{"id":2268,"date":"2012-01-18T15:03:05","date_gmt":"2012-01-18T15:03:05","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=2268"},"modified":"2015-06-09T00:27:58","modified_gmt":"2015-06-09T03:27:58","slug":"contradicoes-da-sexta-economia-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/2268","title":{"rendered":"Contradi\u00e7\u00f5es da sexta economia do mundo"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal\/images\/stories\/outras-opinioes.png?w=747\" alt=\"\" align=\"right\" border=\"0\" \/><strong>O POVO (Fortaleza-CE) &#8211; 07.01.2012| 15:00 <\/strong><\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 70 do s\u00e9culo passado, o Brasil desenvolvia secretamente seu programa nuclear para fins militares. Para assegurar-lhe recursos financeiros, estabelecera parceria com o Iraque, que bancava os elevados investimentos necess\u00e1rios em troca de acesso aos conhecimentos tecnol\u00f3gicos brasileiros. O respons\u00e1vel pelo programa na Aeron\u00e1utica era o tenente-coronel aviador Jos\u00e9 Alberto Albano do Amarante, engenheiro eletr\u00f4nico formado pelo ITA.<!--more--><\/p>\n<p>Em outubro de 1981, Amarante foi atacado por uma leucemia arrasadora, que o matou em menos de duas semanas. Sua fam\u00edlia tem como certo que o cientista foi morto pelos servi\u00e7os secretos dos EUA e de Israel, com o objetivo de impedir a capacita\u00e7\u00e3o brasileira \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de armas at\u00f4micas. Dando for\u00e7a \u00e0s suspeitas, foi identificado um agente israelense do Mossad, de nome Samuel Giliad, atuando \u00e0 \u00e9poca em S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, e que fugiu do pa\u00eds logo ap\u00f3s a misteriosa morte do oficial brasileiro.<\/p>\n<p>O epis\u00f3dio d\u00e1 bem o tom da virul\u00eancia empregada pelos EUA e Israel para bloquear a entrada de outros pa\u00edses no fechado clube nuclear. N\u00e3o por coincid\u00eancia, apenas quatro meses antes da suposta a\u00e7\u00e3o em territ\u00f3rio brasileiro, Israel desfechara devastador ataque a\u00e9reo ao reator nuclear de Osirak, no Iraque, que vinha sendo constru\u00eddo pelos franceses.<\/p>\n<p>Tais fatos d\u00e3o credibilidade \u00e0s reiteradas den\u00fancias do governo iraniano de que seus cientistas est\u00e3o sendo alvo de atentados por parte dos servi\u00e7os secretos estadunidense, brit\u00e2nico e israelense. Somente em 2010, foram mortos os f\u00edsicos Masud Ali Mohamadi e Majid Shariari, que atuavam no desenvolvimento de reatores nucleares, ambos v\u00edtimas de explos\u00f5es de bombas em seus pr\u00f3prios autom\u00f3veis, enquanto o chefe da Organiza\u00e7\u00e3o de Energia At\u00f4mica do Ir\u00e3, Abbasi-Davanina, escapava por pouco da detona\u00e7\u00e3o de um carro-bomba, conforme ele pr\u00f3prio denunciou durante a confer\u00eancia anual da Ag\u00eancia Internacional de Energia At\u00f4mica, em setembro \u00faltimo. Em julho de 2011, o f\u00edsico Daryush Rezaei, 35 anos, foi morto a tiros em frente a sua casa, em ataque que tamb\u00e9m feriu sua esposa. Esses s\u00e3o alguns dos muitos casos de assassinatos e desaparecimentos de cientistas e chefes militares iranianos nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>Os crimes se d\u00e3o em paralelo \u00e0s intensas press\u00f5es do governo dos EUA para que a comunidade internacional aplique severas san\u00e7\u00f5es ao Ir\u00e3 sob o argumento de que o pa\u00eds descumpre o Tratado de N\u00e3o-Prolifera\u00e7\u00e3o de Armas Nucleares (TNP).<\/p>\n<p>Criado pela ONU em 1968, o acordo tem tr\u00eas objetivos principais: coibir o uso de tecnologia nuclear para produ\u00e7\u00e3o de armas, eliminar os armamentos nucleares existentes e regular o uso de energia nuclear para fins pac\u00edficos. Convenientemente, as grandes pot\u00eancias interpretam o acordo segundo seus pr\u00f3prios interesses: bloqueiam o desenvolvimento da pesquisa dos pa\u00edses n\u00e3o detentores de armas at\u00f4micas, mesmo quando para fins pac\u00edficos, e fazem letra morta dos dispositivos do tratado que determinam o desarmamento.<\/p>\n<p>Como previa o embaixador do Brasil na ONU, em 1968, Jos\u00e9 Augusto Ara\u00fajo de Castro, quando atuou para impedir a ades\u00e3o do Brasil ao TNP, o tratado \u00e9 apenas um instrumento para perpetuar o poder das grandes pot\u00eancias.<\/p>\n<p>Documentos divulgados pelo Wikileaks deixam clara a disposi\u00e7\u00e3o dos EUA em n\u00e3o reduzir o n\u00famero de ogivas nucleares instaladas na Europa. Por outro lado, enquanto todos os pa\u00edses do Oriente M\u00e9dio fazem parte do TNP, Israel, \u00fanico detentor de armas nucleares na regi\u00e3o, nega-se a aderir ao acordo e repudiou as censuras de que foi alvo no relat\u00f3rio final da \u00faltima reuni\u00e3o quinquenal do TNP, em 2010, gerando a amea\u00e7a dos demais governos vizinhos de abandonar o tratado na pr\u00f3xima reuni\u00e3o, marcada para 2012.<\/p>\n<p>As guerras contra o Afeganist\u00e3o, Iraque e L\u00edbia, mais as amea\u00e7as contra a S\u00edria, Coreia e Ir\u00e3, parecem evidenciar que somente a capacidade de retalia\u00e7\u00e3o at\u00f4mica intimida o imp\u00e9rio, j\u00e1 que a assimetria das for\u00e7as alimenta aventuras dos Estados Unidos e de seus s\u00f3cios de rapina, todos em busca de conflitos b\u00e9licos, seja para assegurar dom\u00ednios seja para encobrir seus graves problemas dom\u00e9sticos.<\/p>\n<p>A conjuntura estrat\u00e9gica do Oriente M\u00e9dio indica que, para sua sobreviv\u00eancia, o Ir\u00e3 n\u00e3o tem outra alternativa que a de construir sua bomba e, nesse sentido, corre contra o tempo, dado o cerco que se fecha contra o pa\u00eds.<\/p>\n<p>Como analisa o cientista pol\u00edtico paquistan\u00eas Tariq Ali, n\u00e3o \u00e9 despropositado considerar que o surgimento de outra pot\u00eancia nuclear no Oriente M\u00e9dio possa propiciar estabilidade pol\u00edtica \u00e0 regi\u00e3o e ao mundo, por contradit\u00f3rio que possa parecer.<\/p>\n<p>O Brasil \u00e9 uma forma\u00e7\u00e3o social fundada na desigualdade social e violenta concentra\u00e7\u00e3o de renda, riqueza e capital. Isso \u00e9 o para\u00edso para as empresas transnacionais. Quanto maior essa concentra\u00e7\u00e3o (vi\u00e1vel pela falta de um sistema tribut\u00e1rio progressivo, que taxe mais que tem mais e movimenta mais dinheiro), maiores as possibilidades de investimentos e lucros.<\/p>\n<p>O manique\u00edsmo domina as an\u00e1lises sobre o Brasil e o desempenho do governo Lula\/Dilma. De um lado, alguns avaliam que o governo \u00e9 respons\u00e1vel por d\u00e1divas de Deus. Do outro, n\u00e3o fez nada que preste e merece as chamas do inferno. A leitura do estudo da consultoria brit\u00e2nica, especializada em an\u00e1lises econ\u00f4micas, de que o Brasil ocupar\u00e1 o posto de sexta maior economia do mundo seguiu o mesmo padr\u00e3o.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos oito anos, o Brasil teve um crescimento baixo em compara\u00e7\u00e3o com os outros pa\u00edses emergentes, mas bem maior do que no sombrio per\u00edodo do Fernando Henrique Cardoso. No entanto, o principal fator para o Brasil chegar ao posto foi a crise capitalista de 2008, que derrubou pa\u00edses centrais.<\/p>\n<p>O fortalecimento do mercado interno, com a valoriza\u00e7\u00e3o do sal\u00e1rio m\u00ednimo, pol\u00edticas de cr\u00e9dito e pol\u00edticas sociais tamb\u00e9m foi importante, mas n\u00e3o central para o pa\u00eds se tornar a sexta economia do mundo. Isso acontece porque o mercado interno brasileiro, embora fortalecido, n\u00e3o est\u00e1 no centro da din\u00e2mica da nossa economia, que \u00e9 dependente do mercado externo.<\/p>\n<p>Quem sustenta a economia brasileira \u00e9 a exporta\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria-prima mineral e agr\u00edcola, controlada por empresas transnacionais e do mercado financeiro que n\u00e3o paga impostos na exporta\u00e7\u00e3o (por causa da Lei Kandir, uma heran\u00e7a maldita do governo Fernando Henrique Cardoso mantida at\u00e9 hoje), para China e outros pa\u00edses centrais.<\/p>\n<p>Por isso, a \u201cgrande\u201d vantagem comparativa do Brasil na disputa capitalista internacional \u00e9 o baixo valor de troca da for\u00e7a de trabalho (nossos trabalhadores t\u00eam um n\u00edvel de renda menor que dos pa\u00edses centrais, assim s\u00e3o superexplorados), a explora\u00e7\u00e3o de recursos agr\u00edcolas e minerais e o desrespeito a direitos sociais b\u00e1sicos.<\/p>\n<p>O Brasil \u00e9 uma forma\u00e7\u00e3o social fundada na desigualdade social e violenta concentra\u00e7\u00e3o de renda, riqueza e capital. Isso \u00e9 o para\u00edso para as empresas transnacionais. Quanto maior essa concentra\u00e7\u00e3o (vi\u00e1vel pela falta de um sistema tribut\u00e1rio progressivo, que taxe mais que tem mais e movimenta mais dinheiro), maior as possibilidades de investimentos e lucros.<\/p>\n<p>Um dos elementos que garante essas condi\u00e7\u00f5es \u00e9 o pagamento de sal\u00e1rios baixos. Segundo dados preliminares do Censo divulgados nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), a maioria dos postos de trabalho criados a partir de 2000 foi ocupada por trabalhadores com remunera\u00e7\u00e3o de at\u00e9 dois sal\u00e1rios m\u00ednimos (igual a R$ 1.244 com o novo sal\u00e1rio m\u00ednimo). Essa faixa de remunera\u00e7\u00e3o representa 63% do total em 2010.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 explora\u00e7\u00e3o dos recursos naturais, o pa\u00eds passa por uma ofensiva do capital estrangeiro, para controlar as nossas terras e a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola. A desnacionaliza\u00e7\u00e3o das terras e da agricultura chega a n\u00edveis in\u00e9ditos, enquanto o governo n\u00e3o tem instrumentos para mensurar e controlar. De 2002 a 2008, empresas do agroneg\u00f3cio trouxeram uma avalanche de investimentos estrangeiros, que somaram US$ 46,91 bilh\u00f5es, de acordo com dados do Banco Central.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, enquanto exporta mat\u00e9ria-prima mineral, para que os pa\u00edses centrais produzam m\u00e1quinas, equipamentos e produtos eletr\u00f4nicos, o Brasil passa por um grave processo de desindustrializa\u00e7\u00e3o. Uma mo\u00e7\u00e3o do Congresso Brasileiro de Economia, realizado em setembro, apontou que \u201co Brasil n\u00e3o pode continuar com o atual processo de aumento da depend\u00eancia da importa\u00e7\u00e3o de produtos industrializados. A atual substitui\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o interna por produtos importados ocorre antes que o pa\u00eds tenha alcan\u00e7ado o dom\u00ednio dos processos tecnol\u00f3gicos estrat\u00e9gicos para assegurar a sustentabilidade de seu desenvolvimento soberano\u201d.<\/p>\n<p>Por fim, os direitos sociais dos brasileiros s\u00e3o desrespeitados, o que abre a perspectiva de investimentos do grande capital em empresas do setor de servi\u00e7os e, ao mesmo tempo, \u201clibera\u201d o Estado de aplicar os recursos dos impostos nessas \u00e1reas para pagar os juros, amortiza\u00e7\u00f5es e os t\u00edtulos da d\u00edvida p\u00fablica, que s\u00e3o controladas por bancos brasileiros e estrangeiros e empresas transnacionais. Do or\u00e7amento geral da Uni\u00e3o, apenas em 2010, R$ 635 bilh\u00f5es (que representa cerca de 45% do montante total do or\u00e7amento) para o pagamento de juros, amortiza\u00e7\u00f5es e o refinanciamento da d\u00edvida p\u00fablica brasileira.<\/p>\n<p>O que o Brasil oferece ao mundo, ou melhor, \u00e0s empresas capitalistas transnacionais s\u00e3o trabalhadores mal remunerados, condi\u00e7\u00f5es para concentra\u00e7\u00e3o de renda e riqueza para novos investimentos, terras (al\u00e9m de sol e \u00e1gua) para a produ\u00e7\u00e3o de commodities para exporta\u00e7\u00e3o, min\u00e9rios sem valor agregado para os pa\u00edses centrais e mercado para investimentos no setor de servi\u00e7os.<\/p>\n<p>Aplaudir com entusiamo e sem fazer necess\u00e1rias pondera\u00e7\u00f5es ao 6\u00ba lugar do Brasil na economia mundial \u00e9 comemorar a consolida\u00e7\u00e3o e expans\u00e3o de um modelo econ\u00f4mico que se sustenta nas m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es de vida do povo brasileiro, na desigualdade de riqueza\/renda e na desnacionaliza\u00e7\u00e3o\/desindustrializa\u00e7\u00e3o da economia, que fazem do Brasil o para\u00edsos das empresas transnacionais.<\/p>\n<p>S\u00f3 valer\u00e1 a pena para o povo brasileiro continuar crescendo na lista das maiores economias do mundo se foram realizadas mudan\u00e7as estruturais \u2013 que possam garantir melhores condi\u00e7\u00f5es de vida a toda a popula\u00e7\u00e3o, com maiores sal\u00e1rios e a efetiva\u00e7\u00e3o dos direitos sociais, e a independ\u00eancia econ\u00f4mica, industrial e tecnol\u00f3gica em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s empresas estrangeiras \u2013 em torno de um projeto popular para o desenvolvimento do Brasil. Que o povo brasileiro se organize e lute para constru\u00ed-lo em 2012!<\/p>\n<p><em><strong>*Igor Felippe Santos \u00e9 jornalista<\/strong>, editor da P\u00e1gina do MST, do conselho pol\u00edtico do jornal Brasil de Fato e do Centro de Estudos Bar\u00e3o de Itarar\u00e9.<\/em><\/p>\n<p><em>Fonte: <a href=\"http:\/\/www.rodrigovianna.com.br\/geral\/contradicoes-da-6%C2%AA-economia-do-mundo.html\" target=\"_blank\">http:\/\/www.rodrigovianna.com.br\/geral\/contradicoes-da-6%C2%AA-economia-do-mundo.html<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\nCr\u00e9dito: ODiario.info\n\n\n\n\n\n\n\n\nIgor Felippe Santos\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/2268\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[104],"tags":[],"class_list":["post-2268","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c117-outras-opinioes"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-AA","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2268","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2268"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2268\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2268"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2268"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2268"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}