{"id":23544,"date":"2019-07-09T06:28:12","date_gmt":"2019-07-09T09:28:12","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=23544"},"modified":"2019-07-11T15:47:03","modified_gmt":"2019-07-11T18:47:03","slug":"mup-no-57o-congresso-da-une-defender-uma-educacao-popular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/23544","title":{"rendered":"MUP no 57\u00ba Congresso da UNE: defender uma educa\u00e7\u00e3o popular!"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ujc.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/ID-MANIFESTO-MUP.png\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Manifesto do Movimento por uma Universidade Popular rumo ao 57\u00ba Congresso da Uni\u00e3o Nacional dos Estudantes<\/p>\n<p>Mais uma vez na hist\u00f3ria do Brasil, tempos sombrios e desafiadores flertam com um passado recorrente de viol\u00eancia, repress\u00e3o e persegui\u00e7\u00f5es pol\u00edticas. O governo Bolsonaro inspira-se nos m\u00e9todos repressivos dos tempos de ditadura, promove a intoler\u00e2ncia \u00e0s diferen\u00e7as, gera factoides na m\u00eddia e redes sociais, em parte para desviar o foco da opini\u00e3o p\u00fablica das medidas que o novo governo pretende adotar no Brasil, em parte expressando o n\u00edvel de reacionarismo das for\u00e7as com que comp\u00f5e. Seu objetivo principal \u00e9 saquear as riquezas nacionais, realizar privatiza\u00e7\u00f5es e retirar os direitos da juventude trabalhadora, servindo aos interesses das elites e de grandes pot\u00eancias estrangeiras imperialistas, amea\u00e7ando as liberdades democr\u00e1ticas e as condi\u00e7\u00f5es de vida do povo trabalhador.<\/p>\n<p>Esse governo tem como carro-chefe a Reforma da Previd\u00eancia. Se aprovada, a reforma afetar\u00e1 os mais pobres e pessoas que dependem integralmente desse benef\u00edcio para sobreviver. Para n\u00f3s, jovens, essa reforma imp\u00f5e danos terr\u00edveis: o tempo que precisaremos ter dentro mercado de trabalho, para conseguir o benef\u00edcio integral da aposentadoria, ser\u00e1 superior a 40 anos, tempo m\u00ednimo para o acesso integral ao benef\u00edcio. Na pr\u00e1tica, mesmo quem come\u00e7ou a trabalhar com 16 anos s\u00f3 poder\u00e1 se aposentar ap\u00f3s os 65, levando em conta o desemprego!<\/p>\n<p>O impacto dessas mudan\u00e7as na vida dos brasileiros contribuir\u00e1 diretamente para o aumento da j\u00e1 t\u00e3o dr\u00e1stica desigualdade social em nosso pa\u00eds. Isso, sem contar os cortes e congelamento de investimento nas \u00e1reas essenciais \u00e0 vida, como sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em sua hist\u00f3ria, o movimento estudantil cumpriu o importante papel de ser a ferramenta de luta da juventude para a defesa de seus interesses, principalmente nos momentos de maior ofensiva de pautas antipovo por parte dos governos. Acreditamos, portanto, que esse \u00e9 o momento de juntos fortalecermos, construirmos e massificarmos nossas entidades estudantis \u2013 como os centros acad\u00eamicos, diret\u00f3rios centrais e uni\u00f5es estaduais de estudantes \u2013 e, principalmente, a Uni\u00e3o Nacional dos Estudantes. Queremos retomar a UNE para o dia a dia dos jovens brasileiros, para fazer frente ao governo Bolsonaro nas universidades p\u00fablicas e privadas, mas principalmente nas ruas!<\/p>\n<p>Defender uma educa\u00e7\u00e3o popular \u00e9 preciso!<\/p>\n<p>Na educa\u00e7\u00e3o, o governo tem como objetivo fortalecer uma l\u00f3gica tecnicista, anti-intelectual e acr\u00edtica, servindo aos interesses dos grandes grupos nacionais e estrangeiros que transformam a universidade num neg\u00f3cio e restringem o acesso da juventude trabalhadora ao ensino superior. Dentre as medidas j\u00e1 anunciadas pela equipe educacional de Bolsonaro desde a campanha est\u00e3o o apoio \u00e0 implementa\u00e7\u00e3o do projeto Escola Sem Partido e a implementa\u00e7\u00e3o do Ensino a Dist\u00e2ncia (EaD) desde o ensino fundamental at\u00e9 o ensino superior. Sendo que nas universidades privadas o percentual de vagas EaD ofertadas j\u00e1 chega \u00e0 30% nacionalmente.<\/p>\n<p>Estrangulam o or\u00e7amento da educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica pretendendo a cobran\u00e7a de mensalidades, e amea\u00e7am a autonomia universit\u00e1ria e das elei\u00e7\u00f5es diretas e parit\u00e1rias para reitorias. Planeja-se o fim das cotas raciais, uma das maiores vit\u00f3rias que n\u00f3s estudantes conquistamos no \u00faltimo per\u00edodo.<\/p>\n<p>A perspectiva de qualquer regulamenta\u00e7\u00e3o do ensino privado n\u00e3o \u00e9 pautada pelo MEC. Enquanto isso, as taxas e cobran\u00e7as de mensalidades abusivas est\u00e3o na ordem-do-dia das institui\u00e7\u00f5es de ensino. Somos afetados pelos cortes dos programas do FIES e PROUNI, pela intensa precariza\u00e7\u00e3o das universidades e demiss\u00e3o dos professores, n\u00e3o contamos com qualquer direito \u00e0 perman\u00eancia estudantil (seja por via de bolsas, passe-livre de \u00f4nibus, moradia ou alimenta\u00e7\u00e3o com custo acess\u00edvel) e somos perseguidos quando tentamos mobilizar os colegas para lutar pelo que deveria ser nosso por direito.<\/p>\n<p>Para o MUP, \u00e9 hora de resistirmos ao projeto de educa\u00e7\u00e3o da extrema direita afirmando e construindo coletivamente um projeto p\u00fablico, nacional, democr\u00e1tico e pautado pelos interesses populares. \u00c9 hora de defendermos as cotas sociais e raciais, mas tendo como perspectiva a universalidade do acesso e perman\u00eancia na universidade p\u00fablica. \u00c9 hora de valorizarmos e divulgarmos as diversas experi\u00eancias de ensino, pesquisa e extens\u00e3o de qualidade nas universidades, defendendo sua amplia\u00e7\u00e3o e o seu maior v\u00ednculo com as demandas populares. Para isso, precisamos de uma UNE mais atuante, democr\u00e1tica e propositiva.<\/p>\n<p>Por que queremos defender e reerguer a UNE?<\/p>\n<p>Fazemos parte daqueles que n\u00e3o abrem m\u00e3o de relembrar e fazer jus \u00e0 hist\u00f3ria da UNE, que durante a ditadura militar teve grande papel na resist\u00eancia contra a censura e a repress\u00e3o. Sabemos que as lutas que vir\u00e3o ser\u00e3o duras e, para garantirmos a vit\u00f3ria dos que defendem as liberdades democr\u00e1ticas e os direitos sociais, \u00e9 necess\u00e1rio retomar nossa entidade nacional para o caminho combativo e popular.<\/p>\n<p>Queremos construir a mais ampla unidade contra o governo Bolsonaro, para resgatar a dignidade e soberania de nosso pa\u00eds! Queremos defender a vida e os direitos dos jovens estudantes, trabalhadores, mulheres, negros, negras e LGBTs. Queremos uma entidade estudantil que d\u00ea o exemplo: entre os estudantes, ningu\u00e9m solta a m\u00e3o de ningu\u00e9m! Todos devem se sentir parte dessa luta. Queremos uma entidade mais massificada e presente no dia a dia de cada estudante e n\u00e3o, como hoje, ainda presa a uma l\u00f3gica de c\u00fapulas e ref\u00e9m de pequenas disputas imaturas do movimento estudantil.<\/p>\n<p>A UNE, ent\u00e3o, deve ser um foco de mobiliza\u00e7\u00e3o estudantil para que todas as medidas de austeridade, retirada de direitos e retrocessos democr\u00e1ticos sejam acompanhados com luta e resist\u00eancia. Para cumprir essa tarefa t\u00e3o importante, a entidade precisa estar presente na vida dos estudantes, propondo a constru\u00e7\u00e3o de uma vis\u00e3o estrat\u00e9gica a educa\u00e7\u00e3o brasileira, com car\u00e1ter popular e transformador que aponte para um Brasil mais justo, soberano e igualit\u00e1rio.<\/p>\n<p>Nesse sentido, acreditamos ser imprescind\u00edvel a defesa da Universidade Popular. S\u00f3 conseguiremos resistir com consequ\u00eancia e combatividade se tivermos como objetivo um projeto de educa\u00e7\u00e3o que garanta o ensino p\u00fablico, gratuito, laico e de qualidade, e tamb\u00e9m atenda as necessidades da popula\u00e7\u00e3o, na perspectiva de constru\u00e7\u00e3o do socialismo. Que questione o elitismo e o avan\u00e7o da mercantiliza\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o, paute soberania nacional junto \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de ci\u00eancia e tecnologia a partir das demandas do povo brasileiro, amplie a democracia universit\u00e1ria e construa experi\u00eancias de extens\u00e3o junto aos movimentos populares. E o 57\u00ba Congresso da UNE, onde estar\u00e3o reunidos mais de 15 mil estudantes de todo pa\u00eds, \u00e9 uma grande oportunidade para a constru\u00e7\u00e3o dessa estrat\u00e9gia! Por isso, convocamos todos e todas a construir essa luta, em unidade para resistir e com muita ousadia para avan\u00e7ar! Ousar lutar, ousar vencer!<\/p>\n<p>Maria Carolina de Oliveira, carinhosamente conhecida por seus amigos e camaradas como Maria Carol, tem 22 anos. \u00c9 estudante de Geografia na UFRRJ, militante da Uni\u00e3o da Juventude Comunista (UJC) e do Movimento por uma Universidade Popular (MUP) desde 2015. Nos \u00faltimos anos construiu o Diret\u00f3rio Acad\u00eamico Aziz Ab&#8217;Saber (entidade dos estudantes de geografia) e o DCE da Rural, al\u00e9m de ter feito parte da diretoria da UEE-RJ, ocupando a pasta de Universidades P\u00fablicas.<\/p>\n<p>Maria Carol \u00e9 nascida e criada no Rio de Janeiro, estado que vive uma das suas piores crises econ\u00f4micas, sociais e civilizat\u00f3rias da hist\u00f3ria. \u00c9 mais uma das milhares de jovens deste pa\u00eds que sofrem com o desemprego, a pol\u00edtica de guerra \u00e0s drogas na seguran\u00e7a p\u00fablica e a interven\u00e7\u00e3o militar, a cultura do estupro, o sucateamento da escola e universidade p\u00fablica, assim como dos institutos federais.<\/p>\n<p>Criada no meio de mulheres aguerridas, que jamais perderam a f\u00e9 na vida, Carol foi desde cedo ensinada a ter esperan\u00e7a na luta. Apesar de ser jovem, \u00e9 exemplo de convic\u00e7\u00e3o no poder de resist\u00eancia di\u00e1ria, dignidade e supera\u00e7\u00e3o do povo trabalhador brasileiro. Aprendeu isso com seu pai, metal\u00fargico e sua m\u00e3e, trabalhadora terceirizada no Detran. Al\u00e9m de ter crescido tendo como refer\u00eancia o exemplo de parte de sua minha fam\u00edlia que participou ativamente do movimento das ligas camponesas, em Pernambuco.<\/p>\n<p>Maria Carol ingressou na \u00faltima gest\u00e3o da UNE, no ano de 2018, participando ativamente das lutas contra as pol\u00edticas de austeridade do governo. Sua capacidade de criatividade nas formula\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e persist\u00eancia na luta s\u00e3o exemplo para os jovens que constroem o movimento estudantil diariamente com ela. Carol faz parte daqueles que acredita que s\u00f3 a luta organizada, atrav\u00e9s da Uni\u00e3o Nacional dos Estudantes, poder\u00e1 nos arrancar vit\u00f3rias na defesa da universidade p\u00fablica, ensino, ci\u00eancia e tecnologia ao movimento estudantil brasileiro.<\/p>\n<p>Para nos fortalecermos na disputa contra o governo Bolsonaro e sua agenda neoliberal, precisamos que a UNE defenda um projeto ousado, que unifique os estudantes em torno da constru\u00e7\u00e3o de uma Universidade Popular, comprometida com uma nova alternativa para a educa\u00e7\u00e3o, que batalhe em defesa da soberania nacional, alinhada com a produ\u00e7\u00e3o de ci\u00eancia e tecnologia para a classe trabalhadora, engajada na pr\u00e1tica de extens\u00e3o junto aos movimentos sociais e paute a amplia\u00e7\u00e3o e garantia da autonomia universit\u00e1ria.<\/p>\n<p>Diferente de como tem sido dirigida no \u00faltimo per\u00edodo, a UNE precisa responder \u00e0s necessidades que lhe s\u00e3o exigidas pela conjuntura, efetivando todo seu potencial organizativo e mobilizador de massas. \u00c9 isso que a candidatura de Carol, com o conjunto da oposi\u00e7\u00e3o, apresenta aos estudantes: sua capacidade de envolver a juventude em torno de um projeto radicalmente popular que a UNE tornar\u00e1 ainda mais temida por aqueles pretendem destruir a educa\u00e7\u00e3o e o futuro da juventude brasileira. Seremos tamb\u00e9m firmes na defesa da nossa entidade, mas, ao mesmo tempo, n\u00e3o nos furtamos de realizar balan\u00e7os reais e sermos propositivos sobre o que precisa ser aprimorado em uma pr\u00f3xima gest\u00e3o.<\/p>\n<p>Vivemos tempos sombrios, nossos verdadeiros inimigos querem que percamos a esperan\u00e7a, nos tomemos pelo medo e n\u00e3o acreditemos mais nas lutas coletivas. \u00c9 com muito p\u00e9 no ch\u00e3o e unidade que vamos debater novas perspectivas, por isso mesmo a candidatura da Carol e o Movimento por Universidade Popular est\u00e3o compromissados a debater e apresentar propostas concretas para os grandes problemas na educa\u00e7\u00e3o e perspectivas futuro da juventude no pa\u00eds.<\/p>\n<p>E como n\u00e3o poderia ser diferente, seguindo a renova\u00e7\u00e3o que a juventude exige nos espa\u00e7os pol\u00edticos, sim: haver\u00e1 mulher jovem, preta e revolucion\u00e1ria debatendo educa\u00e7\u00e3o, juventude e projeto de pa\u00eds na linha de frente do Movimento Estudantil.<\/p>\n<p>O MUP e a Uni\u00e3o da Juventude Comunista est\u00e3o est\u00e3o com a Maria Carol secret\u00e1ria geral, Gabryel Henrici presidente e Tarsila Amoras vice, para a mesa diretora da UNE.<\/p>\n<p>Vamos reerguer e defender a nossa entidade! A UNE somos n\u00f3s!<\/p>\n<p>Financie o Movimento Por Uma Universidade Popular no 57\u00ba CONUNE<br \/>\nhttps:\/\/www.vakinha.com.br\/vaquinha\/financie-o-movimento-por-uma-universidade-popular-no-57-conune?fbclid=IwAR1vLWSnY6PdyRM0b6brXWeGQGShAlZFsHo5cgHm1B0N3oiZWPvDCshGh58<br \/>\nID da vaquinha: 539432<br \/>\nCriada em 14\/04\/2019<br \/>\nEncerra em 10\/07\/2019<br \/>\nPARA DEFENDER E REERGUER A UNE! O Movimento Por Uma Universidade Popular \u00e9 constru\u00eddo por estudantes de norte \u00e0 sul do Brasil. Nos ajude a participar do 57\u00ba Congresso da UNE. \u00c9 hora de resistirmos ao projeto de educa\u00e7\u00e3o da extrema direita afirmando e construindo coletivamente um projeto p\u00fablico, nacional, democr\u00e1tico e pautado pelos interesses populares.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/23544\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[27],"tags":[222,247],"class_list":["post-23544","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c27-ujc","tag-2b","tag-jd"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-67K","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23544","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23544"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23544\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23544"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23544"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23544"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}