{"id":2405,"date":"2012-02-13T23:34:53","date_gmt":"2012-02-13T23:34:53","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=2405"},"modified":"2012-02-13T23:34:53","modified_gmt":"2012-02-13T23:34:53","slug":"o-futuro-de-portugal-esta-configurado-na-revolucao-de-abril","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/2405","title":{"rendered":"O futuro de Portugal est\u00e1 configurado na Revolu\u00e7\u00e3o de Abril*"},"content":{"rendered":"\n<p>Falar das Conquistas da Revolu\u00e7\u00e3o \u00e9 falar do revolucion\u00e1rio Vasco Gon\u00e7alves, da sua ac\u00e7\u00e3o decisiva enquanto primeiro-ministro de quatro governos provis\u00f3rios \u2013 os governos dos grandes avan\u00e7os revolucion\u00e1rios, das grandes e profundas transforma\u00e7\u00f5es que fizeram de Portugal um pais a caminho da justi\u00e7a social plena, do respeito pelos direitos dos trabalhadores e do povo, da independ\u00eancia e da soberania nacional, da liberdade, da democracia.<\/p>\n<p>Amigos, companheiros, camaradas<\/p>\n<p>Passados menos de oito meses sobre a realiza\u00e7\u00e3o da Assembleia-Geral Constitutiva da Associa\u00e7\u00e3o Conquistas da Revolu\u00e7\u00e3o, aqui estamos, agora em Assembleia-Geral electiva dos \u00f3rg\u00e3os sociais \u2013 ou seja, dando mais um importante passo no processo de constru\u00e7\u00e3o deste nosso projecto.<\/p>\n<p>Sobre a oportunidade e a necessidade da cria\u00e7\u00e3o de uma Associa\u00e7\u00e3o com estas caracter\u00edsticas, o tempo e a evolu\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, econ\u00f3mica, social e cultural no nosso Pa\u00eds, t\u00eam-se encarregado de nos dar m\u00faltiplas provas de que t\u00ednhamos toda a raz\u00e3o quando decidimos cri\u00e1-la.<\/p>\n<p>Com efeito, neste tempo em que tudo o que ainda cheira a Abril \u00e9 alvo da feroz ofensiva contra-revolucion\u00e1ria da pol\u00edtica de direita das troikas, a exist\u00eancia de uma Associa\u00e7\u00e3o que tem a Revolu\u00e7\u00e3o de Abril e as suas conquistas hist\u00f3ricas como refer\u00eancia maior, \u00e9, mais do que necess\u00e1ria, indispens\u00e1vel.<\/p>\n<p>Acresce que temos como refer\u00eancia, tamb\u00e9m, um vasto conjunto de personalidades, civis e militares, que deixaram os seus nomes para sempre ligados \u00e0 Revolu\u00e7\u00e3o de Abril e a tudo o que ela nos trouxe e nos permitiu conquistar.<\/p>\n<p>Dessas personalidades, emerge, em primeiro lugar a figura \u00edmpar do General Vasco Gon\u00e7alves. Tudo j\u00e1 foi dito e tudo resta para dizer do Companheiro Vasco, exemplo de dignidade, de coragem e de inteireza de car\u00e1cter; de extrema dedica\u00e7\u00e3o a Portugal e ao povo portugu\u00eas; de elevada estatura moral, pol\u00edtica, intelectual, humana, revolucion\u00e1ria.<\/p>\n<p>Por isso \u2013 pelo seu exemplo, pela sua obra, pelo seu pensamento &#8211; quisemos, inicialmente, que o seu nome fosse o nome da nossa Associa\u00e7\u00e3o \u2013 o que s\u00f3 n\u00e3o aconteceu por obst\u00e1culos imposs\u00edveis de superar e que todos conhecemos.<\/p>\n<p>Entretanto, optando pela actual designa\u00e7\u00e3o, estamos convictos de que opt\u00e1mos bem. Por um lado, porque as Conquistas da Revolu\u00e7\u00e3o de Abril continuam, e de que maneira, sob o fogo da brutal ofensiva contra-revolucion\u00e1ria e nunca ser\u00e3o demais os que se prop\u00f5em defend\u00ea-las; por outro lado, porque falar das Conquistas da Revolu\u00e7\u00e3o \u00e9 falar do revolucion\u00e1rio Vasco Gon\u00e7alves, da sua ac\u00e7\u00e3o decisiva enquanto primeiro-ministro de quatro governos provis\u00f3rios \u2013 os governos dos grandes avan\u00e7os revolucion\u00e1rios, das grandes e profundas transforma\u00e7\u00f5es que fizeram de Portugal um pais a caminho da justi\u00e7a social plena, do respeito pelos direitos dos trabalhadores e do povo, da independ\u00eancia e da soberania nacional, da liberdade, da democracia. N\u00e3o de uma democracia qualquer, mas sim de uma democracia avan\u00e7ada, em constru\u00e7\u00e3o nas suas vertentes social, econ\u00f3mica, pol\u00edtica e cultural, e amplamente participada; uma democracia como nunca antes tinha existido em Portugal e como, de ent\u00e3o para c\u00e1, n\u00e3o voltou a existir; uma democracia de facto, em que os direitos e interesses da imensa maioria dos portugueses eram respeitados, ao contr\u00e1rio do que acontece nesta democracia burguesa em que vivemos, nesta democracia-de-faz-de-conta, que outra coisa n\u00e3o \u00e9 do que uma ditadura do grande capital.<\/p>\n<p>Digamo-lo uma vez mais: com Vasco Gon\u00e7alves, os portugueses tiveram, pela primeira e \u00fanica vez, um primeiro-ministro que tinha como preocupa\u00e7\u00e3o permanente a defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores, do povo e de Portugal. E digamo-lo muitas vezes mais, pois h\u00e1 verdades que, pela import\u00e2ncia de que se revestem, nunca \u00e9 demais repetir.<\/p>\n<p>H\u00e1 mais de 35 anos que estamos a ser v\u00edtimas das malfeitorias de sucessivos governos PS, PSD, CDS \u2013 sozinhos ou de bra\u00e7o dado &#8211; todos ao servi\u00e7o dos interesses dos grandes grupos econ\u00f3micos e financeiros nacionais e internacionais; todos vendendo a independ\u00eancia e a soberania nacional como mercadoria em saldo; todos afrontando e rasgando a Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica Portuguesa, Lei fundamental do Pa\u00eds; todos roubando conte\u00fado democr\u00e1tico \u00e0 Democracia de Abril; todos desprezando e violando os interesses dos trabalhadores e do povo; todos destilando um \u00f3dio feroz \u00e0 Revolu\u00e7\u00e3o de Abril e \u00e0s suas conquistas; todos tentando afastar Abril das nossas mem\u00f3rias e dos nossos horizontes e todos fazendo tudo para o substituir pelo passado que em Abril, Abril venceu. H\u00e1 mais de 35 anos!\u2026<\/p>\n<p>E aos que fingem interrogar-se sobre de quem s\u00e3o as culpas da dram\u00e1tica situa\u00e7\u00e3o em que est\u00e1 o Pais hoje, respondemos com uma pergunta: de quem h\u00e3o-de ser as culpas sen\u00e3o de quem est\u00e1 no poder h\u00e1 35 anos consecutivos, com sucessivos governos fazendo a mesma pol\u00edtica de direita e com sucessivos presidentes da Rep\u00fablica aben\u00e7oando esses governos e essa pol\u00edtica? De quem h\u00e3o-de ser as culpas sen\u00e3o deles?<\/p>\n<p>De facto, foi com esses governos, esses presidentes e essa pol\u00edtica que cheg\u00e1mos \u00e0 situa\u00e7\u00e3o actual, com o Pa\u00eds ocupado por uma troika representante dos interesses do grande capital e governado pelas troikas colaboracionistas: a que assinou, de joelhos e a lamber as m\u00e3os dos donos, o miser\u00e1vel pacto de agress\u00e3o e a que assinou o chamado \u00abacordo social\u00bb, esse \u00abacordo\u00bb odioso que s\u00f3 tem paralelo com o sinistro Estatuto do Trabalho Nacional de 1933.<\/p>\n<p>Foi assim que cheg\u00e1mos a este reino da explora\u00e7\u00e3o m\u00e1xima; das injusti\u00e7as sociais e do roubo de direitos humanos fundamentais; do desemprego e dos sal\u00e1rios, pens\u00f5es e reformas de mis\u00e9ria; dos aumentos brutais dos bens de consumo essenciais e da liquida\u00e7\u00e3o desumana de servi\u00e7os p\u00fablicos indispens\u00e1veis \u00e0 vida das pessoas; da pobreza, da mis\u00e9ria, da fome \u2013 enquanto do outro lado de tudo isto, crescem todos os dias as grandes fortunas dos chefes dos grandes grupos econ\u00f3micos e financeiros, alguns dos quais s\u00e3o os mesmos que foram sustent\u00e1culo do regime fascista, enquanto outros s\u00e3o filhos da pol\u00edtica de direita e da destrui\u00e7\u00e3o de conquistas da Revolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>E s\u00f3 a luta organizada dos trabalhadores e das popula\u00e7\u00f5es os tem impedido de ir mais longe na sua ofensiva anti-social, anti-democr\u00e1tica e anti-patri\u00f3tica.<\/p>\n<p>E s\u00f3 com a intensifica\u00e7\u00e3o e o alargamento da luta poderemos derrot\u00e1-los.<\/p>\n<p>Da\u00ed a import\u00e2ncia do prosseguimento da ac\u00e7\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es, a partir das suas comiss\u00f5es de utentes existentes por todo o Pa\u00eds \u2013 batendo-se contra a destrui\u00e7\u00e3o do SNS e do sistema de Educa\u00e7\u00e3o, rejeitando os cortes de servi\u00e7os de transportes e os roubos nas portagens.<\/p>\n<p>Da\u00ed a import\u00e2ncia da luta dos reformados e pensionistas organizados nas suas estruturas representativas \u2013 dizendo \u00abn\u00e3o\u00bb aos roubos nas suas reformas e pens\u00f5es e exigindo respeito pela sua dignidade, pelos direitos que uma vida de trabalho lhes conferem.<\/p>\n<p>Da\u00ed a import\u00e2ncia decisiva da luta dos trabalhadores, organizados na sua central sindical de classe \u2013 a CGTP-IN -, luta a levar a cabo nas empresas, locais de trabalho e sectores, rejeitando frontalmente o famigerado acordo anti-social e os roubos nos sal\u00e1rios e todos os atentados aos seus direitos conquistados atrav\u00e9s da luta de sucessivas gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>E, voltando ao que aqui nos trouxe, da\u00ed a import\u00e2ncia da exist\u00eancia de organiza\u00e7\u00f5es como a Associa\u00e7\u00e3o Conquistas da Revolu\u00e7\u00e3o \u2013 lembrando a todos que Abril existiu e est\u00e1 vivo na nossa mem\u00f3ria; mostrando a todos que o futuro de Portugal se situa nesse momento maior e mais luminoso da nossa hist\u00f3ria colectiva que foi a Revolu\u00e7\u00e3o de Abril.<\/p>\n<p>E agora \u2013 com a manifesta\u00e7\u00e3o convocada pela CGTP para dia 11, no Terreiro do Pa\u00e7o &#8211; chegou o tempo de fazermos convergir todas essas lutas numa luta comum; numa luta que junte todas essas for\u00e7as e todos esses esfor\u00e7os; numa grandiosa jornada de ac\u00e7\u00e3o do povo de Abril.<\/p>\n<p>Porque esta \u00e9 uma manifesta\u00e7\u00e3o que aponta o caminho, para ela convergir\u00e3o, vindos de todo o Pa\u00eds, trabalhadores, reformados, intelectuais, homens, mulheres e jovens de Abril \u2013 e entre eles, l\u00e1 estar\u00e1, no lugar que lhe compete, a nossa Associa\u00e7\u00e3o Conquistas da Revolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para que o Terreiro do Pa\u00e7o, no pr\u00f3ximo s\u00e1bado, seja Terreiro da Luta, Terreiro do Povo \u2013 e, por isso mesmo, seja tamb\u00e9m Terreiro de Abril.<\/p>\n<p>Amigos, companheiros, camaradas<\/p>\n<p>A montante desta Assembleia-Geral Eleitoral que hoje aqui estamos a realizar, est\u00e1 muito trabalho feito, muito esfor\u00e7o de muitos amigos, muitos obst\u00e1culos ultrapassados \u2013 sendo certo que, como todos sabemos, muito mais h\u00e1 que fazer de hoje em diante.<\/p>\n<p>Vale a pena deixar aqui uma breve informa\u00e7\u00e3o sobre o trabalho desenvolvido, primeiro pela Comiss\u00e3o Promotora e, depois, pela Comiss\u00e3o Instaladora \u2013 trabalho que, para al\u00e9m de todo o processo de debate em torno da cria\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o, se traduziu, posteriormente, num vasto conjunto de iniciativas de que aqui vos queremos prestar contas.<\/p>\n<p>A primeira iniciativa foi um jantar de confraterniza\u00e7\u00e3o, realizado aqui na Casa do Alentejo, no decorrer do qual foram relembrados momentos marcantes da Revolu\u00e7\u00e3o de Abril.<\/p>\n<p>Por outro lado, a nossa Associa\u00e7\u00e3o participou, identificada, nas manifesta\u00e7\u00f5es do 25 de Abril e do 1\u00ba de Maio e na manifesta\u00e7\u00e3o da CGTP de 1 de Outubro \u00abContra o empobrecimento e a injusti\u00e7a\u00bb &#8211; e l\u00e1 estaremos, no dia 11, no Terreiro do Pa\u00e7o; e l\u00e1 estaremos em todas as ac\u00e7\u00f5es de massas inequivocamente contra a pol\u00edtica de direita, com os trabalhadores, com o povo, com Abril.<\/p>\n<p>Organiz\u00e1mos uma romagem \u00e0 campa do General Vasco Gon\u00e7alves e assinal\u00e1mos o 90\u00ba anivers\u00e1rio do seu nascimento.<\/p>\n<p>Realiz\u00e1mos a Assembleia Constitutiva da Associa\u00e7\u00e3o \u2013 que elegeu a Comiss\u00e3o Instaladora, a qual ficou encarregada de proceder, e procedeu, \u00e0 Escritura da ACR e de preparar a Assembleia-Geral, esta, que elege os corpos sociais da Associa\u00e7\u00e3o; na Assembleia Constitutiva foram ainda aprovados os Estatutos e a proposta de, neles, o General Vasco Gon\u00e7alves ser considerado \u00abs\u00f3cio de m\u00e9rito da Associa\u00e7\u00e3o Conquistas da Revolu\u00e7\u00e3o, a t\u00edtulo p\u00f3stumo\u00bb.<\/p>\n<p>Promovemos a realiza\u00e7\u00e3o de dois debates, o primeiro em torno do \u00ab35\u00ba anivers\u00e1rio da Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica Portuguesa e a ac\u00e7\u00e3o e o papel dos governos de Vasco Gon\u00e7alves\u00bb; o segundo sobre \u00aba defesa das conquistas da Revolu\u00e7\u00e3o\u00bb<\/p>\n<p>A Comiss\u00e3o Instaladora organizou, ainda, um jantar de confraterniza\u00e7\u00e3o, em Almada. Produziu comunicados de imprensa sobre temas da actualidade pol\u00edtica, econ\u00f3mica e social e encetou dilig\u00eancias junto da C\u00e2mara Municipal de Lisboa no sentido de esta nos facultar as instala\u00e7\u00f5es para a Sede da Associa\u00e7\u00e3o e assim podermos resolver um dos maiores problemas que se nos deparam.<\/p>\n<p>Assegur\u00e1mos o funcionamento do blogue Associa\u00e7\u00e3o Conquistas da Revolu\u00e7\u00e3o \u2013 que regista neste momento mais de 10 mil visitas.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m disso, procur\u00e1mos dinamizar a inscri\u00e7\u00e3o de novos s\u00f3cios \u2013 e podemos informar que, hoje, \u00e0 data desta Assembleia-Geral, temos mais de 600 s\u00f3cios, o que mostra as enormes potencialidades existentes: na realidade, mostra a experi\u00eancia, que \u00e9 poss\u00edvel e que n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil multiplicar este n\u00famero: basta, para isso e para j\u00e1, que cada associado traga um novo associado &#8211; e nesse sentido daqui vos dizemos: amigo, traz outro amigo, tamb\u00e9m\u2026<\/p>\n<p>H\u00e1 que abordar, ainda, uma outra quest\u00e3o central: a dos encargos financeiros da Associa\u00e7\u00e3o e das necess\u00e1rias fontes de receita para lhes fazer face &#8211; fontes que residem, essencialmente, nos contributos dos associados, sendo a cotiza\u00e7\u00e3o o mais importante de todos.<\/p>\n<p>N\u00e3o tendo sido ainda definido o valor da cotiza\u00e7\u00e3o (tarefa de que a Direc\u00e7\u00e3o que hoje vai ser eleita se encarregar\u00e1), mesmo assim &#8211; e aproveitando a realiza\u00e7\u00e3o desta Assembleia para, desde j\u00e1, se poss\u00edvel, come\u00e7armos a cobrar cotiza\u00e7\u00f5es &#8211; avan\u00e7amos com um valor para a cota: 1 euro mensal, ou 12 euros anuais.<\/p>\n<p>Trata-se de um valor baixo, muito baixo, e s\u00f3 poss\u00edvel de entender no quadro da situa\u00e7\u00e3o extremamente dif\u00edcil em que vivem todos os que trabalham e vivem do seu trabalho e todos os que j\u00e1 trabalharam e vivem de reformas e pens\u00f5es \u2013 ao fim e ao cabo, a situa\u00e7\u00e3o em que vivem os s\u00f3cios actuais e futuros da nossa Associa\u00e7\u00e3o \u2013 que constituem as v\u00edtimas preferenciais da pol\u00edtica de direita das troikas.<\/p>\n<p>Trata-se de um valor que propomos que seja visto por cada associado como o m\u00ednimo dos m\u00ednimos, sendo muito bem vindos os casos dos associados que decidam pagar cotiza\u00e7\u00f5es mais, ou muito mais, elevadas. Vale a pena fazermos mais este esfor\u00e7o, tanto mais que sabemos que dele depende muito o futuro da nossa Associa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>E esse futuro depende, tamb\u00e9m e essencialmente, de n\u00f3s todos, os associados, e da participa\u00e7\u00e3o de todos na vida e na actividade da Associa\u00e7\u00e3o, apoiando os esfor\u00e7os da Direc\u00e7\u00e3o que hoje aqui elegeremos, colaborando com ela, ajudando-a a cumprir e, se poss\u00edvel, ultrapassar o seu Programa.<\/p>\n<p>Se sabemos que \u00e9 assim &#8211; que quantos mais formos a participar mais fortes seremos &#8211; ent\u00e3o vamos a isso.<\/p>\n<p>Viva a Associa\u00e7\u00e3o Conquistas da Revolu\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p>*Interven\u00e7\u00e3o na Assembleia-Geral Electiva dos \u00d3rg\u00e3os Sociais da Associa\u00e7\u00e3o Conquistas da Revolu\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.odiario.info\/?p=2377\" target=\"_blank\">http:\/\/www.odiario.info\/?p=2377<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\nCr\u00e9dito: ODiario.info\n\n\n\n\n\n\n\n\nJos\u00e9 Casanova\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/2405\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[98],"tags":[],"class_list":["post-2405","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c111-portugal"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-CN","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2405","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2405"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2405\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2405"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2405"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2405"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}