{"id":24072,"date":"2019-10-04T23:48:27","date_gmt":"2019-10-05T02:48:27","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=24072"},"modified":"2019-10-04T23:48:27","modified_gmt":"2019-10-05T02:48:27","slug":"atos-em-defesa-da-petrobras-100-estatal-e-da-educacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/24072","title":{"rendered":"Atos em defesa da Petrobras 100% estatal e da Educa\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/farm66.staticflickr.com\/65535\/48839690076_4688e6ed10_o.jpg\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->&#8220;Eu n\u00e3o abro m\u00e3o: a Petrobr\u00e1s para o povo e para a Educa\u00e7\u00e3o&#8221;<\/p>\n<p>SINDIPETRO &#8211; RJ<\/p>\n<p>por Andr\u00e9 Lob\u00e3o<br \/>\nNesta quinta-feira (3) milhares de pessoas participaram, no Centro do Rio de Janeiro, do Ato \u201cLuto pelo Brasil\u201d, um evento organizado pela Frente Popular e Parlamentar em Defesa da Soberania Nacional que agrega legisladores, partidos, movimentos sociais, movimento sindical, entre outros atores. A data marcou o 66\u00ba anivers\u00e1rio de cria\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s, e os petroleiros participaram com uma coluna, com a presen\u00e7a de suas representa\u00e7\u00f5es sindicais.<\/p>\n<p>Concentrados inicialmente na Candel\u00e1ria, a partir das 15h, o ato em caminhada rumou em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 sede da Petrobr\u00e1s (EDISE), onde foi encerrado com uma s\u00e9rie de falas de pol\u00edticos, representantes sindicais e do movimento social.<\/p>\n<p>\u201cEstamos aqui para dizer que a luta da Petrobr\u00e1s, a luta pela conquista que a Petrobr\u00e1s representou para o pa\u00eds foi a base da industrializa\u00e7\u00e3o, na gera\u00e7\u00e3o de empregos qualificados e na capacidade de produzir riqueza, capaz de financiar a Educa\u00e7\u00e3o P\u00fablica e a Sa\u00fade P\u00fablica. E isso tudo est\u00e1 sendo atacado quando se anuncia, entre outras coisas, um leil\u00e3o de reservas de 15 bilh\u00f5es de barris de petr\u00f3leo, que representam mais de 1 trilh\u00e3o de reais, quando produzidos. Isso \u00e9 dinheiro usurpado da Educa\u00e7\u00e3o, isso \u00e9 dinheiro usurpado da Sa\u00fade P\u00fablica, isso \u00e9 dinheiro usurpado da reforma agr\u00e1ria, isso \u00e9 dinheiro usurpado da reforma urbana, da prote\u00e7\u00e3o ambiental e da justi\u00e7a social. Portanto, mais do que representarmos a n\u00f3s mesmos aqui, resgatando o sonhos daqueles que quando o Brasil n\u00e3o tinha petr\u00f3leo. Sonhavam que o petr\u00f3leo seria descoberto e como foi para mudar este pa\u00eds. Agora que n\u00e3o \u00e9 mais sonho, agora que \u00e9 realidade, infelizmente a hist\u00f3ria do trope\u00e7o do Brasil, esses sabujos representantes do que se tem de mais retr\u00f3grado na hist\u00f3ria deste pa\u00eds, n\u00e3o prosperar\u00e3o, n\u00e3o passar\u00e3o. Somos um povo que tem esperan\u00e7a, que no mais profundo enfrentamento a uma ditadura sanguin\u00e1ria soube se manter de p\u00e9. Saibamos que a luta ser\u00e1 dura, os pr\u00f3ximos meses e anos s\u00e3o de resist\u00eancia, mas s\u00e3o de reconstru\u00e7\u00e3o da unidade de uma popula\u00e7\u00e3o que est\u00e1 consciente de seu destino, consciente da grandeza que j\u00e1 construiu, consciente de um pa\u00eds que honrar\u00e1 aqueles que h\u00e1 50, 100 anos atr\u00e1s ousaram a sonhar\u201d \u2013 resumiu em discurso em frente \u00e0 sede da Eletrobr\u00e1s o professor Ildo Sauer, diretor do Instituto de Energia (IEE) da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) e ex-diretor de Energia e G\u00e1s da Petrobr\u00e1s.<\/p>\n<p>Lutar contra um ACT rebaixado faz parte da defesa da Petrobr\u00e1s<\/p>\n<p>Em meio \u00e0s negocia\u00e7\u00f5es de um novo Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) com a Petrobr\u00e1s, cuja dire\u00e7\u00e3o apresenta um comportamento assediador, sendo irredut\u00edvel na sua inten\u00e7\u00e3o de retirar direitos hist\u00f3ricos da categoria, privatizando suas subsidi\u00e1rias e outros \u00e0 toque de caixa, a luta da categoria petroleira foi tamb\u00e9m apresentada, como lembrou Rafael Prado, diretor do Sindipetro-LP e da Federa\u00e7\u00e3o Nacional dos Petroleiros (FNP)<\/p>\n<p>\u201cEstamos aqui no aquecimento da nossa Greve Nacional Petroleira que \u00e9 a sa\u00edda que a FNP est\u00e1 apontando para garantir nenhum direito a menos do nosso ACT. Participe de nossas assembleias e vamos aprovar a greve, rejeitando essa proposta do TST para garantir a renova\u00e7\u00e3o do nosso acordo. Renovar o nosso acordo \u00e9 tamb\u00e9m lutar contra a privatiza\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s\u201d.<\/p>\n<p>O ponto lament\u00e1vel foi a trucul\u00eancia de alguns agentes da Pol\u00edcia Militar do Rio de Janeiro que faziam abordagens e revistas em mochilas e bolsas de manifestantes, em claro tom intimidat\u00f3rio. Um estudante da UERJ foi detido sob alega\u00e7\u00e3o de portar material suspeito, posteriormente levado para a 7\u00aa DP, onde ap\u00f3s assinar um termo foi liberado.<\/p>\n<p>Atos pelo pa\u00eds pedem investimentos em Educa\u00e7\u00e3o e rejeitam privatiza\u00e7\u00f5es de BolsonaroCortes de verbas no ensino superior, programa Future-se e defesa da Petrobras foram alguns dos temas dos protestos<br \/>\nReda\u00e7\u00e3o<br \/>\nBrasil de Fato | S\u00e3o Paulo (SP)<\/p>\n<p>Os cortes na Educa\u00e7\u00e3o promovidos pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) foram alvo de protesto de milhares de manifestantes que foram \u00e0s ruas do pa\u00eds, nesta quinta-feira (3). Neste ano, o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o anunciou dois cortes expressivos no or\u00e7amento. O primeiro de R$ 5,8 bilh\u00f5es e o segundo de R$ 348 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Durante a semana, outros movimentos j\u00e1 haviam se manifestado em defesa das bolsas da Capes e do CNPQ e contra o programa Future-se, de vi\u00e9s privatizante, com o qual o governo federal promete oferecer autonomia or\u00e7ament\u00e1ria para as unidades p\u00fablicas de ensino superior.<\/p>\n<p>A jornada de lutas dos estudantes e trabalhadores come\u00e7ou na \u00faltima quarta-feira (2), com reuni\u00f5es, encontros e aulas abertas em diversas universidades pa\u00eds afora para discutir a pol\u00edtica do atual governo para o setor.<\/p>\n<p>Nesta quinta-feira, em S\u00e3o Paulo, cinco mil manifestantes, de acordo com os organizadores, se reuniram na avenida Paulista, regi\u00e3o central da capital paulista, e caminharam at\u00e9 a Pra\u00e7a Roosevelt, onde o ato foi encerrado. Petroleiros e trabalhadores dos Correios tamb\u00e9m estiveram no ato, protestando contra a privatiza\u00e7\u00e3o das duas estatais.<\/p>\n<p>\u201cA Petrobras \u00e9 extremamente importante para a Educa\u00e7\u00e3o, os royalties do petr\u00f3leo v\u00e3o para a Educa\u00e7\u00e3o. \u00c9 isso que permite que diversas universidades pensem seu desenvolvimento. A Petrobras \u00e9 uma estatal essencial para pensar o desenvolvimento do pa\u00eds\u201d, afirma Pedro Pera, da executiva da Uni\u00e3o Nacional dos Estudantes.<\/p>\n<p>Em Minas Gerais, o ato saiu da Pra\u00e7a Afonso Arinos e seguiu at\u00e9 a Pra\u00e7a Sete, no centro de Belo Horizonte. Professores, funcion\u00e1rios e estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) cruzaram os bra\u00e7os durante dois dias.<\/p>\n<p>Em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, mesmo com muita chuva durante toda a tarde, os manifestantes se concentraram na Esquina Democr\u00e1tica, tradicional ponto de protestos na capital ga\u00facha.<\/p>\n<p>Professores e alunos de 6 campus diferentes do Instituto Federal de Bras\u00edlia (IFB) ocuparam a reitoria da institui\u00e7\u00e3o em protesto contra o projeto Future-se. Os manifestantes alegam que marcaram uma reuni\u00e3o com a reitora da entidade, Luciana Massukado, mas ela n\u00e3o compareceu ao encontro.<\/p>\n<p>Servidores e alunos da Universidade Federal de Alagoas se uniram para protestar contra os cortes na Educa\u00e7\u00e3o. A manifesta\u00e7\u00e3o partiu da pra\u00e7a Centen\u00e1rio, no Farol, e seguiu at\u00e9 o centro. O ato chegou a fechar todas as vias da Avenida Fernandes Lima.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de estudantes, professores e funcion\u00e1rios de institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de ensino, o Movimento Atingidos por Barragens (MAB) tamb\u00e9m esteve na manifesta\u00e7\u00e3o em Rond\u00f4nia. Al\u00e9m dos cortes na Educa\u00e7\u00e3o e as privatiza\u00e7\u00f5es, os manifestantes, que se concentraram na capital Porto Velho, tamb\u00e9m protestaram contra o aumento de 25% na conta de energia, promovida pela Energisa no estado.<\/p>\n<p>Par\u00e1<\/p>\n<p>Em Bel\u00e9m do Par\u00e1 cerca de 500 pessoas se reuniram a partir das 17h, em frente ao mercado de S\u00e3o Braz, para protestar contra o projeto de privatiza\u00e7\u00f5es do governo de Jair Bolsonaro (PSL). Na lista de privatiza\u00e7\u00f5es do governo e completando 66 anos de hist\u00f3ria nesta quinta, a defesa Petrobras foi um dos temas abordados pelos manifestantes.<\/p>\n<p>Para o administrador e funcion\u00e1rio da Petrobras, Bruno Terribas, 33 anos, uma poss\u00edvel venda da estatal prejudicar\u00e1 o pa\u00eds. \u201c\u00c9 um dia de luta pela soberania nacional e falar de soberania \u00e9 falar de soberania energ\u00e9tica, de soberania da educa\u00e7\u00e3o, da ci\u00eancia. Ent\u00e3o, aqui em Bel\u00e9m a gente construiu esse ato em uma frente com v\u00e1rios movimentos, incluindo os sindicatos e empregados das estatais\u201c, argumenta.<\/p>\n<p>A bi\u00f3loga Ana Carolina acredita que ocupar as ruas e denunciar as iniciativas do governo \u00e9 a \u00fanica forma de tentar frear os desmontes. \u201cAs nossas principais reivindica\u00e7\u00f5es s\u00e3o contra as privatiza\u00e7\u00f5es que est\u00e3o ocorrendo no nosso pa\u00eds. Contra a reforma da previd\u00eancia, contra o Future-se tamb\u00e9m que \u00e9 um projeto de privatiza\u00e7\u00e3o das universidades e hoje n\u00f3s viemos fazer as den\u00fancias desses malef\u00edcios que v\u00eam ocorrendo com esse descaso. Ent\u00e3o esse \u00e9 o momento da gente se reunir e fazer essas den\u00fancia aqui no nosso estado tamb\u00e9m\u201d, assinala.<\/p>\n<p>Curitiba em defesa da Petrobr\u00e1s<\/p>\n<p>Petroqu\u00edmicos, petroleiros, apoiadores, professores, sindicatos e estudantes realizaram atividades no Paran\u00e1 durante o dia.<\/p>\n<p>\u00c0s 7h30, organiza\u00e7\u00f5es pararam a entrada das f\u00e1bricas Fafen Fertilizantes e Refinaria Presidente Get\u00falio Vargas (Repar), localizadas na regi\u00e3o metropolitana de Curitiba. A atividade celebrou com um corte de bolo os 66 anos da Petrobr\u00e1s, ao mesmo tempo em que denunciou o desmonte da empresa p\u00fablica.<\/p>\n<p>Gerson Castellano, diretor da Federa\u00e7\u00e3o \u00danica dos Petroleiros (FUP), afirma que o atual governo quer colocar a empresa em situa\u00e7\u00e3o de &#8220;hiberna\u00e7\u00e3o&#8221;, &#8220;desmontando unidades como a Fafen no Paran\u00e1 e a unidade no Esp\u00edrito Santo&#8221;.<\/p>\n<p>J\u00e1 Anacelie Azevedo, diretora do Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro) do Paran\u00e1 e Santa Catarina, lembra como a Pretobr\u00e1s tem papel fundamental de investimento em setores estrat\u00e9gicos para a soberania nacional. &#8220;A empresa \u00e9 respons\u00e1vel por investimentos em tecnologia, pela possibilidade de investimento de 10 por cento do PIB [Produto Interno Bruto] na Educa\u00e7\u00e3o, que \u00e9 a nossa meta&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>O ato contou com a presen\u00e7a de setores terceirizados, 11 sindicatos petroleiros de diferentes estados brasileiros e tamb\u00e9m trabalhadores da Transpetro.<\/p>\n<p>Durante a tarde, Jos\u00e9 Maria Rangel, coordenador geral FUP, visitou o ex-presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, na Superintend\u00eancia da Pol\u00edcia Federal, em Curitiba.<\/p>\n<p>Do lado de fora, na Vig\u00edlia Lula Livre, petroleiros fizeram um ato pol\u00edtico em defesa do petr\u00f3leo e uma roda de conversa sobre a import\u00e2ncia da Petrobr\u00e1s para o Brasil. A estatal brasileira \u00e9 a s\u00e9tima maior produtora mundial de petr\u00f3leo, com 1,9 milh\u00f5es de barris di\u00e1rios. Segundo dados do Instituto de Estudos Estrat\u00e9gicos do Petr\u00f3leo (Ineep), cada R$ 1 bilh\u00e3o investido na Petrobr\u00e1s se reverte em R$ 1,28 bilh\u00e3o no Produto Interno Bruto (PIB) nacional e gera 30 mil postos de trabalho.<\/p>\n<p>Ao final do ato na Vig\u00edlia Lula Livre, os petroleiros uniram-se ao ato em defesa da Educa\u00e7\u00e3o, que aconteceu na Pra\u00e7a Santos Andrade, no Centro de Curitiba.<\/p>\n<p>Rio de Janeiro<\/p>\n<p>Dois protestos agendados no Rio de Janeiro para o in\u00edcio da noite se uniram em uma s\u00f3 manifesta\u00e7\u00e3o com milhares de pessoas. Os atos \u2013 convocados como parte do dia de mobiliza\u00e7\u00f5es para reivindicar por Educa\u00e7\u00e3o e contra a decis\u00e3o do governo Bolsonaro de privatizar 17 empresas p\u00fablicas \u2013 se concentraram em frente \u00e0 Candel\u00e1ria, na regi\u00e3o central. Cerca de 20 mil pessoas sa\u00edram em caminhada at\u00e9 o edif\u00edcio sede da Petrobras.<\/p>\n<p>O presidente da Uni\u00e3o Nacional dos Estudantes (UNE), Iago Montalv\u00e3o, explica que os protestos foram unificados porque s\u00e3o pautas que est\u00e3o diretamente relacionadas.<\/p>\n<p>\u201cConstru\u00edmos a &#8216;Greve Geral da Educa\u00e7\u00e3o&#8217;, nos dia 2 e 3, como mais uma den\u00fancia e forma de resist\u00eancia aos ataques que tem acontecido. No anivers\u00e1rio da Petrobras achamos que poder\u00edamos conectar as lutas porque falar de Petrobras \u00e9 falar de soberania, tamb\u00e9m dos recursos do pr\u00e9-sal que deveriam ser destinados \u00e0 Educa\u00e7\u00e3o mas est\u00e3o sendo entregues a empresas estrangeiras. Soberania e educa\u00e7\u00e3o s\u00e3o pautas urgentes para o nosso pa\u00eds\u201d, afirmou ao Brasil de Fato.<\/p>\n<p>Quando os manifestantes sa\u00edram em caminhada at\u00e9 a sede da Petrobras, puxando o ato com uma faixa que dizia \u201cLuto pelo Brasil\u201d estavam os parlamentares Gleise Hoffmann (PT), Jandira Feghali (PCdoB), Benedita da Silva (PT), tamb\u00e9m os ex-senadores Roberto Requi\u00e3o (MDB) e Lindberg Farias (PT). Antes de chegar ao edif\u00edcio sede da Petrobras, os manifestantes fizeram paradas estrat\u00e9gicas em frente as sedes da Eletrobras e da Caixa Econ\u00f4mica Federal, duas estatais que tamb\u00e9m est\u00e3o na mira da privatiza\u00e7\u00e3o do governo Bolsonaro.<\/p>\n<p>Ao microfone, em cima do carro de som, a deputada federal Jandira Feghali destacou a import\u00e2ncia do protesto no dia de anivers\u00e1rio de 66 anos da Petrobras. Neste ano, a maior estatal do pa\u00eds completa mais um ano em meio ao desmonte com a venda de refinarias e distribuidoras.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um orgulho estar na frente da Petrobras hoje. O Brasil \u00e9 muito maior do que esses governos que estamos tendo. Por mais que tentem destruir o que \u00e9 nosso, n\u00e3o v\u00e3o conseguir, vamos defender nosso patrim\u00f4nio. Eles n\u00e3o conhecem nossa capacidade de luta. N\u00f3s vamos responder \u00e0 altura. Esse ato \u00e9 em defesa da nossa hist\u00f3ria, da nossa raiz e da nossa identidade\u201d, disse a parlamentar.<\/p>\n<p>Logo ap\u00f3s a faixa segurada pelos parlamentares, estava o primeiro bloco da manifesta\u00e7\u00e3o formado por petroleiros e funcion\u00e1rios da Petrobras. Edmilson Carmelito era um deles. Integrante do Sindicato dos Petroleiros do Litoral Paulista (Sindipetro-LP), ele saiu de Caraguatatuba (SP) para participar da manifesta\u00e7\u00e3o no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>\u201cPrivatizar as estatais \u00e9 vender o patrim\u00f4nio p\u00fablico para empres\u00e1rios. Essa ideia de que barateia servi\u00e7os \u00e9 uma mentira, podemos ver o exemplo da telefonia e tantos outros. Eles querem apenas lucrar, n\u00e3o tem interesse igual a maioria da popula\u00e7\u00e3o. Estamos na mira de um governo que est\u00e1 acabando com as garantias que conquistamos. Se a gente n\u00e3o barrar isso, vamos perder tudo\u201d, afirmou Edmilson.<\/p>\n<p>Edi\u00e7\u00e3o: Rodrigo Chagas<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/24072\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[60],"tags":[222],"class_list":["post-24072","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c71-educacao","tag-2b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-6gg","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24072","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24072"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24072\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24072"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24072"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24072"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}