{"id":24367,"date":"2019-11-20T14:55:39","date_gmt":"2019-11-20T17:55:39","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=24367"},"modified":"2019-11-20T14:55:39","modified_gmt":"2019-11-20T17:55:39","slug":"moradias-em-risco-a-retomada-neoliberal-da-ferrovia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/24367","title":{"rendered":"Moradias em risco: a retomada neoliberal da ferrovia"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/lh3.googleusercontent.com\/G0AItOX3SGpB0TnRitUOeEjl_oGo1nM_EwUq4OazJDbpC32XUdbPshHBN6s6LgdDBHi2u6VitzCAYtDlHS28V_zFP2l7ieiWU9gGHqnf-DCL1b1buM71hDeIAZSMre7d9muAbHn7Nrn9KnjDKWHUWI7S0Xd6_CQSu2_HY6vzlOP1ZnnKl4vzYdX8VhWO_YbNqmGW5manRXjTgiI0iu-bOiGwiUzvXcg3laTQ7OA0dRPRg6pj_KXH-coaBykwvTXMdfjjByRMAsVSWFSorW1UwYAlk4JuNVlEwEeO0cyT6yi_s7vEpsho2ex-1UQZjCjkYNgKf_6NxY75CE4Sl3Rexmdq58XcYd0pXi5BhRQfSO_Ea8nm3FLoTsr09eutjUO3VSGYANUireg8qrK4mYpUSoCXCZKsmVKY9lOVX1U6HriQa2UK7SYKuqs5VuvuIfJUTKE6QQ1t7ZLg5DLNN2qkKtWqW4FQw_8YVh-ShhE3GiuzGBjiKZ4EkcCBSd3Fsc932BBWS5ZFVLKYsCskPmFIOSUCZjkcUxk-3_lMZPyx5vpIK5ykLC5gGiaNIA8XdcYblKac4y0pRf-9yiSTIBJv-YfNpPd-HXBj_9Bd9KDi9d7DTKfEa_zbkzsXDo4VsJ6jhZgVm4vvsMJtFpxanae5P5Z8ho07lnkEVVLeQSRb0zjTS1wBJ3IefHo=w1672-h921-no\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->C\u00c9LULA DO PCB DE SANTA MARIA RS<\/p>\n<p>A Ferrovia Norte-Sul conecta o pa\u00eds de norte a sul, passando pelos estados do Par\u00e1, Maranh\u00e3o, Tocantins, Goi\u00e1s, Minas Gerais, S\u00e3o Paulo, Mato Grosso do Sul, Paran\u00e1, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, ligando todos os cantos do pa\u00eds. No dia 28 de mar\u00e7o deste ano, a empresa RUMO conseguiu a concess\u00e3o dessa ferrovia pelos pr\u00f3ximos 30 anos. Depois de muitos anos do processo de desestatiza\u00e7\u00e3o da ferrovia nos governos de FHC e seu posterior abandono (l\u00f3gica que se seguiu nos governos do PT, com programas de privatiza\u00e7\u00f5es como o Programa de Investimento em Log\u00edstica), a ferrovia passa a ser retomada pelo governo Bolsonaro, mas como um projeto pensado primordialmente para colocar a malha ferrovi\u00e1ria a servi\u00e7o do agroneg\u00f3cio, visando principalmente o escoamento de produtos como soja, min\u00e9rios de ferro, milho e gr\u00e3os de caf\u00e9 a partir de um transporte de menor custo e realizando a manuten\u00e7\u00e3o de uma economia majoritariamente prim\u00e1rio exportadora.<\/p>\n<p>A empresa RUMO pertence ao grupo privado Cosan, este \u00faltimo distribu\u00eddo na gest\u00e3o de diversos setores como o de energia, infraestrutura, administra\u00e7\u00e3o de propriedades agr\u00edcolas e log\u00edstica. Ap\u00f3s vencer o leil\u00e3o pelo valor de 2,7 bilh\u00f5es, ficou de respons\u00e1vel por iniciar a opera\u00e7\u00e3o da linha dentro de 2 anos. A previs\u00e3o \u00e9 que as obras cheguem e se concluam at\u00e9 o sul do pa\u00eds dentro de 15 anos, aumentando a atual porcentagem de carga transportada por ferrovias de 16% para 33% a partir de 2035, segundo o PPI (Programa de Parcerias de Investimentos), gerando uma economia de R$54 bilh\u00f5es por ano no setor de transportes de cargas.<\/p>\n<p>Historicamente, n\u00e3o h\u00e1 novidade na inten\u00e7\u00e3o dos representantes do capital em submeter o desenvolvimento econ\u00f4mico da na\u00e7\u00e3o a uma posi\u00e7\u00e3o perif\u00e9rica no mercado mundial, fortalecendo a voca\u00e7\u00e3o de sermos um mero pa\u00eds exportador de mat\u00e9rias primas. Pois foi justamente essa forma de inser\u00e7\u00e3o no mercado mundial a respons\u00e1vel por perpetuar a posi\u00e7\u00e3o perif\u00e9rica e submissa de nosso pa\u00eds no sistema capitalista ao longo da hist\u00f3ria, com elevada vulnerabilidade externa e forte depend\u00eancia econ\u00f4mica. Al\u00e9m disso, o car\u00e1ter prim\u00e1rio das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras tamb\u00e9m possui rela\u00e7\u00e3o com o cen\u00e1rio de reprimariza\u00e7\u00e3o, desindustrializa\u00e7\u00e3o e financeiriza\u00e7\u00e3o da economia nacional, o que \u00e9 extremamente nocivo se realmente queremos ser um pa\u00eds soberano e desenvolvido que priorize o progresso cient\u00edfico e tecnol\u00f3gico a ser usufru\u00eddo por toda popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Como parte desse cen\u00e1rio, Bolsonaro, Mour\u00e3o e Paulo Guedes atuam como verdadeiros vendilh\u00f5es do templo, pretendendo vender para o estrangeiro tudo o que for poss\u00edvel. Enquanto facilitam para o agroneg\u00f3cio, o que existia de base produtiva industrial de alta complexidade tecnol\u00f3gica, como a Embraer, por exemplo, est\u00e1 sendo entregue ao capital estrangeiro norte-americano (Boeing). Os desmontes dessas cadeias de produ\u00e7\u00e3o s\u00e3o um grande golpe na complexidade produtiva da economia brasileira. Basicamente, est\u00e3o submetendo nosso desenvolvimento e soberania \u00e0s demandas e ditames do imperialismo.<\/p>\n<p>Devemos perceber que esse projeto n\u00e3o \u00e9 em prol do nosso povo e nossa na\u00e7\u00e3o, mas uma demanda impositiva para ampliar os lucros de latifundi\u00e1rios e grandes empresas de minera\u00e7\u00e3o. No tocante \u00e0 quest\u00e3o da malha ferrovi\u00e1ria, o que seria por menor custo para os ricos que est\u00e3o interessados nesse projeto, significa um grande custo para a vida dos trabalhadores que estiverem de alguma forma em contradi\u00e7\u00e3o com seu andamento.<\/p>\n<p>POR QUE UMA RETOMADA \u00c0S PRESSAS?<\/p>\n<p>Os ricos do nosso pa\u00eds e principalmente os de fora sabem que o governo Bolsonaro trabalha a servi\u00e7o de seus interesses econ\u00f4micos. Sabem que seu governo \u00e9 essencialmente antinacional e antidemocr\u00e1tico, que far\u00e1 o que for poss\u00edvel para garantir os lucros almejados pelos setores da classe dominante que lhe colocaram no poder, seja no patroc\u00ednio privado da campanha ou patrocinando as redes de fake news que favoreceram diretamente sua candidatura.<\/p>\n<p>Essa retomada agrada, por exemplo, o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja), Bartolomeu Braz Pereira, que em suas palavras, afirma que at\u00e9 ent\u00e3o \u201cera muito dif\u00edcil obter licen\u00e7as ambientais e combater a burocracia e a ideologia no Brasil. Mas isso agora est\u00e1 sendo revisto pelo novo governo.\u201d<\/p>\n<p>Tal afirma\u00e7\u00e3o deixa n\u00edtido o alinhamento do atual governo com os interesses do agroneg\u00f3cio, que se sobrep\u00f5e \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o ambiental, \u00e0 dignidade e aos direitos b\u00e1sicos das popula\u00e7\u00f5es afetadas pela forma como est\u00e1 sendo conduzida a retomada do projeto ferrovi\u00e1rio. \u201cCombater a burocracia e a ideologia\u201d significa eliminar qualquer empecilho institucional e pol\u00edtico que contrarie a predomin\u00e2ncia de seus interesses de expans\u00e3o e lucro.<\/p>\n<p>Torna-se n\u00edtido que n\u00e3o importa o que estiver no caminho, o governo n\u00e3o ir\u00e1 ceder e far\u00e1 o que estiver a seu alcance para garantir tais interesses. Mesmo que para isso tenha que degradar o meio ambiente ou remover trabalhadores\/as e suas fam\u00edlias \u00e0 for\u00e7a de suas moradias, o que j\u00e1 vem ocorrendo. Inclusive, as for\u00e7as repressivas do Estado s\u00e3o usadas quando se faz necess\u00e1rio para cumprir sua promessa vendida nas elei\u00e7\u00f5es: maximiza\u00e7\u00e3o dos lucros para os ricos e restri\u00e7\u00e3o de direitos para os pobres. Afinal, essa \u00e9 a \u00fanica configura\u00e7\u00e3o poss\u00edvel do neoliberalismo em pa\u00edses de capitalismo perif\u00e9rico e dependente como o Brasil, onde o Estado e a institucionalidade s\u00e3o instrumentos para acelerar a satisfa\u00e7\u00e3o das necessidades de lucro da burguesia e remover poss\u00edveis entraves pela via jur\u00eddica, repressiva e autorit\u00e1ria.<\/p>\n<p>A ORGANIZA\u00c7\u00c3O COMO \u00daNICA ALTERNATIVA CONTRA OS AVAN\u00c7OS DO CAPITAL<\/p>\n<p>Com este projeto em andamento e conclu\u00eddo em algumas localidades do pa\u00eds, atualmente no Rio Grande do Sul a empresa RUMO d\u00e1 in\u00edcio \u00e0 implementa\u00e7\u00e3o (reativa\u00e7\u00e3o e expans\u00e3o) do seu projeto ferrovi\u00e1rio. No estado s\u00e3o 36 munic\u00edpios por onde passa a ferrovia e estes enfrentam um problema: muitas casas est\u00e3o dentro da faixa de dom\u00ednio federal e, portanto, est\u00e3o em risco de serem reintegradas. Em Santa Maria, o caso mais cr\u00edtico, envolve cerca de 3.000 fam\u00edlias dentro da faixa de dom\u00ednio, de acordo com a Associa\u00e7\u00e3o de Moradores Pr\u00f3ximos \u00e0 Ferrovia &#8211; Santa Maria e Regi\u00e3o.<\/p>\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o de Moradores Pr\u00f3ximos \u00e0 Ferrovia, como um exemplo, surge inicialmente como resposta de uma localidade de Santa Maria \u00e0s intima\u00e7\u00f5es entregues pela RUMO exigindo que deixassem suas casas por estarem dentro da faixa de dom\u00ednio administrada pela empresa. Quando fam\u00edlias de outras localidades tamb\u00e9m se viram na mesma situa\u00e7\u00e3o, uniram-se \u00e0 Associa\u00e7\u00e3o que havia sido organizada, que hoje alcan\u00e7a todas as localidades atingidas em Santa Maria, organizando moradores e moradoras e travando uma luta decisiva em defesa de todas as moradias contra esta tentativa de atropelo da empresa com carta branca do governo atual. Al\u00e9m do governo federal, o governo estadual (Eduardo Leite &#8211; PSDB) e o prefeito de Santa Maria (Jorge Pozzobom &#8211; PSDB) nada fizeram, ali\u00e1s, simularam muito mal sua preocupa\u00e7\u00e3o com as fam\u00edlias (nada diferente seria esperado de figuras comprometidas com as pautas econ\u00f4micas do governo).<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 apenas a contradi\u00e7\u00e3o entre a estabilidade das fam\u00edlias e a ativa\u00e7\u00e3o das ferrovias, h\u00e1 tanto tempo abandonadas, o que est\u00e1 em jogo. Em Santa Maria, assim como em outras cidades, este projeto est\u00e1 sendo implementado, como j\u00e1 dito, com a cara do neoliberalismo, destruindo localidades ind\u00edgenas pelo pa\u00eds, colocando em risco trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade por onde passa a ferrovia, pois ser\u00e1 mais barato a remo\u00e7\u00e3o do que um novo planejamento, discutido com a popula\u00e7\u00e3o e pensado em conjunto com munic\u00edpios para que a ferrovia sirva para melhorar a nossas vidas e n\u00e3o remover casas sem garantia de indeniza\u00e7\u00e3o (que n\u00e3o seja mandar as fam\u00edlias removidas para as localidades mais afastadas e prec\u00e1rias das cidades). Al\u00e9m disso, h\u00e1 o n\u00edtido interesse em se apropriar de regi\u00f5es centrais estrat\u00e9gicas de algumas cidades, como em Santa Maria, onde podemos ver nas imagens disponibilizadas pela AMPF como na regi\u00e3o central a faixa de dom\u00ednio \u00e9 brutalmente ampliada em compara\u00e7\u00e3o \u00e0 regi\u00f5es afastadas do centro. Em outras imagens, pode-se ver que a demarca\u00e7\u00e3o da faixa de dom\u00ednio evitou pegar edif\u00edcios privados, como grandes mercados, dep\u00f3sitos, pr\u00e9dios p\u00fablicos, etc. Essa gentileza n\u00e3o se aplica \u00e0s regi\u00f5es onde fam\u00edlias habitam h\u00e1 mais de 30 ou 40 anos (ou at\u00e9 mais), que depois de tanta luta para garantirem sua moradia, se encontram em risco novamente.<\/p>\n<p>O PCB defende que em resposta imediata ao projeto ultraliberal que est\u00e1 sendo aplicado no Brasil se construa e fortale\u00e7a o Poder Popular nos locais de trabalho, estudo e moradia. A exemplo da luta conduzida pela Associa\u00e7\u00e3o de Moradores Pr\u00f3ximos \u00e0 Ferrovia, que vem dialogando com as fam\u00edlias de todas as localidades, fazendo panfletagens, expondo a pauta em espa\u00e7os institucionais (garantindo o adiamento da entrega das intima\u00e7\u00f5es) e marcando reuni\u00f5es para repasses e convoca\u00e7\u00f5es para compor a luta organizada dentro da Associa\u00e7\u00e3o, entendemos que a \u00fanica forma eficiente de garantir nossos direitos contra este avan\u00e7o sedento por lucros por parte dos ricos \u00e9 a organiza\u00e7\u00e3o da nossa luta nas nossas entidades, criando e fortalecendo associa\u00e7\u00f5es de bairro, debatendo cotidianamente a nossa realidade e o projeto de sociedade que queremos construir em resposta ao atual projeto; afinal, n\u00e3o basta apenas neg\u00e1-lo sem construirmos o nosso. E esse projeto a ser constru\u00eddo pelo poder popular tamb\u00e9m visa ir muito al\u00e9m do \u201cmenos pior\u201d oferecido pelo petismo, pois esse projeto anterior ao atual, que dependia de um pacto de classe com os ricos, n\u00e3o interessa mais nem aos ricos, que optaram pelo golpe em 2016 e nas elei\u00e7\u00f5es apoiaram o falso nacionalista, lacaio do imperialismo.<\/p>\n<p>Os direitos b\u00e1sicos de nossa classe s\u00e3o considerados irrelevantes e por isso estamos em constante risco. Para defender nossa dignidade e nossos interesses \u00e9 preciso marcar posi\u00e7\u00e3o e ter consci\u00eancia do que estamos enfrentando; tomar o nosso lado na hist\u00f3ria \u00e9 tomar partido. \u00c9, sim, uma quest\u00e3o pol\u00edtica! E a nossa \u00e9 o oposto da que Braz Pereira, Bolsonaro, Mour\u00e3o ou Paulo Guedes defendem. As \u00faltimas elei\u00e7\u00f5es j\u00e1 nos mostraram que at\u00e9 mesmo as institui\u00e7\u00f5es \u201cmais confi\u00e1veis\u201d podem interferir para mudar os rumos das elei\u00e7\u00f5es. \u00c9 o momento de tomarmos partido, sem confiar as nossas responsabilidades na m\u00e3o de setores que, em outros momentos, j\u00e1 usaram a mesma m\u00e3o para assinar projetos parecidos! Substituir a pol\u00edtica virada de costas para n\u00f3s por uma alternativa popular, passa por pensar as elei\u00e7\u00f5es como reflexo do nosso trabalho de massificar as lutas do presente, perspectivando que os objetivos e projetos futuros venham pelas nossas pr\u00f3prias m\u00e3os!<\/p>\n<p>TODO APOIO \u00c0S FAM\u00cdLIAS ATINGIDAS E \u00c0 LUTA DA ASSOCIA\u00c7\u00c3O DE MORADORES PR\u00d3XIMOS A FERROVIA!<\/p>\n<p>FORTALECER AS LUTAS POPULARES CONTR\u00c1RIAS \u00c0S POL\u00cdTICAS DE BOLSONARO, MOUR\u00c3O E GUEDES!<\/p>\n<p>PELO PODER POPULAR!<\/p>\n<p>Fontes:<\/p>\n<p>https:\/\/braziljournal.com\/cosan-logistica-uma-holding-que-ja-vai-tarde<\/p>\n<p>https:\/\/revistagloborural.globo.com\/Colunas\/caminhos-da-safra\/noticia\/2019\/05\/sera-que-o-brasil-vai-entrar-nos-trilhos.html<\/p>\n<p>http:\/\/ri.rumolog.com\/<\/p>\n<p>https:\/\/www.facebook.com\/ampf.sm.rg\/<\/p>\n<p>https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2019\/09\/11\/prioridade-de-bolsonaro-projeto-de-ferrovia-que-liga-mato-grosso-ao-para-e-retomado\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/24367\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[200],"tags":[225],"class_list":["post-24367","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-moradia","tag-4a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-6l1","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24367","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24367"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24367\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24367"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24367"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24367"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}