{"id":24579,"date":"2019-12-26T00:24:13","date_gmt":"2019-12-26T03:24:13","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=24579"},"modified":"2020-03-05T02:55:16","modified_gmt":"2020-03-05T05:55:16","slug":"mulheres-revolucionarias-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/24579","title":{"rendered":"Mulheres revolucion\u00e1rias 2"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"http:\/\/lh3.googleusercontent.com\/fCsB6SSsK1Qfl19h5uOw5lpk-hebLtn-V7gOn_qTPXwtJVLSwimiMAwVCa7hO1RgAzufRBaSGpHRiLTKY_qiVamO3SZMXY1rycwMTnp5R1iJXZIykNWgRz04ykw7scvZRRHtdIgFJxi9_-ZTfr4DXPrPmJhtQ5uBlz4xduDqNYZhnl3UPUJrVWmfNsEx0oX8wLaMBYqHB4CDSxdQmQKRYmLAcMaYKA0EoWXkp0uoLwhi4VF5twQ74yr0P4sDKA485wfl73MvHT6XSw-BWMUEW68YYYzQsj_80-LhHq2c9QeIyFMMO6oGeitdIYxWJ7CNGipoAweMLDGx5MTcE9nQhX1Vb30UzbFWQsgQmY2GlgtMdjDIPR11eBXVSijD4o4jdudTlZxRjG-CM3F3kkup_cKZSlgFLvjehH-LliN0Xa3GYGsS1fRnBq8V_rkkXojWFy8VVCMjE48aJf_1w_1EMDt6w3ehYKUaZeWKBEpXROoaS98COx1Vk4VhVIK2BlbY1kYW6-9QwpNaCmzxbsgIFA3JH0SlaNqvezhIfPt3PLLLW47JU_9_TjuO3fukgHE_kYMA6GPydGDqAQV0P48viRsmrSlU07tWzWJ_ZLUcW49ZzVlGA-zRraeU52h6X0tmPSDgTr3Jr2GJNAWT2Xe0x1MOFhaWjwyphUEp-I5sonIZVg36BoP9sm-7GFDzxg=s450-k-rw-no\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Funda\u00e7\u00e3o Dinarco Reis<\/p>\n<p>A agenda\u00a0Mulheres Revolucion\u00e1rias II\u00a0\u00e9 uma reedi\u00e7\u00e3o da agenda de 2016, com acr\u00e9scimo de novas mulheres de luta. Produzida pela Funda\u00e7\u00e3o Dinarco Reis e pelo Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro, traz informa\u00e7\u00f5es sobre aquelas que lutaram por superar as limita\u00e7\u00f5es impostas \u00e0s mulheres, as desigualdades sociais e todo tipo de opress\u00e3o e preconceito.<\/p>\n<p>Reunimos, mais uma vez, variadas informa\u00e7\u00f5es, biografias e verbetes que contam a hist\u00f3ria de guerreiras, quilombolas, ind\u00edgenas, abolicionistas, sufragistas, anarquistas, comunistas, guerrilheiras, feministas, artistas, mulheres dos cinco continentes, todas lutadoras que atuaram nos diversos campos de organiza\u00e7\u00e3o social, nos partidos de esquerda e agrupamentos pol\u00edticos, nos sindicatos, nas associa\u00e7\u00f5es e movimentos populares, na educa\u00e7\u00e3o, na sa\u00fade, na ci\u00eancia, na imprensa, na literatura, na m\u00fasica, na arte e na cultura.<\/p>\n<p>A opress\u00e3o e a subjuga\u00e7\u00e3o das mulheres remontam \u00e0 antiguidade, ao surgimento da propriedade privada, ao patriarcalismo. Foram s\u00e9culos de submiss\u00e3o, mas sempre com resist\u00eancias e vozes dissonantes que buscamos destacar. Do s\u00e9culo XIX at\u00e9 os dias de hoje, a luta por direitos e pela igualdade entre homens e mulheres ganhou corpo e ainda persiste. Por mais que se tenha avan\u00e7ado, conquistado o direito ao estudo, o direito de voto, o direito profissional, o direito \u00e0 sexualidade, ainda h\u00e1 muito que avan\u00e7ar.<\/p>\n<p>Atualmente enfrentamos um grande retrocesso em nosso pa\u00eds, os poucos direitos conquistados sofrem grande amea\u00e7a. Mais do que nunca, as mulheres precisam estar organizadas e em luta, contra qualquer ataque \u00e0s conquistas duramente obtidas por meio de muita luta. Conhecer a hist\u00f3ria de luta das mulheres contribui para fortalecer o nosso movimento de emancipa\u00e7\u00e3o. S\u00e3o muitas as transforma\u00e7\u00f5es ainda necess\u00e1rias para construir a sociedade igualit\u00e1ria que defendemos. Sabemos que s\u00f3 com a supera\u00e7\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o da mulher pelo homem e do homem pelo homem, com a constru\u00e7\u00e3o de uma nova sociedade, a sociedade socialista, poderemos sonhar com um mundo em que todas vivamos com liberdade e dignidade.<\/p>\n<p>Para adquirir o livro-agenda, entre em contato com a Funda\u00e7\u00e3o Dinarco Reis:<\/p>\n<p>Telefone: (21) 22-249890<\/p>\n<p>fundacaodinarcoreis@hotmail.com<\/p>\n<p>HOMENAGEM<\/p>\n<p>Marielle Franco: uma voz que unificou v\u00e1rias<\/p>\n<p>Em 2020 completam-se dois anos da brutal morte de Marielle Franco. Este seria o ano final de seu mandato, conquistado nas ruas, nas redes e na luta. Seriam mais anos, com toda certeza, dedicados \u00e0 luta dos desfavorecidos, oprimidos e perseguidos, anos dedicados \u00e0 popula\u00e7\u00e3o negra, pobre, favelada, moradora dos sub\u00farbios e periferias, da popula\u00e7\u00e3o LGBT, das mulheres. Seriam anos dedicados \u00e0 classe trabalhadora, seus dramas e suas lutas.<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o sabemos quem mandou matar Marielle e Anderson, mas sabemos o que os assassinos e seus mandantes representam: o atraso, o preconceito, a busca de lucro, os interesses da classe dominante, que mata, oprime, persegue e ataca diariamente as trabalhadoras e os trabalhadores do pa\u00eds. Sua morte foi s\u00edmbolo da ofensiva dos inimigos do povo trabalhador, das for\u00e7as da rea\u00e7\u00e3o e do conservadorismo. N\u00e3o foi \u00e0 toa que a placa com seu nome foi quebrada por quem hoje est\u00e1 no poder, diante de gritos de \u00f3dio.<\/p>\n<p>Mas se quem est\u00e1 no poder ocupa pal\u00e1cios e casas legislativas, n\u00f3s ocupamos as pra\u00e7as, as ruas, de onde nunca sa\u00edmos e jamais sairemos. Se a trajet\u00f3ria de Marielle foi brutalmente interrompida, sua hist\u00f3ria n\u00e3o: ela sobrevive na consci\u00eancia do povo trabalhador e oprimido, inspirando lutas e resist\u00eancias, no Rio, no Brasil e em todo o mundo. Em diversos pa\u00edses, ruas e pra\u00e7as ganham seu nome, coletivos de lutas surgiram, pessoas se colocaram em marcha e n\u00e3o sa\u00edram mais das ruas. Seu nome virou s\u00edmbolo da luta. A pergunta \u201cQuem mandou matar Marielle?\u201d \u00e9 sin\u00f4nimo de resist\u00eancia e de n\u00e3o resigna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O PCB e seus coletivos de luta, assim como a Funda\u00e7\u00e3o Dinarco Reis rendem a necess\u00e1ria homenagem a esta brava lutadora, a quem seguiremos reverenciando, exigindo sempre o desvendamento final desse crime hediondo e mantendo acesa a chama da luta popular.<\/p>\n<p>Marielle Presente! Hoje e sempre!<\/p>\n<p>EXPEDIENTE<\/p>\n<p>PESQUISA E ILUSTRA\u00c7\u00d5ES<\/p>\n<p>Fotos e documentos da Biblioteca Nacional, CEDEM, Funda\u00e7\u00e3o Dinarco Reis e do Partido Comunista Brasileiro. Sites pesquisados:\u00a0asminanahistoria.wordpress.com,\u00a0ecured.cu,\u00a0geledes.org.br,\u00a0marxists.org,\u00a0resumenlatinoamericano.org.<\/p>\n<p>BIBLIOGRAFIA<\/p>\n<p>GOLDMAN, Wendy.\u00a0Mulher, Estado e revolu\u00e7\u00e3o: Pol\u00edtica da fam\u00edlia sovi\u00e9tica e da vida social entre 1917 e 1936.\u00a0S\u00e3o Paulo, Boitempo Editorial, 2017.<\/p>\n<p>SCHUMAHER, Maria Aparecida e BRAZIL, \u00c9rico Vital.\u00a0Dicion\u00e1rio Mulheres do Brasil: De 1500 at\u00e9 a atualidade.\u00a0Rio de Janeiro,\u00a0Jorge Zahar Editor, 2000.<\/p>\n<p>SCHNEIDER, Graziela (org.).\u00a0A REVOLU\u00c7\u00c3O DAS MULHERES \u2013 Emancipa\u00e7\u00e3o Feminina na R\u00fassia Sovi\u00e9tica. S\u00e3o Paulo, Boitempo Editorial, 2017.<\/p>\n<p>PESQUISA E REDA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>Heitor C\u00e9sar, Marta Bar\u00e7ante, Nath\u00e1lia Mozer e Ricardo Costa (Rico)<\/p>\n<p>REVIS\u00c3O<\/p>\n<p>Marly Diniz e Ricardo Costa (Rico)<\/p>\n<p>DESIGNER<\/p>\n<p>Daniel Costa<\/p>\n<p>COORDENA\u00c7\u00c3O EDITORIAL<\/p>\n<p>Funda\u00e7\u00e3o Dinarco Reis<\/p>\n<p>Rua Senador Dantas, 117 \u2013 sala 1736 \u2013 Centro \u2013 Rio de Janeiro<\/p>\n<p>Telefone: (21) 22249890<\/p>\n<p>www.pcb.org.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/24579\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[231],"tags":[],"class_list":["post-24579","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-fdr"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-6or","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24579","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24579"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24579\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24579"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24579"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24579"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}