{"id":23073,"date":"2019-05-14T21:25:56","date_gmt":"2019-05-15T00:25:56","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=23073"},"modified":"2019-05-14T21:26:06","modified_gmt":"2019-05-15T00:26:06","slug":"portugal-participa-do-confisco-de-bens-a-venezuela","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/23073","title":{"rendered":"Portugal participa do confisco de bens \u00e0 Venezuela"},"content":{"rendered":"\n<img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\"  alt=\"imagem\"  src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.resistir.info\/portugal\/imagens\/ssilva_pompeo.jpg\"\/><!--more-->por Jos\u00e9 Goul\u00e3o\n<\/p><p>\nO governo da Rep\u00fablica Portuguesa est\u00e1 envolvido, direta e indiretamente, na apropria\u00e7\u00e3o ilegal de pelo menos tr\u00eas bilh\u00f5es de euros de bens p\u00fablicos da Venezuela a que o Estado venezuelano est\u00e1 impedido de recorrer para comprar medicamentos, alimentos e outros produtos de primeira necessidade para a sobreviv\u00eancia da popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. Dessa verba, 1359 milh\u00f5es de d\u00f3lares correspondem ao valor do ouro de Caracas extorquido pelo Banco de Inglaterra, com anu\u00eancia dos pa\u00edses da Uni\u00e3o Europeia, e 1543 milh\u00f5es de euros \u00e9 a fatia de dinheiro confiscada pelo Novo Banco, uma entidade nacional que foi salva com dinheiro extra\u00eddo dos bolsos dos portugueses e depois oferecida a um fundo abutre norte-americano.\nAt\u00e9 prova em contr\u00e1rio, o governo de Portugal \u00e9 parte respons\u00e1vel por estes atos \u2013 al\u00e9m do reconhecimento do golpe terrorista atrav\u00e9s do qual os Estados Unidos designaram o seu agente Juan Guaid\u00f3 como &#8220;presidente interino&#8221; da Venezuela. Os portugueses continuam \u00e0 espera de respostas concretas a perguntas diretas sobre estas atividades governamentais praticadas \u00e0 revelia e contra os interesses dos portugueses, sobretudo dos que vivem emigrados na Venezuela. At\u00e9 agora s\u00f3 o sil\u00eancio tem respondido aos pedidos de esclarecimento, o que tamb\u00e9m n\u00e3o parece perturbar a comunica\u00e7\u00e3o mainstream que, assim sendo, s\u00f3 tem o que merece. Mas o sil\u00eancio governamental vai valendo com uma confiss\u00e3o de cumplicidade de Lisboa com os crimes cometidos pela dire\u00e7\u00e3o fascista dos Estados Unidos da Am\u00e9rica contra a Rep\u00fablica soberana da Venezuela. Quem cala consente, sobretudo sendo este um governo que tem palavra f\u00e1cil. \n<\/p><p>\n&#8220;A nossa estrat\u00e9gia funciona\u2026&#8221; \n<\/p><p>\nE o que est\u00e1 se passando contra a Venezuela, com participa\u00e7\u00e3o do governo de Portugal, \u00e9 uma guerra avassaladora que envolve &#8220;crimes de lesa humanidade&#8221; pass\u00edveis de cair sob a al\u00e7ada do Tribunal Penal Internacional, de acordo com um relat\u00f3rio pedido pela ONU e em poder da Comiss\u00e3o de Direitos Humanos da organiza\u00e7\u00e3o. \n<\/p><p>\nA guerra que atinge a Venezuela n\u00e3o resulta de san\u00e7\u00f5es pontuais, como poder\u00e1  se pensar. O que os Estados Unidos montaram, desde que o presidente Obama declarou o pa\u00eds como &#8220;uma amea\u00e7a \u00e0 seguran\u00e7a nacional&#8221; norte-americana, em 2014, \u00e9 um sistema organizado de puni\u00e7\u00e3o coletiva que visa a fal\u00eancia e o desmantelamento do Estado venezuelano. \n<\/p><p>\nO Conselho de Rela\u00e7\u00f5es Externas dos Estados Unidos, o mais pesado dos famosos think tanks deste pa\u00eds, confessa que &#8220;as san\u00e7\u00f5es s\u00e3o alternativas vis\u00edveis e menos dispendiosas do que uma interven\u00e7\u00e3o militar&#8221;. Por outras palavras, as san\u00e7\u00f5es s\u00e3o uma guerra, admite. \n<\/p><p>\nMais claro ainda nos termos usados \u00e9 um membro do Departamento de Estado norte-americano que prestou declara\u00e7\u00f5es sob condi\u00e7\u00e3o de anonimato a um conjunto de jornalistas, entre os quais Maria Molina, da R\u00e1dio Col\u00f4mbia. &#8220;Estamos assistindo a um colapso econ\u00f4mico total da Venezuela&#8221;, disse. &#8220;Portanto, a nossa pol\u00edtica funciona, a nossa estrat\u00e9gia funciona&#8221;. \n<\/p><p>\n\u00c9 a pessoas deste tipo e com esta consci\u00eancia humanit\u00e1ria que o governo de Portugal est\u00e1 associado. \n<\/p><p>\nNo passado dia 25 de abril, dois economistas norte-americanos, Max Weibrot e Jeffrey Sachs, do Centro de Investiga\u00e7\u00e3o Pol\u00edtica e Econ\u00f4mica dos Estados Unidos, conclu\u00edram que o bloqueio econ\u00f4mico e humanit\u00e1rio representa uma &#8220;puni\u00e7\u00e3o coletiva&#8221; que provocou j\u00e1 a morte de pelo menos 40 mil pessoas na Venezuela. Se as san\u00e7\u00f5es n\u00e3o existissem, revelam os autores, a economia do pa\u00eds n\u00e3o teria sido afetada, seguiria o seu caminho; por outras palavras, n\u00e3o haveria &#8220;crise humanit\u00e1ria&#8221;, n\u00e3o existiria &#8220;colapso&#8221;. \n<\/p><p>\nUma teia imperial \n<\/p><p>\nAs san\u00e7\u00f5es nada t\u00eam de acumula\u00e7\u00e3o de decis\u00f5es pontuais aleat\u00f3rias. S\u00e3o aplicadas atrav\u00e9s de uma teia estruturada com o objetivo de asfixiar os mecanismos que permitem a vida de um Estado e de um pa\u00eds. \n<\/p><p>\nA sucess\u00e3o de Ordens Executivas emanadas pelos Estados Unidos, mas com impacto global, sobrepondo-se \u00e0 ordem internacional vigente segundo o sistema da ONU, ilustram o funcionamento de um verdadeiro poder imperial. \n<\/p><p>\nAs medidas estabelecidas por Washington contra a Caracas \u2013 do mesmo tipo das impostas ao Ir\u00e3 e a Cuba \u2013 pretendem fazer com que a Venezuela deixe de funcionar com a banca internacional e o sistema financeiro em geral, n\u00e3o possa comercializar os produtos que garantam a subsist\u00eancia do Estado e das popula\u00e7\u00f5es, como o petr\u00f3leo e o ouro. Neste quadro a Venezuela fica inibida de exportar e importar, de se administrar, de se financiar e de honrar as suas d\u00edvidas. Esta asfixia induz a um processo s\u00e1dico de puni\u00e7\u00e3o de milh\u00f5es de pessoa for\u00e7ando-as, no limite, a submeter-se \u00e0 mis\u00e9ria ou a virar-se contra um governo que n\u00e3o \u00e9, de fato, respons\u00e1vel pela degrada\u00e7\u00e3o constante da situa\u00e7\u00e3o. \n<\/p><p>\nMerc\u00ea da complexa teia de procedimentos aplicada de forma arbitr\u00e1ria em termos pol\u00edticos, econ\u00f4micos, financeiros, sociais e humanit\u00e1rios, a Venezuela n\u00e3o pode vender petr\u00f3leo e ouro, n\u00e3o pode comprar medicamentos em geral e vacinas em particular, n\u00e3o pode contrair empr\u00e9stimos junto da banca internacional, onde tamb\u00e9m n\u00e3o pode movimentar os seus ativos depositados ou em circula\u00e7\u00e3o no estrangeiro; al\u00e9m de n\u00e3o lhe ser permitido pagar as d\u00edvidas, para que depois possa ser acusada de n\u00e3o honrar prazos de pagamento e cair em default. Levando assim, por arrastamento, os imp\u00e9rios internacionais de notifica\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos, como a Standard and Poor&#8217;s a colocar a Venezuela nos \u00faltimos lugares, muito abaixo de &#8220;lixo&#8221; \u2013 situa\u00e7\u00e3o mais grave ainda do que as de pa\u00edses v\u00edtimas de guerras e agress\u00f5es militares. \n<\/p><p>\nTrata-se de um sistema maquiav\u00e9lico, s\u00e1dico, repete-se, porque atinge os seres humanos onde eles s\u00e3o mais d\u00e9beis, dependentes e indefesos como a sa\u00fade, a alimenta\u00e7\u00e3o, os bens essenciais de consumo. Uma guerra imposta sem tropas mas tamb\u00e9m com mortos, feridos e famintos. \n<\/p><p>\nA componente portuguesa \n<\/p><p>\nE o governo de Portugal participa de forma sorrateira, sem o assumir perante os portugueses, nesta opera\u00e7\u00e3o que provoca danos deliberados na economia e no sistema de sa\u00fade venezuelano, com a agravante de originar &#8220;diversos casos de morte \u2013 o que implica crimes de lesa humanidade&#8221;, segundo o relat\u00f3rio apresentado pelo perito independente da ONU, Alfred-Maurice de Zayas, na \u00faltima sess\u00e3o da Comiss\u00e3o de Direitos Humanos das Na\u00e7\u00f5es Unidas. \n<\/p><p>\nUma participa\u00e7\u00e3o portuguesa que n\u00e3o acontece apenas por alinhamento, devido \u00e0s &#8220;nossas alian\u00e7as&#8221; ou \u00e0s inger\u00eancias da Uni\u00e3o Europeia. \u00c9 uma op\u00e7\u00e3o deliberada. \n<\/p><p>\nJ\u00e1 em agosto de 2016, por exemplo, o Novo Banco decidiu que estava impossibilitado de fazer opera\u00e7\u00f5es em d\u00f3lares com os bancos venezuelanos, invocando press\u00f5es de outras entidades banc\u00e1rias com as quais se relaciona. F\u00ea-lo numa conjuntura em que institui\u00e7\u00f5es como o Citibank se negaram a receber fundos venezuelanos para importar 300 mil doses de insulina, o Cr\u00e9dit Suisse proibiu os seus clientes de realizarem opera\u00e7\u00f5es financeiras com a Venezuela e, s\u00f3 em novembro de 2017, foram bloqueadas por bancos internacionais 23 opera\u00e7\u00f5es de compra de alimentos, produtos b\u00e1sicos e medicamentos, no valor de 39 milh\u00f5es de d\u00f3lares. \n<\/p><p>\nMais recentemente, em janeiro e fevereiro deste ano, coincidindo com a entroniza\u00e7\u00e3o golpista de Juan Guaid\u00f3, o Novo Banco travou uma opera\u00e7\u00e3o de importa\u00e7\u00e3o venezuelana de vacinas contra a meningite, rotav\u00edrus e gripe, atitude que afetou diretamente 2,9 milh\u00f5es de crian\u00e7as venezuelanas. \n<\/p><p>\nOutro banco com grande representa\u00e7\u00e3o em Portugal, o Santander, surge envolvido em atua\u00e7\u00f5es deste tipo. Rejeitou uma movimenta\u00e7\u00e3o de fundos para repara\u00e7\u00e3o dos equipamentos hemodin\u00e2micos da \u00e1rea cardiol\u00f3gica, o que atingiu diretamente pelo menos 500 crian\u00e7as com cardiopatia cong\u00eanita. Exemplos deste tipo multiplicam-se em cadeia, associados a centenas de institui\u00e7\u00f5es financeiras internacionais e respectivos ramos. \n<\/p><p>\nOs fundos do Estado venezuelano confiscados pelo Novo Banco atingem os 1543 milh\u00f5es de euros, verbas para serem prioritariamente utilizadas em produtos essenciais como medicamentos e alimenta\u00e7\u00e3o. \n<\/p><p>\nN\u00e3o consta que o governo de Portugal, depois de ter oferecido o antigo Banco Esp\u00edrito Santo, resgatado pelos contribuintes portugueses, a um fundo abutre norte-americano, se tenha movimentado para evitar as consequ\u00eancias das decis\u00f5es desumanas da institui\u00e7\u00e3o \u2013 afinal um banco portugu\u00eas. \n<\/p><p>\nPor\u00e9m, observando o comportamento do executivo de Lisboa nas quest\u00f5es venezuelanas, seria contranatura que o fizesse. \n<\/p><p>\nPorque \u2013 at\u00e9 prova em contr\u00e1rio \u2013 o governo da Rep\u00fablica Portuguesa e o Banco de Portugal deram aval \u00e0 extors\u00e3o de ouro no valor de 1359 milh\u00f5es de d\u00f3lares \u00e0 Rep\u00fablica da Venezuela. O secret\u00e1rio norte-americano do Tesouro, Steven Mnuchin, afirmou que todos os governos e bancos centrais da Uni\u00e3o Europeia foram consultados sobre a opera\u00e7\u00e3o, concretizada pelo Banco de Inglaterra, onde o ouro fora depositado de boa f\u00e9, e ainda n\u00e3o houve ningu\u00e9m que o desmentisse. \n<\/p><p>\nAli\u00e1s, como j\u00e1 anteriormente ficou registrado, o governo portugu\u00eas fez-se representar, em 11 de abril, numa reuni\u00e3o com o mesmo Mnuchin dedicada \u00e0 asfixia financeira contra a Venezuela. \u00c9 do secret\u00e1rio do Tesouro de Trump a seguinte declara\u00e7\u00e3o: &#8220;Continuaremos a utilizar todas as nossas ferramentas diplom\u00e1ticas e econ\u00f4micas para apoiar o presidente interino Guaid\u00f3&#8221;. \n<\/p><p>\nFiel aos tiques de &#8220;bom aluno&#8221;, o executivo de Lisboa n\u00e3o poderia deixar de obedecer tamb\u00e9m \u00e0 Ordem Executiva 13850 do governo norte-americano, que bloqueia, entre muitas outras coisas, o com\u00e9rcio de ouro com a empresa estatal venezuelana Minerven. \n<\/p><p>\nComo o governo de Portugal continua a manter o sil\u00eancio sobre estes seus envolvimentos, e como n\u00e3o poder\u00e1 alegar engano sobre as verdadeiras inten\u00e7\u00f5es &#8220;democr\u00e1ticas&#8221; de Trump ou Mnuchin, n\u00e3o existem d\u00favidas de que se identifica com o car\u00e1ter agressivo, desumano e antidemocr\u00e1tico do lado onde se colocou.\n<\/p><p>\nObjetivos claros e terroristas \n<\/p><p>\nO ministro venezuelano dos Neg\u00f3cios Estrangeiros, Jorge Arreaza, costuma citar um dos seus interlocutores oficiais norte-americanos que lhe disse um dia: &#8220;j\u00e1 que n\u00e3o podemos mudar o governo venezuelano vamos arruinar a vossa economia&#8221;. \n<\/p><p>\nA declara\u00e7\u00e3o resume, sem d\u00favida, todo um programa terrorista de \u00e2mbito transnacional sob a batuta dos Estados Unidos. \n<\/p><p>\nSegundo o relat\u00f3rio de Alfred-Maurice de Zayas, o perito independente designado pela ONU para avaliar a situa\u00e7\u00e3o, esse programa &#8220;al\u00e9m de obstruir o acesso ao financiamento externo e aos pagamentos internacionais afeta o financiamento normal do aparelho produtivo nacional, criando uma redu\u00e7\u00e3o da oferta de bens e servi\u00e7os locais&#8221;. \n<\/p><p>\nAinda segundo Zayas, as san\u00e7\u00f5es de Trump e Obama e as medidas unilaterais do Canad\u00e1 e da Uni\u00e3o Europeia &#8220;agravam direta e indiretamente a escassez de medicamentos como insulina e antirretrovirais, acarretando demoras na distribui\u00e7\u00e3o e funcionando como agravante em diversos casos de morte \u2013 o que implica crimes lesa-humanidade&#8221;. \n<\/p><p>\nO compromisso de Alfred-Maurice Zayas para apreciar a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 com a ONU, n\u00e3o com Nicol\u00e1s Maduro. \n<\/p><p>\nSeria, portanto, bastante mais digno e humanista que o compromisso do governo de Portugal fosse com as Na\u00e7\u00f5es Unidas, n\u00e3o com Donald Trump e o seu farsante Guaid\u00f3. \n07\/Maio\/2019\nO original encontra-se em www.oladooculto.com\/noticias.php?id=347 \n<\/p><p>\nhttps:\/\/www.resistir.info\/portugal\/venezuela_07mai19.html\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/23073\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[165,38,98,45],"tags":[227],"class_list":["post-23073","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-eua","category-c43-imperialismo","category-c111-portugal","category-c54-venezuela","tag-5a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-609","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23073","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23073"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23073\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23073"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23073"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23073"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}