{"id":23620,"date":"2019-07-20T06:01:48","date_gmt":"2019-07-20T09:01:48","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=23620"},"modified":"2019-07-20T06:01:48","modified_gmt":"2019-07-20T09:01:48","slug":"eutanasia-da-producao-industrial-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/23620","title":{"rendered":"Eutan\u00e1sia Da Produ\u00e7\u00e3o Industrial Brasileira"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i2.wp.com\/criticadaeconomia.com\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Brasil-produ%C3%A7%C3%A3o-industrial-julho-2017.jpg?resize=1000%2C630&amp;ssl=1\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Cr\u00edtica da Economia<\/p>\n<p>Por Jos\u00e9 Martins<\/p>\n<p>Para justificar a aprova\u00e7\u00e3o da reforma da Previd\u00eancia os economistas brasileiros (do governo e do mercado) n\u00e3o cansavam de dizer que ela era necess\u00e1ria para que a economia voltasse a crescer. O mesmo argumento, ali\u00e1s, que tamb\u00e9m utilizaram nos casos da reforma trabalhista, teto de gastos do Or\u00e7amento, privatiza\u00e7\u00f5es de empresas e servi\u00e7os p\u00fablicos, desregula\u00e7\u00f5es do mercado, etc.<\/p>\n<p>Por que essas reformas fariam a economia retomar o crescimento? Por causa da \u201cexplosiva divida p\u00fablica\u201d do pa\u00eds. Nada mais al\u00e9m disso. Por causa de um suposto desequil\u00edbrio das contas p\u00fablicas a economia n\u00e3o poderia voltar a crescer. \u00c9 o que eles sempre dizem.<\/p>\n<p>Mas esses economistas ficam muito perturbados quando se compara a rela\u00e7\u00e3o divida p\u00fablica\/PIB do Brasil com o que existe no resto do mundo \u2013 principalmente com as economias dominantes, como verificaremos mais abaixo \u2013 e se conclui que essa \u201cexplosiva d\u00edvida p\u00fablica\u201d brasileira n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o explosiva a ponto de ser um motivo suficiente para paralisar a produ\u00e7\u00e3o no pa\u00eds.<\/p>\n<p>O fato \u00e9 que muita gente acreditou neste lero-lero que a \u201cnova Previd\u00eancia\u201d e outras reformas comandadas pelos capitalistas da ind\u00fastria e outras classes parasitas do sistema trariam a economia de volta ao crescimento, \u00e0 gera\u00e7\u00e3o de emprego, etc.<\/p>\n<p>\u00c9 nisso que essas pessoas ing\u00eanuas acreditaram. E continuam acreditando. Mesmo que os pr\u00f3prios patr\u00f5es e seus economistas desmintam posteriormente que essas promessas eram falsas.<\/p>\n<p>Como agora, nas \u00faltimas semanas, depois de vencerem covardemente mais uma batalha contra os trabalhadores produtivos no pa\u00eds, eles v\u00eam a p\u00fablico para dizer com a maior cara de pau do mundo que a reforma da Previd\u00eancia \u00e9 um passo importante, mas n\u00e3o garante retomada do crescimento.<\/p>\n<p>E o pior, a recupera\u00e7\u00e3o prometida ainda vai demorar, dizem eles. S\u00f3 no longo prazo, sabe-se l\u00e1 quando, pode-se imaginar a economia voltando a crescer acima de 3% ao ano, pelo menos. S\u00f3 depois de um n\u00famero infinito de reformas no sistema.<\/p>\n<p>E n\u00e3o desistem. Continuam com o mesmo lero-lero. Garantem que todas essas infinitas reformas e apertos fiscais futuros ter\u00e3o o mesmo efeito dinamizador da atividade econ\u00f4mica das reformas trabalhistas, do teto de gastos, das privatiza\u00e7\u00f5es, da Previd\u00eancia, etc.<\/p>\n<p>\u201cO crescimento econ\u00f4mico requer outras reformas. H\u00e1 um certo sonho de que a simples aprova\u00e7\u00e3o da reforma da Previd\u00eancia produziria uma explos\u00e3o de investimentos, e o Brasil voltaria a crescer como jamais cresceu no passado. Isso n\u00e3o \u00e9 verdade\u201d, diz o conhecido economista Affonso Pastore, da USP e Ibre da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas.<\/p>\n<p>E explica: \u201cN\u00f3s n\u00e3o temos o investimento sendo uma for\u00e7a propulsora. N\u00e3o temos tamb\u00e9m impulso vindo das exporta\u00e7\u00f5es. E, finalmente, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel usar est\u00edmulos fiscais porque o governo est\u00e1 fazendo o contr\u00e1rio, est\u00e1 fazendo um ajuste. Ele corta gastos. Isso significa que a recupera\u00e7\u00e3o da economia \u00e9 lenta. N\u00e3o h\u00e1 como sonhar uma recupera\u00e7\u00e3o muito forte.\u201d<\/p>\n<p>Ele s\u00f3 n\u00e3o explica por que o governo brasileiro continua fazendo esses idiotas ajustes fiscais e cortando gastos (n\u00e3o os gastos financeiros, mas os gastos correntes). Desnecessariamente, pelo menos para a produ\u00e7\u00e3o real. Como se isso fosse a coisa mais natural do mundo. Como se algum vest\u00edgio dessa desastrosa pol\u00edtica fiscal da economia do imperialismo na periferia do sistema ainda existisse nas principais economias do mundo, como EUA, Alemanha e Jap\u00e3o.<\/p>\n<p>Para Marcos Lisboa, outra figurinha carimbada da economia do imperialismo no Brasil, o cen\u00e1rio para a retomada da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda mais preocupante. Mesmo, repita-se, depois das reformas trabalhistas, teto de gastos no Or\u00e7amento, privatiza\u00e7\u00f5es, Previd\u00eancia, etc.<\/p>\n<p>Para ele, todos estes sacos de maldade que eles empurraram pela goela abaixo dos trabalhadores produtivos nos \u00faltimos anos ainda n\u00e3o foram suficientes. Vejam suas explica\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>\u201cSe n\u00e3o acertar a quest\u00e3o tribut\u00e1ria, do com\u00e9rcio exterior e da infraestrutura, a not\u00edcia \u00e9 ruim. O pa\u00eds chegou na situa\u00e7\u00e3o em que chegou por tentativas precipitadas de descobrir um atalho, inventar uma novidade, desonerar a folha, dar um cr\u00e9dito do BNDES, dar um est\u00edmulo para um determinado setor. Essas medidas precipitadas \u00e9 que geraram esse caos institucional que a gente vive no ambiente de neg\u00f3cios. \u00c9 preciso desfazer o que foi feito na \u00faltima d\u00e9cada para que o investimento volte a crescer e o pa\u00eds volte a gerar mais renda. Essa agenda est\u00e1 demorando para avan\u00e7ar. E quanto mais demora para andar, piora a estagna\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Todos esses economistas da periferia capitalista s\u00e3o perigosos chantagistas. O Sr. Lisboa \u00e9 um pouquinho mais que os outros. Continua jogando todos os males e dificuldades atuais da economia na desgastada desculpa da \u201cheran\u00e7a maldita\u201d da administra\u00e7\u00e3o de Guido Mantega na economia. E aquela ing\u00eanua opini\u00e3o p\u00fablica acredita piamente nisso.<\/p>\n<p>Todo lero-lero repetido milh\u00f5es de vezes vira verdade.<\/p>\n<p>Os economistas do mercado s\u00e3o altamente desonestos. Aquilo, por exemplo, que o Sr. Lisboa chama de \u201ctentativas precipitadas de descobrir um atalho\u201d, \u201cinventar uma novidade\u201d, \u201cdar um est\u00edmulo para determinado setor\u201d, etc. nada mais \u00e9 do que tudo que se faz atualmente nas economias dominantes do sistema. Pol\u00edticas antic\u00edclicas para evitar, pelo menos provisoriamente, a queda livre do sistema.<\/p>\n<p>Assim, o relaxamento quantitativo dos famosos \u201chelic\u00f3pteros de Bernanke\u201d e todas as pol\u00edticas monet\u00e1rias \u201cinventadas\u201d pelos bancos centrais dos EUA (Fed), da Uni\u00e3o Europeia, Jap\u00e3o, etc. para evitar uma s\u00fabita paralisa\u00e7\u00e3o das suas economias, a partir crise global de 2008\/2009, entrariam facilmente nesta lista de \u201cmedidas precipitadas\u201d que o Sr. Lisboa considera desonestamente como a verdadeira raz\u00e3o da estagna\u00e7\u00e3o da economia brasileira.<\/p>\n<p>Al\u00e9m destas pol\u00edticas monet\u00e1rias de taxas de juros zero e amplia\u00e7\u00e3o desmesurada do cr\u00e9dito e endividamento das corpora\u00e7\u00f5es privadas nas economias dominantes do sistema, o que o Sr. Lisboa e comparsas diriam das pol\u00edticas fiscais antic\u00edclicas aplicadas desde a crise de 2008\/2009 nestas mesmas economias que comandam a economia do imperialismo na periferia do mercado mundial?<\/p>\n<p>Observe-se que foram estas pol\u00edticas de gastos e d\u00e9ficits p\u00fablicos recordes nos \u00faltimos setenta anos que levaram, at\u00e9 este primeiro semestre\/2019, a uma rela\u00e7\u00e3o d\u00edvida p\u00fablica\/BIB de mais de 100% nos EUA, de mais de 250% no Jap\u00e3o, Europa (85%) It\u00e1lia (132%), Fran\u00e7a (99%), Espanha (97%), Alemanha (61%).<\/p>\n<p>H\u00e1 uma mudan\u00e7a na pol\u00edtica econ\u00f4mica mundial. Do mesmo modo que o relaxamento quantitativo na pol\u00edtica monet\u00e1ria dos bancos centrais, o d\u00e9ficit p\u00fablico deixa de ser um problema fiscal nas economias dominantes quando se trata de impedir que a crise peri\u00f3dica de superprodu\u00e7\u00e3o do capital amea\u00e7a empurrar a produ\u00e7\u00e3o e o emprego para o precip\u00edcio.<\/p>\n<p>Guido Mantega simplesmente imaginava que no Brasil se pudesse fazer essas pol\u00edticas econ\u00f4micas de gente grande. Ignorou, como escrevemos abundantemente, no mesmo momento que ele as executava, a realidade do imperialismo que comanda totalitariamente as pol\u00edticas econ\u00f4micas impostas \u00e0 economias dominadas como o Brasil.<\/p>\n<p>A China, por exemplo, outra grande economia dominada, como o Brasil, luta neste momento contra essa massacrante realidade imperialista. Verifica-se que o estoque total de d\u00edvidas corporativas, dom\u00e9sticas e do governo do at\u00e9 recentemente chamado \u201cch\u00e3o de f\u00e1brica do mundo\u201d agora excede 303% do produto interno bruto do pa\u00eds e representa cerca de 15% de toda a d\u00edvida global. \u00c9 o que informa nesta semana a Bloomberg News.<\/p>\n<p>No Brasil, a rela\u00e7\u00e3o divida p\u00fablica\/PIB subiu de 60,8% em 210 para m\u00edseros 77,2% em mar\u00e7o de 2019 (\u00faltimo dado dispon\u00edvel). A rela\u00e7\u00e3o divida p\u00fablica\/PIB no Brasil \u00e9 menor que a m\u00e9dia mundial (85%) e muito menor que no Jap\u00e3o, EUA, Fran\u00e7a, It\u00e1lia, etc. Pouco mais elevada que na Alemanha.<\/p>\n<p>No entanto, \u00e9 essa fal\u00e1cia de um \u201cexplosivo endividamento p\u00fablico brasileiro\u201d que \u00e9 usada pelos economistas do imperialismo \u2013 capitaneados no Brasil por gente como os Srs. Lisboa, Pastore et caterva \u2013 para justificar suas in\u00f3cuas reformas e ajustes fiscais, engessar a economia e, finalmente, encaminh\u00e1-la para o sucateamento puro e simples, para uma inacredit\u00e1vel eutan\u00e1sia das for\u00e7as produtivas nacionais.<\/p>\n<p>Para finalizar, como se materializar\u00e1 no curto prazo esta eutan\u00e1sia? Volta-se \u00e0 angustiante pergunta inicial: o que se pode esperar da economia real para os pr\u00f3ximos trimestres?<\/p>\n<p>A economista Alessandra Ribeiro, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de macroeconomia da consultoria Tend\u00eancias, bem mais ing\u00eanua politicamente que seus colegas acima citados, abre o jogo e d\u00e1 alguns n\u00fameros para o futuro da massacrada massa trabalhadora no Brasil.<\/p>\n<p>\u201cA Tend\u00eancias projeta um crescimento da economia um pouco abaixo de 1% neste ano. No ano que vem, um avan\u00e7o de 2%. A economia ganha um pouco mais de tra\u00e7\u00e3o a partir de 2021. Nesse cen\u00e1rio, a taxa de desemprego cai muito gradualmente, ainda estimamos taxa de desemprego em 11% ao final de 2022. Mas isso n\u00e3o significa que a economia n\u00e3o est\u00e1 gerando emprego. Est\u00e1, mas \u00e9 um trabalho mais informal. N\u00f3s esperamos este ritmo de cria\u00e7\u00e3o de emprego ganhando mais tra\u00e7\u00e3o, crescendo ao redor de 1,5% ao ano, mas com uma mudan\u00e7a na sua composi\u00e7\u00e3o, de menos informal e mais formal.\u201d<\/p>\n<p>No come\u00e7o de 2019 eles previam, computando a aprova\u00e7\u00e3o da reforma da Previd\u00eancia, que acabou acontecendo, um crescimento de 2,5% para este ano. Agora, depois da dita cuja aprovada, est\u00e3o prevendo \u201cum pouco abaixo de 1%\u201d, como informa a Sra. Ribeiro.<\/p>\n<p>Considerando o hist\u00f3rico pouco recomend\u00e1vel destas previs\u00f5es do mercado, n\u00e3o h\u00e1 muito risco de se prever um crescimento real \u201cum pouco abaixo de zero&#8221;. Na virada do ano a economia brasileira estaria saindo da estagna\u00e7\u00e3o e entrando na depress\u00e3o.<\/p>\n<p>Neste cen\u00e1rio da empresa da Sra. Ribeiro, que \u00e9 mais ou menos compartilhado por todos os economistas do mercado, s\u00f3 dentro de dois a tr\u00eas anos \u201ca economia ganha um pouco mais de tra\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>O desemprego? Continuar\u00e1, segundo essa previs\u00e3o, praticamente no mesmo n\u00edvel at\u00e9 final de 2022. Portanto, por mais tr\u00eas anos e meio os trabalhadores ser\u00e3o obrigados a enfrentar filas cada vez mais quilom\u00e9tricas para uma m\u00edsera vaga de emprego. Informal, diga-se de passagem, considerando-se os efeitos mal\u00e9ficos mais do que evidentes da reforma trabalhista sobre os trabalhadores produtivos.<\/p>\n<p>E depois do final de 2022? Isso \u00e9 um grande mist\u00e9rio. O futuro a Deus pertence, dir\u00e1 a Sra. Ribeiro e os inabal\u00e1veis economistas do capital e do imperialismo.<\/p>\n<p>Com essa sublime imprecis\u00e3o e cinismo perante o mundo real, perante o sofrimento da classe trabalhadora expulsa da produ\u00e7\u00e3o, eles est\u00e3o prometendo \u00e0 na\u00e7\u00e3o em transe que haver\u00e1 melhora do crescimento s\u00f3 no longo prazo. Vai demorar anos e anos\u2026<\/p>\n<p>Que at\u00e9 l\u00e1 cada um se vire como pode. Eles se esquecem o que dizia lorde John Keynes, o guru dos economistas de Estado: \u201cno longo prazo todos n\u00f3s estaremos mortos\u201d.<\/p>\n<p>Ele se referia, evidentemente, \u00e0 classe capitalista e todos os demais parasitas do sistema.<\/p>\n<p>Lorde Keynes se referia \u00e0s classes propriet\u00e1rias que ele mesmo representava e procurava salvar naquele momento de crise catastr\u00f3fica da economia mundial da revolta e da revolu\u00e7\u00e3o dos trabalhadores produtivos em todo o mundo.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"YHs5WRtdGG\"><p><a href=\"https:\/\/criticadaeconomia.com\/2019\/07\/a-inacreditavel-eutanasia-da-producao-industrial-brasileira\/\">A inacredit\u00e1vel eutan\u00e1sia da produ\u00e7\u00e3o industrial brasileira<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"&#8220;A inacredit\u00e1vel eutan\u00e1sia da produ\u00e7\u00e3o industrial brasileira&#8221; &#8212; \" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" src=\"https:\/\/criticadaeconomia.com\/2019\/07\/a-inacreditavel-eutanasia-da-producao-industrial-brasileira\/embed\/#?secret=YHs5WRtdGG\" data-secret=\"YHs5WRtdGG\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/23620\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[7],"tags":[225],"class_list":["post-23620","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s8-brasil","tag-4a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-68Y","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23620","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23620"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23620\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23620"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23620"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23620"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}