{"id":2352,"date":"2012-02-02T00:38:03","date_gmt":"2012-02-02T00:38:03","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=2352"},"modified":"2012-02-02T00:38:03","modified_gmt":"2012-02-02T00:38:03","slug":"sindicatos-vao-a-justica-contra-leilao-de-aeroportos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/2352","title":{"rendered":"Sindicatos v\u00e3o \u00e0 Justi\u00e7a contra leil\u00e3o de aeroportos"},"content":{"rendered":"\n<p>O governo come\u00e7a a enfrentar resist\u00eancias dos trabalhadores ao leil\u00e3o de concess\u00e3o dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Bras\u00edlia. Na \u00faltima quinta-feira, os funcion\u00e1rios do setor entraram com uma a\u00e7\u00e3o popular na 8.\u00aa\u00a0Vara da Justi\u00e7a Federal, em Campinas, pedindo a suspens\u00e3o do processo de concess\u00e3o.<\/p>\n<p>O leil\u00e3o para a concess\u00e3o dos tr\u00eas aeroportos est\u00e1\u00a0marcado para a pr\u00f3xima segunda-feira, na Bovespa, em S\u00e3o Paulo. O Tribunal de Justi\u00e7a Federal informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que ainda n\u00e3o houve decis\u00e3o sobre o assunto, o que ser\u00e1\u00a0feito ap\u00f3s an\u00e1lise da manifesta\u00e7\u00e3o da Advocacia Geral da Uni\u00e3o (AGU), protocolada ontem. Na defesa, a AGU demonstra que a concess\u00e3o n\u00e3o p\u00f5e em risco o patrim\u00f4nio p\u00fablico, como alega a a\u00e7\u00e3o popular.<\/p>\n<p>Segundo o advogado Jos\u00e9\u00a0Ant\u00f4nio Cremasco, que assina a a\u00e7\u00e3o popular, n\u00e3o faz sentido a Uni\u00e3o conceder os tr\u00eas aeroportos, que s\u00e3o lucrativos, para a iniciativa privada e deixar com a Infraero apenas os deficit\u00e1rios.<\/p>\n<p>O advogado critica ainda a libera\u00e7\u00e3o de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES) de at\u00e9\u00a080% do investimento total para a vencedora do leil\u00e3o, assim como a obrigatoriedade de um operador estrangeiro. &#8220;N\u00e3o faz sentido conceder \u00e0\u00a0iniciativa privada os aeroportos mais produtivos e ainda liberar dinheiro do BNDES para estrangeiro&#8221;, afirmou Cremasco.<\/p>\n<p>Nova a\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m dessa a\u00e7\u00e3o popular, a base de Guarulhos do Sindicato Nacional dos Aeroportu\u00e1rios (Sina) decide at\u00e9\u00a0sexta-feira se tamb\u00e9m entrar\u00e1\u00a0na Justi\u00e7a pedindo a suspens\u00e3o do leil\u00e3o do aeroporto internacional de Guarulhos. O presidente da entidade na regi\u00e3o, Francisco Lemos, participou ontem de reuni\u00e3o, em Bras\u00edlia, com a Infraero.<\/p>\n<p>Em dezembro do ano passado, o Sina chegou a fechar um acordo com o governo para assegurar alguns benef\u00edcios aos funcion\u00e1rios da Infraero, ap\u00f3s o leil\u00e3o dos aeroportos. Dentre as garantias acertadas est\u00e3o a estabilidade de cinco anos, limitada ao ano de 2018, e o incentivo financeiro para os trabalhadores da Infraero que migrarem para as concession\u00e1rias que vencerem o processo de concess\u00e3o. Na \u00e9poca, Lemos ressaltou que, mesmo com esse acerto, a categoria era contr\u00e1ria ao leil\u00e3o dos tr\u00eas aeroportos.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Governo alem\u00e3o confirma: Berlim quer ocupar Atenas e talvez Lisboa<\/strong><\/p>\n<p><em>Ag\u00eancia Lusa<\/em><\/p>\n<p>O n\u00famero dois do governo alem\u00e3o defendeu ontem que se os gregos n\u00e3o cumprirem os objetivos, ent\u00e3o ter\u00e1\u00a0 de ser imposta de fora uma lideran\u00e7a, a partir da Uni\u00e3o Europ\u00e9ia. Na v\u00e9spera da cimeira europ\u00e9ia, Philipp Roesler tornou-se no primeiro membro do governo alem\u00e3o a assumir a paternidade da id\u00e9ia segundo a qual a troco de um segundo programa da troika, um comiss\u00e1rio europeu do or\u00e7amento seria investido de fun\u00e7\u00f5es governativas em Atenas, retirando ao governo leg\u00edtimo fun\u00e7\u00f5es essenciais.<\/p>\n<p>Numa entrevista ao jornal \u201cBild\u201d, o n\u00famero dois de Merkel afirma: \u201cPrecisamos de maior lideran\u00e7a e monitoriza\u00e7\u00e3o relativamente \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o das reformas. Se os gregos n\u00e3o est\u00e3o a ser capazes de conseguir isto, ent\u00e3o ter\u00e1 de haver uma lideran\u00e7a mais forte vinda de fora, por exemplo, da Uni\u00e3o Europ\u00e9ia\u201d.<\/p>\n<p>O governo grego ficou em estado de choque com a amea\u00e7a da pr\u00f3xima ocupa\u00e7\u00e3o. O ministro grego das Finan\u00e7as pediu \u00e0\u00a0Alemanha para n\u00e3o acordar fantasmas antigos \u2013\u00a0 a Gr\u00e9cia esteve ocupada pelas tropas nazis durante a II Guerra. \u201cQuem p\u00f5e um povo perante o dilema de escolher entre assist\u00eancia econ\u00f4mica e dignidade nacional est\u00e1 a ignorar algumas li\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas da Hist\u00f3ria\u201d, disse Venizelos, lembrando \u201cque a integra\u00e7\u00e3o europ\u00e9ia se baseia na paridade institucional dos estados-membros e no respeito da sua identidade nacional e dignidade\u201d. \u201cEste princ\u00edpio fundamental aplica&#8211;se integralmente aos pa\u00edses que passam por per\u00edodos de crise e t\u00eam necessidade de assist\u00eancia dos seus parceiros para o benef\u00edcio de toda a Europa e zona euro em particular\u201d.<\/p>\n<p>O documento que defende a ocupa\u00e7\u00e3o de Atenas foi divulgado pelo \u201cFinancial Times\u201d<em>. <\/em>Est\u00e1 l\u00e1 escrito que para ter acesso ao segundo programa de resgate, a Gr\u00e9cia ter\u00e1 de ser obrigada \u201ca transferir a soberania nacional para a Uni\u00e3o Europ\u00e9ia, em mat\u00e9ria de or\u00e7amento, durante algum tempo\u201d. O texto sugere que \u201cum novo comiss\u00e1rio do or\u00e7amento nomeado pelo eurogrupo ajudar\u00e1 a implementar reformas\u201d. \u201cO comiss\u00e1rio ter\u00e1 largas compet\u00eancias sobre a despesa p\u00fablica e um direito de veto contra decis\u00f5es or\u00e7amentais que n\u00e3o estejam em linha com os objetivos or\u00e7amentais e a regra de dar total prioridade ao servi\u00e7o da d\u00edvida\u201d.<\/p>\n<p>Segundo a Reuters, esta tentativa alem\u00e3\u00a0 de governar Atenas pode ser estendida a outros pa\u00edses, como Portugal. Uma fonte do governo alem\u00e3o disse \u00e0\u00a0ag\u00eancia que esta proposta n\u00e3o se destina apenas \u00e0\u00a0Gr\u00e9cia, mas a outros pa\u00edses da zona euro em dificuldades que recebem ajuda financeira e n\u00e3o s\u00e3o capazes de atingir os objetivos que acordaram.<\/p>\n<p>A verdade \u00e9\u00a0que Angela Merkel chega hoje \u00e0 cimeira em Bruxelas com uma crescente press\u00e3o interna para n\u00e3o continuar a emprestar \u00e0 Gr\u00e9cia o dinheiro dos contribuintes alem\u00e3es. A proposta para ocupar Atenas \u00e9 vista como uma resposta \u00e0 cada vez maior resist\u00eancia dentro do seu partido ao financiamento da crise do euro. \u201cSe os gregos n\u00e3o avan\u00e7arem com o programa de reformas, n\u00e3o pode haver mais ajuda\u201d, disse Horst Seehofer, o l\u00edder b\u00e1varo da CSU, parceiro da CDU de Merkel.<\/p>\n<p>Ontem, o deputado europeu Paulo Rangel admitiu que em Portugal todos os riscos s\u00e3o poss\u00edveis. \u201cQuando vemos os sinais de alarme crescerem, o que eles documentam n\u00e3o\u00a0\u00e9\u00a0 tanto a id\u00e9ia de que Portugal pode entrar em bancarrota, \u00e9\u00a0mais profundo do que isso. Se n\u00e3o houver uma solu\u00e7\u00e3o sist\u00eamica para a zona euro, os pa\u00edses mais vulner\u00e1veis, entre os quais Portugal, v\u00e3o sofrer e pode-se gerar uma situa\u00e7\u00e3o de descontrolo\u201d, disse. Rangel reagiu violentamente \u00e0\u00a0\u201cid\u00e9ia de propor a nomea\u00e7\u00e3o de um comiss\u00e1rio para tratar das mat\u00e9rias or\u00e7amentais da Gr\u00e9cia\u201d.\u00a0 \u201cSeria o princ\u00edpio do fim, e insustent\u00e1vel para a democracia europ\u00e9ia, a nomea\u00e7\u00e3o de um governador para um territ\u00f3rio do imp\u00e9rio, como fez Napole\u00e3o\u201d, disse. Rangel defendeu o avan\u00e7o para o federalismo: \u201cPrecisamos de caminhar para uma federa\u00e7\u00e3o que trate os Estados em paridade, porque o que temos hoje \u00e9\u00a0uma constitui\u00e7\u00e3o aristocr\u00e1tica, de uns pa\u00edses com mais peso do que outros\u201d.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Banco Original, do JBS, negocia compra do Rural<\/strong><\/p>\n<p><em>O Estado de S. Paulo<\/em><\/p>\n<p>O Banco Original, dos mesmos donos do frigor\u00edfico JBS, negocia a compra do Banco Rural. O &#8220;Estado&#8221; apurou que uma auditoria encomendada pela fam\u00edlia Batista, do JBS, nas contas do Rural, est\u00e1\u00a0em fase final. Se a opera\u00e7\u00e3o for adiante, o que at\u00e9\u00a0ontem ainda n\u00e3o era certo, o Original poder\u00e1\u00a0 dobrar de tamanho.<\/p>\n<p>Procurados por meio de suas assessorias de imprensa, o Original e o Rural n\u00e3o confirmaram as negocia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O mercado financeiro \u00e9\u00a0uma das grandes apostas da fam\u00edlia Batista. No ano passado, o grupo comprou o Matone, um pequeno banco do Rio Grande do Sul que enfrentava problemas patrimoniais. Financiados pelo Fundo Garantidor de Cr\u00e9dito (FGC), os Batista juntaram o Matone com o Banco JBS &#8211; que j\u00e1 era seu &#8211; e formaram o Original.<\/p>\n<p>De acordo com fontes do mercado, nos \u00faltimos tempos outras institui\u00e7\u00f5es j\u00e1\u00a0se aproximaram do Rural, mas desistiram porque n\u00e3o houve acordo em torno do pre\u00e7o. J\u00e1\u00a0 o Original est\u00e1\u00a0com o cofre cheio, por conta do empr\u00e9stimo de R$ 1,85 bilh\u00e3o que recebeu do FGC no ano passado, para a compra do Matone.<\/p>\n<p>O dinheiro emprestado pelo FGC, um fundo mantido pelo mercado financeiro para socorrer bancos e clientes em caso de dificuldade, tinha dois objetivos: resolver os problemas do Matone e dar suporte para que o Original pudesse crescer.<\/p>\n<p>O racioc\u00ednio \u00e9\u00a0que a incorpora\u00e7\u00e3o do Rural, uma institui\u00e7\u00e3o de m\u00e9dio porte e at\u00e9\u00a0um pouco maior do que o Original em volume de ativos, pode acelerar esse processo. De acordo com os balan\u00e7os de setembro do ano passado, o Rural administra R$ 4,6 bilh\u00f5es em ativos totais e o Original, R$ 4,3 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Foco. O Rural vem enfrentando problemas de imagem h\u00e1\u00a0v\u00e1rios anos, em raz\u00e3o de seu envolvimento em esc\u00e2ndalos recentes como o caso Banestado (investiga\u00e7\u00e3o sobre remessas ilegais de recursos para o exterior) e o mensal\u00e3o do governo Lula. Al\u00e9m disso, est\u00e1 com o \u00edndice de Basileia &#8211; base para definir a quantidade de recursos que um banco pode emprestar &#8211; muito apertado, o que exigiria uma inje\u00e7\u00e3o de capital para que a institui\u00e7\u00e3o possa continuar crescendo.<\/p>\n<p>J\u00e1\u00a0o Original \u00e9\u00a0um banco \u00e0\u00a0procura de um novo foco. Concentrado no financiamento a pecuaristas, o banco est\u00e1\u00a0de olho no chamado middle market, o mercado de pequenas e m\u00e9dias empresas, \u00e1rea em que o Rural tem experi\u00eancia, equipe e uma proje\u00e7\u00e3o razo\u00e1vel entre as institui\u00e7\u00f5es de m\u00e9dio porte. O pr\u00f3prio frigor\u00edfico JBS, na fase de crescimento, era cliente do Rural.<\/p>\n<p>A pol\u00edtica de expans\u00e3o na \u00e1rea financeira faz parte de uma estrat\u00e9gia maior da fam\u00edlia Batista, que formou o maior grupo frigor\u00edfico do mundo com financiamento e apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES). Os Batista est\u00e3o diversificando seus neg\u00f3cios. Al\u00e9m do banco, est\u00e3o construindo a maior f\u00e1brica de papel do mundo no Mato Grosso do Sul e investindo na \u00e1rea de higiene e limpeza.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Bancos devem pedir \u20ac\u00a01 trilh\u00e3o ao BCE em novo leil\u00e3o emergencial<\/strong><\/p>\n<p><em>Valor Econ\u00f4mico<\/em><\/p>\n<p>Os bancos europeus est\u00e3o se preparando para recorrer ao esquema de financiamento emergencial do Banco Central Europeu (BCE) em busca do dobro da quantia fornecida pela institui\u00e7\u00e3o em seu leil\u00e3o de estreia de dezembro, de \u20ac489 bilh\u00f5es, numa nova evid\u00eancia do aperto de liquidez que passa o setor.<\/p>\n<p>V\u00e1rios dos maiores bancos da zona do euro disseram ao &#8220;Financial Times&#8221; que poder\u00e3o duplicar ou triplicar sua solicita\u00e7\u00e3o de recursos no leil\u00e3o de curto prazo do BCE, marcado para o dia 29.<\/p>\n<p>&#8220;Os bancos n\u00e3o se mostrar\u00e3o t\u00e3o t\u00edmidos nesta segunda vez&#8221;, disse o diretor de um banco da zona do euro no F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial de Davos. &#8220;Dev\u00edamos ter feito mais da primeira vez.&#8221;<\/p>\n<p>Tr\u00eas principais executivos de bancos, que pediram para n\u00e3o ter seus nomes divulgados, disseram estar planejando uma participa\u00e7\u00e3o duas ou tr\u00eas vezes maior desta vez.<\/p>\n<p>O Goldman Sachs disse aos clientes que no leil\u00e3o deste m\u00eas os bancos poder\u00e3o solicitar o dobro do valor requerido em dezembro, quando mais de 500 institui\u00e7\u00f5es captaram \u20ac489 bilh\u00f5es. &#8220;Eles poder\u00e3o totalizar facilmente mais \u20ac1 trilh\u00e3o em fevereiro&#8221;, disse um alto dirigente do setor. &#8220;Poder\u00e1\u00a0 ser bem mais do que isso, se as coisas piorarem para os mercados.&#8221;<\/p>\n<p>Sob a gest\u00e3o do novo presidente Mario Draghi, o BCE lan\u00e7ou sua linha de cr\u00e9dito de recursos de curto prazo em dezembro para evitar o aperto de cr\u00e9dito que se aproximava, diante dos \u20ac230 bilh\u00f5es em b\u00f4nus banc\u00e1rios por vencer com resgate no primeiro trimestre de 2012, enquanto os mercados de b\u00f4nus permanecem, na maioria, fechados para novas emiss\u00f5es.<\/p>\n<p>Os bancos atribuem a Draghi o m\u00e9rito de ajudar a desestigmatizar a opera\u00e7\u00e3o de repasse de recursos de curto prazo pelo BCE, ao convencer o maior n\u00famero de institui\u00e7\u00f5es poss\u00edvel a participar. At\u00e9 ent\u00e3o os bancos fugiam desses esquemas de apoio por medo de parecerem fr\u00e1geis.<\/p>\n<p>Os dirigentes dos bancos preveem que um maior n\u00famero de bancos captar\u00e1 recursos no leil\u00e3o deste m\u00eas, estimulados pela participa\u00e7\u00e3o generalizada observada na \u00faltima vez, bem como pela promessa de montantes ilimitados de dinheiro barato &#8211; com uma taxa de juros de apenas 1%.<\/p>\n<p>Analistas sugerem que os bancos podem ter usado parte desse dinheiro para investir em b\u00f4nus soberanos de maior rendimento da zona do euro, contribuindo para reduzir o custo da tomada de empr\u00e9stimos para v\u00e1rios governos em dificuldades da zona do euro, como It\u00e1lia, Espanha, Irlanda e Gr\u00e9cia.<\/p>\n<p>Mas ontem os rendimentos da periferia da zona do euro subiram, de modo geral, puxados pelos receios que cercam o plano de resgate da Gr\u00e9cia. O retorno dos b\u00f4nus de 10 anos de Portugal avan\u00e7ou mais de dois pontos percentuais, para 17,26%, uma vez que um n\u00famero cada vez maior de investidores prev\u00ea\u00a0que o pa\u00eds ficar\u00e1\u00a0 inadimplente.<\/p>\n<p>Os bancos italianos dominaram a demanda por dinheiro em dezembro, segundo dados reunidos pelo Morgan Stanley.<\/p>\n<p>Os dirigentes das institui\u00e7\u00f5es espanholas, francesas e alem\u00e3s disseram que foram grandes tomadores tamb\u00e9m. At\u00e9\u00a0 o Royal Bank of Scotland (RBS) lan\u00e7ou m\u00e3o do programa, em busca de \u20ac5 bilh\u00f5es em liquidez, por meio de sua subsidi\u00e1ria holandesa.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Bovespa tem o melhor m\u00eas de janeiro dos \u00faltimos seis anos<\/strong><\/p>\n<p><em>O Estado de S. Paulo<\/em><\/p>\n<p>A Bovespa teve o melhor janeiro dos \u00faltimos seis anos. O resultado do primeiro m\u00eas de 2012 (11,13%) s\u00f3\u00a0perde para a varia\u00e7\u00e3o de janeiro de 2006, quando a valoriza\u00e7\u00e3o foi de 14,73%. A alta colocou o investimento em a\u00e7\u00f5es no topo do ranking de rentabilidades mensal. O d\u00f3lar, por sua vez, assumiu a lanterna da listagem, com queda de 6,63%.<\/p>\n<p>Quem acompanhou o desempenho dos investimentos no ano passado ficou surpreso com a atual configura\u00e7\u00e3o do ranking. A Bolsa, por exemplo, perdeu 18,11% no acumulado de 2011, enquanto o d\u00f3lar ganhou 12,3% no ano. Tais n\u00fameros, segundo especialistas, s\u00e3o importantes para que os investidores percebam o tamanho da oscila\u00e7\u00e3o &#8211; e do risco &#8211; das duas modalidades de aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Um dos motivos da reviravolta, dizem analistas de investimentos, \u00e9\u00a0a melhora do cen\u00e1rio externo. &#8220;As not\u00edcias vindas da Europa e dos Estados Unidos melhoraram o humor dos mercados&#8221;, comenta F\u00e1bio Colombo, administrador de investimentos. Leandro Ruschel, diretor da corretora Leandro &amp; Stormer, concorda com Colombo e acrescenta que a forte queda do ano passado tamb\u00e9m contribuiu para esse f\u00f4lego no in\u00edcio do ano.<\/p>\n<p>H\u00e1\u00a0ainda quem diga que janeiro \u00e9\u00a0um m\u00eas que costuma ser positivo. &#8220;H\u00e1\u00a0uma certa boa vontade dos investidores por ser in\u00edcio de ano. \u00c9\u00a0um movimento psicol\u00f3gico&#8221;, emenda Andr\u00e9\u00a0Massaro, educador financeiro.<\/p>\n<p>Ningu\u00e9m se arrisca a dizer se a alta da Bovespa vai continuar. Para Colombo, que tem perfil mais conservador, \u00e9\u00a0hora de o investidor iniciar vendas gradativas dos pap\u00e9is para embolsar esse lucro. Ruschel, que tem apetite ao risco, sugere que estrat\u00e9gias mais elaboradas sejam feitas pelos investidores. Massaro prefere n\u00e3o indicar um caminho, mas deixa o alerta: &#8220;O panorama mundial n\u00e3o \u00e9 dos melhores. As coisas podem piorar de uma hora para outra e, se isso ocorrer, a Bolsa tamb\u00e9m ir\u00e1 para baixo.&#8221;<\/p>\n<p>A rentabilidade de todas as aplica\u00e7\u00f5es da renda fixa, por sua vez, superaram a infla\u00e7\u00e3o medida pelo IGP-M (0,25%).<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>China bloqueia supercargueiros de min\u00e9rio da Vale<\/strong><\/p>\n<p><em>Valor Econ\u00f4mico<\/em><\/p>\n<p>A China publicou uma declara\u00e7\u00e3o cr\u00edtica questionando a seguran\u00e7a de navios muito grandes, o que significa um choque para as aspira\u00e7\u00f5es da Vale, mineradora brasileira de min\u00e9rio de ferro que vem tentando obter permiss\u00e3o para que sua frota de grandes cargueiros de min\u00e9rio atraquem no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Os supercargueiros da Vale de min\u00e9rio de ferro foram apelidados de &#8220;Valemax&#8221; e t\u00eam conv\u00e9s do tamanho de tr\u00eas campos de futebol. Os navios tornaram-se um motivo de preocupa\u00e7\u00e3o para a mineradora porque eles n\u00e3o receberam as autoriza\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para atracar nos portos da China, maior consumidor mundial de min\u00e9rio de ferro.<\/p>\n<p>Apesar de um navio &#8220;Valemax&#8221;, o Berge Everest, ter sido autorizado a descarregar no porto de Dalian em dezembro, o comunicado do Minist\u00e9rio dos Transportes chin\u00eas diz que os portos n\u00e3o poder\u00e3o mais decidir caso a caso se navios de grande porte podem ser admitidos.<\/p>\n<p>Embora Pequim n\u00e3o tenha mencionado especificamente a Vale, os chineses v\u00e3o endurecer as restri\u00e7\u00f5es para todos os navios de grande porte, inclusive a frota &#8220;Valemax&#8221;. Em um desses navios, o Vale Beijing, ocorreu recentemente um vazamento misterioso enquanto embarcava sua primeira carga no Brasil, levando alguns especialistas na China a questionarem a seguran\u00e7a dessa frota.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o estamos otimistas sobre a situa\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a das opera\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias para navios de grande porte, especialmente as opera\u00e7\u00f5es de atraca\u00e7\u00e3o de navios de supergrande porte, cujas dimens\u00f5es excedem os padr\u00f5es de projeto permitidos&#8221;, disse o Minist\u00e9rio dos Transportes em um comunicado. &#8220;Levando em conta os consider\u00e1veis perigos ocultos, decidimos ajustar o sistema de gest\u00e3o portu\u00e1ria no que diz respeito \u00e0 atraca\u00e7\u00e3o de navios de grande porte&#8221;.<\/p>\n<p>Para contornar essas restri\u00e7\u00f5es, a Vale vem rapidamente desenvolvendo planos para que sua frota &#8220;Valemax&#8221; desembarque o min\u00e9rio de ferro em outros polos de distribui\u00e7\u00e3o fora da China, como as Filipinas e a Mal\u00e1sia, onde o min\u00e9rio de ferro poderia ser transferido para navios menores, que seriam ent\u00e3o autorizados a atracar na China.<\/p>\n<p>Os obst\u00e1culos que a China tem oposto \u00e0\u00a0frota &#8220;Valemax&#8221; \u00e9 a mais recente perturba\u00e7\u00e3o em meio a antigas tens\u00f5es entre a China e as maiores mineradoras de ferro do mundo &#8211; BHP Billiton, Rio Tinto e Vale &#8211; tamb\u00e9m conhecidas como &#8220;as tr\u00eas grandes&#8221;.<\/p>\n<p>A China comprou mais de metade do min\u00e9rio de ferro comercializado mundialmente no ano passado. Mas as sider\u00fargicas chinesas com frequ\u00eancia mant\u00eam um relacionamento conturbado com as tr\u00eas grandes mineradoras de ferro, rotineiramente acusadas de pr\u00e1ticas monopolistas, ou de conspirarem para elevar os pre\u00e7os do min\u00e9rio de ferro, por organiza\u00e7\u00f5es do setor sider\u00fargico.<\/p>\n<p>Os ataques contra a frota &#8220;Valemax&#8221; foram encabe\u00e7ados pela Associa\u00e7\u00e3o dos Armadores Chineses, muitas de cujas empresas membros viram seus lucros despencar em meio \u00e0 crise na navega\u00e7\u00e3o mundial. A Associa\u00e7\u00e3o de Armadores disse que a frota &#8220;Valemax&#8221; vai agravar o excesso de capacidade no setor de transportes e pode ser insegura.<\/p>\n<p>Um porta-voz da Vale em Xangai recusou-se a comentar as informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>CSN adquire f\u00e1brica na Alemanha<\/strong><\/p>\n<p><em>Valor Econ\u00f4mico<\/em><\/p>\n<p>A Companhia Sider\u00fargica Nacional (CSN), comandada pelo empres\u00e1rio Benjamin Steinbruch, fechou ontem a compra de uma sider\u00fargica de a\u00e7os longos do grupo espanhol Alfonso Gallardo situada na Alemanha. O valor da opera\u00e7\u00e3o, conduzida pela subsidi\u00e1ria espanhola CSN Steel, foi de \u20ac 482,5 milh\u00f5es (US$ 634 milh\u00f5es, ou R$ 1,1 bilh\u00e3o). A aquisi\u00e7\u00e3o inclui a distribuidora Gallardo Sections.<\/p>\n<p>O neg\u00f3cio marca a entrada da CSN, tradicional fabricante brasileira de a\u00e7o plano, com usina em Volta Redonda (RJ) no mercado dos chamados a\u00e7os longos, produto usado na constru\u00e7\u00e3o civil e em aplica\u00e7\u00f5es industriais. A opera\u00e7\u00e3o \u00e9\u00a0tamb\u00e9m mais um avan\u00e7o da sider\u00fargica em seu processo de internacionaliza\u00e7\u00e3o: a companhia j\u00e1\u00a0tem opera\u00e7\u00f5es nos Estados Unidos e em Portugal.<\/p>\n<p>Nesse segmento, no momento a CSN constr\u00f3i uma unidade com capacidade para 500 mil toneladas por ano, voltada para vergalh\u00f5es e barras, tamb\u00e9m em Volta Redonda. Ap\u00f3s atrasos causados nas obras civis, a unidade deve ficar pronta no \u00faltimo trimestre deste ano. Com isso, passar\u00e1\u00a0a competir no Brasil com Gerdau, ArcelorMittal e Votorantim.<\/p>\n<p>A aquisi\u00e7\u00e3o da sider\u00fargica alem\u00e3\u00a0 ocorre alguns meses depois que a CSN suspendeu, em meados de setembro, a aquisi\u00e7\u00e3o que envolvia tamb\u00e9m ativos de cimento e a\u00e7o na Espanha. Na \u00e9poca, em meados de setembro, justificou a desist\u00eancia do neg\u00f3cio a &#8220;descumprimentos contratuais&#8221; por parte do grupo Gallardo.<\/p>\n<p>&#8220;Ficamos com a joia da coroa&#8221;, disse, por telefone, da Alemanha, Juarez Saliba, diretor-executivo de novos neg\u00f3cios e de fus\u00f5es e aquisi\u00e7\u00f5es da CSN. Ele explicou que as negocia\u00e7\u00f5es com o grupo Gallardo foram retomadas no fim de outubro e concentrara-se especificamente nos dois ativos alem\u00e3es &#8211; a sider\u00fargica Stahlwerk Th\u00fcringen (SWT) e a distribuidora de a\u00e7o Gallardo Sections.<\/p>\n<p>A SWT, observou Saliba, \u00e9 voltada para atendimento dos mercados alem\u00e3o e de pa\u00edses do Leste europeu, justamente os que se encontram em melhora situa\u00e7\u00e3o devido \u00e0 crise da Zona do Euro. &#8220;A usina est\u00e1 rodando com 80% da capacidade instalada&#8221;, firmou. Segundo a CSN, o ativo maior diversifica\u00e7\u00e3o de mercados de atua\u00e7\u00e3o que a concorr\u00eancia, atendendo n\u00e3o s\u00f3 a constru\u00e7\u00e3o n\u00e3o-residencial, mas focada tamb\u00e9m nas \u00e1reas industriais de equipamentos, engenharia e transporte.<\/p>\n<p>A SWT, situada na cidade de Unterwellenborn, na prov\u00edncia de Th\u00fcringen, no centro do pa\u00eds, \u00e9 especializada na fabrica\u00e7\u00e3o de perfis m\u00e9dios e pesados, com capacidade instalada de produ\u00e7\u00e3o de 1,1 milh\u00e3o de toneladas por ano. Esses produtos s\u00e3o destinados, por exemplo, \u00e0 fabrica\u00e7\u00e3o de constru\u00e7\u00f5es met\u00e1licas, como edif\u00edcios, mezaninos, est\u00e1dios, pontes, viadutos, passarelas, funda\u00e7\u00f5es, conten\u00e7\u00f5es, galp\u00f5es, pontes rolantes.<\/p>\n<p>A sider\u00fargica alem\u00e3\u00a0opera \u00e0\u00a0 base de sucata, com fornos el\u00e9tricos. Segundo a CSN, tem localiza\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel para compra da mat\u00e9ria-prima &#8211; 70% s\u00e3o oriundos de um raio de 70 a 100 quil\u00f4metros. Junto com a distribuidora, a empresa emprega 450 pessoas.<\/p>\n<p>Com o novo ativo, a CSN atinge uma capacidade instalada de produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o &#8211; plano e longo &#8211; de 6, 7 milh\u00f5es de toneladas por ano. A partir de 2013, com a nova usina de Volta Redonda, salta para 7,2 milh\u00f5es de toneladas.<\/p>\n<p>Segundo Saliba, a CSN contou com financiamento de \u20ac 120 milh\u00f5es por parte de sete bancos que eram credores do grupo Gallardo para fechar o neg\u00f3cio. A empresa vai desembolsar \u20ac 320 milh\u00f5es do seu caixa e assumir d\u00edvida da SWT de aproximadamente \u20ac 40 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>O diretor informou que n\u00e3o haver\u00e1\u00a0 mudan\u00e7a na gest\u00e3o da SWT. &#8220;\u00c9\u00a0uma opera\u00e7\u00e3o enxuta, com padr\u00e3o alem\u00e3o, com dois executivos &#8211; um diretor industrial e um administrativo-financeiro, que ser\u00e3o mantidos&#8221;. Destacou que ao fazer essa aquisi\u00e7\u00e3o, a CSN comprou tamb\u00e9m expertise no segmento de a\u00e7os longos. &#8220;Os alem\u00e3es v\u00e3o nos ajudar, nos pr\u00f3ximos oito meses, com treinamento, a formar o pessoal para nossa usina de a\u00e7os longos em Volta Redonda&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p>A opera\u00e7\u00e3o de compra do ativo europeu &#8211; deixando de lado uma cimenteira e outra usina de vergalh\u00f5es na Espanha, um mercado em crise &#8211; ocorre um m\u00eas ap\u00f3s o grupo argentino Techint entrar no capital da Usiminas, concorrente da CSN. Steinbruch tentou, via mercado de capitais e diretamente, assumir o controle da sider\u00fargica mineira, mas n\u00e3o teve sucesso.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Desemprego na Europa \u00e9\u00a0recorde<\/strong><\/p>\n<p><em>Correio Braziliense<\/em><\/p>\n<p>O desemprego na Zona do Euro alcan\u00e7ou um recorde hist\u00f3rico, atingindo 10,4% da popula\u00e7\u00e3o economicamente ativa (PEA) em dezembro de 2011. Segundo c\u00e1lculos da ag\u00eancia de estat\u00edsticas Eurostat, 16,5 milh\u00f5es de pessoas estavam desempregadas na Europa em dezembro, 20 mil a mais do que no m\u00eas anterior.<\/p>\n<p>Trata-se do oitavo m\u00eas consecutivo em que o \u00edndice alcan\u00e7ou e superou o limite dos 10% na Zona do Euro. Um recorde j\u00e1\u00a0havia sido atingido em novembro, depois que a Eurostat revisou para 10,4% o resultado do m\u00eas, ante 10,3% divulgados em um primeiro momento.<\/p>\n<p>A Espanha continua sendo o pa\u00eds com o maior \u00edndice de desemprego, com 22,9%, igual ao do m\u00eas anterior e \u00e0\u00a0frente da Gr\u00e9cia (19,2%). A \u00c1ustria se mant\u00e9m com o mais baixo, 4,1%, seguida de Holanda (4,9%) e Luxemburgo (5,2%).<\/p>\n<p>Na Fran\u00e7a, o desemprego atingiu 9,9% da PEA, aumentando em rela\u00e7\u00e3o a novembro (9,8%). Na Alemanha, manteve-se nos 5,5%. No conjunto da Uni\u00e3o\u00a0Europeia (UE), em dezembro, o n\u00edvel permaneceu est\u00e1vel, mas a Eurostat revisou para cima o indicador de novembro (9,8%).<\/p>\n<p>Para impulsionar o crescimento e o emprego na Zona do Euro, os 27 dirigentes da UE se reuniram na segunda-feira em Bruxelas. Mais do que medidas concretas para frear os flagelos de recess\u00e3o e desemprego, os europeus acordaram um pacto que consagra a austeridade fiscal na regi\u00e3o. Apenas Gr\u00e3-Bretanha e Rep\u00fablica Tcheca ficaram fora do tratado, que responde a uma exig\u00eancia de disciplina da chanceler alem\u00e3,\u00a0Angela Merkel, em troca de maior solidariedade financeira.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nO Estado de S.Paulo\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/2352\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-2352","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-BW","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2352","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2352"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2352\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2352"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2352"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2352"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}