{"id":23465,"date":"2019-06-27T23:18:58","date_gmt":"2019-06-28T02:18:58","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=23465"},"modified":"2019-06-27T23:18:58","modified_gmt":"2019-06-28T02:18:58","slug":"pela-imediata-libertacao-de-louisa-hanoune-argelia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/23465","title":{"rendered":"Pela imediata liberta\u00e7\u00e3o de Louisa Hanoune (Arg\u00e9lia)"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.observalgerie.com\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/Louisa-Hanoune-2.jpg\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Manifestamos nosso apoio \u00e0 campanha pela liberta\u00e7\u00e3o de Louisa Hanoune!<\/p>\n<p>Comiss\u00e3o Pol\u00edtica Nacional do Partido Comunista Brasileiro (PCB)<\/p>\n<p>Louisa Hanoune \u00e9 secret\u00e1ria-geral do Partido dos Trabalhadores da Arg\u00e9lia e coordenadora da Confedera\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho (CIT). Foi candidata \u00e0 presid\u00eancia da Rep\u00fablica por tr\u00eas vezes &#8211; a primeira mulher argelina que concorreu ao cargo, em 2004 &#8211; e deputada por cinco mandatos consecutivos, ap\u00f3s 1997.<\/p>\n<p>Ela \u00e9 acusada de &#8220;conspira\u00e7\u00e3o para prejudicar a autoridade de um comandante militar&#8221; e de &#8220;conspira\u00e7\u00e3o para mudar o regime&#8221;. As acusa\u00e7\u00f5es absurdas ocorrem em meio \u00e0 extraordin\u00e1ria mobiliza\u00e7\u00e3o popular neste pa\u00eds mu\u00e7ulmano, onde todas as sextas-feiras desde 22 de fevereiro milhares de homens e mulheres saem \u00e0s ruas com a bandeira de &#8220;fora o regime&#8221;. \u00c0s ter\u00e7as-feiras acontecem as mobiliza\u00e7\u00f5es do movimento estudantil e de juventude.<\/p>\n<p>Louisa sofre, abusivamente, uma &#8220;pris\u00e3o provis\u00f3ria&#8221; por ordem do Tribunal Militar de Blida, onde ela compareceu para depor. A campanha pela liberta\u00e7\u00e3o de Louisa Hanoune est\u00e1 mobilizando, em todo o mundo, trabalhadores, jovens, organiza\u00e7\u00f5es sindicais, personalidades democr\u00e1ticas e v\u00e1rios partidos pol\u00edticos. O dia 20 de junho foi programado para a realiza\u00e7\u00e3o de mobiliza\u00e7\u00f5es internacionais em prol da liberta\u00e7\u00e3o de Louisa Hanoun.<\/p>\n<p>Na Arg\u00e9lia:<\/p>\n<p>Um encontro unit\u00e1rio pela liberta\u00e7\u00e3o de Louisa Hanoune<\/p>\n<p>No marco do Dia Internacional de Mobiliza\u00e7\u00e3o para a Liberta\u00e7\u00e3o de Louisa Hanoune, o Partido dos Trabalhadores da Arg\u00e9lia, em colabora\u00e7\u00e3o com o Comit\u00ea Nacional para a Liberta\u00e7\u00e3o de Louisa Hanoune, organizou uma manifesta\u00e7\u00e3o em Argel (El Harrach), em 20 de junho de 2019, com a participa\u00e7\u00e3o de representantes de quatro outros partidos (FFS, PST, RCD, PLD), a Liga Argelina de Defesa dos Direitos Humanos (LADDH), Zohra Drif Bitat, Mujahida e coordenadora do Comit\u00ea Nacional para a Liberta\u00e7\u00e3o de Louisa Hanoune, o l\u00edder sindicalista da pioneira ind\u00fastria de petr\u00f3leo, Noueddine Bouderba, o l\u00edder hist\u00f3rico da Primavera Amazigh, Djamel Zenati, do wilaya de Bejaia, Rezgui Rabah e El Kadi Ihc\u00e8ne, do movimento El Mouatana.<\/p>\n<p>O camarada Youssef Tazibit abriu o encontro informando ao p\u00fablico sobre os acontecimentos do dia anterior em rela\u00e7\u00e3o ao caso de Louisa Hanoune, que novamente esteve perante o juiz de instru\u00e7\u00e3o do tribunal militar de Blida. A presa pol\u00edtica n\u00e3o foi libertada, e o coletivo de advogados de Louisa Hanoune decidiu apresentar um segundo pedido de liberta\u00e7\u00e3o provis\u00f3ria em 23 de junho de 2019. O orador informou sobre a grande campanha internacional que se desenvolveu em 77 pa\u00edses e as dezenas de manifesta\u00e7\u00f5es que se realizariam naquele dia, 20 de junho, em v\u00e1rias capitais, em frente \u00e0s embaixadas da Arg\u00e9lia e consulados para exigir a liberta\u00e7\u00e3o da secret\u00e1ria geral do PT. Ele citou, entre outros, Bras\u00edlia, Berlim, Madri, Lisboa, Paris, Cidade do M\u00e9xico e Bucareste.<\/p>\n<p>Em n\u00edvel nacional, Youssef Tazibt agradeceu aos partidos, sindicatos e organiza\u00e7\u00f5es de direitos humanos que imediatamente tomaram posi\u00e7\u00e3o contra o encarceramento de Louisa Hanoune, uma vez que eles imediatamente entenderam que se tratava de um ataque ao sistema multipartid\u00e1rio e \u00e0 democracia e uma amea\u00e7a e intimida\u00e7\u00e3o contra todas as vozes que apoiam a revolu\u00e7\u00e3o e a luta pelo fim do regime. &#8220;Atrav\u00e9s desta pris\u00e3o, \u00e9 a voz de Louisa Hanoune e do PT que os que est\u00e3o no poder querem silenciar\u201d, declarou Youssef Tazibt. \u201cO PT continuar\u00e1 lutando pelo triunfo da revolu\u00e7\u00e3o que acontecer\u00e1 &#8211; do nosso ponto de vista &#8211; atrav\u00e9s de uma Assembleia Constituinte soberana que dar\u00e1 os meios pol\u00edticos para que milh\u00f5es possam definir os contornos da nova rep\u00fablica que queremos colocar em pr\u00e1tica ap\u00f3s a derrubada do sistema\u201d.<\/p>\n<p>Por sua vez, Djamel Zenati afirmou: \u201c\u00c9 dever de todo e qualquer ativista defender Louisa Hanoune. Ela foi presa por vingan\u00e7a. Aqueles no poder hoje s\u00e3o a continua\u00e7\u00e3o daqueles de ontem. Eles est\u00e3o sob o efeito do p\u00e2nico e s\u00e3o capazes de qualquer coisa. Cabe a n\u00f3s defender nosso pa\u00eds; eles j\u00e1 o destru\u00edram. Eles fazem tudo o que podem para acabar com a revolu\u00e7\u00e3o popular, mas se enganam, porque existe algo inabal\u00e1vel dentro da popula\u00e7\u00e3o. No entanto, sua teimosia nos levar\u00e1 ao caos. A mais recente declara\u00e7\u00e3o, sobre a proibi\u00e7\u00e3o de se manifestar com a bandeira Amazigh, \u00e9 uma grande provoca\u00e7\u00e3o. N\u00f3s somos Amazigh. Esta \u00e9 uma reuni\u00e3o da bandeira argelina e de sua ancestral, a bandeira Amazigh. Estamos em uma situa\u00e7\u00e3o que assemelha-se ao da v\u00e9spera de 1\u00ba de novembro de 1954. Mais uma vez, a sociedade deve construir o Estado. Hoje \u00e9 Louisa Hanoune que est\u00e1 presa; amanh\u00e3, poder\u00e1 ser eu ou outros, porque eles n\u00e3o t\u00eam outra solu\u00e7\u00e3o. Devemos, portanto, nos unir para encontrar uma solu\u00e7\u00e3o, uma vez que eles n\u00e3o t\u00eam uma. Eles n\u00e3o t\u00eam a solu\u00e7\u00e3o para a na\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Noureddine Benissad (LADDH): \u201cA Constitui\u00e7\u00e3o protege a liberdade de opini\u00e3o. O estado argelino ratificou as conven\u00e7\u00f5es internacionais relativas aos direitos humanos, nomeadamente a conven\u00e7\u00e3o relativa a direitos pol\u00edticos e civis, o que significa que, a partir do momento em que o Estado assinou essas conven\u00e7\u00f5es, estas tornam-se superiores \u00e0s leis nacionais do c\u00f3digo penal argelino. Na Arg\u00e9lia, ainda existem resqu\u00edcios de leis coloniais que criminalizam o exerc\u00edcio da pol\u00edtica. Louisa \u00e9 uma prisioneira de consci\u00eancia. Seu \u00fanico crime \u00e9 ter usado o seu direito \u00e0 opini\u00e3o, de acordo com as normas dos direitos humanos. N\u00e3o deve ser esquecido que h\u00e1 mais de 27 prisioneiros hoje devido \u00e0 sua oposi\u00e7\u00e3o ao 5\u00ba mandato. O uso da pris\u00e3o preventiva deve ser uma medida excepcional. Louisa Hanoune n\u00e3o constitui perigo; ela poderia ser libertada e sua investiga\u00e7\u00e3o continuar. N\u00e3o h\u00e1 independ\u00eancia do sistema de justi\u00e7a. Este encontro ajudar\u00e1 o movimento a seguir seu caminho\u201d.<\/p>\n<p>Zohra Drif Bitat: \u201cPara mim, a primeira liberdade \u00e9 a liberdade de express\u00e3o; se estiver ausente, n\u00e3o podemos dizer que temos atingido os objetivos da revolu\u00e7\u00e3o de novembro de 1954. E n\u00e3o devemos trair as metas de 1954. Liberdade de fala deve ser respeitada. Estamos vivendo momentos perigosos para as liberdades democr\u00e1ticas. N\u00f3s exigimos a independ\u00eancia do sistema de justi\u00e7a. Louisa Hanoune \u00e9 uma ativista que sempre defendeu os necessitados e sempre agiu pela democracia e pelos direitos do povo. N\u00f3s exigimos a sua liberta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ali Laskri, coordenador do presidium da FFS: \u201cO poder real tem estado nas m\u00e3os das For\u00e7as Armadas Populares Nacionais desde 1962. Libertamos o pa\u00eds, mas n\u00e3o o ser humano. O comando militar n\u00e3o tem o direito de prender Louisa Hanoune. Na FFS, publicamos um comunicado na mesma noite. E o que aconteceu com Louisa poderia acontecer com qualquer ativista e qualquer sindicalista. Louisa Hanoune tem sido eleita para a Assembleia Constituinte desde 1989. Nunca houve elei\u00e7\u00f5es limpas na Arg\u00e9lia. Nunca houve uma transi\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica no pa\u00eds. O caso de Louisa Hanoune \u00e9 importante: devemos lutar para tir\u00e1-la da pris\u00e3o. Em 22 de fevereiro, os argelinos se reconciliaram. A bandeira da Arg\u00e9lia \u00e9 a nossa integra\u00e7\u00e3o no Norte da \u00c1frica; e as for\u00e7as permanentes da na\u00e7\u00e3o s\u00e3o sua natureza isl\u00e2mica, \u00e1rabe e amaziense\u201d.<\/p>\n<p>Sadat Fetta, MP do RCD: \u201cToda sexta-feira, Argel se torna uma zona proibida para os cidad\u00e3os dos outros wilayas<br \/>\nporque um grande n\u00famero de cidad\u00e3os s\u00e3o presos. O ataque \u00e0s liberdades n\u00e3o \u00e9 um fen\u00f4meno novo, ocorre desde a independ\u00eancia. Este sistema fundou sua exist\u00eancia no ataque aos direitos e na explora\u00e7\u00e3o do sistema de justi\u00e7a. Isso \u00e9 extremamente s\u00e9rio para a sobreviv\u00eancia da na\u00e7\u00e3o. Eu ensino direito na universidade, eu ensino meus alunos do primeiro ano que a pris\u00e3o provis\u00f3ria \u00e9 uma medida excepcional, bem como a presun\u00e7\u00e3o da inoc\u00eancia, em fun\u00e7\u00e3o de um princ\u00edpio geral, o da liberdade. E ent\u00e3o o controle judicial tem que existir tamb\u00e9m! No entanto, h\u00e1 um uso excessivo de pris\u00e3o provis\u00f3ria para atender interesses particulares e de cl\u00e3. Um grande perigo \u00e9 quando um cl\u00e3 usa o aparelho judicial para fazer seu trabalho sujo\u201d.<\/p>\n<p>Mahmoud Rachedi, porta-voz do PST: \u201cO movimento foi desencadeado pela fa\u00edsca que foi o 5\u00ba mandato. O copo estava cheio. A repress\u00e3o tem ra\u00edzes profundas, assim como as pol\u00edticas antissociais. Isso remonta a antes de Bouteflika. E o povo diz para os governantes hoje: &#8220;voc\u00eas venderam o pa\u00eds, bando de ladr\u00f5es!&#8221; Em 2001, 128 jovens foram mortos por este mesmo sistema. N\u00f3s fomos impedidos de protestar, de formar associa\u00e7\u00f5es, o direito de greve foi desrespeitado, o desemprego aumentou, o poder de compra foi reduzido, etc. Eles n\u00e3o podem camuflar a realidade. Podemos dialogar quando ativistas est\u00e3o na pris\u00e3o? Quem quiser dialogar deve remover todas as barreiras e mostrar boas inten\u00e7\u00f5es. H\u00e1 jovens an\u00f4nimos que s\u00e3o presos e processados. N\u00f3s precisamos de uma forte frente unida pela liberta\u00e7\u00e3o de todos os prisioneiros de consci\u00eancia. Que caminho seguir quando ainda h\u00e1<br \/>\ndetidos na pris\u00e3o? A iniciativa comum dos democratas resultar\u00e1 em outro encontro, em 26 de junho. A soberania popular \u00e9 a Assembleia Constituinte soberana. De outra maneira n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel buscar uma alternativa para a na\u00e7\u00e3o. 5 de julho est\u00e1 chegando, ser\u00e1 uma sexta-feira. Vamos marchar para barrar a repress\u00e3o e para conquistar a Assembleia Constituinte. N\u00f3s devemos ser a locomotiva&#8221;.<\/p>\n<p>Chentouf, PLD: \u201cEu vim em nome do Partido pelo Secularismo e pela Democracia, essencialmente em solidariedade para com os 50 anos de ativismo de Louisa Hanoune, tantos quanto os meus. Eu n\u00e3o concordo com aqueles que dizem: &#8216;ela \u00e9 inocente at\u00e9 que ela seja julgada&#8217;. Essa pris\u00e3o permitiu que algo acendesse entre os democratas. Eles t\u00eam se encontrado e se reunir\u00e3o em 26 de junho de 2019\u201d.<\/p>\n<p>Neddine Bouderba, ex-sindicalista do setor de petr\u00f3leo: \u201cEstou aqui para exigir a liberta\u00e7\u00e3o de Louisa Hanoune e todos os presos pol\u00edticos. O lugar deles \u00e9 conosco. Eu sou por um estado democr\u00e1tico e social. Louisa tamb\u00e9m milita<br \/>\nem defesa de um estado democr\u00e1tico e social. Eu gostaria de dar um depoimento. Em 1996, fui preso por causa das atividades do meu sindicato. Obtive o primeiro apoio dos trabalhadores da zona industrial de Rou\u00efba, mas o primeiro partido a me apoiar foi o Partido dos Trabalhadores. E eu soube disso quando algu\u00e9m trouxe um recorte de jornal contendo o artigo para mim na pris\u00e3o.<\/p>\n<p>Rewgui Rabah: \u201cEm Bejaia, faz tr\u00eas anos que formamos um comit\u00ea englobando sindicatos aut\u00f4nomos, a associa\u00e7\u00e3o RAJ, o irm\u00e3o de Hachemi Cherif. N\u00f3s fomos contatados por Rachid Bejaoui, o representante local do PT. N\u00f3s organizamos uma primeira reuni\u00e3o para a liberta\u00e7\u00e3o de Louisa Hanoune durante o m\u00eas do Ramad\u00e3. Em seguida foi realizado uma segunda manifesta\u00e7\u00e3o, na presen\u00e7a de Djamal Zenati, do irm\u00e3o de Hachemi Cherif e dos sindicatos de m\u00e9dicos. Ativistas devem conversar, promover reuni\u00f5es, em todos os lugares, como fazemos em Bejaia. Louisa Hanoune \u00e9 uma ativista. Eu sou sindicalista: um ativista deve defender outro ativista. Em 1980, a Sra. Bitat defendeu-me quando fui preso por ter defendido os cidad\u00e3os\u201d.<\/p>\n<p>Khaled Tazaghart, F\u00f3rum Socialista, deputado que renunciou: \u201cN\u00f3s organizamos uma reuni\u00e3o para a liberta\u00e7\u00e3o de Louisa Hanoune em Tazmalt (distrito de Bejaia), com a presen\u00e7a do representante do PT, Youcef Tazbit e outros.<br \/>\nHouve uma forte participa\u00e7\u00e3o. Diante da morte de pessoas na pris\u00e3o, n\u00e3o temos tempo a perder em an\u00e1lises. Eu conheci Louisa Hanoune em 1989, no Est\u00e1dio de 8 de maio de 1945 em S\u00e9tif. Ait Ahmed tinha lhe dado o ch\u00e3o nesta reuni\u00e3o. Neste momento, estamos vivendo um movimento de esperan\u00e7a. O povo mobilizado ir\u00e1 influenciar<br \/>\no curso dos acontecimentos. Gostaria de prestar homenagem aos deputados do PT, no APN: eles lutaram pelo Tamazight, pela liberta\u00e7\u00e3o dos detidos, contra as privatiza\u00e7\u00f5es e contra a repress\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>No n\u00edvel internacional<\/p>\n<p>Reuni\u00f5es, manifesta\u00e7\u00f5es e delega\u00e7\u00f5es ocorreram, notadamente: na Alemanha, no Brasil, na Espanha, no Equador,<br \/>\nna Fran\u00e7a, na Gr\u00e3-Bretanha, em Guadalupe, na Martinica, no M\u00e9xico, na Nig\u00e9ria, no Peru, em Portugal, na Rom\u00eania, na S\u00e9rvia, na Su\u00ed\u00e7a, no Togo, etc.<\/p>\n<p>Para mais informa\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>https:\/\/www.facebook.com\/pg\/Free-Louisa-Hanoune-2312678732151380<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: Partido Comunista Brasileiro (PCB)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/23465\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[347,71],"tags":[234],"class_list":["post-23465","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-argelia","category-c84-solidariedade","tag-6b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-66t","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23465","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23465"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23465\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23465"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23465"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23465"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}