{"id":24808,"date":"2020-02-01T02:18:32","date_gmt":"2020-02-01T05:18:32","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=24808"},"modified":"2020-02-01T02:18:32","modified_gmt":"2020-02-01T05:18:32","slug":"colombia-a-cupula-da-submissao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/24808","title":{"rendered":"Col\u00f4mbia: a c\u00fapula da submiss\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/adycnjordo.cloudimg.io\/v7\/www.resumenlatinoamericano.org\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/undefined46804917-man-wearing-mask-president-donald-trump-poses-fo190202183555-1549129161327_copy_1000x600-e1580441282921.jpg\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Por Guillermo Caviasca, Resumen Latinoamericano<\/p>\n<p>Reflex\u00f5es em torno da terceira confer\u00eancia hemisf\u00e9rica contra o terrorismo. O papel da Argentina frente \u00e0 agenda dos EUA para a regi\u00e3o.<\/p>\n<p>No dia 20 de janeiro se desenvolveu em Bogot\u00e1 a III C\u00fapula Ministerial Hemisf\u00e9rica de Luta contra o Terrorismo. Participaram representantes da Argentina, Bolivia, Brasil, Canad\u00e1, Chile, Col\u00f4mbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Estados Unidos, Guatemala, Haiti, Honduras, Panam\u00e1, Paraguai, Peru, Rep\u00fablica Dominicana e Santa L\u00facia. M\u00e9xico, Uruguai, Venezuela e Israel estavam como observadores (Espanha, anunciada na convocat\u00f3ria, n\u00e3o aparece na declara\u00e7\u00e3o final), assim como alguns organismos internacionais como Interpol e o Comit\u00ea Interamericano contra o Terrorismo da OEA, entre outros.<\/p>\n<p>\u00c9 o terceiro encontro. O primeiro foi em Washington e o segundo em Buenos Aires no ano passado. Foram criados sob a administra\u00e7\u00e3o Trump e expressam um f\u00f3rum onde se manifesta a pol\u00edtica dos EUA para o continente. A agenda e a presen\u00e7a de Israel chamam a aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Guaid\u00f3 participou como \u00abpresidente\u00bb do governo fantasma da Venezuela e, num discurso quase monoc\u00f3rdio da c\u00fapula, foi afirmado que as amea\u00e7as para a Am\u00e9rica Latina s\u00e3o o Ir\u00e3 e o Hezbollah. Especialmente se assinalou como amea\u00e7a o suporte do governo da Venezuela a estes, bem como o financiamento e a presen\u00e7a da organiza\u00e7\u00e3o libanesa na Tr\u00edplice Fronteira. Al\u00e9m disso, o ELN e o Sendero Luminoso foram citados como grupos terroristas locais.<\/p>\n<p>Recordemos que a divulga\u00e7\u00e3o deste tipo de amea\u00e7as, consideradas transnacionais, em geral chega com a aceita\u00e7\u00e3o do trabalho conjunto (e participa\u00e7\u00e3o direta norte-americana) para reprimi-las.<\/p>\n<p>A c\u00fapula n\u00e3o parece aproximar-se de um \u00abF\u00f3rum de debate\u00bb de posi\u00e7\u00f5es ou interesses em que possa dar lugar a matizes ou interpreta\u00e7\u00f5es alternativas. Ainda se mostra mais fechada que os f\u00f3runs tradicionais, desde a OEA at\u00e9 a CEA.<\/p>\n<p>O comunicado assinado (tamb\u00e9m pela Argentina) no dia 20 de janeiro expressa uma s\u00e9rie de hip\u00f3teses de conflito e identifica uma s\u00e9rie de inimigos regionais que os pa\u00edses signat\u00e1rios dever\u00e3o combater. Para isso se prop\u00f5e a colabora\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses em tarefas de intelig\u00eancia e seguran\u00e7a regional. Apesar de possuir a forma de \u00abComunicado conjunto\u00bb, ou seja, que n\u00e3o \u00abobriga\u00bb os argentinos, sabemos muito bem que n\u00e3o \u00e9 assim que acontece, como foi o caso das \u00abdeclara\u00e7\u00f5es\u00bb de Madri (de rendi\u00e7\u00e3o da Argentina aos interesses brit\u00e2nicos), ou os \u201ccomunicados conjuntos\u201d que nossa chancelaria subscreve com a Inglaterra cada vez que avan\u00e7a na implementa\u00e7\u00e3o das medidas que a Inglaterra lhe ordena. Declara\u00e7\u00f5es ou comunicados em geral s\u00e3o pol\u00edticas que se aplicam, que se fazem mais efetiva e discricionalmente, j\u00e1 que n\u00e3o passam pelo parlamento, ou seja, se mant\u00eam alheias \u00e0 esfera da opini\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\n<p>Foram aprovados 24 pontos dos quais chamam a aten\u00e7\u00e3o as seguintes quest\u00f5es que emanam deles:<\/p>\n<p>1) Uma \u00abdefini\u00e7\u00e3o\u00bb de terrorismo ampla ou mais bem \u00abindefinida\u00bb que pode abarcar qualquer coisa. Terrorismo parece ser uma s\u00e9rie de organiza\u00e7\u00f5es que os EUA apresentam como inimigos neste f\u00f3rum. N\u00e3o h\u00e1 uma defini\u00e7\u00e3o conceitual na qual se possa ver se encaixam ou n\u00e3o essas organiza\u00e7\u00f5es ou se h\u00e1 outras organiza\u00e7\u00f5es ou a\u00e7\u00f5es que possam ser identificadas como terroristas. Por exemplo, o ataque terrorista contra o general Soleimani poderia entrar em uma categoria de terrorismo, se esta fosse aberta, ou seja, n\u00e3o viesse com os nomes j\u00e1 postos. Este ponto \u00e9 de suma gravidade, j\u00e1 que o \u00abjuiz\u00bb configura a defini\u00e7\u00e3o e n\u00e3o tem limites, \u00e9 discricionalidade absoluta, algo muito perigoso. Tamb\u00e9m assim se veem os conflitos civis (ou guerras civis) n\u00e3o resolvidos na Col\u00f4mbia (de ampla inger\u00eancia norte-americana) e do Peru.<\/p>\n<p>2) A \u201cindefinida defini\u00e7\u00e3o\u201d de terrorismo se torna mais complicada de aceitar quando em outro p\u00e1ragrafo os pa\u00edses signat\u00e1rios (entre eles o nosso) refor\u00e7am: \u00abExpressaram sua preocupa\u00e7\u00e3o pelas atividades que redes do Hezbol\u00e1 continuam realizando em algumas \u00e1reas do hemisf\u00e9rio ocidental. Aplaudiram as a\u00e7\u00f5es recentes de Estados da regi\u00e3o para contrarrestar as atividades das redes do Hezbol\u00e1; assim como alertaram a outros governos a buscar formas mais efetivas de abordar esta amea\u00e7a\u00bb. Neste p\u00e1ragrafo se aplaude uma s\u00e9rie de medidas entre as quais se encontram as que nosso pa\u00eds vem tomando desde que a anterior administra\u00e7\u00e3o declarou \u00abterrorista\u00bb a for\u00e7a pol\u00edtica libanesa. \u00c9 surpreendente que toda Am\u00e9rica Latina subscreva este ponto, j\u00e1 que a inger\u00eancia do Hezbollah \u00e9 mais que duvidosa e, como hip\u00f3tese de terrorismo regional (tal como afirmou a ministra de seguran\u00e7a do governo de Alberto, Sabina Frederic, em honra da verdade), n\u00e3o \u00e9 um problema nosso. Est\u00e1 se comprando um problema de outros e, com esse problema, uma posi\u00e7\u00e3o frente ao mesmo que n\u00e3o est\u00e1 de acordo com nossos interesses.<\/p>\n<p>3) \u00abExpresaram sua preocupa\u00e7\u00e3o com organiza\u00e7\u00f5es que cometem atos terroristas como o autodenominado Ex\u00e9rcito de Liberta\u00e7\u00e3o Nacional &#8211; ELN, que possam amparar-se em situa\u00e7\u00f5es de debilidade institucional, conflito interno e outros similares, como por exemplo na Venezuela, para potencializar atos terroristas e atividades criminosas na regi\u00e3o\u00bb. Ao acabar com as FARC como artif\u00edcio discursivo para falar da Venezuela, como vemos, se utilizam do ELN, al\u00e9m do Ir\u00e3 e do Hezbollah. O que nos parece uma defini\u00e7\u00e3o muito perigosa e separada de toda \u00abneutralidade\u00bb (que tamb\u00e9m nosso pa\u00eds endossou), j\u00e1 que essa amea\u00e7a vai imediatamente vinculada \u00e0 Venezuela na declara\u00e7\u00e3o e n\u00e3o aparece como uma quest\u00e3o interna da Col\u00f4mbia. A falta de neutralidade, de reservas e\/ou de equil\u00edbrio chama a aten\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que remete ao \u00abConsenso de Washington\u00bb dos anos 90 e n\u00e3o se alinha com nenhuma posi\u00e7\u00e3o que a Argentina haja aceitado antes de Menem. O Realismo perif\u00e9rico campeia na regi\u00e3o. Refor\u00e7amos como grave e perigosa a men\u00e7\u00e3o \u00e0 Venezuela, ainda mais com o presidente fantoche presente, sem nenhuma salvaguarda ou reserva que os pa\u00edses presentes tenham feito diante de t\u00e3o grave acusa\u00e7\u00e3o. Devemos recordar que, desde a velha oligarquia at\u00e9 a d\u00e9cada de 1980, a Argentina sempre definiu salvaguardas ou dist\u00e2ncias frente a essas doutrinas de disciplinamento conjunto.<\/p>\n<p>4) H\u00e1 anos que os organismos internacionais v\u00eam redefinindo as hip\u00f3teses de conflito globais no ocidente norte-atl\u00e2ntico. Se bem que o terrorismo apare\u00e7a como uma constante nas \u00faltimas d\u00e9cadas, h\u00e1 alguns anos se agregou a \u00abdelinqu\u00eancia organizada transnacional\u00bb. Defini\u00e7\u00e3o para todo tipo de organiza\u00e7\u00f5es que operam atrav\u00e9s das fronteiras como o narcotr\u00e1fico, o tr\u00e1fico de mulheres, as redes ilegais de financiamento de delitos diversos, tr\u00e1fico de armas, etc. Neste sentido se vem insistindo, a partir dos organismos globais e dos EUA, que as For\u00e7as Armadas e de seguran\u00e7a assumam como tarefa o combate contra este tipo de organiza\u00e7\u00f5es. A atual c\u00fapula definiu criar \u00abequipes conjuntas de investiga\u00e7\u00e3o, intelig\u00eancia, inclu\u00edda a intelig\u00eancia financeira, transporte transfronteiri\u00e7o de efetivos e valores negoci\u00e1veis, para lutar contra o terrorismo, o crime organizado e seus meios de financiamento; assim como prevenir o fluxo de combatentes terroristas estrangeiros na regi\u00e3o\u00bb.<\/p>\n<p>Desta forma os \u00abGrupos Armados Organizados e Grupos Criminosos Organizados Transnacionais\u00bb s\u00e3o a hip\u00f3tese de conflito ou amea\u00e7a principal que os estados devem assumir. Em nosso pa\u00eds esses tipos de conflitos s\u00e3o encarados por for\u00e7as policiais ou militarizadas (Gendarmeria e Prefeitura), mas n\u00e3o pelas For\u00e7as Armadas. No entanto, em todos os demais pa\u00edses s\u00e3o combatidos pelas For\u00e7as Armadas. A c\u00fapula mostra o avan\u00e7o de uma linha em n\u00edvel regional, onde as amea\u00e7as para os estados e as sociedades prov\u00eam do terrorismo e da delinqu\u00eancia, sem que haja uma men\u00e7\u00e3o ao atraso, \u00e0 desigualdade ou ao subdesenvolvimento deformador. Ou que o crime financeiro somente seja associado a delitos de financiamento de organiza\u00e7\u00f5es criminosas (elencadas ao prazer de interesses n\u00e3o latino-americanos) e n\u00e3o \u00e0 desestabiliza\u00e7\u00e3o que provoca o sistema financeiro mediante manobras que podem ser chamadas de \u00abpiratas\u00bb se Marx tivesse vivido neste s\u00e9culo. E que mui gratamente o goverrno Kirschner havia tentado deslegitimar na ONU com certo consenso, por ocasi\u00e3o das disputas com os \u201cfundos abutres\u201d. Por\u00e9m, o mais grave \u00e9 que a articula\u00e7\u00e3o regional proposta anuncia os interesses de interven\u00e7\u00e3o direta sobre amea\u00e7as delitivas que s\u00e3o vinculadas \u00e0 pol\u00edtica, \u00e0 geopol\u00edtica, \u00e0 economia e \u00e0 diplomacia.<\/p>\n<p>5) Fizeram parte do encontro: Argentina, Bolivia, Brasil, Canad\u00e1, Chile, Col\u00f4mbia, Costa Rica, Equador, Estados Unidos, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, Rep\u00fablica Dominicana, Panam\u00e1, Paraguai, Peru e Santa L\u00facia. E na qualidade de observadores assistiram: Israel, M\u00e9xico, Uruguai, Venezuela, o Comit\u00ea contra o Terrorismo das Na\u00e7\u00f5es Unidas, o Comit\u00ea Interamericano contra o Terrorismo (OEA), INTERPOL, AMERIPOL. Venezuela atrav\u00e9s de Guaid\u00f3. M\u00e9xico e Uruguai foram observadores, talvez M\u00e9xico como uma forma de manter dist\u00e2ncias para salvar as apar\u00eancias; e Uruguai porque se encontra em uma transi\u00e7\u00e3o. Mas sem d\u00favidas o dado a ser destacado \u00e9 a presen\u00e7a de Israel. Mike Pompeo foi o personagem mais proeminente e que fixou a linha pol\u00edtica da c\u00fapula, expondo com clareza o objetivo: combater a presen\u00e7a de redes do Hezbollah e do Ir\u00e3 na regi\u00e3o. Basicamente uma agenda que carece de sentido para a regi\u00e3o latino-americana, mas \u00e9 prioridade para os EUA. A presen\u00e7a de Israel cobra assim um significado especial: a articula\u00e7\u00e3o diplom\u00e1tica e de seguran\u00e7a\/defesa de nossos pa\u00edses com o \u00abextremo ocidente\u00bb (ou seja, as na\u00e7\u00f5es capitalistas ocidentais mais radicais em sua posi\u00e7\u00e3o diplom\u00e1tica e militar). Uma presen\u00e7a claramente fora de lugar, mas l\u00f3gica numa estrat\u00e9gia global de alinhamento de blocos em um conflito de escala global. Uma presen\u00e7a que anuncia mais inger\u00eancia na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Argentina se fez presente e assinou este comunicado. A presen\u00e7a de nosso pa\u00eds n\u00e3o foi ao m\u00e1ximo n\u00edvel quanto aos componentes de sua delega\u00e7\u00e3o nem na tentativa de difus\u00e3o do evento. Quase n\u00e3o aparece em nenhuma agenda, e o chanceler n\u00e3o compareceu. Mas viajou a Israel para estas conversas em uma delega\u00e7\u00e3o, a\u00ed sim, de m\u00e1ximo n\u00edvel, que incluiu o presidente. Tendo em conta que esta c\u00fapula imp\u00f5e pol\u00edticas de articula\u00e7\u00e3o estadunidense-israelense, o dado n\u00e3o \u00e9 menor.<\/p>\n<p>A realiza\u00e7\u00e3o desta c\u00fapula mostra uma nova vers\u00e3o da pol\u00edtica de seguran\u00e7a nacional redimensionada \u00e0s novas amea\u00e7as que os EUA e seus aliados mais estreitos consideram para si mesmos. Israel mostra uma atividade sustentada em nosso continente que \u00e9 prov\u00e1vel que expresse a expans\u00e3o de seus interesses como pequena grande pot\u00eancia imperialista. Assim se liga ao aprofundamento de v\u00ednculos econ\u00f4micos (j\u00e1 existentes e em vias de solidifica\u00e7\u00e3o como nos pactos Israel MERCOSUL), como tamb\u00e9m o alinhamento de um grupo importante de pa\u00edses como os latino-americanos \u00e0 sua estabiliza\u00e7\u00e3o diplom\u00e1tica e militar para suas pol\u00edticas no Oriente M\u00e9dio e para a proje\u00e7\u00e3o internacional de suas guerras.<\/p>\n<p>Nosso atual governo tem como principal desafio recuperar maiores n\u00edveis de soberania em cada um dos aspectos em que ela se manifesta. Esta c\u00fapula vai no sentido oposto da submiss\u00e3o.<\/p>\n<p>fonte: Revista Zoom<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: Partido Comunista Brasileiro PCB<\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"VYWKCFs1LJ\"><p><a href=\"http:\/\/www.resumenlatinoamericano.org\/2020\/01\/31\/colombia-la-cumbre-de-la-subordinacion\/\">Colombia.La cumbre de la subordinaci\u00f3n<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"&#171;Colombia.La cumbre de la subordinaci\u00f3n&#187; &#8212; Resumen Latinoamericano\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" src=\"http:\/\/www.resumenlatinoamericano.org\/2020\/01\/31\/colombia-la-cumbre-de-la-subordinacion\/embed\/#?secret=VYWKCFs1LJ\" data-secret=\"VYWKCFs1LJ\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/24808\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[34],"tags":[225],"class_list":["post-24808","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c39-colombia","tag-4a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-6s8","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24808","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24808"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24808\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24808"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24808"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24808"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}