{"id":22430,"date":"2019-02-25T00:03:23","date_gmt":"2019-02-25T03:03:23","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=22430"},"modified":"2019-02-25T00:03:27","modified_gmt":"2019-02-25T03:03:27","slug":"comuna-que-pariu-se-o-tempo-fecha-nosso-bloco-manifesta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/22430","title":{"rendered":"Comuna que Pariu! Se o tempo fecha, nosso bloco manifesta"},"content":{"rendered":"\n<img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\"  alt=\"imagem\"  src=\"https:\/\/i0.wp.com\/lh3.googleusercontent.com\/0YP-52ourALbEdXUhQqkV57KHQ0MM0x7SURvGwPSiW3Z8xqauXDBX0iIitLuSxMmHccj08KDaoyCH0PG64iUr9mkxbyUWG114ET7oYUyWDHl79A63uTkzjw9s99pXP3trtHhNmJb8vp88A2zcuo4J25BP_LJBh_rJvjwK07hv45cF23FCGcidzoyv74hJ34MA3HT2Y7yeY6EKlo8I9e4WhegedfwVJz_WzGZn0qt2c3sFzMuL_4EyCPpnnkFMlBZvfu8ZBUhgO9yQRWqem7A7tLS1TL8INQYb3-bvNGRMQE6UL2efw0Qjtas9o2SeqgPUOUL-yB3DecGGsbbLnYCu4kRbiDrJovvCnbu5vUiafIRdLRiPGiNPMUiIq1OKuctF95z6s49AoaY_l6bbJX3Zc9n7C0xcvgPIfYhwW-58nXqwdsq8X_wDChK8i7tz_-o4xPwk_WWh7EQzrZf4KFn8WQDMhnWZ469xQmluefvbNvZbfMEak2ZPoPQjLFAsfVoDlNbDnBZRsbR9K3xyWGDHFlRzFiSQUgs_HyRwqkk3Z5W4g7YLzrDI_COD_cI64mQdCxkLzSSQJ-2GGVtXCwwe1Z1aQpUqY9Xzsm6QIamZeod2dUPRnjKxtp0MPE1EMlaY7wt4aKUUZfP5Zv3mA5n5STS0g=w820-h310-no\"\/><!--more-->Heitor Cesar\n<\/p><p>\nMembro Comit\u00ea Central do PCB e um dos fundadores do Comuna que Pariu!\n<\/p><p>\n\u201cOlha quem voltou\n<\/p><p>\nQuem sempre volta e h\u00e1 dez anos faz a festa\n<\/p><p>\nNa fresta do tempo, tempo fechou\n<\/p><p>\nSe o tempo fecha, nosso bloco manifesta&#8230;\u201d\n<\/p><p>\nAssim o Comuna que Pariu abre seu samba de 2019. Celebrando os 10 anos de sua funda\u00e7\u00e3o e j\u00e1 deixando o recado de que em tempos dif\u00edceis o nosso bloco n\u00e3o se esconde, mas se manifesta. Os 10 anos do Comuna que Pariu s\u00e3o celebrados em meio a um dos piores momentos da hist\u00f3ria recente do pa\u00eds, certamente o mais dif\u00edcil momento desde a redemocratiza\u00e7\u00e3o nos anos 1980.\n<\/p><p>\nO Comuna que Pariu, Bloco Revolucion\u00e1rio do Proletariado, como se autodenomina, foi fundado pela Juventude Comunista do PCB em 2009 como uma tentativa de organizar mais uma arma da cr\u00edtica na luta de classes, inspirado e avan\u00e7ando na formula\u00e7\u00e3o po\u00e9tica de Paulo Leminski, que dizia que na luta de classes todas as armas s\u00e3o boas, pedras, noites e poemas. O Comuna acrescenta o samba; na verdade n\u00e3o acrescenta, lembra, pois o samba em nosso pa\u00eds est\u00e1 intimamente ligado \u00e0 luta do povo trabalhador, dos sub\u00farbios, periferias, morros e favelas. Sob a inspira\u00e7\u00e3o de nomes como Paulo da Portela, Silas de Oliveira, Mario Lago, o Comuna surgiu como uma interven\u00e7\u00e3o cultural, um bloco que no carnaval e al\u00e9m dele se apresentaria como uma voz a servi\u00e7o das lutas, uma voz que falaria s\u00e9rio brincando e brincaria falando s\u00e9rio.\n<\/p><p>\nO Comuna assim chega aos seus 10 anos, com um samba forte, compreendendo o momento hist\u00f3rico, de ofensiva do conservadorismo e de retiradas de direitos, de amea\u00e7a do fascismo e da tentativa de imposi\u00e7\u00e3o do medo. Mas, mais uma vez, o Comuna agita seu estandarte, levanta a bateria e dispara seus versos dizendo \u201cA gente transforma o luto em luta\u201d a alerta, \u201cCuidado, Jesus Morreu do nosso lado\u201d.\n<\/p><p>\nContra o medo, o preconceito, a retirada de direitos e toda essa \u201cmania de passado\u201d, o Comuna canta a resist\u00eancia dos trabalhadores e trabalhadoras. \u201cTire o seu fascismo do caminho, Nem um passo atr\u00e1s, \u00f4 abre alas. N\u00e3o vamos voltar pros arm\u00e1rios, fog\u00f5es e senzalas!\u201d. O Comuna tamb\u00e9m presta uma homenagem a s\u00edmbolos de nossa luta que permeiam nossa resist\u00eancia. \u201cEu sou Comuna, eu sou! Ningu\u00e9m vai me calar . Sou resist\u00eancia, sou cultura popular. Somos os campos, centros, guetos e favelas Zumbis, Dandaras, Marielles, Marighellas.\u201d E, assim, o Comuna chega aos seus 10 anos, falando alto, com repiques, surdos, tamborins, chocalhos, caixas e cu\u00edcas como armas e um samba poderoso para organizar a luta nossa de cada dia.\n<\/p><p>\nO carnaval vai passar e 2019 promete ser um ano dif\u00edcil. Uma das nossas v\u00e1rias tarefas esse ano \u00e9 impedir que a quarta-feira de cinzas se estenda por todo o ano, \u00e9 impedir que o passado se imponha ao presente e apague a perspectiva do futuro. O cinza vai encontrar a resist\u00eancia do vermelho, da classe trabalhadora e, como o pr\u00f3prio samba do Comuna canta, \u201ca gente \u00e9 foda, parab\u00e9ns pra todos n\u00f3s\u201d. Parab\u00e9ns Comuna\u2026 que venham mais 10 anos de sambas, de sonhos e de lutas\u2026 Comuna que Pariu, uma verdadeira arma da cr\u00edtica.\n<\/p><p>\nUm pouco da hist\u00f3ria do Comuna\n<\/p><p>\nO Comuna, desde sua funda\u00e7\u00e3o, buscou retratar em seus sambas e carnavais importantes lutas do nosso povo, com irrever\u00eancia, mas sem perder a seriedade que tais temas demandam. Assim o Comuna falou da luta pela Anistia e como a anistia foi capturada anistiando tamb\u00e9m o torturador; bradou que o Petr\u00f3leo ainda tinha de ser nosso, protestando contra as privatiza\u00e7\u00f5es das bacias de petr\u00f3leo e da pr\u00f3pria Petrobras; gritou que \u00e9ramos todos sem terra e abra\u00e7ou a luta dos camponeses e trabalhadores rurais pela reforma agr\u00e1ria; lutou contra as remo\u00e7\u00f5es, celebrou Oscar Niemeyer e chegou a sua maturidade como bloco, ao constituir sua pr\u00f3pria bateria, carinhosamente chamada de A Maluca. Passou a ser organizado pela Base de Cultura do PCB e apareceu totalmente novo em 2014 cantando e protestando contra as obras da Copa e os desvios da turma do Cabral, falando em alto e bom som: \u201cTaco Pedra, Fa\u00e7o Greve, Levo Bala de Borracha, Chuto Bomba o ano inteiro, mas n\u00e3o tiro o p\u00e9 da pra\u00e7a, remo\u00e7\u00e3o pra tirania, cada baqueta \u00e9 um fuzil, a Revolu\u00e7\u00e3o foi a copa que pariu!\u201d, samba que foi cantado nas manifesta\u00e7\u00f5es durante a Copa da Fifa. Assim, o Comuna com cinco anos ganhava o imagin\u00e1rio e as ruas do Rio, se tornando mais que um Bloco, uma refer\u00eancia de resist\u00eancia cultural e de luta por uma sociedade mais justa cantando as aspira\u00e7\u00f5es do nosso povo: \u201cEm vez de est\u00e1dios quero ter mais hospitais, vandalizado pela mis\u00e9ria e explora\u00e7\u00e3o, o povo tem que caminhar lado a lado, pra mudar todo esse estado e melar qualquer tapet\u00e3o\u201d.\n<\/p><p>\nO Comuna em 2015 mostrou que, se alguns achavam que tinha chegado no teto como bloco de esquerda no carnaval, rompia o teto e dava um salto dial\u00e9tico na festa e na luta apresentando o carnaval &#8220;Lugar de mulher \u00e9 onde ela quiser&#8221;. O Comuna denunciou que o machismo podia ser a agress\u00e3o como piada sutil e que devia ser combatido por todos n\u00f3s e celebrou a mem\u00f3ria da luta \u201cLembra daquele Carnaval no Soviete, Bloco na rua, nossa greve em 17, Tinta vermelha e lil\u00e1s na nossa cara, Somos Anita, Rosa, Olga e Clara\u2026 Satan\u00e1s e bruxas, abortando o capital, camaradas, nossa luta \u00e9 Internacional\u201d. Em 2016 o Comuna apresentou seus instrumentos a servi\u00e7o da luta contra o racismo, num evento que marcou o carnaval. O samba repleto de homenagens r\u00edtmicas \u00e0 luta dos negros e negras denunciou tanto o racismo mais duro e sem maquiagem presente em nossa sociedade, como o racismo camuflado e disfar\u00e7ado numa suposta democracia racial. O Comuna se apresentou dizendo \u201cVoc\u00ea notou que esses versos t\u00eam cor, a cor do negro trabalhador\u201d, \u201cNosso samba \u00e9 na ra\u00e7a, quizomba, arrua\u00e7a, Catando latinha no canto da pra\u00e7a, Mordendo morda\u00e7a, No cativeiro, no por\u00e3o, No conv\u00e9s, na remo\u00e7\u00e3o. Adivinha\u00ed quem chegou, Na praia escravizado, (Advinha quem chegou de 474), Adivinha a carne mais barata do mercado, Diz quem foi o bra\u00e7o desse Estado, E ainda \u00e9&#8230; resist\u00eancia popular!\u201d O samba ainda cantava a mem\u00f3ria de Zumbi, Minervino, Claudino, Solano Trindade e Clementina de Jesus e prestava homenagem a Cl\u00e1udia, mulher morta pela pol\u00edcia no sub\u00farbio do Rio e a Rafael Braga, preso injustamente pela pol\u00edcia do Rio.\n<\/p><p>\nEm 2017 o Comuna trouxe a luta contra toda forma de opress\u00e3o e preconceito, cantando a diversidade sexual e a luta contra a LGBTfobia. \u201cAs bi, as Gay, as Trans e as sapat\u00e3o, T\u00e3o juntas no Comuna pra fazer revolu\u00e7\u00e3o\u201d. O Comuna escancarou o debate e sem pudor abriu a pol\u00eamica com o conservadorismo e suas vis\u00f5es de mundo. O samba do Comuna traz bandeiras do movimento LGBT e as conecta com a luta de classes: \u201cOlha a\u00ed\/ sempre fui parte dessa hist\u00f3ria \u2026\/ Olha, ningu\u00e9m apaga minha mem\u00f3ria\/ Sou trabalhadora, sou guerreira (\u2026)\/ Quero pra vida, bem al\u00e9m do carnaval\/ O direito de existir \/ quero meu nome social!\u201d. Em 2018 o Comuna trouxe o cotidiano da classe trabalhadora, seus dramas e sua luta, o cotidiano de quem sofre com a intensifica\u00e7\u00e3o da precariza\u00e7\u00e3o da vida. Precariza\u00e7\u00e3o que ganha contornos dram\u00e1ticos com a retirada de conquistas hist\u00f3ricas de nossa classe. O Comuna ent\u00e3o cantou \u201cChegou o Comuna, bando de trabalhador\u201d, e esse bando de trabalhadores ocupou as ruas do Rio cantando \u201cE agora, Maria? E agora, Jos\u00e9? Roubaram teu sonho, venderam tua f\u00e9. Futuro, promessa, passaram a m\u00e3o, Na bunda da popula\u00e7\u00e3o\u2026 Vambora Maria, vambora Jos\u00e9. Viver pra mudar nossa hist\u00f3ria, Vermelha vit\u00f3ria, desbanca burgu\u00eas. \u00d3 n\u00f3s aqui outra vez\u201d E para quem dizia que em tempos dif\u00edceis n\u00e3o dev\u00edamos \u201cbrincar\u201d o carnaval, o Comuna respondia \u201cRevolu\u00e7\u00e3o e carnaval \u00c9 coisa nossa, nossa classe construiu\u201d e bradava para todos escutarem, amigos e advers\u00e1rios, companheiros e inimigos \u201cAl\u00e9m da Dor, tamb\u00e9m nos une o Amor\u201d e partia para a luta.\n<\/p><p>\nAgora em 2019 o Comuna, em seus 10 anos, chama a todos para se manifestarem em tempos sombrios e ocuparem as ruas, fazer a resist\u00eancia e lutar pelas \u201ccoisas da vida que a esquerda disputa\u201d.\n<\/p><p>\nComuna Que Pariu! 2019 Sambamos, amamos, resistimos e lutamos\nE que venham mais 10 anos!\nCompositores: Bil-Rait \u201cBuchecha\u201d, Belle Lopes, Luiz Guilherme \u201cLG\u201d, Raquel Fragoso, Carol Soares, Hildebrando Saraiva, Marina Castro, Rian Rodrigues, Valentina Sofia, Filipe Boechat, Bruna T\u00e1vora, Arthurito e Havana da Chuquinha\n<\/p><p>\nOlha quem voltou\n<\/p><p>\nQuem sempre volta e h\u00e1 dez anos faz a festa\n<\/p><p>\nNa fresta do tempo, tempo fechou\n<\/p><p>\nSe o tempo fecha, nosso bloco manifesta\n<\/p><p>\nOs sonhos que costuram a fantasia\n<\/p><p>\nDe que um dia chegue o dia de tornar realidade\n<\/p><p>\nAs coisas da vida que a esquerda disputa\n<\/p><p>\nA gente transforma o luto em luta\n<\/p><p>\nCuidado, Jesus morreu do nosso lado!\n<\/p><p>\nTire o seu fascismo do caminho,\n<\/p><p>\nNem um passo atr\u00e1s, \u00f4 abre alas\n<\/p><p>\nN\u00e3o vamos voltar pros arm\u00e1rios, fog\u00f5es e senzalas!\n<\/p><p>\nEu sou Comuna, eu sou!\n<\/p><p>\nNingu\u00e9m vai me calar\n<\/p><p>\nSou resist\u00eancia, sou cultura popular\n<\/p><p>\nSomos os campos, centros, guetos e favelas\n<\/p><p>\nZumbis, Dandaras, Marielles, Marighellas\n<\/p><p>\nSeu mo\u00e7o, seu caso \u00e9 descaso\n<\/p><p>\nPor \u00f3dio que gera revolta e dor\n<\/p><p>\nSeu mo\u00e7o, seu riso \u00e9 atraso\n<\/p><p>\nMeu grito \u00e9 forjado no amor\n<\/p><p>\nRespeita nossa hist\u00f3ria\n<\/p><p>\nSer comunista \u00e9 a nossa decis\u00e3o\n<\/p><p>\nSeu circo t\u00e1 armado, e n\u00f3s na m\u00e3o\n<\/p><p>\nNa m\u00e3o um do outro hasta la revolu\u00e7\u00e3o\n<\/p><p>\nGinga, \u201cMaluca\u201d i\u00e1-i\u00e1, que o nosso dia chegou\n<\/p><p>\nSinh\u00f4 vai ter que engolir o som do nosso tambor\n<\/p><p>\nGinga, \u201cMaluca\u201d, encanta e canta numa s\u00f3 voz\n<\/p><p>\nA gente \u00e9 foda, parab\u00e9ns pra todos n\u00f3s!\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/22430\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[50],"tags":[222],"class_list":["post-22430","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c61-cultura-revolucionaria","tag-2b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-5PM","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22430","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22430"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22430\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22430"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22430"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22430"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}