{"id":23502,"date":"2019-07-04T03:54:52","date_gmt":"2019-07-04T06:54:52","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=23502"},"modified":"2019-07-04T03:54:52","modified_gmt":"2019-07-04T06:54:52","slug":"o-mundo-em-realidade-paralela","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/23502","title":{"rendered":"O mundo em realidade paralela"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.abrilabril.pt\/sites\/default\/files\/styles\/node_aberto_vp768\/public\/assets\/img\/10070.jpg?itok=rF_ozZ6h\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Jos\u00e9 Goul\u00e3o<\/p>\n<p>ABRIL ABRIL<\/p>\n<p>Por que o Ir\u00e3 virou v\u00edtima de uma guerra, atrav\u00e9s de san\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas arbitr\u00e1rias, que pode estender-se \u00e0 componente militar? Procurem a resposta no mainstream: encontr\u00e1-la \u00e9 como acertar no euromilh\u00f5es.<\/p>\n<p>A elite governante mundial, em alian\u00e7a com o aparelho comunicacional global que trata da sua propaganda, querem for\u00e7ar-nos a viver numa realidade paralela, aquela em que a vers\u00e3o ficcional e oficial dos fatos se transforma em verdade \u00fanica, indiscut\u00edvel, sendo a discord\u00e2ncia amaldi\u00e7oada como fake news.<\/p>\n<p>Para ter a no\u00e7\u00e3o da envergadura da burla basta-nos pegar em alguns fatos que fazem a atualidade, segundo a agenda ditada pelo aparelho de propaganda, e aprofund\u00e1-los um pouco. N\u00e3o ser\u00e1 necess\u00e1rio cavar muito fundo, porque a mistifica\u00e7\u00e3o fica exposta a partir das primeiras incis\u00f5es: n\u00e3o se pode dizer que haja especial cuidado em preparar algumas das farsas.<\/p>\n<p>No topo da atualidade est\u00e1 a guerra contra o Ir\u00e3: haver\u00e1 ou n\u00e3o haver\u00e1? Quando haver\u00e1? Como haver\u00e1? O problema resume-se a estas d\u00favidas.<\/p>\n<p>Presume-se, pois, que existam raz\u00f5es justas, mecanismos legais para que a guerra se fa\u00e7a, talvez resolu\u00e7\u00f5es das Na\u00e7\u00f5es Unidas ou coisas do g\u00eanero.<\/p>\n<p>N\u00e3o, resolu\u00e7\u00f5es n\u00e3o h\u00e1; tampouco o Congresso dos Estados Unidos deu o consentimento constitucional ao presidente para atacar o Ir\u00e3. E, j\u00e1 agora, algu\u00e9m sabe dizer o que fez o Ir\u00e3 para que mere\u00e7a ser alvejado? Parece que uns petroleiros danificados no Golfo de Om\u00e3 sem que haja provas de quem cometeu o crime; e a derrubada de um drone norte-americano que invadiu o espa\u00e7o a\u00e9reo iraniano, fato de que existem sobejas provas embora sejam censuradas pela comunica\u00e7\u00e3o global.<\/p>\n<p>Digamos, por\u00e9m, que estas circunst\u00e2ncias poder\u00e3o ser pretextos circunstanciais, os casus belli, a igni\u00e7\u00e3o do conflito armado.<\/p>\n<p>Porque a pergunta que conta \u00e9 esta: por que raz\u00e3o o Ir\u00e3 tornou-se v\u00edtima de uma guerra, atrav\u00e9s de san\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas arbitr\u00e1rias, que pode estender-se \u00e0 componente militar? Procurem a resposta no mainstream: encontr\u00e1-la \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil como acertar no euromilh\u00f5es. Isto \u00e9, parte-se do princ\u00edpio de que o Ir\u00e3 tem de ser punido porque sim ou por alguma coisa que j\u00e1 se manipulou e dissolveu algures entre not\u00edcias empolgadas, coment\u00e1rios e an\u00e1lises de uma guerra, afinal, imprescind\u00edvel \u2013 \u00e9 isso que interessa.<\/p>\n<p>De vez em quando cita-se o presidente dos Estados Unidos dizendo que, coitado, ele n\u00e3o quer a guerra, Teer\u00e3 \u00e9 que a for\u00e7a; por ele, preferia negociar\u2026<\/p>\n<p>Negociar o qu\u00ea? Ao que parece que o Ir\u00e3 se comprometa a n\u00e3o ter armas nucleares. Mas isso j\u00e1 ficou estabelecido num acordo aprovado em 2015 entre Teer\u00e3, os cinco membros do Conselho de Seguran\u00e7a da ONU e a Alemanha. Um acordo que est\u00e1 funcionando, como comprova a Ag\u00eancia Internacional de Energia At\u00f4mica (AIEA) nos relat\u00f3rios das suas inspe\u00e7\u00f5es trimestrais.<\/p>\n<p>Acontece que os Estados Unidos deram o dito por n\u00e3o dito e retiraram-se h\u00e1 tempos do texto que assinaram. O que n\u00e3o inviabiliza o acordo nem significa que o Ir\u00e3 o viola. Ent\u00e3o a guerra de que se fala \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o unilateral dos Estados Unidos \u2013 em que quer arrastar o mundo inteiro \u2013 para supostamente negociar o que est\u00e1 negociado. Sendo que, por ironia da hist\u00f3ria, o \u00fanico projeto nuclear militar que o Ir\u00e3 alguma vez teve foi criado pelos Estados Unidos quando sustentavam a ditadura criminosa do X\u00e1 Reza Pahlevi.<\/p>\n<p>O mainstream, por\u00e9m, n\u00e3o trata disto: d\u00e1 muito trabalho \u00e0s pessoas, ocupa-lhes a cabe\u00e7a, faz pensar. Coisa que normalmente n\u00e3o \u00e9 boa para as guerras.<\/p>\n<p>E as guerras s\u00e3o para fazer.<\/p>\n<p>Onde entra a OTAN<br \/>\nE quando se fala em guerra surge a OTAN; como se sabe, sempre com a mais louv\u00e1vel e indiscut\u00edvel postura \u00abdefensiva\u00bb \u2013 n\u00e3o \u00e9 assim que assegura a comunica\u00e7\u00e3o\/propaganda?<\/p>\n<p>A OTAN \u00e9 sempre not\u00edcia, e mais ainda quando, como agora, se reuniram os ministros dos Estados membros.<\/p>\n<p>Sempre no seu estilo contido, disseram os ministros, em redor do seu secret\u00e1rio-geral renomeado de fresco, que ou a R\u00fassia suspende a produ\u00e7\u00e3o de um determinado m\u00edssil de m\u00e9dio alcance com capacidades nucleares ou a OTAN proceder\u00e1 em conformidade.<\/p>\n<p>Ficou dado o recado, bem distribu\u00eddo pela comunica\u00e7\u00e3o social. E basta! O resto \u00e9 dispens\u00e1vel, toda a gente sabe muito bem quem s\u00e3o os russos.<\/p>\n<p>Vamos ent\u00e3o aprofundar um pouco a mat\u00e9ria.<\/p>\n<p>Os russos dizem que o m\u00edssil em quest\u00e3o n\u00e3o viola o tratado de m\u00edsseis de m\u00e9dio alcance (INF), mas isso nada vale \u2013 \u00e9 dito pelos russos. Poder-se-iam confrontar as duas vers\u00f5es, mas o que a OTAN diz est\u00e1 dito, \u00e9 um dogma.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, as v\u00e1rias formas de rearmamento visando a R\u00fassia que a OTAN tem adotado, em terra e no mar, viola esse tratado porque transforma objetivos supostamente defensivos em vantagens ofensivas e com capacidades nucleares.<\/p>\n<p>Bom, mas isto \u00e9 dito igualmente pelos russos e tamb\u00e9m por pessoas informadas mas cujas opini\u00f5es e fatos apresentados n\u00e3o cabem na vers\u00e3o oficial.<\/p>\n<p>No entanto, seria importante sublinhar que o recado \u00e9 enviado pela OTAN aos russos precisamente na mesma altura em que a Junta de chefes do Estado-maior das for\u00e7as armadas norte-americanas \u2013 isto \u00e9, da OTAN \u2013 aprovou uma nova doutrina. E esse normativo prev\u00ea o recurso a armas nucleares como meios \u00abdecisivos\u00bb para resolver situa\u00e7\u00f5es em que n\u00e3o haja \u00abvit\u00f3rias convincentes\u00bb das for\u00e7as do bem, as que asseguram \u00abo nosso civilizado modo de vida\u00bb.<\/p>\n<p>Isto \u00e9, situa\u00e7\u00f5es como as do Afeganist\u00e3o, do Iraque, da L\u00edbia, da S\u00edria, qui\u00e7\u00e1 do Ir\u00e3, da Crimeia e o mais que ao bem aprouver. Trata-se, diz a Junta, de garantir a \u00abestabilidade estrat\u00e9gica, ao que parece uma situa\u00e7\u00e3o que apenas \u00e9 alcan\u00e7\u00e1vel com vit\u00f3rias plenas e dom\u00ednio absoluto dos Estados Unidos e da OTAN, nem que seja, a partir de agora, com bombas nucleares.<\/p>\n<p>O mainstream deveria ter dito alguma coisa sobre isto, pelo menos para os cidad\u00e3os ficarem a saber que as bombas nucleares poder\u00e3o passar a decidir conflitos convencionais. Dizer para qu\u00ea? Isso s\u00f3 iria agitar consci\u00eancias t\u00e3o postas em sossego com a informa\u00e7\u00e3o fast food que lhes \u00e9 servida.<\/p>\n<p>O humanit\u00e1rio Guaid\u00f3<br \/>\nEstando o Ir\u00e3 no topo da agenda parece ter amainado, por ora, a sanha contra a Venezuela e as escolhas democr\u00e1ticas dos venezuelanos; at\u00e9 a RTP reduziu a intensidade dos esfor\u00e7os para transformar em grandes e leg\u00edtimos democratas os fascistas enviados por Trump, Bolton &amp; Cia.<\/p>\n<p>Isto n\u00e3o significa que a guerra travada em v\u00e1rias frentes, designadamente as san\u00e7\u00f5es contra o povo e o roubo de bens do Estado n\u00e3o prossigam. O assunto \u00e9 que transitou das manchetes para p\u00e1ginas interiores e posi\u00e7\u00f5es interm\u00e9dias dos alinhamentos.<\/p>\n<p>Por isso o grande p\u00fablico n\u00e3o foi informado do epis\u00f3dio mais atual da \u00abopera\u00e7\u00e3o liberdade\u00bb, aquela tentativa de golpe em fevereiro passado montada em torno do pretexto da entrada de \u00abajuda humanit\u00e1ria\u00bb na Venezuela, com o conquistador Juan Guaid\u00f3 na frente.<\/p>\n<p>Pois os bens angariados por organiza\u00e7\u00f5es tuteladas pela CIA e os milh\u00f5es alcan\u00e7ados no concerto Live Aid ficaram na Col\u00f4mbia e, segundo informa\u00e7\u00f5es que s\u00e3o agora do conhecimento p\u00fablico, filtradas por agentes dos pr\u00f3prios servi\u00e7os secretos colombianos, foram direitinhos para os bolsos e as contas pessoais das hostes de Guaid\u00f3, o presidente interino nomeado por Washington. At\u00e9 o secret\u00e1rio-geral da Organiza\u00e7\u00e3o dos Estados Americanos, Lu\u00eds Almagro, um dos mentores de toda a \u00abopera\u00e7\u00e3o liberdade\u00bb, surge agora pedindo um inqu\u00e9rito \u00e0s circunst\u00e2ncias, uma vez que, por outro lado, parte da \u00abajuda\u00bb alimentar ficou apodrecendo em armaz\u00e9ns em C\u00facuta, comunidade colombiana a que poderia ser \u00fatil pois est\u00e1 muito carente de tudo o que n\u00e3o lhe chega de Bogot\u00e1.<\/p>\n<p>Portanto, este desfecho da t\u00e3o empolgante \u00abopera\u00e7\u00e3o liberdade\u00bb que iria \u00ablibertar\u00bb os venezuelanos do \u00abjugo\u00bb do democraticamente eleito Maduro ficou por conta da comunica\u00e7\u00e3o\/propaganda. E trata-se, afinal, de um final feliz \u2013 e rent\u00e1vel \u2013 para aqueles que, embora n\u00e3o \u00ablibertassem\u00bb a Venezuela se viram livres de hipot\u00e9ticas dificuldades financeiras pessoais.<\/p>\n<p>Ep\u00edlogo ecol\u00f3gico<br \/>\nViria a talhe de foice destas situa\u00e7\u00f5es recordar palavras recentes do secret\u00e1rio-geral da ONU, Eng. Ant\u00f3nio Guterres, que tiveram apropriadas tonalidades autocr\u00edticas embora, mais uma vez, passassem ao lado do essencial \u2013 a mentira, o desprezo e o desrespeito em que vive mergulhada a esmagadora maioria dos seres humanos do planeta, perante a complac\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/p>\n<p>Disse o Eng. Guterres que a gera\u00e7\u00e3o dos dirigentes atuais n\u00e3o tem estado \u00e0 altura das necessidades \u2013 mas f\u00ea-lo no contexto da degrada\u00e7\u00e3o ambiental e das altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>Ora h\u00e1 muitas situa\u00e7\u00f5es tr\u00e1gicas das quais a contamina\u00e7\u00e3o ambiental e os problemas clim\u00e1ticos s\u00e3o \u00f3bvias consequ\u00eancias. H\u00e1 a guerra, as desigualdades cada vez mais profundas entre Estados e povos, as armadilhas financeiras, o desprezo ostensivo pelos direitos humanos, as antigas e mais recentes formas de colonialismo militar e econ\u00f4mico, a desenfreada corrida \u00e0s mat\u00e9rias-primas, o destruidor expansionismo agr\u00edcola transnacional, a impunidade da explora\u00e7\u00e3o de mat\u00e9rias-primas por m\u00e9todos destruidores da \u00e1gua e dos solos, o com\u00e9rcio injusto dito \u00ablivre\u00bb, o descarado desrespeito do capitalismo transnacional por normas que poderiam preservar o ambiente mas, no seu entender, provocam restri\u00e7\u00f5es \u00e0 gan\u00e2ncia intr\u00ednseca.<\/p>\n<p>O meio ambiente e a ecologia n\u00e3o existem por si, como bolhas que possam ser tratadas isoladamente sem mudar o mundo.<\/p>\n<p>Imagine-se que agora at\u00e9 o mainstream \u00e9 ecol\u00f3gico, fala contra as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, descobriu que o pl\u00e1stico \u00e9 nocivo para o ambiente. Falta-lhe apurar e explicar, por\u00e9m, como \u00e9 que o desastre ambiental afeta drasticamente a esmagadora maioria dos pobres e poupa os ricos, os que o provocam, construindo-se assim mais um sistema de apartheid.<\/p>\n<p>A comunica\u00e7\u00e3o global e o Eng. Guterres est\u00e3o, afinal, no mesmo comprimento de onda, cumprindo-se a ordem natural das coisas. Uma, porque a sua miss\u00e3o neste mundo \u00e9 impor a realidade paralela; o outro porque contribui para fabric\u00e1-la, embora pudesse n\u00e3o o fazer, ao menos para respeitar os direitos humanos.<\/p>\n<p>Ilustra\u00e7\u00e3o: A mobilidade dos submarinos transforma-os em armas decisivas nas estrat\u00e9gias de \u00abprimeiro golpe\u00bb. Na foto o submarino USS Wyoming (EUA), equipado com armas nucleares. Cr\u00e9ditos \/ The National Interest (EUA)<\/p>\n<p>https:\/\/www.abrilabril.pt\/internacional\/o-mundo-em-realidade-paralela<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/23502\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[38],"tags":[234],"class_list":["post-23502","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c43-imperialismo","tag-6b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-674","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23502","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23502"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23502\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23502"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23502"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23502"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}