{"id":23164,"date":"2019-05-24T18:32:29","date_gmt":"2019-05-24T21:32:29","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=23164"},"modified":"2019-05-24T18:34:15","modified_gmt":"2019-05-24T21:34:15","slug":"estados-unidos-e-venezuela-um-contexto-historico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/23164","title":{"rendered":"Estados Unidos e Venezuela: um contexto hist\u00f3rico"},"content":{"rendered":"\n<img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\"  alt=\"imagem\"  src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.wixstatic.com\/media\/fd6f54_6e8fc471c8f54a3abc945ab41533df5e~mv2.png\/v1\/fill\/w_630,h_353,al_c,usm_0.66_1.00_0.01\/fd6f54_6e8fc471c8f54a3abc945ab41533df5e~mv2.png\"\/><!--more-->Por James Petras\n<\/p><p> \t\n&#8220;A Venezuela tem as maiores reservas de petr\u00f3leo do mundo, de que s\u00e3o propriet\u00e1rios e n\u00f3s as queremos&#8221;. \u2013 (funcion\u00e1rio an\u00f4nimo de Trump)\nA hostilidade dos EUA e os seus esfor\u00e7os para derrubar o governo venezuelano fazem parte de uma longa e vergonhosa hist\u00f3ria da interven\u00e7\u00e3o dos EUA na Am\u00e9rica Latina que remonta \u00e0 segunda d\u00e9cada do s\u00e9culo XIX. \n<\/p><p>\nEm 1823, o presidente Monroe, dos EUA, declarou, em seu nome, a &#8220;Doutrina Monroe&#8221; \u2013 o direito dos EUA em manter os europeus fora da regi\u00e3o e o direito de os EUA intervirem na defesa dos seus interesses econ\u00f4micos, pol\u00edticos e militares. \n<\/p><p>\nVamos tra\u00e7ar um esbo\u00e7o das fases hist\u00f3ricas da interven\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e militar dos EUA, em nome dos interesses de empresas e da banca dos EUA na regi\u00e3o e os movimentos pol\u00edticos e sociais latino-americanos que se lhe opuseram. \n<\/p><p>\nO primeiro per\u00edodo decorre dos finais do s\u00e9culo XIX at\u00e9 aos anos 30 e inclui invas\u00f5es de fuzileiros, a instala\u00e7\u00e3o de ditaduras fantoches dos EUA e a resist\u00eancia de revolu\u00e7\u00f5es populares chefiadas por v\u00e1rios l\u00edderes revolucion\u00e1rios em El Salvador (Farabundo Mart\u00ed), na Nicar\u00e1gua (Augusto Sandino), em Cuba (Jos\u00e9 Mart\u00ed) e no M\u00e9xico (Lazaro C\u00e1rdenas). \n<\/p><p>\nDepois, analisaremos as interven\u00e7\u00f5es dos EUA, ap\u00f3s a II Guerra Mundial, o derrube de governos populares e a repress\u00e3o de movimentos sociais, incluindo a Guatemala (1954), o golpe no Chile (1973), a invas\u00e3o dos EUA da Rep\u00fablica Dominicana (1965), de Granada (1982) e do Panam\u00e1 (1989). \n<\/p><p>\nA seguir, examinamos as tentativas dos EUA para derrubar o governo da Venezuela (1998 at\u00e9 ao presente). \n<\/p><p>\nPol\u00edtica dos EUA na Am\u00e9rica Latina: Democracia, ditadura e movimentos sociais \n<\/p><p>\nO general norte-americano Smedley Butler [1] resumiu os seus 33 anos nas for\u00e7as armadas como o &#8220;homem forte dos Grandes Neg\u00f3cios, da Wall Street e dos banqueiros\u2026 Ajudei a transformar o M\u00e9xico num lugar seguro para os interesses petrol\u00edferos americanos, em 1914. Ajudei a fazer de Haiti e de Cuba locais decentes para o National City Bank arrecadar receitas\u2026 Ajudei na pilhagem de meia d\u00fazia de rep\u00fablicas da Am\u00e9rica Central em benef\u00edcio da Wall Street. Ajudei a &#8220;limpar&#8221; a Nicar\u00e1gua para a casa banc\u00e1ria dos Brown Brothers em 1902-1912. Trouxe \u00e0 luz a Rep\u00fablica Dominicana para os interesses a\u00e7ucareiros americanos em 2016. Ajudei a fazer das Honduras o local certo para as empresas de frutas americanas em 1903\u2026 Olhando para tr\u00e1s, podia ter dado a Al Capone algumas sugest\u00f5es&#8221;! \n<\/p><p>\nNos primeiros 40 anos do s\u00e9culo XX, os EUA invadiram Cuba, transformaram-na quase numa col\u00f4nia e repudiaram o seu her\u00f3i da independ\u00eancia, Jos\u00e9 Mart\u00ed; forneceu conselheiros e apoios militares ao ditador de El Salvador, assassinou o seu l\u00edder revolucion\u00e1rio Farabundo Mart\u00ed e massacrou 30 mil camponeses sem terra que pretendiam uma reforma agr\u00e1ria. Os EUA intervieram na Nicar\u00e1gua, lutaram contra o seu l\u00edder patri\u00f3tico Augusto Sandino e instalaram uma dinastia ditatorial chefiada pelo regime de Somoza at\u00e9 este ser derrubado em 1979. Os EUA intervieram em Cuba para instalar uma ditadura militar em 1933, para abafar uma revolta de trabalhadores a\u00e7ucareiros. Entre 1952 e 1958, Washington armou a ditadura de Batista para destruir o revolucion\u00e1rio Movimento 26 de Julho, chefiado por Fidel Castro. Nos finais dos anos 30, os EUA amea\u00e7aram invadir o M\u00e9xico, quando o presidente L\u00e1zaro C\u00e1rdenas nacionalizou as empresas petrol\u00edferas norte-americanas e redistribuiu terras a milh\u00f5es de camponeses sem terras. \n<\/p><p>\nCom a derrota do fascismo (1941-1945), houve uma explos\u00e3o de governos socialdemocratas na Am\u00e9rica Latina. Mas os EUA objetaram. Em 1954, os EUA derrubaram o presidente eleito da Guatemala, Jacobo \u00c1rbenz, por ter expropriado as planta\u00e7\u00f5es de bananas da United Fruit Company. Apoiou um golpe militar no Brasil em 1964; os militares mantiveram-se no poder durante 20 anos. Em 1963, os EUA derrubaram o governo democraticamente eleito de Juan Bosch na Rep\u00fablica Dominicana e, em 1965, invadiram-na para impedir uma revolta popular. Em 1973, os EUA apoiaram um golpe militar que derrubou o presidente democrata socialista Salvador Allende e apoiaram o regime militar do general Augusto Pinochet durante quase 20 anos. \n<\/p><p>\nPeculiaridades do imperialismo dos EUA na Am\u00e9rica Latina \n<\/p><p>\nSubsequentemente, os EUA intervieram e ocuparam Granada em 1983 e o Panam\u00e1 em 1989.\n<\/p><p>\nOs EUA sustentaram regimes de direita por toda a regi\u00e3o que apoiavam a banca e os oligarcas empresariais norte-americanos que exploravam recursos, trabalhadores e camponeses. \n<\/p><p>\nMas os poderosos movimentos sociais dos anos 90, chefiados por trabalhadores, camponeses e pela classe m\u00e9dia de funcion\u00e1rios p\u00fablicos, m\u00e9dicos e professores desafiaram a alian\u00e7a da elite dos dirigentes internos e dos EUA. No Brasil, o poderoso movimento de 300 mil trabalhadores rurais (MST) conseguiu expropriar grandes propriedades devolutas; na Bol\u00edvia, mineiros e camponeses ind\u00edgenas, incluindo produtores de coca, derrubaram a oligarquia. Na Argentina, greves gerais e movimentos de massas de trabalhadores desempregados derrubaram os governantes corruptos aliados ao Citi Bank. O \u00eaxito dos movimentos populares nacionalistas e populistas levaram a elei\u00e7\u00f5es democr\u00e1ticas, ganhas por presidentes progressistas e de esquerda em toda a Am\u00e9rica Latina, em especial na Venezuela. \n<\/p><p>\nVenezuela: Elei\u00e7\u00f5es democr\u00e1ticas, reformas sociais e a elei\u00e7\u00e3o do presidente Ch\u00e1vez \n<\/p><p>\nEm 1989, o presidente da Venezuela, apoiado pelos EUA, imp\u00f4s programas de austeridade que provocaram manifesta\u00e7\u00f5es populares, as quais levaram o governo a ordenar \u00e0 pol\u00edcia e aos militares que reprimissem as manifesta\u00e7\u00f5es: foram mortos e feridos v\u00e1rios milhares. Hugo Ch\u00e1vez, um oficial militar, revoltou-se e apoiou a rebeli\u00e3o popular. Foi capturado, preso, depois foi libertado e candidatou-se a presidente. Foi eleito por uma ampla margem em 1999 com um programa de reformas sociais, de nacionalismo econ\u00f4mico, de fim da corrup\u00e7\u00e3o e de independ\u00eancia pol\u00edtica. \n<\/p><p>\nWashington iniciou uma campanha hostil para pressionar o presidente Ch\u00e1vez a aceitar a agenda de guerra global de Washington (presidente Bush) no Afeganist\u00e3o e em todo o mundo. Ch\u00e1vez recusou submeter-se. Declarou: &#8220;N\u00e3o se combate o terrorismo com terrorismo&#8221;. Nos finais de 2001, o embaixador dos EUA reuniu com a elite financeira e com um setor das for\u00e7as armadas para afastar o presidente eleito Ch\u00e1vez atrav\u00e9s de um golpe, em abril de 2002. O golpe durou 24 horas. Mais de um milh\u00e3o de pessoas, na maioria moradores de bairros de lata, marcharam sobre o pal\u00e1cio presidencial, defendido por militares leais. Derrotaram o golpe e reinstalaram o presidente Ch\u00e1vez no poder. Este continuou a ganhar uma dezena de elei\u00e7\u00f5es democr\u00e1ticas e referendos durante a d\u00e9cada seguinte. \n<\/p><p>\nO presidente Ch\u00e1vez teve \u00eaxito, em grande parte, por causa do seu abrangente programa de reformas socioecon\u00f4micas que favoreciam os trabalhadores, os desempregados e a classe m\u00e9dia. \n<\/p><p>\nForam constru\u00eddos mais de dois milh\u00f5es de casas e apartamentos que foram distribu\u00eddos gratuitamente pelas classes populares; centenas de cl\u00ednicas e hospitais proporcionavam cuidados m\u00e9dicos gratuitos nos bairros populares; constru\u00edram-se universidades, escolas de forma\u00e7\u00e3o e centros m\u00e9dicos para estudantes de baixos rendimentos, sem pagamento de propinas. \n<\/p><p>\nMilhares de pessoas em centros comunit\u00e1rios nos bairros e &#8220;coletivos locais&#8221; discutiam e votavam quest\u00f5es sociais e pol\u00edticas \u2013 incluindo a cr\u00edtica e a recondu\u00e7\u00e3o de pol\u00edticos locais, mesmo sendo funcion\u00e1rios de Ch\u00e1vez eleitos. \n<\/p><p>\nEntre 1998 e 2012, o presidente Ch\u00e1vez ganhou quatro elei\u00e7\u00f5es presidenciais consecutivas, v\u00e1rias maiorias no Congresso e dois referendos nacionais, reunindo entre 56% a mais de 60% do voto popular. Depois de Ch\u00e1vez morrer, o presidente Maduro ganhou as elei\u00e7\u00f5es em 2013 e 2018, mas por uma estreita margem. A democracia florescia, as elei\u00e7\u00f5es foram livres e abertas a todos os partidos. \n<\/p><p>\nEm consequ\u00eancia da incapacidade dos candidatos apoiados pelos EUA de ganharem as elei\u00e7\u00f5es, Washington recorreu a violentos motins de rua, e apelou aos militares que se revoltassem e invertessem os resultados eleitorais, Os EUA aplicaram san\u00e7\u00f5es, que come\u00e7aram com o presidente Obama e se agudizaram com o presidente Trump. Os EUA apreenderam milhares de milh\u00f5es de d\u00f3lares em ativos venezuelanos e as refinarias de petr\u00f3leo nos EUA. Os EUA escolheram um novo (n\u00e3o eleito) presidente (Guaid\u00f3) que foi instru\u00eddo para instigar os militares a revoltar-se e conquistar o poder. \n<\/p><p>\nFracassaram: cerca de cem dos 267 mil soldados e uns milhares de apoiantes de direita responderam \u00e0 chamada. A revolta da &#8220;oposi\u00e7\u00e3o&#8221; foi um fracasso. \n<\/p><p>\nOs fracassos dos EUA eram previs\u00edveis, perante uma massa de eleitores que defendiam as suas conquistas socioecon\u00f4micas; o seu controlo do poder local; a sua dignidade e o seu respeito. Mais de 80% da popula\u00e7\u00e3o, incluindo a maioria da oposi\u00e7\u00e3o \u2013 rejeitaram uma invas\u00e3o dos EUA. \n<\/p><p>\nAs san\u00e7\u00f5es dos EUA contribu\u00edram para uma hiperinfla\u00e7\u00e3o e para a morte de 40 mil cidad\u00e3os devido \u00e0 escassez de produtos m\u00e9dicos. \n<\/p><p>\nConclus\u00e3o \n<\/p><p>\nOs EUA e a CIA seguiram as pisadas do s\u00e9culo passado, procurando derrubar o governo da Venezuela e assumir o controlo dos seus recursos petrol\u00edferos e minerais. Tal como no passado, os EUA procuraram impor uma ditadura submissa que reprimisse os movimentos populares e subvertesse os processos eleitorais democr\u00e1ticos. Washington procurou impor um aparelho eleitoral que garantisse a elei\u00e7\u00e3o de governantes submissos, como fez no passado e como tem feito recentemente no Paraguai, no Brasil e nas Honduras. \n<\/p><p>\nAt\u00e9 aqui, Washington tem fracassado, em grande parte porque a popula\u00e7\u00e3o defende as suas conquistas hist\u00f3ricas. A maioria das popula\u00e7\u00f5es pobres e trabalhadoras t\u00eam consci\u00eancia de que uma invas\u00e3o e ocupa\u00e7\u00e3o dos EUA levar\u00e1 a uma matan\u00e7a em massa e \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o da soberania e da dignidade. \n<\/p><p>\nAs popula\u00e7\u00f5es t\u00eam consci\u00eancia da agress\u00e3o dos EUA assim como dos erros do governo. Exigem corre\u00e7\u00f5es e retifica\u00e7\u00f5es. O governo do presidente Maduro favorece um di\u00e1logo com a oposi\u00e7\u00e3o n\u00e3o violenta; os venezuelanos est\u00e3o a estabelecer la\u00e7os econ\u00f4micos com a R\u00fassia, a China, o Ir\u00e3o, a Turquia, a Bol\u00edvia, o M\u00e9xico e outros pa\u00edses independentes. \n<\/p><p>\nA Am\u00e9rica Latina tem a experi\u00eancia de d\u00e9cadas de explora\u00e7\u00e3o e dom\u00ednio dos EUA; mas tamb\u00e9m tem criado uma hist\u00f3ria de \u00eaxito da resist\u00eancia popular, incluindo revolu\u00e7\u00f5es no M\u00e9xico, na Bol\u00edvia e em Cuba; de \u00eaxito dos movimentos sociais e dos resultados de elei\u00e7\u00f5es, nos \u00faltimos anos, no Brasil, na Argentina, no Equador e na Venezuela. \n<\/p><p>\nO presidente Trump e o seu bando assassino de Ellen Pompeo, John Bolton e Elliot Abrams declararam guerra contra a popula\u00e7\u00e3o venezuelana mas, at\u00e9 agora, t\u00eam sido derrotados. \n<\/p><p>\nA guerra continua. \n<\/p><p>\n18\/Maio\/2019\n[1] Smedley Butler : O seu livro-den\u00fancia das malfeitorias imperialistas dos EUA \u00e9 War is a Racket. \n<\/p><p>\nO original encontra-se em www.globalresearch.ca\/united-states-venezuela-historical-background\/5677795 . Tradu\u00e7\u00e3o de Margarida Ferreira. \n<\/p><p>\nEste artigo encontra-se em http:\/\/resistir.info\/\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/23164\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[165],"tags":[225],"class_list":["post-23164","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-eua","tag-4a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-61C","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23164","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23164"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23164\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23164"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23164"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23164"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}