{"id":24059,"date":"2019-10-03T21:56:09","date_gmt":"2019-10-04T00:56:09","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=24059"},"modified":"2019-10-03T21:56:09","modified_gmt":"2019-10-04T00:56:09","slug":"agronegocio-domina-regioes-desmatadas-e-queimadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/24059","title":{"rendered":"Agroneg\u00f3cio domina regi\u00f5es desmatadas e queimadas"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.abrilabril.pt\/sites\/default\/files\/styles\/node_aberto_vp768\/public\/assets\/img\/10644.jpg?w=747&#038;ssl=1\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->ABRIL ABRIL<\/p>\n<p>Segundo o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz\u00f4nia, o fogo \u00e9 usado para limpar \u00e1reas previamente desflorestadas. Ali, imp\u00f5e-se o modelo predat\u00f3rio do agroneg\u00f3cio e aumentam os \u00abconflitos no campo\u00bb.<\/p>\n<p>O Brasil registrou 131 327 queimadas florestais at\u00e9 ao m\u00eas de agosto em 2019, sendo que, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), s\u00f3 na Amaz\u00f4nia foram registrados 43 573 focos, destaca uma reportagem publicada no dia 30\/09 pelo Jornal Brasil de Fato.<\/p>\n<p>Uma nota t\u00e9cnica realizada pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz\u00f4nia (IPAM) deixa em evid\u00eancia a rela\u00e7\u00e3o entre as queimadas e o desmatamento da Amaz\u00f4nia. Ao comparar os munic\u00edpios com maior \u00edndice de desmatamento com os de maior \u00edndice de queimadas, Altamira (Par\u00e1), Porto Velho (Rond\u00f4nia), S\u00e3o F\u00e9lix do Xingu (Par\u00e1), L\u00e1brea (Amaz\u00f4nia), Colniza (Mato Grosso) e Novo Progresso (Par\u00e1) est\u00e3o nas duas listas.<\/p>\n<p>Esta rela\u00e7\u00e3o entre queimadas e desmatamento n\u00e3o \u00e9 de agora, sublinha a reportagem, explicando que as queimadas \u00abs\u00e3o uma pr\u00e1tica primitiva de limpar terras desmatadas\u00bb para as tornar pr\u00f3prias para a pr\u00e1tica da agropecu\u00e1ria. \u00abQueimadas e desmatamento [s\u00e3o] pr\u00e1ticas bem conhecidas na din\u00e2mica da agricultura extensiva do agroneg\u00f3cio\u00bb, l\u00ea-se no portal brasileiro.<\/p>\n<p>Desflorestar, queimar e soltar o gado<br \/>\nN\u00e3o \u00e9 uma coincid\u00eancia que sete dos dez munic\u00edpios mais queimados do Brasil este ano estejam tamb\u00e9m na lista dos mais desmatados. \u00abO desmatamento avan\u00e7a com o fogo avan\u00e7ando em seguida\u00bb, explica Paulo Moutinho, cofundador do IPAM.<\/p>\n<p>A maioria dos munic\u00edpios presentes na lista elaborada pelo instituto est\u00e1 localizada no chamado Arco do Desmatamento \u2013 que resulta de um processo hist\u00f3rico de ocupa\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, entre o final da d\u00e9cada de 1950 e in\u00edcio da de 1960.<\/p>\n<p>\u00abEssa ocupa\u00e7\u00e3o deu-se principalmente pela chegada de grandes obras de infraestrutura na regi\u00e3o amaz\u00f4nica. Em paralelo, com pol\u00edticas de incentivo da ditadura militar, introduziu-se um modo de ocupa\u00e7\u00e3o estimulando a migra\u00e7\u00e3o do Sudeste, Centro-oeste e Nordeste. O resultado foi a cria\u00e7\u00e3o de uma fronteira agr\u00edcola e pecu\u00e1ria que, desde ent\u00e3o, avan\u00e7a anualmente sobre a floresta\u00bb, explica a reportagem, acrescentando que \u00abcerca de 30% do desmatamento acontece em terras p\u00fablicas, numa pr\u00e1tica consolidada de especula\u00e7\u00e3o ilegal\u00bb.<\/p>\n<p>Par\u00e1, Rond\u00f4nia e Amazonas<br \/>\nO Par\u00e1 \u00e9 um dos estados com munic\u00edpios na lista dos mais queimados \u2013 Altamira, Novo Progresso e S\u00e3o F\u00e9lix do Xingu \u2013, sendo que ali se verifica uma forte presen\u00e7a do monocultivo da soja e da pastagem dedicada \u00e0 pecu\u00e1ria, segundo dados do Censo Agropecu\u00e1rio, realizado em 2017 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>O Brasil de Fato sublinha que, comparando as \u00e1reas de pastagem atuais com as constatadas pelo censo de 2006, houve um aumento significativo em todos estes munic\u00edpios \u2013 46% em Altamira, 49% em Novo Progresso e 64% em S\u00e3o F\u00e9lix do Xingu.<\/p>\n<p>Em declara\u00e7\u00f5es ao portal, Raione Lima, coordenadora da Comiss\u00e3o Pastoral da Terra (CPT), frisou ainda que no trecho da rodovia BR-163 \u2013 conhecida como corredor da soja \u2013 que liga o porto de Santar\u00e9m, no Par\u00e1, a Sinop, no Mato Grosso, o principal aumento do desmatamento e das queimadas em 2019 foi \u00abprovocado e organizado\u00bb e deu-se em \u00e1reas de assentamentos da Reforma Agr\u00e1ria.<\/p>\n<p>Porto Velho, capital do estado de Rond\u00f4nia, \u00e9 a terceira cidade da regi\u00e3o amaz\u00f4nica com maior \u00edndice de queimadas e desmatamento. S\u00f3 este ano, foram ali resgistrados 3110 focos de inc\u00eandio e 280 hectares de desmatamento, segundo o Inpe.<\/p>\n<p>A press\u00e3o do agroneg\u00f3cio na regi\u00e3o \u00e9 not\u00f3ria, estando contabilizados 351 534 hectares de pastos \u2013 43% de acr\u00e9scimo em rela\u00e7\u00e3o a 2006 \u2013, 41 575 hectares dedicados ao plantio de cana-de-a\u00e7\u00facar e 3604 \u00e0 cana-de-a\u00e7\u00facar forrageira, utilizada para alimenta\u00e7\u00e3o de gado.<\/p>\n<p>No Sul do estado do Amazonas, os munic\u00edpios de L\u00e1brea e Apu\u00ed contam-se tamb\u00e9m entre os mais desmatados e queimados, tendo sido ali registrados 2224 e 2064 focos de inc\u00eandio, respectivamente.<\/p>\n<p>Sobre as \u00e1reas desmatadas, verificam-se 170 hectares em L\u00e1brea e 110 hectares em Apu\u00ed, at\u00e9 Julho deste ano. Tiago Maik\u00e1, agente da CPT Amazonas, explicou ao Brasil de Fato que existe uma cadeia de atividades que protagonizam o desmatamento na regi\u00e3o: primeiro, entram as madeireiras; depois as fazendas de gado e a soja, ocupando essas pastagens.<\/p>\n<p>\u00abConflitos no campo\u00bb<br \/>\n\u00abO desmatamento e os inc\u00eandios n\u00e3o s\u00e3o as \u00fanicas consequ\u00eancias do modelo predat\u00f3rio do agroneg\u00f3cio\u00bb, frisa a reportagem, acrescentando que, \u00abcom a agropecu\u00e1ria extensiva, os conflitos por terra tornam-se comuns e a morte de l\u00edderes camponeses uma realidade cada vez mais evidente\u00bb.<\/p>\n<p>De acordo com a CPT, s\u00f3 este ano houve 18 assassinatos em \u00abconflitos no campo registrados no pa\u00eds\u00bb, sete dos quais no Par\u00e1 e cinco no Amazonas. Para Maik\u00e1, a intensifica\u00e7\u00e3o dos discursos de \u00f3dio tem rela\u00e7\u00e3o direta com o aumento nos \u00edndices de assassinatos, assim como dos crimes ambientais.<\/p>\n<p>A narrativa constru\u00edda pelo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, tamb\u00e9m se caracteriza pelo ataque constante \u00e0s organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais (ONG) que atuam na preserva\u00e7\u00e3o ambiental e aos institutos de pesquisa.<\/p>\n<p>\u00abDesde o in\u00edcio da repercuss\u00e3o do aumento no \u00edndice de queimadas, Jair Bolsonaro j\u00e1 acusou as ONG de estarem a atear o fogo na floresta a fim de culpabilizar o governo, mas sem provas. Al\u00e9m disso, contesta regularmente os dados divulgados pelo Inpe\u00bb, sublinha o Brasil de Fato.<\/p>\n<p>Outro incentivo \u00e0 viol\u00eancia por parte de Bolsonaro constitui a defesa de que os fazendeiros devam armar-se legalmente. No passado dia 17, o presidente brasileiro aprovou a lei 3.715\/19, que visa ampliar a posse de armas de fogo em propriedades rurais. Antes, era permitida a posse apenas na sede da propriedade \u2013 agora, toda a extens\u00e3o do terreno \u00e9 compreendida como propriedade.<\/p>\n<p>ABRIL ABRIL<\/p>\n<p>Segundo o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz\u00f4nia, o fogo \u00e9 usado para limpar \u00e1reas previamente desflorestadas. Ali, imp\u00f5e-se o modelo predat\u00f3rio do agroneg\u00f3cio e aumentam os \u00abconflitos no campo\u00bb.<\/p>\n<p>O Brasil registrou 131 327 queimadas florestais at\u00e9 ao m\u00eas de agosto em 2019, sendo que, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), s\u00f3 na Amaz\u00f4nia foram registrados 43 573 focos, destaca uma reportagem publicada no dia 30\/09 pelo Jornal Brasil de Fato.<\/p>\n<p>Uma nota t\u00e9cnica realizada pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz\u00f4nia (IPAM) deixa em evid\u00eancia a rela\u00e7\u00e3o entre as queimadas e o desmatamento da Amaz\u00f4nia. Ao comparar os munic\u00edpios com maior \u00edndice de desmatamento com os de maior \u00edndice de queimadas, Altamira (Par\u00e1), Porto Velho (Rond\u00f4nia), S\u00e3o F\u00e9lix do Xingu (Par\u00e1), L\u00e1brea (Amaz\u00f4nia), Colniza (Mato Grosso) e Novo Progresso (Par\u00e1) est\u00e3o nas duas listas.<\/p>\n<p>Esta rela\u00e7\u00e3o entre queimadas e desmatamento n\u00e3o \u00e9 de agora, sublinha a reportagem, explicando que as queimadas \u00abs\u00e3o uma pr\u00e1tica primitiva de limpar terras desmatadas\u00bb para as tornar pr\u00f3prias para a pr\u00e1tica da agropecu\u00e1ria. \u00abQueimadas e desmatamento [s\u00e3o] pr\u00e1ticas bem conhecidas na din\u00e2mica da agricultura extensiva do agroneg\u00f3cio\u00bb, l\u00ea-se no portal brasileiro.<\/p>\n<p>Desflorestar, queimar e soltar o gado<br \/>\nN\u00e3o \u00e9 uma coincid\u00eancia que sete dos dez munic\u00edpios mais queimados do Brasil este ano estejam tamb\u00e9m na lista dos mais desmatados. \u00abO desmatamento avan\u00e7a com o fogo avan\u00e7ando em seguida\u00bb, explica Paulo Moutinho, cofundador do IPAM.<\/p>\n<p>A maioria dos munic\u00edpios presentes na lista elaborada pelo instituto est\u00e1 localizada no chamado Arco do Desmatamento \u2013 que resulta de um processo hist\u00f3rico de ocupa\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, entre o final da d\u00e9cada de 1950 e in\u00edcio da de 1960.<\/p>\n<p>\u00abEssa ocupa\u00e7\u00e3o deu-se principalmente pela chegada de grandes obras de infraestrutura na regi\u00e3o amaz\u00f4nica. Em paralelo, com pol\u00edticas de incentivo da ditadura militar, introduziu-se um modo de ocupa\u00e7\u00e3o estimulando a migra\u00e7\u00e3o do Sudeste, Centro-oeste e Nordeste. O resultado foi a cria\u00e7\u00e3o de uma fronteira agr\u00edcola e pecu\u00e1ria que, desde ent\u00e3o, avan\u00e7a anualmente sobre a floresta\u00bb, explica a reportagem, acrescentando que \u00abcerca de 30% do desmatamento acontece em terras p\u00fablicas, numa pr\u00e1tica consolidada de especula\u00e7\u00e3o ilegal\u00bb.<\/p>\n<p>Par\u00e1, Rond\u00f4nia e Amazonas<br \/>\nO Par\u00e1 \u00e9 um dos estados com munic\u00edpios na lista dos mais queimados \u2013 Altamira, Novo Progresso e S\u00e3o F\u00e9lix do Xingu \u2013, sendo que ali se verifica uma forte presen\u00e7a do monocultivo da soja e da pastagem dedicada \u00e0 pecu\u00e1ria, segundo dados do Censo Agropecu\u00e1rio, realizado em 2017 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>O Brasil de Fato sublinha que, comparando as \u00e1reas de pastagem atuais com as constatadas pelo censo de 2006, houve um aumento significativo em todos estes munic\u00edpios \u2013 46% em Altamira, 49% em Novo Progresso e 64% em S\u00e3o F\u00e9lix do Xingu.<\/p>\n<p>Em declara\u00e7\u00f5es ao portal, Raione Lima, coordenadora da Comiss\u00e3o Pastoral da Terra (CPT), frisou ainda que no trecho da rodovia BR-163 \u2013 conhecida como corredor da soja \u2013 que liga o porto de Santar\u00e9m, no Par\u00e1, a Sinop, no Mato Grosso, o principal aumento do desmatamento e das queimadas em 2019 foi \u00abprovocado e organizado\u00bb e deu-se em \u00e1reas de assentamentos da Reforma Agr\u00e1ria.<\/p>\n<p>Porto Velho, capital do estado de Rond\u00f4nia, \u00e9 a terceira cidade da regi\u00e3o amaz\u00f4nica com maior \u00edndice de queimadas e desmatamento. S\u00f3 este ano, foram ali resgistrados 3110 focos de inc\u00eandio e 280 hectares de desmatamento, segundo o Inpe.<\/p>\n<p>A press\u00e3o do agroneg\u00f3cio na regi\u00e3o \u00e9 not\u00f3ria, estando contabilizados 351 534 hectares de pastos \u2013 43% de acr\u00e9scimo em rela\u00e7\u00e3o a 2006 \u2013, 41 575 hectares dedicados ao plantio de cana-de-a\u00e7\u00facar e 3604 \u00e0 cana-de-a\u00e7\u00facar forrageira, utilizada para alimenta\u00e7\u00e3o de gado.<\/p>\n<p>No Sul do estado do Amazonas, os munic\u00edpios de L\u00e1brea e Apu\u00ed contam-se tamb\u00e9m entre os mais desmatados e queimados, tendo sido ali registrados 2224 e 2064 focos de inc\u00eandio, respectivamente.<\/p>\n<p>Sobre as \u00e1reas desmatadas, verificam-se 170 hectares em L\u00e1brea e 110 hectares em Apu\u00ed, at\u00e9 Julho deste ano. Tiago Maik\u00e1, agente da CPT Amazonas, explicou ao Brasil de Fato que existe uma cadeia de atividades que protagonizam o desmatamento na regi\u00e3o: primeiro, entram as madeireiras; depois as fazendas de gado e a soja, ocupando essas pastagens.<\/p>\n<p>\u00abConflitos no campo\u00bb<br \/>\n\u00abO desmatamento e os inc\u00eandios n\u00e3o s\u00e3o as \u00fanicas consequ\u00eancias do modelo predat\u00f3rio do agroneg\u00f3cio\u00bb, frisa a reportagem, acrescentando que, \u00abcom a agropecu\u00e1ria extensiva, os conflitos por terra tornam-se comuns e a morte de l\u00edderes camponeses uma realidade cada vez mais evidente\u00bb.<\/p>\n<p>De acordo com a CPT, s\u00f3 este ano houve 18 assassinatos em \u00abconflitos no campo registrados no pa\u00eds\u00bb, sete dos quais no Par\u00e1 e cinco no Amazonas. Para Maik\u00e1, a intensifica\u00e7\u00e3o dos discursos de \u00f3dio tem rela\u00e7\u00e3o direta com o aumento nos \u00edndices de assassinatos, assim como dos crimes ambientais.<\/p>\n<p>A narrativa constru\u00edda pelo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, tamb\u00e9m se caracteriza pelo ataque constante \u00e0s organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais (ONG) que atuam na preserva\u00e7\u00e3o ambiental e aos institutos de pesquisa.<\/p>\n<p>\u00abDesde o in\u00edcio da repercuss\u00e3o do aumento no \u00edndice de queimadas, Jair Bolsonaro j\u00e1 acusou as ONG de estarem a atear o fogo na floresta a fim de culpabilizar o governo, mas sem provas. Al\u00e9m disso, contesta regularmente os dados divulgados pelo Inpe\u00bb, sublinha o Brasil de Fato.<\/p>\n<p>Outro incentivo \u00e0 viol\u00eancia por parte de Bolsonaro constitui a defesa de que os fazendeiros devam armar-se legalmente. No passado dia 17, o presidente brasileiro aprovou a lei 3.715\/19, que visa ampliar a posse de armas de fogo em propriedades rurais. 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