor de Hacia la libertad  <\/p><p>Dr. Francisco Dominguez, Facultad de Ciencias Sociales y Profesionales, Universidad de Middlesex, Reino Unido  <\/p><p>Alex Dupuy, John E. Andrus Profesor de Sociolog\u00eda Em\u00e9rito, Universidad de Wesleyan  <\/p><p>Jodie Evans, Cofundadora, CODEPINK  <\/p><p>Vanessa Freije, profesora asistente de estudios internacionales, Universidad de Washington  <\/p><p>Gavin Fridell, C\u00e1tedra de Investigaci\u00f3n de Canad\u00e1 y Profesor Asociado en Estudios de Desarrollo Internacional, St. Mary\u2019s University  <\/p><p>Evelyn Gonz\u00e1lez, Consejera, Montgomery College  <\/p><p>Jeffrey L. Gould, Profesor Rudy de Historia, Universidad de Indiana  <\/p><p>Bret Gustafson, profesor asociado de antropolog\u00eda, Universidad de Washington en St. Louis  <\/p><p>Peter Hallward, profesor de filosof\u00eda, Universidad de Kingston  <\/p><p>John L. Hammond, profesor de sociolog\u00eda, CUNY  <\/p><p>Mark Healey, Profesor Asociado de Historia, Universidad de Connecticut  <\/p><p>Gabriel Hetland, profesor asistente de estudios latinos de Am\u00e9rica Latina, el Caribe y los Estados Unidos, Universidad de Albany  <\/p><p>Forrest Hylton, Profesor Asociado de Historia, Universidad Nacional de Colombia-Medell\u00edn  <\/p><p>Daniel James, Bernardo Mendel C\u00e1tedra de Historia Latinoamericana  <\/p><p>Chuck Kaufman, Co-Coordinador Nacional, Alianza por la Justicia Global  <\/p><p>Daniel Kovalik, profesor adjunto de derecho, Universidad de Pittsburgh  <\/p><p>Winnie Lem, profesora, Estudios de Desarrollo Internacional, Universidad de Trent  <\/p><p>Dr. Gilberto L\u00f3pez y Rivas, Profesor Investigador, Universidad Nacional de Antropolog\u00eda e Historia, Morelos, M\u00e9xico  <\/p><p>Mary Ann Mahony, profesora de historia, Universidad Estatal de Connecticut Central  <\/p><p>Jorge Mancini, Vicepresidente, Fundaci\u00f3n para la Integraci\u00f3n Latinoamericana (FILA)  <\/p><p>Lu\u00eds Martin-Cabrera, Profesor Asociado de Literatura y Estudios Latinoamericanos, Universidad de California San Diego  <\/p><p>Teresa A. Meade, Florence B. Sherwood Profesora de Historia y Cultura, Union College  <\/p><p>Frederick Mills, profesor de filosof\u00eda, Bowie State University  <\/p><p>Stephen Morris, profesor de ciencias pol\u00edticas y relaciones internacionales, Middle State State University  <\/p><p>Liisa L. North, profesora em\u00e9rita, Universidad de York  <\/p><p>Paul Ortiz, Profesor Asociado de Historia, Universidad de Florida  <\/p><p>Christian Parenti, Profesor Asociado, Departamento de Econom\u00eda, John Jay College CUNY  <\/p><p>Nicole Phillips, profesora de derecho en la Universidad de la Fundaci\u00f3n, Dra. Aristide Facult\u00e9 des Sciences Juridiques et Politiques y profesora adjunta de derecho en la Facultad de Derecho de la Universidad de California en Hastings  <\/p><p>Beatrice Pita, profesora del Departamento de Literatura de la Universidad de California en San Diego  <\/p><p>Margaret Power, profesora de historia, Instituto de Tecnolog\u00eda de Illinois  <\/p><p>Vijay Prashad, Editor, El TriContinental  <\/p><p>Eleanora Quijada Cervoni FHEA, facilitadora de educaci\u00f3n del personal y mentora de EFS, Centro de Educaci\u00f3n Superior, Aprendizaje y Ense\u00f1anza en la Universidad Nacional de Australia  <\/p><p>Walter Riley, abogado y activista  <\/p><p>William I. Robinson, profesor de sociolog\u00eda, Universidad de California, Santa B\u00e1rbara  <\/p><p>Mary Roldan, Dorothy Epstein Profesora de Historia Latinoamericana, Hunter College \/ CUNY Graduate Center  <\/p><p>Karin Rosemblatt, profesora de historia, Universidad de Maryland  <\/p><p>Emir Sader, profesor de sociolog\u00eda, Universidad del Estado de R\u00edo de Janeiro  <\/p><p>Rosaura S\u00e1nchez, profesora de literatura latinoamericana y literatura chicana, Universidad de California, San Diego  <\/p><p>TM Scruggs Jr., Profesor Em\u00e9rito, Universidad de Iowa  <\/p><p>Victor Silverman, profesor de historia, Pomona College  <\/p><p>Brad Simpson, Profesor Asociado de Historia, Universidad de Connecticut  <\/p><p>Jeb Sprague, profesor de la Universidad de Virginia  <\/p><p>Christy Thornton, profesora asistente de historia, Johns Hopkins University  <\/p><p>Sinclair S. Thomson, Profesor Asociado de Historia, Universidad de Nueva York<\/p><p>Steven Topik, profesor de historia, Universidad de California, Irvine  <\/p><p>Stephen Volk, profesor de historia em\u00e9rito, Oberlin College  <\/p><p>Kirsten Weld, John. L. Loeb Profesor Asociado de Ciencias Sociales, Departamento de Historia, Universidad de Harvard  <\/p><p>Kevin Young, profesor asistente de historia, Universidad de Massachusetts Amherst  <\/p><p>Patricio Zamorano, acad\u00e9mico de estudios latinoamericanos; Director Ejecutivo, InfoAmericas<\/p><p><\/p><p><\/p><p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/22092\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[140,45],"tags":[227],"class_list":["post-22092","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c140-jornal-o-poder-popular","category-c54-venezuela","tag-5a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-5Kk","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22092","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22092"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22092\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22092"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22092"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22092"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}